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quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

TURISMO DA TAILÂNDIA - BOAS NOVAS

POUCO DINHEIRO PARA GASTAR EM FÉRIAS? VÁ POR MIM... NÃO HESITE VENHA À TAILÂNDIA!
Segundo uma noticia difundida pelo diário "The Nation", o Ministro do Turismo e Desportos da Tailândia, vai propor ao seu Governo 13 medidas com o objectivo de recuperar a queda do turismo.
A proposta incluem a isenção de taxa visto; o corte de tarifa aérea e a diminução de preços de cargas de aeroporto.
O Ministro Chumpol Silapa-Archa informou que as medidas a propor estão integradas no projecto, em vista, económico do Governo.
"O ministério compilou as medidas em conformidade com o sector privado", disse ainda.
A indústria do turismo gera normalmente 6-8 por cento do produto interno bruto, anualmente e está ainda a sofrer pelo encerramento durante oito dias de dois aeroportos, internacionais, no ano passado, em Banguecoque.
As medidas a propor serão para fazer reviver o sector turístico e incentivar as vias aéreas do país, as internacionais com o corte de tarifas em 50 por cento.
Igualmente está a incitar o Governo renunciar às taxas de visto para turistas de todos os países e uma permanência de 6 mêse com extensão.
O ministro pediu ao Governo para reduzir os impostos sobre o valor acrescentado em taxas de ocupação de quartos de hotel pelo prazo de um ano.
Ser reduzidas as taxas de aterragem e estacionamento nos aeroportos internacionais do país, como um incentivo e persuadir as linhas aéreas internacionais voar para a Tailândia.
Outras medidas, segundo o ministro, o exigir a organizações do Governo ajustar seus orçamentos para promover reuniões, seminários no exterior com o fim de
impulsionar o turismo doméstico.


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Os industriais de hotelaria solicitaram a isenção da taxa anual de 80 bates, por quarto, que terão de satisfazer ao ministério das Finanças.
Entretanto, os bancos dever ser incentivados a estender o período de empréstimo para os operadores de turismo por 3 anos.
Está nas perspectivas do ministro o plano de promover os destinos, turísticos, principais: Phuket, Krabi e Phang Nga reduzindo impostos e taxas de aeroporto. Além do mais, informou o ministro que todos os parques nacionais devem colaborar renunciando a taxas de entrada por três anos.
Os trabalhadores da área do turismo, que enfrentam o risco de perda do posto de trabalho, deverão de ser ajudados.
O ministro Chumpol informou ainda que procuraria um aumento de orçamento a seu governo para auxiliar o sector do turismo.



Na terça-feira (12.01.09) o seu Governo aprovou 1 bilião de bahts (cerca de 21 milhões de euros) para suporte do turismo, para incrementar a oferta e uma necessidade para a recuperação.
Pkaki Chinamourphong, presidente da "Associação da Tailândia de Hotelaria", informou que três hoteis de quatro estrelas planeou reduzir em 50% o preço de ocupação, diária, a partir de Fevereiro e Março próximos.
Os mercados da China, Índia, do Médio-Oriente, Singapura; Hong Kong, Coreia do Sul e Japão, são o alvo principal a ser atingido, pela Tailândia e os novos incentivos de redução de preços de ocupação de hotel e outros trará largas centenas de milhares turístas destes países.



A maioria dos hoteis de Banguecoque e de outras cidades da Tailândia estão a praticar preços de ocupação baixos do que os usais, anteriormente e de quando do encerramento dos aeroportos.

À MARGEM: Enquanto em Banguecoque ainda havia turbulência política, por onde passei e guiei o meu carro nada se passava e não ouvi alguém que fosse a falar em política.
Notei que de facto havia um enorme desfalque de turistas estrangeiros nos hoteis. Durante a viagem, por duas vezes, brigadas da polícia fizeram-me parar.


Apreciem estas delícias a pouco mais de dois euros o prato!
Mas desde logo que viram que era um "farangue" (estrangeiro na Tailândia) sorriram-se e fizeram-me seguir com uma continência.
Não pedi descontos nos hoteis de três estrelas ou bengalôs. Ao pagar a acomodação verifiquei que de facto havia um razoável desconto.
Mas por mais incrível que possa parecer em 9 dias de viagem, 2 mil quilómetros percorridos (carro meu), gasolina, pernoita, alimentação (gosto muito de fruta e como quilos ao preço da uva mijona); cigarros, uma ou duas cervejas, por dia, pequenas, cheguei a Banguecoque e fiz as contas... 16 mil bates em 9 dias!
Em euros: 35o, mais cêntimos menos cêntimos.
Esta é a realidade do turismo na Tailândia! Por isso eu agora, com uma reforma, mensal que daria mais ou menos para um almoço de um ministro, português, consigo fazer turismo "baratucho".
E parto novamente, mais oito dias por aí, sem destino, no próximo dia 23 de Janeiro.
José Martins
P.S. Fotos do blogue http://blog.nationmultimedia.com/panalwayscute um dos nossos linques.

MIUDEZAS CASEIRAS



"TANGAS" CASEIROS


DEUS LIVRASSE O D.JOSÉ!

Estou pelo D.José. A imprensa escrita, interneteira, a radialista e a visual tem explorado o assunto que não tem pontinha de interesse que valha.
O público português (parte), mastiga e digere o que a comunicação social lhe impinge.
Evidentemente que não vai fazer mossa nenhuma a dor que os muçulmanos estão a sentir pelas afirmações de D.José intolerantes à tolerante comunicadora Fátima dos Santos Ferreira.
Ontem a RTPi (aquela que temos, bossal e sem imaginação), apresentou umas duas famílias em que o marido muçulmano e a esposa cristã portuguesa.
Uma família feliz e gostei de ouvir as palavras da minha patrícia lusa. Não sei se vão haver manifestações de desagravo, no largo do Intendente, na Praça da Figueira, com toda a comunidade muçulmana acolhida em Portugal, a gritarem a palavra de ordem: "morte ao D.José!".
Não sou racista.
Tive namoradas, ao longo da minha vida, pretas, mulatas e até uma rapariga muçulmana, na Rhodésia (Zimbabwe), enquanto eu fazia uns "biscates" de mecânica, fora de uma pequena garagem, nos automóveis dos emigrantes portugueses, do terceiro andar, pela calada, enquanto eu vergado em cima do motor, lançava-me flores.
Olhava para o alto do prédio e não via ninguém.
A coisa foi-se repetindo e até que uma noite a rapariga, com meia face, apoiada no peitoril da janela, colocou o dedo nos lábios a dizer-me que era ela que me lançava as rosas do medo.
Nunca falei com ela e até não sei aonde estaria o meu encanto, dado que eu fui sempre um desasado.
Porém aquela rapariga, muçulmana, vivia acorrentada e procurava, imaginariamente a sua libertação.
Como ela há milhões espalhadas pelo globo.
São consideradas uns objectos ou (porque não?), máquinas de prazer. Todo o ser o humano é fraco e tem os seus devaneios e suas seduções. Ninguém é proprietário de ninguém e o ser humano é livre.
Se a mulher muçulmana cair em tentação e praticar o adultério; descoberto o crime vão cair em cima dela as iras de Maomé, o ódio de toda a comunidade e morta por apedrejamento.
Eu vivi 10 anos eu países 100% muçulmanos: nos Emiratos Arabes Unidos, Tunisia e Turquia, (moderados) e de maxima rigidez na Arábia Saudita.
Impensável na Arábia Saudita ser erigidas igrejas de outras religiões, enquanto que nos outros países podiam.
E com surpreza minha em Sfax na (Tunisia) vi uma Sinagoga onde se praticava o culto judaico.
Sobre o apedrejamento de mulheres tive o conhecimento, através de um ajudante meu, iamanita, que me serviu por algum tempo na oficina, ambulante, no deserto.
A mulher é amarrada a uma estaca num largo, uma camião basculante de sarrisca (pedra miúda) é despejado a uns cinco metros da mártir.
A seguir vem o sacrifício e o ódio de homens vestidos de robes brancos e de mulheres cobertas de véus pretos e começa o martírio para aquela desgraçada adúltera.
Principia então o arremesso compassado da pedra miúda que a vai matando lentamente.
Pode o martírio demorar horas, um dia até que as "pedrinhas" se vão amontoando à volta da mulher até ao último suspiro.
Desamarrado o cadáver é depois levado para bem longe e os abutres do deserto se encarregarão de o fazer desaparecer.
O homem sedutor esse teve outra morte e mais limpa,,,
A espada em feitio de meia lua de um golpe certeiro o carrasco lhe separará cabeça do tronco.
As palavras de D.José estão a dar brado na comunicação social, mas não se fala (porque não interessa) nos vários movimentos de mulheres muçulmanas, em favor de se libertaram do arcaiquismo a que estão sujeitas, pela escravidão, imposto pela religião de Maomé de que o homem, muçumano, não se pode apartar mesmo que o deseje.
José Martins

O COISO DE S.BENTO

O TROMBONE


EFEMÉRIDE - 14 DE JANEIRO DE 2008

As verdades sempre foram umas coxinhas... E aquele que se atreve a dize-las, ao poder, é cordeiro a beber, abaixo no regato e a turvar a água ao lobo que bebe acima.
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(Qualquer semelhança é pura coincidência)

NÃO SÃO NOSSOS FILHOS E.....PONTO FINAL!


CAUTELA COM OS AMORES MUÇULMANOS

D. José Policarpo, Cardeal Patriarca de Lisboa, já excomungado pela religião muçulmana e sob a lei do arremesso de pedras.
O D.José disse umas verdades nuas e cruas: "um monte de sarilhos" se as mulheres portuguesas casarem com homens muçulmanos".
Isto passou-se no auditório do Casino da Figueira da Foz no decorrer de uma tertúlia: "125 minutos com Fátima Campos Ferreira" (a joia da coroa da RTP e a moderadora do "Prós e Contra" onde se fala muito cujas palavras nunca chegam à acção).
A Fátima, como sempre, espevitada e a mais esperta da rua dela interpelou D. José perguntando-lhe se não estaria a ser intolerante, perante a questão do casamento de jovens com muçulmanas.
Mas antes de me embrenhar no conto que é real, gostaria de perguntar à Fátima se se casaria com seguidor da religião de Maomé...
Certamente ficaria engasgada e talvez me respondesse a gaguejar que sim.
Ora eu tenho conhecimento que a "coisa" de casamentos de mulheres católicas ou de outra religião que seja com homens muçulmanos não encaixa.
Por exemplo, uma Fátima qualquer (o nome Fátima é muçulmano), tomou-se de amores, em figura ou virtualmente, pela internet, com um jovem muçulmano; apaixonaram-se e, mas tarde, querem casar.
Principiam as cargas de trabalhos para o rapaz, porque encontra os entraves da família que não deseja que uma mulher de outra religião entre no seio da clã.
Certamente menos para a rapariga (depende da classe económica) porque os portugueses não são xenófonos e consentem o casamento da filha com um muçulmano.
O noivo, já meio ocidentalizado já se está nas "tintas" para a religião, mesquita e para os emires, ou coisa que valha.
Depois de muito insistir o rapaz com o patriarca da família, que a noiva se vai converter ao islão (ou já está convertida), a cerimónia será sob os desígnios muçulmanos e a muito custo o casamento é consentido ao rapaz.
Se a rapariga, depois de casar, ficar a residir em Portugal o choque de culturas para ela será menor, porque vive no país de sua nacionalidade.
Mas se for para o país do marido irá passar as areias do deserto.
Terá (depende do país) cobrir-se com um véu da cabeça aos pés e entrar no regime de clausura.
Outra barreira será a língua.
Nunca mais poderá juntar-se a homens que visitem a sua casa e numa sala, com as mulheres dos convidados.
Mas além do tanto, a que não estava acostumada ou pensaria acontecer, terá que aguentar com as outras mulheres legais que a religião de Maomé autoriza a seu marido.
Embora elas vivam em casas diferentes, terá que dormir noites só na sua cama, porque o marido foi cumprir as obrigações de marido com as duas ou três que tem mais do que ela.
Agora, ela não permanece num hárem, mas pior do que isso!
Vive completamente isolada que poderá não aguentar psicológicamente o embate.
No entanto poder-se-á divorciar se o homem já a repudiou e poder sair daquele inferno; regressar ao país de origem, uma pobre de "Maomé" com o sem filhos.
E pode ser apedrejada até à morte se perder a cabeça e for seduzida por outro homem muçulmano.
Isto é a razão dos factos porque eu trabalhei em muitos países muçulmanos e conheço perfeitamente (menos a religião) o viver, separado, dos muçulmanos com o mundo ocidental.
José Martins

ESTÁS PERDOADO CARLOS!