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sexta-feira, 20 de novembro de 2009

A NOSSA QUERIDA EUROPA

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O nosso patrão (belga) e a patroa (inglesa
Europa
Já era esperado. Vamos ter mais umas toneladas de teoria sobre Europa, sobre o presidente da Europa e sobre o alto, aliás, a alta representente para a política externa. Iremos perceber mais de Herman Van Rompuy e de Catherine Ashton do que de Europa... Mas também para quê perceber de Europa ou perceber a Europa?
Telegrama de Quinta-feira, Novembro 19, 2009 (Nota Verbais)

À MARGEM: Absolutamente vamos ter (os portugueses e os países membros “meia-tijelas”) muitas teorias, muitos “porreiros pá”, demagogias belgas (do bom chocolates) da baronesa Catherine Ashton (súbdita de S.M. a Rainha de Inglaterra) e estarmos debaixo da “pata” deles.
Ora vejam lá!
Algum país da Europa deu alguma coisa aos portugueses?
Uma ova!
Procuraram foi o de sempre nos controlarem.
Então os nossos queridos, aliados, ingleses ao longo da nossa história foram os que mais nos lixaram...
O Livingstone quando da barra do Chinde (Moçambique) navegou rio acima no Zambeze até Vitória Falls (Zimbabué) envenenou as populações nativas, moçambicanas, nas margens contra os portugueses.
Lá teve que o nosso, Mouzinho de Albuquerque (depois Paiva Couceiro) moderar essas gentes que o Livingstone tinha colocado a insurgirem-se contra Portugal, desde o Zambeze até Lourenço Marques, e pacificadas, no sul e na região de Tete e Manica, mais de 100 anos depois.
José Martins

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