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sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

O QUE SERIA DE NÓS...TRISTES REFORMADOS COM REFORMAS DE MERDA!

.......se não tivessemos os políticos para mantermos o nosso humor! Eramos uns tristes (com licença) de merda!

O DIPLOMATA

O texto não é meu. Alguém o definiu.
O diplomata

É um ser diplomata por excelência.
É aquele que harmoniza; o que possui o dom da reconciliação. É cooperativo, aparentemente tímido e vulnerável, de certa maneira passivo, mas sempre atento aos detalhes do seu ambiente.
Enquanto solteiro é comum envolver-se romanticamente e quase sempre tais romances são complicados. Precisa se casar, pois a vida de casado lhe trará muito mais tranquilidade, e onde encontrará um parceiro compatível e compreensível, sendo excelente marido ou esposa.
No trabalho sente-se melhor desenvolvendo actividades ligadas a grupos ou recebendo ordens, pois com sua personalidae um tanto passiva, é amado por todos e é sempre excelente profissional. Não suporta ficar parado procurando sempre algo para fazer.
É compreensivo com os sentimentos alheios e incapaz de ferir quem quer que seja.
Um dos seus grandes defeitos é a inclinação para subestimar seus dotes e capacidades, tanto intelectuais como profissionais, sendo, muitas vezes, subordinado de pessoas com capacidades inferiores às suas.
Poderá se dar bem em qualquer serviço público, diplomata, pesquisador,bibliotecário, contabilidade, serviços sociais, professor, principalmente na música ou de literatura.
Caso não seja culturalmente desenvolvido, pode-se tornar cruel, inescrupuloso e até violento, no propósito de atingir seus objectivos.
Autor desconhecido
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Nota: Os parágrafos assinalados a vermelho, dado ter servido 6 e conhecido 7 embaixadores, foi de facto isso que viria a encontrar. Porém o último parágrafo é a realidade pura de um, número 2, que dentro do serviço dado à sua incapacidade profissional, era de uma violência extrema que só o bom senso de quem o servia não lhe chegou a partir cara! E, depois de levar na face já ninguém lhas tirava...
José Martins

POLITIQUICES



HÁ TANTO TEMPO QUE NÃO SABIA DELE!



De verdade há muito que não sabia onde se localizava o meu ex-querido embaixador Tadeu Soares. Ao caso, hoje, ao abrir as correspondências da Agência Lusa vou, ao fim de tanto tempo, ter notícias dele.

Começo pelas suas palavras: "Mas é um facto que o MNE tem funções de interesse nacional, de defesa da soberania nacional, que não podem ser entregues a outras pessoas. Não podemos pensar que os interesses portugueses em Timor ou China sejam defendidos por diplomatas colocados em Bruxelas".

No desenrolar da entrevista e mais à frente: "...O número de diplomatas é cada vez menor. Nos últimos 10 ou 15 anos tem vindo a diminuir de forma sistemática o número de funcionários na carreira diplomática, que são hoje completamente insuficientes para assegurar minimamente os serviços que o Estado português necessita"

Mais adiante: ...Há hoje cerca de 410 funcionários diplomáticos e, no seu entender, esse total deveria ascender pelo menos 600.

Acrescenta: ...." a ideia de porrogar dos 65 para os 67 anos a idade de reforma dos diplomatas, "por si só não chega" servindo unicamente para "tapar o sol com a peneira".

Não transcreverei mais em cima da entrevista, que é longa, que Tadeu Soares deu à Lusa.

Ora eu servi Tadeu Soares, por infelicidade minha, em Banguecoque, durante 3 anos e conheço, o diplomata, bem.

A ideia de porrogar dos 65 para os 67 anos dos diplomatas no estrangeiro é para ganharem mais uns cobres e ultrapassar os três meses concedidos de porrogação anteriormente (não sei se existem ainda ou não).

Os 410 funcionários diplomatas que existem chegam muito bem e crescem. O que seria necessário é que trabalhassem e que saissem de Portugal para o estrangeiros preparados e não qualquer aspirante, a diplomata (pirolito) ser despachado, carregado de vaidade (até já com ele vem já um embaixador pequenino na barriga!) que não percebe nada de diplomacia.

Se chegarem ao número de 600 como Tadeu Soares pretende é motivo para dizer: "tanto chefe para tão pouco índio,.." (o índio são os funcionários que servem os diplomatas, sempre escassos).

Pois,pois se todos os diplomatas forem iguais a Tadeu Soares, bem o Governo português pode limpar as mãos à parede pela diplomacia que tem.
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O tempo das vacas gordas já se foi...agora é preciso que todos (os diplomatas também) arregaçar as mangas e procurar salvar a frágil economia de Portugal.
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Para Tadeu Soares não há piscina de notas (euros) que o afogue.... Bem provas disso tenho eu!

Como ainda não terminei (http://aquitailandia.blogspot.com ) gerência do embaixador Mesquita de Brito, a seguir a do embaixador Tadeu Soares em Banguecoque, lá iremos revelar quem é quem o diplomata José Tadeu Soares.
José Martins