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Foto: Reuters
A ítalo-suíça Susanna Maiolo, de 25 anos, rompeu a barreira de segurança e avançou em direção ao papa na Missa do Galo, derrubando o religioso.
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A ítalo-suíça Susanna Maiolo, de 25 anos, rompeu a barreira de segurança e avançou em direção ao papa na Missa do Galo, derrubando o religioso.
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Mulher que agrediu o papa "não queria lhe fazer mal"
A ítalo-suíça Susanna Maiolo, de 25 anos, tinha a intenção de cumprimentar o religioso
A jovem de 25 anos que derrubou o papa na noite desta quinta-feira (24), no Vaticano, declarou aos médicos que ela "não queria lhe fazer mal", anunciou nesta sexta-feira (25) o site do jornal La Repubblica.
Susanna Maiolo, uma ítalo-suíça, que sofreria de problemas mentais, foi detida pela segurança do Vaticano logo em seguida ao episódio e transferida para uma unidade especializada. Ela teria tentado tocar o papa na missa do ano passado, informa o jornal El Pais.
O arcebispo de Gênova e presidente da conferência episcopal italiana, o cardeal Angelo Bagnasco, afirmou:
Nada aconteceu de grave. Trata-se de uma mulher que tentou cumprimentar o santo padre.
O primeiro-ministro da Itália,Silvio Berlusconi, solidarizou-se com o papa e afirmou nesta sexta-feira (25) que é preciso "parar esta fábrica de mentira, de extremismo e de ódio", ao comentar a agressão sofrida por Bento XVI.
O cardeal francês Roger Etchegaray, de 87 anos, que estava atrás do papa quando Susanna o derrubou no chão, fraturou o fêmur e precisará fazer uma cirurgia, informou um porta-voz do Vaticano nesta sexta-feira (25).
O estado de saúde de Etchegaray é bom. Ele permanece internada em repouso no hospital Gemelli, em Roma.
Antes do início da Missa do Galo nesta quinta-feira (24), Susanna Maiolo Confira rompeu a barreira de proteção e avançou em direção ao papa, derrubando-o. Veja novo vídeo do incidente.
A ítalo-suíça Susanna Maiolo, de 25 anos, tinha a intenção de cumprimentar o religioso
A jovem de 25 anos que derrubou o papa na noite desta quinta-feira (24), no Vaticano, declarou aos médicos que ela "não queria lhe fazer mal", anunciou nesta sexta-feira (25) o site do jornal La Repubblica.
Susanna Maiolo, uma ítalo-suíça, que sofreria de problemas mentais, foi detida pela segurança do Vaticano logo em seguida ao episódio e transferida para uma unidade especializada. Ela teria tentado tocar o papa na missa do ano passado, informa o jornal El Pais.
O arcebispo de Gênova e presidente da conferência episcopal italiana, o cardeal Angelo Bagnasco, afirmou:
Nada aconteceu de grave. Trata-se de uma mulher que tentou cumprimentar o santo padre.
O primeiro-ministro da Itália,Silvio Berlusconi, solidarizou-se com o papa e afirmou nesta sexta-feira (25) que é preciso "parar esta fábrica de mentira, de extremismo e de ódio", ao comentar a agressão sofrida por Bento XVI.
O cardeal francês Roger Etchegaray, de 87 anos, que estava atrás do papa quando Susanna o derrubou no chão, fraturou o fêmur e precisará fazer uma cirurgia, informou um porta-voz do Vaticano nesta sexta-feira (25).
O estado de saúde de Etchegaray é bom. Ele permanece internada em repouso no hospital Gemelli, em Roma.
Antes do início da Missa do Galo nesta quinta-feira (24), Susanna Maiolo Confira rompeu a barreira de proteção e avançou em direção ao papa, derrubando-o. Veja novo vídeo do incidente.

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