SIRESP E FREEPORT
Dizem para aí as boas ou más linguas que o SIRESP (Sistema Integrado das Redes de Emergência e Segurança de Portugal) foi uma negociata do tempo do Governo de Santana Lopes (já na situação de dar o badagaio), pelo Ministro da Administração Interna, Daniel Sanches.
Ora esta brincadeira custou, ao contribuinte, 500 milhões de euros.
Na negociata esteve envolvida a tal Sociedade Lusa de Negócios e o José Oliveira Costa, do BPN.
O SIRESP nunca foi montado, na totalidade e muito menos ter funcionado.
Este blogue é apolítico porque o autor não acredita nem confia em político nenhum da praça Portugal.
Mas por mais estranho que possa parecer, na proximidade das eleições, surgiu nas primeiras páginas do jornais o caso "Freeport". Portugal está cheio até ao gargalo de "Freeports", praticados, pela conveniência de uns "encanadinhos", perfumados, ligados a "palermas" iguais ao José Oliveira Costa, guardado a "bom recato", para não piar...
Não piou mesmo de quando foi chamado a desvendar o mistério do "gamanço" perantes os deputados, na AR, cuja investigação, era chefiada pela Mariazinha Belém do PS.
Ora,ora 500 milhões de euros, para o SIRESP é de facto muito papel!
Montante que é muito mais gordo que as tais, anunciadas, luvas do "Freeport".
O processo SIRESP (dizem) estar já arquivado na PGR, mas que lhe vai ser dada mais uma vista de olhos.
Bem o que me parece isto é um jogo de pedrada...
O mesmo: tu mandas-me a pedrada, eu apanho a pedra e mando-te de volta!
Cães e lobos comem todos...
Já eu ouvia isto ao meu avô Joaquim Gomes um filósofo, daqueles analfabetos que não conhecia uma letra do tamanho da "Cabeça do Vellho" da Serra da Estrela, a minha serra.
Áh cacetes de pau de lódão por onde andais!
Há casos em que a justiça, escrita nos livros, é como a enguia que se esgueira das mãos...
Mas umas valentes lambadas no lombo dos encanadinhos, tenho a certeza que era remédio, radical, que os curava do vicio, interceiro da corrupção e de enfiarem as luvas debaixo da mesa!
José Martins

2 comentários:
Estes casos não têm cor politica, apenas políticos.
E Daniel a cor do papel!
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