Há um ditado em Portugal: “aquele/a é fino como um rato...”
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Os ratos do porão bem se identificavam como uns animaizinhos inteligentes e penetravam no porão das naus de Gama e do Cabral pelas amarras de junco, torcido, que seguravam as embarcações desde as peanhas do cais e alojavam-se nos cantos do porão.
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Ali com facilidade chegavam à dispensa onde a comida estava armazenada para seis meses ou mais para a tripulação e passageiros se alimentarem na rota da Índia ou do Brasil.
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Os ratos do porão foram um problema nas naus e caravelas. Havia gatos, mas estes nãos os eliminavam.
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Também serviram de comida (lá está o ditado comer ratos vivos) de quando, as naus se perdiam nos mares altos e era, em desespero, sem piedade nenhuma caçados os ratos dos porão. Quando as naus não resistiam aos temporais e se afundavam, os ratos do porão, mesmo sabendo nadar, não alcançavam a terra e afogavam-se.
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Um país é semelhante a uma nau. Se esta (na época da expansão portuguesa) navegava de vento em popa e aguas bonançosas e de porões abarrotados de pimenta e canela, os ratos das naus, passavam despercebidos.
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Só eram perseguidos de quando a nau se perdia nos mares de altos e as dispensas vazias e eram comidos.
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O governo de uma nação também tem o seu porão cheio de ratos e estes fogem quando esta se afunda pela má orientação das ratazanas.
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Não tarda que os ratos do porão da nau Portugal, fujam, não afogados, porque a embarcação encalhou, na costa, num banco de areia e pouco nos porões existe para os ratos continuarem a comer.
José Martins
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Os ratos do porão bem se identificavam como uns animaizinhos inteligentes e penetravam no porão das naus de Gama e do Cabral pelas amarras de junco, torcido, que seguravam as embarcações desde as peanhas do cais e alojavam-se nos cantos do porão.
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Ali com facilidade chegavam à dispensa onde a comida estava armazenada para seis meses ou mais para a tripulação e passageiros se alimentarem na rota da Índia ou do Brasil.
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Os ratos do porão foram um problema nas naus e caravelas. Havia gatos, mas estes nãos os eliminavam.
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Também serviram de comida (lá está o ditado comer ratos vivos) de quando, as naus se perdiam nos mares altos e era, em desespero, sem piedade nenhuma caçados os ratos dos porão. Quando as naus não resistiam aos temporais e se afundavam, os ratos do porão, mesmo sabendo nadar, não alcançavam a terra e afogavam-se.
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Um país é semelhante a uma nau. Se esta (na época da expansão portuguesa) navegava de vento em popa e aguas bonançosas e de porões abarrotados de pimenta e canela, os ratos das naus, passavam despercebidos.
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Só eram perseguidos de quando a nau se perdia nos mares de altos e as dispensas vazias e eram comidos.
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O governo de uma nação também tem o seu porão cheio de ratos e estes fogem quando esta se afunda pela má orientação das ratazanas.
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Não tarda que os ratos do porão da nau Portugal, fujam, não afogados, porque a embarcação encalhou, na costa, num banco de areia e pouco nos porões existe para os ratos continuarem a comer.
José Martins
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