Teixeira dos Santos assume Economia com prioridade de superar a crise
13h06m
Novo ministro da Economia, Teixeira dos Santos, disse, minutos após a tomada de posse, que a sua prioridade será superar a situação de crise que o país enfrenta.
"A minha principal preocupação será com a Economia e com o superarmos esta situação de crise que nos tem vindo a afectar", afirmou aos jornalistas o, agora, ministro das Finanças e Economia, após a cerimónia de tomada de posse.
Teixeira dos Santos referiu que, em dois meses, não vai ter "a vaidade de fazer grandes inovações".
"Temos que gerir bem este ministério, dar resposta aos desafios que a Economia nos coloca", afirmou, acrescentando que vai trabalhar em conjunto com os três secretário de Estado que se mantêm em funções - Bernardo Trindade no Turismo, Fernando Serrasqueiro no Comércio e Castro Guerra na Indústria e Inovação.
Teixeira dos Santos disse que o Governo vai continuar a apoiar as empresas, "tendo em vista a superação das dificuldades em tempo de crise"; e as Pequenas e Médias Empresas, "como temos vindo a fazer e de forma acrescida".
Outra das prioridades do recém-empossado ministro da Economia será de "reforçar a capacidade da economia portuguesa para crescer no futuro".
"O nosso futuro é colocar a economia a crescer através das exportações. Temos que apostar nas exportações de todas as empresas portuguesas, grandes, médias e pequenas", defendeu.
Relativamente a processos em curso, como por exemplo o da Qimonda, Teixeira dos Santos garantiu que dará continuidade ao método de trabalho que tem sido seguido.
O novo ministro da Economia afirmou que enquanto ministro das Finanças sempre apoiou a política do seu colega, o ex-ministro Manuel Pinho, e que vai lhe dar continuidade.
"Fazemos parte de um governo que tem uma política económica e o ministro da Economia é um instrumento dela", disse.
O ex-ministro da Economia, Manuel Pinho, à saída da cerimónia, desejou "as maiores felicidades" ao novo ministro, afirmando que se sentia muito bem e que vai entrar agora de férias.
13h06m
Novo ministro da Economia, Teixeira dos Santos, disse, minutos após a tomada de posse, que a sua prioridade será superar a situação de crise que o país enfrenta.
"A minha principal preocupação será com a Economia e com o superarmos esta situação de crise que nos tem vindo a afectar", afirmou aos jornalistas o, agora, ministro das Finanças e Economia, após a cerimónia de tomada de posse.
Teixeira dos Santos referiu que, em dois meses, não vai ter "a vaidade de fazer grandes inovações".
"Temos que gerir bem este ministério, dar resposta aos desafios que a Economia nos coloca", afirmou, acrescentando que vai trabalhar em conjunto com os três secretário de Estado que se mantêm em funções - Bernardo Trindade no Turismo, Fernando Serrasqueiro no Comércio e Castro Guerra na Indústria e Inovação.
Teixeira dos Santos disse que o Governo vai continuar a apoiar as empresas, "tendo em vista a superação das dificuldades em tempo de crise"; e as Pequenas e Médias Empresas, "como temos vindo a fazer e de forma acrescida".
Outra das prioridades do recém-empossado ministro da Economia será de "reforçar a capacidade da economia portuguesa para crescer no futuro".
"O nosso futuro é colocar a economia a crescer através das exportações. Temos que apostar nas exportações de todas as empresas portuguesas, grandes, médias e pequenas", defendeu.
Relativamente a processos em curso, como por exemplo o da Qimonda, Teixeira dos Santos garantiu que dará continuidade ao método de trabalho que tem sido seguido.
O novo ministro da Economia afirmou que enquanto ministro das Finanças sempre apoiou a política do seu colega, o ex-ministro Manuel Pinho, e que vai lhe dar continuidade.
"Fazemos parte de um governo que tem uma política económica e o ministro da Economia é um instrumento dela", disse.
O ex-ministro da Economia, Manuel Pinho, à saída da cerimónia, desejou "as maiores felicidades" ao novo ministro, afirmando que se sentia muito bem e que vai entrar agora de férias.
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À MARGEM: O super-ministro, Teixeira dos Santos, afirmou que uma das suas principais prioridades é superar a crise!
Entendemos que no curto espaço de tempo que vai liderar a pasta da economia o super-ministro não vai mesmo fazer nada.
Já ouvi por aí a José Sócrates que iria promover a internacionalização das médias empresas.
Não faço a mínima ideia qual será essa internacionalização...
Mentir é muito feio, porque no render da guarda que se aproxima, não há espaço de tempo para se internacionalizar nada!
Se não se internacionalizou em quatro anos vai ser agora e em tempo de férias que a intenacionalização vai mesmo acontecer?
Têm assim vivido os portugueses, durante o Governo de José Sócrates, sob a mentira de palavras ocas e bacocas.
José Martins


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