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domingo, 1 de fevereiro de 2009

ASSIM VAI A DIPLOMACIA EM BANGUECOQUE

DIPLOMACIA "PIPOCA" DE ARROZ
Hoje estou inspirado e apetece-me escrever. Há dias sou igual ao Venceslau de Morais, desaminado, sentado à sua mesa de escrever, entre a solidão na sua casa, em Tokushima, (Japão) depois de lhe terem morrido os seus dois amores japonezinhos.
Vivia por ali enregelado de frio e, acredito, sem qualquer comidinha para se alimentar.
O Venceslau que poucos portugueses conhecem a história de sua vida, os japoneses chamam-lhe o "Venceslau do Japão".
Várias vezes vou buscar um dos quatro livro que tenho na minha biblioteca para me alimentar o espírito... Um dos meus preferidos é "Venceslau de Morais Notícias do Exílio Nipónico", que em mão, em Banguecoque, me ofereceu com uma dedicatória, o Dr. Jorge Dias que tinha sido o seu autor.
O Dr. Jorge Dias, sofria do coração, notei a sua doença e faleceu pouco depois, de regressar, da capital tailandesa, ao Japão.
Venceslau de Morais foi um oficial da Marinha Portuguesa que viria abandonar pelo amor ao Japão ou pelo amor que por lá deixou de quando a canhoneira Mondego numa visita de cortesia, num porto, lançou o ferro.
Ainda está pouco esclarecida a razão porque teria sido que Venceslau de Morais numa carta informava Lisboa a sua intenção de abandonar a Marinha Portuguesa e renunciar ao montante de sua reforma.
Bem se pode entender que Venceslau de Morais teria sido humilhado e mandou colher urtigas o posto de capitão-tenente da Marinha e a compensação pelos seus serviços (que foram muitos Portugal) a reforma. Venceslau de Morais morreu no Japão, já depois dos 70 e tais anos e sepultaram-no, em Kobe, junto aos seus dois amores, as japonezinhas.
Mas os japoneses honraram o Venceslau, com um busto, em Kobe numa praça pública.
Ora Venceslau do Japão foi um homem daqueles: antes partir que torcer e não aceitou humilhações de "pirolitos" hierárquicos no seu tempo.
Eu também fui humilhado por um "pirolito" que caiu na diplomacia portuguesa por favor e nos modos: "arranja lá um lugar para o meu rapaz...", que se chama Luis Cunha.
Por mais incrível que possa parecer o chefe de missão o embaixador Faria e Maya sustenta um "pirolito" diplomata, de baixo estofo, que grande dano tem produzido a Portugal na Tailândia e uma vítíma, humilhada, fui eu depois de 24 anos na Embaixada de Portugal em Banguecoque.
Um homem com 74 anos, a minha idade, não chora pelo lugar deixado, mas decepcionado como pode ser a Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros expedir diplomatas para uma missão que nem tão-pouco servem para limpar o chão da chancelaria.
Uma das perguntas que iria fazer ao ministro Luis Amado, se passasse por Banguecoque, seria se ele ainda não conseguiu terminar com as "capelinhas" e os jeitinhos no Palácio das Necessidades.
E por último: "senhor ministro Portugal não vai a lado nenhum com gente desta no estrangeiro!"
José Martins


O DESTERRADO E O DESGRAÇADO


A inocência deste gajo "chico esperto" levou-o à total desgraça... Completamentente enceleirado de merda!

AUMENTO DE FALÊNCIAS EM PORTUGAL

FALÊNCIAS, EM PORTUGAL, EM FLECHA
É a pura realidade aquilo que está acontecendo em Portugal...
Ouvimos há uns dois anos o PM José Sócrates, delirante, anunciar a formação de uma empresa em 24 horas!
Claro que desde logo, futurei, não haver senso nas suas palavras,fantasmagóricas, que soprava para a praça pública.
Parece-me que José Sócrates via nisso a salvação, já débil, da economia portuguesa.
Destes alardes estou eu bem farto e o público, com dois olhos de ver, que se trata de demagogia do "preço da uva mijona" que os poucos esclarecidos a engolem. No tempo do Governo do António Guterres, no ano 1998, também sem senso ou ponta por onde se lhe pegasse (houve festa, discursos e copos à mistura), anunciou que iriam ser enviados para os estrangeiro 400 jovens, estagiários licenciados, para junto aos gabinetes do ICEP (alguns em empresas de países da UE) sediados no estrangeiros, se treinassem em cima das relações internacionais.
António Guterres via nisso a incrementação das exportações de Portugal para o exterior.
Era, no seu modo de ver, a alavanca, para o desenvolvimento da economia portuguesa.
Para Banguecoque e de quando eu era o representante do ICEP, alternamente, enviaram 3.
Durante uns tempos quedavam-se em Banguecoque, junto ao Gabinete do ICEP e na empresa "Abrantina" (o escritório num quarto de hotel de 3 estrelas), que nunca aqui fez obra nenhuma, tão-pouco registada no Governo da Tailândia como construtora; outras partiam para a mesma empresa, em Kual Lumpur (Malásia), onde pouco ou mesmo nada tenha feito obras.
Não sei se ainda se queda por lá com escritório aberto.
Aparte de dois jovens, muito ambiciosos, um outro foi passando o tempo, montando uma moto desportiva, dando boleia a suas namoradas e pedir-me o montantes para pagar a ligação à Internet.
Aconselhava-me que deveria colocar no mercado tailandês os chocolates, os rebuçados, os chupa-chupas portugueses e outros produtos, de impossível colocação.
Porém o estagiário tanto me falava na promoção dos chocolates e dos chupa-chupas que um dia já meio irritado respondo-lhe: "se pretende aprender algo sobre aquilo que Portugal pode exportar para a Tailândia, deve correr os supermercados de Banguecoque verificar, nas prateleiras, onde os chocolates, os rebuçados, os chupa-chupas, os sabonetes e os detergentes são fabricados".
Era nessa altura o ministro da economia o Pina Moura.
Pelos anos de 1988 programou uma viagem, turística, à Ásia.
Com ele uma comitiva, integrada, onde se incluia o vice-presidente do ICEP, o meu velho amigo engenheiro Diogo Tavares, que hoje dado ser "gente grande" da GALP, deixou de me conhecer...!!!
Teria que haver uma concentração, em Macau, dos delegados do ICEP no famoso Hotel Oriental.
Eu como representante para os países do Sudeste Asático, onde o embaixador estava acreditado, recebi uma comunicação para seguir para Macau.
O embaixador Mesquita de Brito, não ficou com ciúmes, de tão grata honra, tinha sido contemplado, em gozar uns dias (4), no famoso "Oriental de Macau" à borla.
Houveram várias reuniões (jantei na mesa do General Rocha Vieira no Palácio de Santa Sancha), com os delegados do ICEP na Ásia: Pequim, Tóquio, Macau no Oriental.
Apenas assisti a uma (exclusivamente para mim), para dar conta do comércio da Tailândia e países vizinhos.
Forneci a Pina Moura tal qual a realidade.
E que Portugal deveria continuar apostar na área em franco desenvolvimento económico.
Recebi uma total desilusão sobre a sua orientação, puramente académica/política e distante do conhecimento da realidade do comércio nos países da Ásia do ministro Pina Moura.
Um desgosto enorme e uma decepção tida de Pina Moura, dado que é beirão, como eu, de Seia e eu de Gouveia a escassos quilómetros da minha terra.
Pina Moura era nem mais nem menos um "lagareiro" que não percebia, nadinha, sobre o mister da produção e funcionamente de um lagar de azeite!
José Martins

POR UNS ANOS "BEM BONS" NÂO TEM PROBLEMAS DE SUSTENTO

O Maxsim, de nacionalidade ucraniana, passeou muito por esse mundo adiante... Deambulou pelos Estados Unidos da América, pela Europa e fez por lá negócios chorudos, ligado a redes de pedófilos.
A vida nestes últimos tempos correu-lhe pelo melhor com a realização e colocação no mercado de CD Rom pornográficos.
Ganhou lagos de dinheiro pelas américas.
Porém, ali, já era procurado pelo FBI americano e o Maxsim escapou-se para as praias do sul da Tailândia.
Depois da fuga dos Estados Unidos o ucraniano pensou que a polícia americana já nunca mais lhe colocariam a vista em cima.
Pedófila que faz um filme e o vende, claro está que faz um cento!
Enganou-se e lixou-se...
A polícia tailandesa (que não é nada meiga para estes casos) deitou-lhe a mão, nas suas andanças e transações comerciais.
Nunca um mal vem só pelo caminho...
A polícia tailandesa já possuia uma informação internacionaç para lhe deitar a luva e caçou-o quando se movimentava a fazer negócio.
A Justiça americana solicita a extradição do ucraniano para o seu país.
Certamente que irá em tempo certo, só que terá que ser, primeiro, julgado na Tailândia e depois de cumprir a pena de cadeia (pode ser de uns 20 anos), viajará, então, para os Estados Unidos, com um bilhete de avião, algemado, de um caminho e as honras de ser acompanhado por dois agentes da polícia.

GOLFE CLÁSSICO DE ALTA COMPETIÇÃO PELO SENHOR SILVA, DE BELÉM,. A VOLTA DO NECAS

LUSITANO ORGULHO, ARRUFOS DE ALCOVA E MATARAM O REI

MATARAM O REI
Faz hoje anos que mataram o Rei D. Carlos. Nem quero falar nisso. Prefiro recordar-vos que o monarca foi um bom caçador, pintor e desenhador. João Severino - http://pauparatodaaobra.blogspot.com

Credo abrenúncio... Arrufos de alcova!


LUSITANO ORGULHO


Tem sido uma falta deste blogue de ainda não ter dado o devido relevo a estas duas, proeminentes, personalidades lusitanas na Tailândia.
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O Nuno Caldeira da Silva é um especialista de boa mesa; melhores vinhos e uma revelação, como analista político, centralizado num palácio de vidro na rua nobre do centro de Banguecoque a Wireless Road, que se diverte a escrever umas coisas e ainda lhe pagam ao fim do mês...
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Há "cagande" Nuno!
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Está sempre em cima do acontecimento.
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Pena foi que não tenha caído de paraquedas na capital tailandesa há mais tempo.
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O Miguel Castelo Branco é um "porreirinho" com uma sede e amor, constante e incontrolável pelas belezas e das gentes tailandesas.
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Posso garantir sem pontinha de dúvida que o Miguel já conhece mais deste país, das gentes e das suas tradições, que eu em 30 anos.
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Um "porreirinho" que escreve, excelentemente, umas peças que me dá gosto de as ler e até comentar, mas outras são muito complicadas de entender o tema, para um gajo como eu, que só tem a 4ª classe, conseguida, com merendas de pão de centeio e azeitonas pretas (algumas já sapateiras).
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Quanto ao analista político Nuno Caldeira da Silva quando as bota as notícias/análises para o blogue, já têm barbas e conhecidas há 24 horas ou mais.
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De qualquer forma e feitio aqui vão as minhas homenagens a estes dois "puro sangue" lusitanos.
José Martins