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terça-feira, 30 de setembro de 2008

OS DINHEIROS DA EUROPA E CRISE NO F.C.PORTO

"LISBOAGATE"

Portugal não poderia fugir à excepção e ter os seus inglesados "gates".
As casas que mercê da benção dos compadres atribuídas aos afilhados, já foram devolvidas à Câmara Municipal da Câmara. Dezoito, felizardos, contemplados já entregaram as chaves.
Não queremos saber nem nos interessa lá muito esta coisa da atribuição das casas de Lisboa aos amigos, afilhados, compadres e comadres, mas o que nos interessa é que en Portugal, tudo se consegue a poder de favores e beijar a mão aos "poderosos".
Também não sei se em Portugal há ou não "poderosos" ou se andam por aí uns "marmanjos" a armarem-se em senhores do poder.
Durante 17 anos, fomos emigrantes e trabalhamos com firmas estrangeiras (inclusivamente como mecânico no "Ministry of Roads" da ex-Rodésia) e onde nunca conhecemos "poderosos" ou se alguém entrasse, no contexto da empresa ou departamento estatal, por favor de quem os geria.
Nos países árabes servimos uma empresa americana por 10 anos, cuja nesta havia uns milhares de trabalhadores de 16 nacionalidades. Por mais estranho que possa parecer até nessa companhia não existia a protecção aos seus nacionais (americanos) e se, estes, não produzissem, não havia qualquer contemplação era devolvido à procedência com um bilhete de avião de um só caminho.
Saímos de facto ao fim de 1o anos dessa companhia e com um bilhete de avião de um só caminho, não porque não tivessemos dado rendimento, mas porque as ramas de petróleo que custava um barril 33 passou para 10 dólares.
Bem depois disso lá conseguimos uma colocação, numa repartição do Estado Português no estrangeiro. Foram muitos anos, sem nunca termos passado da "cepa torta"...
Porém deu-nos a possibilidade de analisarmos que em Portugal nada se consegue (meandros do Governo), sem uma cunha e essa vem dos poderosos.
E, ainda, o ensejo, ao mesmo tempo, de vermos que só vencem os mediocres, os imbecis e os que beijam os "sapatos" dos tais "poderosos" que ainda (pensamos) abundam pelo país que Portugal tem sido.
Por último: "Assim Portugal não irá a lado nenhum, enquanto se movimentarem os tais "poderosos", a proteger os imbecis, os "crápulas", os incompetentes e estes a receberem a bênção e a dar-lhes lustro aos sapatos".
José Martins

ISTO DO ACORDO ORTOGRÁFICO É COMPLICADO!

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FERNANDA JÁ É TEMPO DE TERES JUIZO...

Mas o voto dos emigrantes para quê?
Eu que votei e sempre errei na pessoa certa...
Até não me interessa votar mais, neste ou naquele "marmelo" político", se todos dizem que são uns "gajos" porreiros e depois....
Sim depois têm sido aquilo que Portugal tem sido nas mãos de políticos de "pacotilha".
Bem é que esses "gajinhos", pobres de miolos e que nunca souberam produzir nada que fosse na vida encontraram uma forma de estar no mundo "chulando" o crédulo "portuguezito".
E quando falham na política, fogem e emigram e vão em procura de "tachos" (e.... que tachos!) em Bruxelas, nas Nações Unidas...
Quem serão esses "gajinhos"?
Que advinhem os não crédulos.