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sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

MENSAGEM DE NATAL DE JOSÉ SÓCRATES

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Nacional
José Sócrates espera que obras públicas criem emprego
Governo promete usar todos os instrumentos para ajudar as zonas afectadas por intempéries
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ALEXANDRA MARQUES
Foto JOSÉ SENA GOULÃO/LUSA

Primeiro-ministro reconheceu que 2009 foi "um ano de grande exigência para todos: famílias, trabalhadores e empresas"
Na mensagem de Natal emitida ontem à noite, sexta-feira, José Sócrates disse esperar que o investimento público permita que 2010 seja um ano de recuperação económica, prometendo auxílio a quem foi mais atingido pelos temporais.
Num tom optimista, Sócrates disse que a "crise económica mundial persiste", mas, "há agora sinais claros de que estamos a retomar lentamente um caminho de recuperação".
Há contudo, "ainda muito trabalho pela frente", admitiu, e que passa por "investimento público que crie emprego" e pela aposta em " infra-estruturas de transportes e comunicações, escolas, hospitais, barragens e nas energias renováveis".
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À MARGEM: Não sei ou faça a ideia de quais as obras públicas que José Sócrates pretende levar a efeito.
Serão obras para entregar ao Jorge Coelho da Mota-Angil?
Pontes, TGV e mais outras "cacas" de empreendimentos desnecessários?
Portugal cada vez mais o meio rural se encontra abandonado e, com o envelhecimento das populações, desertificado.
As silvas e os arbustos tomarão conta das velhas aldeias e as raízes de Portugal de todos nós.
A tabela abaixo designada bem conta nos dá do crescimento de Portugal em 42 anos, foi escasso que não chegou a milhão meio de pessoas; enquando a nossa vizinha Espanha cifrou-se, o crescimento demográfico, de mais de oito milhões e meio de almas.
Em Portugal morre mais gente do que a que nasce e, com a situação económica do presente, lá para o ano de 2.050 a população portuguesa estará reduzida a menos de metada da que actualmente existe.
A tragédia de Portugal inserido na União Europeia levou-o e continua a levá-lo ao empobrecimento rompante.
Hoje o país perdeu a competitividade dos mercados internacionais isto porque optou pela moeda Euro.
Com isto terá que sujeitar-se ao câmbio do Euro, o que assim não seria se a moeda corrente fosse o Escudo.
Com o Escudo poderia competir nos mercados internacionais e vender o pouco que ainda produz e proveninete da terra.
Um país não se forma ou se balança o viver de um Povo em meio século, mas em muitos como Portugal se construiu a partir de 1128 e até hoje já lá vão 881 anos.
Mas os homens, que têm governado Portugal desde 1974, embebedaram-se de Poder e tanto lhes dá como se lhes deu se Portugal cresça, que morra mais gente do que a que nasce.
As raizes da Pátria pouco lhes interessa, mas em vez destas, o umbigo e o bom viver.
E não só as instituições deixaram de funcionar e dentro delas formaram-se outros pequenos Estados onde cada chefe é chefe para fazer o que melhor nas ganas lhe der.
José Martins



Fontes: "The World Almanac" (1968) e http://www.geographic.org/

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