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domingo, 21 de dezembro de 2008

VIAGEM SEM DESTINO RODANDO PELO CENTRO NORTE DA TAILÂNDIA -QUINTA PERNA

Quinta Perna

Sábado dia 20.12.08, saí de Lampang em direcção a Ayuthaya. Uma manhã risonha e ao fim de cinco horas e meia percorri 500 quilómetros, a distância que separa Lampang a Ayuthaya.
Não houve necessidade de ligar o arcondiconado do Vitara e por isso a viagem foi mais económica a rondar os 10 litros de consumo aos 100 quilómetros.
Dado que o piso da via de um sentido, de boa qualidade, mantive uma velocidade de cruseiro entre os 100/120 quilómetros por hora.
Em Ayuthaya hospedei-me no "Grande Hotel", praticamente lotado a 100%.
Em Ayuthaya esperava-me uma jovem amiga tailandesa fotógrafa, Am que está convidada a participar com trabalhos seus numa bienal de Porto Santo (Madeira), patrocinada pela Fundação Oriente e integrada nas celebrações dos 500 anos da chegada dos portugueses ao Reino do Sião.
Ao princípio da noite, em companhia de minha amiga, procurei o restaurante da esplanada do hotel "River View", junto ao forte de Pom Phet, para jantarmos e disfrutarmos o cenário nocturno do rio.
Porém não havia lugar, estava o espaço ocupado na celebração de uma festa da quadra do Natal.
Fui em procura de outro que não encontrei todos ocupados e sem parque para estacionar a viatura.
As ruas da velha capital cheias de carros, festas ao ar livre em parques ao redor das ruínas.
Acabamos por jantar junto a uma tenda de comida na via pública pato cozido com arroz.
E que bem nos caíu!



A minha amiga, profissional, de fotógrafia, cujos certos trabalhos vai apresentar na ilha de Porto Santo, não são imagens relativas aos restos históricos, portugueses, mas precisamente motivos da Tailândia que poderão ser de templos ou outros que se inspire.
Um mês antes, mostrou interesse em conhecer o "Ban Portuguete", contactou-me por e-mail e, no sábado partiu de Banguecoque de comboio, com uma bolsa, lentes, flash e outro material próprio de um profissional de fotografia.
Esperei por ela na estação de caminho de ferro e hospedou-se no mesmo hotel onde me tinha acomodado.
Pelas 8 horas da manhã e para aproveitarmos a pouca luminosidade do sol, saímos em direcção ao "Forte de Pom Phet" e seria por ali que iniciaríamos o roteiro histórico do que ainda vive em Ayuthaya e deixado, há séculos, pelos portugueses.
Foi com imensa satisfação que vi o "Fine Arts Department" estar a dar vida ao forte, de construção genuina portuguesa e graças ao traço do missionário, jesuita, Frei Tomás de Valguarnera.
Ayuthaya possuia um sistema de defesa, obsoleto, junto às margens dos três rios de Ayuthaya: Chao Prya, Lopburi e Pasak e teria sido o conselho de Frei Tomás Valguarnera, ao Rei de Ayuthaya, que as margems dos três rios com o sistema, ancestral, de paliçadas não oferecia segurança nenhuma para defesa de Ayuthaya.
Ayuthaya desenvolvia-se, depois dos portugueses já instalados no "Ban Portuguete", como os únicos europeus havia 140 anos, com a chegada dos franceses, ingleses e holandeses e pouco haveria a confiar nas intenções destas nações.
Embora a presença dos inglesas e holandeses se reduziam a grupos de mercadores, o mesmo já não se poderia pensar dos franceses que chegaram em força ao Sião e com o propósito de aliciamentos, usando os missionários das Missões Estrangeiras de Paris, converterem o Rei Narai ao catolicismo e depois disto colonizarem o Sião.
O expansionisno de Luis XIV de França era imparável e a todo o custo e preço e manobras, políticas, pretendia chamar a França o Reino do Sião e com isto ser o pêndulo da balança entre a Inglatera que já dominava a Índia e a Holanda senhora das Índias Orientais (Indonésia).
O espaço está vedado, junto à estrada da circunvalação de Ayuthaya.
Um painel, em língua tailandesa, anuncia o custo da obra 21.800.000 milhões de bahts tailandeses (cerca de meio milhão de euros).
A obra será inaugurada em 9 de Abril do próximo ano e lá estarei no evento, até porque acontece nas festividades do "Songkran" e em anos anteriores tenho passado a festa da água na simpática cidade que por laços, históricos, estou ligado.


O forte de "Pom Phet", tem uma história muito especial para mim... Conheço o forte e possuo imagens de quando aquele espaço estava envolvido em matagal.
Já lá vão 24 anos!
O tempo passa demasiadamente depressa...
Junto à margem havia umas casas de madeira onde viviam pescadores e pesquisadores, usando velhos escafandros, mergulhavam na água barrenta ou clara, enquanto uma mulher dava a uma manivela para o escafandrista poder respirar e no fundo rio procurar peças de louça que já ali estavam adormecidas há séculos.
Peças que tinha fugido das mãos enquanto eram lavadas nas varandas de casas de madeira erguidas, na margem do rio, em estacas.
Mas pouco depois das escavações do "Ban Portuguet" o "Fine Arts Department" de Ayuthaya, dirigido por um jovem arqueológo, meu prezado amgo, Patipat que viria a efectuar uma grande obra no que se referia a escavações e conservação de ruínas que estava escorada por estacas.
Durante essa altura eu era uma visita constante a Ayuthaya e passava por lá fins de semana completos.
Vivia a Ayuthaya, o "Ban Portuguet" como se me pertencesse.
Principiou a limpesa do capim alto, as casas velhas, junto à margem desaparecem e começam as escavações (1991) junto aos muro que suportava as ameias.
Fiz uma notícia, dei-lhe o tom, que o caso me merecia e enviei-a para a "Agência Lusa" (Macau) e metida na linha.
Passado pouco tempo contactou-me uma senhora, portuguesa (jornalista da RTP), se poderia contar comigo na viagem que se tinha proposto fazer à Tailândia, em cima da notícia da Lusa.
A senhora chegou a Banguecoque, levei-a a Ayuthaya, fiz-lhe as imagens (slides) que lhe ofereci; regressou a Portugal e uma grande reportagem foi publicada no suplemento do semanário "Expresso".


O Dr. Carlos Monjardino, Presidente da Fundação Oriente leu o artigo, contactou a jornalista para que, a expensas da fundação, se deslocasse a Banguecoque onde se encontrariam, no seu regresso a Lisboa, dado que na ocasião se encontrava em Macau.
No meu carro transportei o Dr. Monjardino e a jornalista.
A jornalista trazia com ela uma fita métrica de uns 100 metros para medir o forte.
O Dr. Monjardino (penso que pretendia fazer alguma coisa em Ayuthaya e rivalizar com Fundação Calouste Gulbenkian que tinha financiado parte das escavações do "Ban Portuguete"), vinha com o propósito da Fundação Oriente reconstruir o forte.
Leveio-o à presença do director do "Fine Arts Department" em Ayuthaya (que já não era o meu amigo Patipat e este transferido para Kampang Phet, para inciar outras escavações); apresentou-se e informou-o que a sua fundação iria trazer à vida o Pom Phet.
Houve trocas de cartões de visitas e o Dr. Monjardino partiu para Lisboa.
Pelo correio enviei-lhe fotografias, do meu arquivo, de vários mapas antigos com o teria sido o forte.
Até hoje o Dr. Monjardino nunca mais deu uma resposta ao "Fine Arts Department" e a mim enviou-me uma boa remessa de bons livros, editatos pela Fundação Oriente, que lhe viria agradecer a sua generosidade.
Esquecia-me de mencionar entregou-me uma nota de 100 dólares para a ajudar a pagar o combustível porque o Ministério dos Negócios Estrangeiros pagava-me, o vergonhoso salário, de 500 dólares por mês!

Entretanto, não foram encontrados objectos nas escavações, nem tão-pouco canhões, cujo esta artilharia teria sido desmontada e trazida para Banguecoque para os siameses se defenderem a possíveis ataques do Reino do Pegu.
A minha versão é exacta porque em Banguecoque após o General Thaksin instalar o seu povo vindo de Ayuthaya, continuou a fundir canhões de bronze e ferro coado em Thomburi.
Prova isso porque no jardim do Ministério de Defesa, onde eu estive há uns meses a fotografar toda a artilharia, exposta, fui encontrar peças de fogo fundidas em Thomburi onde a primeira capital foi instalada e junto ao forte que ainda ali se encontra, nas proximidades do Wat Arun e não muito distante do bairro português de Santa Cruz.
As paredes do forte e as ameias não foram mexidas, mas o espaço para cá do muro foi arrelvado e aos fins de semana via-se por ali gente (muitos jovens) estendidos na relva, a comerem as suas merendas, a tomar a aragem fresca do rio e admirar o Porto Internacional de Pom Phet que foi de glória em tempos passados.
A margem, junto ao rio, não foi consolidada e chegou a sofrer os efeitos da cheia do Chao Praya.
Há três anos foi estacada com pilares de cimento e construído um muro de cimento que ficará protegido para sempre.
Como nota curiosa o muro que suporta as ameias, em toda a sua volta, foi travado com "gatos" de aço, atravessado com barras/vigas, torcidas, do mesmo material e apertadas com portas em cima de chapas de ferro. Depois de cheias com cimento o Forte Pom Phet estará ali erguido por séculos à frente e a recordar a presença dos soldados artilheiros portugueses no Reino do Sião.
Além de Portugal ter sido o primeiro país que introduziu as armas de fogo no Sião, os portugueses, serviram Reis como artilheiros e ensinaram o manejo das mesmas aos siameses.

Depois da visita ao Pom Phet agora há que partir para o "Ban Portuguete".
O sol começa a erguer-se e com luz de muita intensidade para a fotografia.
Mas antes, eu a a fotógrafa Am, demos um salto junto ao monumento erigido em honra da Rainha Suriyothai.
O dourado emite raios, quando o sol lhe bate no seu crescer no monumento que fascina qualquer um que tenha gosto pela recolha de boas imagens.
Vamos, pouco depois de bater alguns "bonecos", ao Campo Português, passamos em frente ao templo "Wat Chai Watthanaram" e fzemos mais umas imagens.
Um largo grupo de alunos, tailandeses, da escola primeira, saiem de um autocarro e ficam por ali à espera que os professores os levem para o interior das ruínas do majestoso templo.
Os alunos, cada um, vão munidos de um bloco e uma esferográfica. Dirigem-se para um painel um designa a história daquele monumento de várias torres cónicas.
Escrevem e lêm interessados e tomam apontamentos.
Não foi a primeira vez que vi estudantes a visitarem locais históricos por toda a Tailândia... Isto contribui para que esses jovens se orgulhem da história de seu país e, não só, a união entre todos e o fortalecimento e o desenvolvimento da nação.


Durante o percurso a caminho do "Ban Portuguete" dou com campos de arroz começar a tomar a cor amarela e mais umas semanas está pronto para ser ceifado.
A área de Ayuthya é famosa na abundância de arroz.
Uns quilómetros ao sul vamos encontrar enormes silos (Bang Sai) onde o arroz a granel é carregado em batelões para armazéns de Banguecoque e dali, em tapetes rolantes, para os porões de barcos que depois seguem o destino de países estrangeiros.
A Tailândia está no topo dos grandes produtores de arroz a nível mundial.
É certo que houve uma grande quebra na produção em Ayuthaya com a instalação de unidades fabris na área e investimentos japoneses.
Com a vinda dos japoneses para Ayuthaya, viria a criar um novo modo de vida da população e com isto o desenvolvimento económico.
Os camponeses, a maior parte deles, abandonaram o amanho da terra e seguiram para as fábricas de produção de material electrónico.
Talvez, devido à crise económica mundial, algumas fábricas venham a encerrar e a gente de Ayuthaya voltem novamente a produzir arroz e outros produtos da terra.
Mas, creio, que o problema desta gente não sejam por aí de maior, porque as terras ferteis estão lá a produzirem a característica abundância.
As cheias do rio Chao Prya contribuiem para essa fertilidade que estruma terras.
E não só o rio é abundante de peixe e mais um condimento, a juntar ao arroz, para alimentar o povo.

Estou no "Ban Portuguete", a área está protegida graças ao "Fine Arts Department" que antes das cheias do rio Chao Prya, coloca umas chapas de cimento num "chanfro", cavado no solo que depois foi cimentado a toda a largura do terreno da frontaria do edifício museu.
O edifício museu vou encontrá-lo caiado de branco, muito bonito e na altura pensei: "bonita obra do Embaixador Faria e Maya...!
É que pouco depois de Faria e Maya assentar em Banguecoque, visitei o Campo de São Domingos, escrevi um memorando ao senhor embaixador informando-o que as paredes do edifício museu estavam muito pobres de pintura e com pouco dinheiro se poderia, mandar caiar e até gente residente na área poderia fazer o serviço.
Nunca me deu resposta e não estranhei, porque em outros casos, procedeu da mesma maneira...
Mas quando me aproximei comecei a observar uma armadura de ferro em toda a volta do edifício que me dá a ideia de vir a ser um telheiro coberto a telhas ou de outro, qualquer, material.
Aquela obra incompleta intrigou-me...
Mas o que estarão aqui a fazer?
O desenho deste edifíco é obra do mestre arquitecto Viana de Lima (da Fundação Calouste Gulbenkian) que conheci em Banguecoque.
Andei por ali a "matutar", mas de quem de "raio" teria sido o da ideia? Tirei fotos ao descalabro que estava a ofender a memória de Viana de Lima que duas vezes se deslocou a Banguecoque, acompanhado do Dr. José Blanco.
Mas entretanto e depois de eu andar para ali a falar sózinho, apareceu um homem a quem a minha amiga Am pediu informações quem era quem que teria mandado fazer aquela obra...
O homem, simples, informou-a: "os franceses...."
Franceses?
Mais me intrigou...
Mas que têm a ver os franceses com a "Campo de S- Domingos?"
A minha amiga Am sabia lá dos franceses ou coisa que valha...
Mas lembrei-me à sim,sim os franceses é como a Igreja de S.José e os padres são conhecidos...
E junto ao homem de camisola amarela indiquei-lhe, com o dedo, a direcção da Igreja de S.José e respondeu-me que sim...
Aquela obra era obra da Santa Madre Igreja com sede no Vaticano.
Bem a Santa Madre Igreja com sede no Vaticano "pilhou" tudo que era dos portugueses no Reino do Sião, onde não escaparam, em Banguecoque, os cemitérios...
Agora mais uma pilhagem a Igreja de S.Domingos no "Ban Portuguete..." Bem é que quando o Campo de S. Domingos era matagal a Santa Madre Igreja com sede no Vaticano, nunca se interessou em escavar o terreno, nem tão pouco, se importou, da sagrada pia baptismal que lá estava envolvida no matagal...
Mas logo que as escavações tiveram início, o padre Pairin, da paróquia de S. José dos "franceses", foi desde logo lá celebrar missa campal.
E depois, no ano seguinte, teve as honras da presença de Sua Eminência o Cardeal Michael Michai Kitbunchu, com quem tive o prazer de almoçar; trocar algumas palavras e fumava, como um turco, a sua cigarrada.

Bem está visto e bem razão tinha o Cônsul Dr. Joaquim Campos que os bairros portugueses de Banguecoque, Senhora do Rosário, de Santa Cruz e da Imaculada Conceição, a igreja católica tinha-se assenhorado desssas parcelas.
Bem eu também tenho razão de estar para aqui a reclamar mas nada me vale estar a meter-me com uma organização poderosa...
Nem o Eça de Queirós iria, como eu, fazer alguma coisa que valha!
Mas apesar de estar aqui a contestar a "pilhagem" tenho sorte porque a Santa Inquisição chegou ao fim e livre de ser vestido de sarapilhareira, ter junto a mim um frade, a caminho da fogueira, a rezar os responsos para que Deus me livrasse do fogo do inferno depois de ter sido já tostado na praça pública com honras de presença de cardeais, bispos, frades, outra "padralhada", as santinhas (freirinhas) de pau de amieiro e os meninos do coro, de cabelo aos caracolinhos e vestidos de opas brancas.

Faz-me lembrar de quando o camartelo da igreja do Vaticano começou a destruir os túmulos do cemitério da Silom Road (já antes tinha feito o mesmo ao do Bairro de Santa Cruz), entrou de rampante e partiu masoléus de lusos descendentes (felizmente tenho fotos) e quando notei que dois cônsules portugueses que dormiam ali há muitos anos, os mausoléus também iriam sofrer os rudes golpes do facínora camartelo... Alertei o Embaixador Lima Pimentel (ele nem sabia que existiam) que a Santa Sé iria destruir parte da história de Portugal na Tailândia.
Enviou uma nota à Embaixada da Santa Sé, em Banguecoque e ao outro dia, um diplomata vestido de saia branca, deslocou-se à Embaixada de Portugal e informou Lima Pimentel que aqueles mausoléus iriam ser transferidos para o cemitério novo de Nakhon Pathon.
E foram só que embora construídos fielmente ninguém dá com eles... Dou eu porque depois de vasculhar fui encontrá-los arrumados a um canto (sem lugar, digno, que mereciam estar), juntamente com outros de gente que fizeram história na fundação de Banguecoque.
Este inocente homem informou: "São os franceses que mandaram fazer esta obra"!
Pois, pois, sempre os franceses aqueles que séculos atrás fizeram a vida negra, quando chegaram ao "Ban Portuguete" depois de meados do século XVII, aos humildes missionários do Padroado Português do Oriente...
O raio parta os franceses que nunca mais nos largam através de séculos e seculórum amen...
Mas agora depois da visita ao "Campo de S.Domingo" e sair de lá incomodado, vou ficar mal disposto nas ruínas da Igreja de S.Paulo que seria um dos marcos da celebração do 500 anos da chegada dos portugueses ao Reino do Sião.
Obra das escavações a cargo de um subsídio da Fundação de Calouste Gulbenkian.
Encontrei um painel que depois de lido e me traduziram que a obra tinha importado num milhão de bahts e terminado em Julho passado (2008)

Pelo trabalh0 encontrado não achei caro nem barato, dado que a mão de obra de agora não custa o preço da que custava há 26 anos, de quando se fizeram as escavações da Igreja de São Domingos.
Mas pelo que vi as escavações não representam nada nem nada me diz o que está escondido no subsolo.
Se vai ser este o marco das celebrações dos 500 anos tudo está a ir pelo mau caminho...
Só que tenho de dizer algo ao Senhor Embaixador Faria e Maya: "Mexa-se se quer que o seu sucessor tenha qualquer coisa para justificar os cinco séculos de Portugal na Tailândia".
Se não bulir em nada vai ser uma completa vergonha!
Será com um livro que irá (talvez) ser publicado que se salvará a honra do convento?
Ou com duas "tretas" numas conferências onde estão meia dúzia de pessoas e ao fim bebem uns copos?
Não dá!
Livros já foram editados muitos e todos que deveriam sê-lo.
Quanto a mim seja quem for (mesmo de joelhos) eu estarei fora de tudo quer na edição do livro ou fornecer material que seja para o ilustrar. Porque eu sei que já alguém anda, por aí, aguçar o bico para a edição do tal livro...!!!
Não alinho em grupos ou esquemas engendrados!
Por fim junto ao Campo de São Domingos há um painel a anunciar aquilo que deve ser visitado na área: A Igreja de São José (a dos franceses), o templo Wat Chai Watthanaram; uma mesquita muçulmana e o Campo de São Domingos não figura lá.
Não penso que tenha sido o "Fine Arts Department", o autor do painel, mas obra divina do espirito santo dos "franceses".
José Martins
P.S. Fim da viagem sem destino