Clientes barricam-se no interior do BPP
Pedro Guimarães e Cláudia Luís
Vinte clientes invadiram a sede do Banco Privado Português na Rua de Gondarém, no Porto.
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À MARGEM: Um "pândego" depositou as suas economias num banco qualquer. Pensou que o banco era uma pessoa de bem e está descansado porque em qualquer aflição poderá trazer o seu dinheiro de volta.
Mas o "pândego" enganou-se e as suas economias ficaram encravadas.
Claro está que não se sabe por quais aflições o "pândego" haja passado e até poderia ter uma ceia de consoada daquelas oferecidas pela caridade aos sem abrigo e emprego.
O "pândego" não possuindo o seu dinheiro entra em desespero e vai protestar à pessoa de bem (banco) e, além de ter lá o seu "cacau" retido ainda leva umas lambadas no lombo.
Então como é?
Quando o Governo concede um alvará para abrir um banco não pede garantias à pessoa de bem para que o "cacau" dos depositantes seja devolvido na altura que este o necessite?
E o Estado não assume a responsabilidade?
Será que certos bancos, portugueses, são (banqueiros do povo e das aldrabices) "Donas Brancas"?
José Martins
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