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Europa
Já era esperado. Vamos ter mais umas toneladas de teoria sobre Europa, sobre o presidente da Europa e sobre o alto, aliás, a alta representente para a política externa. Iremos perceber mais de Herman Van Rompuy e de Catherine Ashton do que de Europa... Mas também para quê perceber de Europa ou perceber a Europa?
Telegrama de Quinta-feira, Novembro 19, 2009 (Nota Verbais)
À MARGEM: Absolutamente vamos ter (os portugueses e os países membros “meia-tijelas”) muitas teorias, muitos “porreiros pá”, demagogias belgas (do bom chocolates) da baronesa Catherine Ashton (súbdita de S.M. a Rainha de Inglaterra) e estarmos debaixo da “pata” deles.
Ora vejam lá!
Algum país da Europa deu alguma coisa aos portugueses?
Uma ova!
Procuraram foi o de sempre nos controlarem.
Então os nossos queridos, aliados, ingleses ao longo da nossa história foram os que mais nos lixaram...
O Livingstone quando da barra do Chinde (Moçambique) navegou rio acima no Zambeze até Vitória Falls (Zimbabué) envenenou as populações nativas, moçambicanas, nas margens contra os portugueses.
Já era esperado. Vamos ter mais umas toneladas de teoria sobre Europa, sobre o presidente da Europa e sobre o alto, aliás, a alta representente para a política externa. Iremos perceber mais de Herman Van Rompuy e de Catherine Ashton do que de Europa... Mas também para quê perceber de Europa ou perceber a Europa?
Telegrama de Quinta-feira, Novembro 19, 2009 (Nota Verbais)
À MARGEM: Absolutamente vamos ter (os portugueses e os países membros “meia-tijelas”) muitas teorias, muitos “porreiros pá”, demagogias belgas (do bom chocolates) da baronesa Catherine Ashton (súbdita de S.M. a Rainha de Inglaterra) e estarmos debaixo da “pata” deles.
Ora vejam lá!
Algum país da Europa deu alguma coisa aos portugueses?
Uma ova!
Procuraram foi o de sempre nos controlarem.
Então os nossos queridos, aliados, ingleses ao longo da nossa história foram os que mais nos lixaram...
O Livingstone quando da barra do Chinde (Moçambique) navegou rio acima no Zambeze até Vitória Falls (Zimbabué) envenenou as populações nativas, moçambicanas, nas margens contra os portugueses.
Lá teve que o nosso, Mouzinho de Albuquerque (depois Paiva Couceiro) moderar essas gentes que o Livingstone tinha colocado a insurgirem-se contra Portugal, desde o Zambeze até Lourenço Marques, e pacificadas, no sul e na região de Tete e Manica, mais de 100 anos depois.
José Martins
José Martins

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