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terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

O VETO DA CONSCIÊNCIA


O VETO DE CONSCIÊNCIA
Infelizmente, desde que José Sócrates, tomou posse do Governo, tenho vindo a encontrar as maiores disparidades em cima de sua conduta, como governante.
Ainda lhe dei algum crédito de quando,eufóricamente, se movimentava na campanha eleitoral.
Não foi porque tivesse alguma simpatia pelo PS (não confio em nenhum outro partido), mas pelas suas palavras e futurei que José Sócrates seria uma nova revelação.
Não conhecia o seu passado político e sinceramente já estava cansado do aventureirismo de outros seus predecessores.
Tinham-me enganado todos!
Desde a presidentes da República a Primeiros-Ministros e o último foi o Pedro Santana Lopes.
Depois de tantas dúvidas e ter dado algum crédito a José Sócrates, logo após ser empossado, surgem dúvidas, públicas, se é um verdadeiro engenheiro ou de coisas já feitas.
Com o correr de sua governação comecei a verificar que ele era nem mais ou nem menos uma cópia fiel ,tirada a papel químico, dos seus antecessores.
Surgem as maiores disparidades durante a sua gerência: " a construção dos aeroportos; do TGV; a população a ficar sem hospitais e clínicas; o protesto dos professores, o aumento dos criminalidade, a caída da economia e agora, para compor o ramo, o caso do "Freeport".
Entre tantas "cavaladas", que lhe observei, há a dos emigrantes o não poderem votar por correspondência.
Ora José Sócrates, dentro de sua estratégia, ao ser aprovada a lei na Assembleia da República (pelo seu partido a maioria) e depois pelo Presidente da República, seria para continuar no poder e, com isto, os emigrantes não o viessem a incomodar e aos seus "camaradas" de partido.
Tratou os emigrantes um pouco acima de cão!
O Braga das Comunidades, homem pequenino, como o ditado, velhaco ou bailarino, evidente que não informou o seu patrão Sócrates a importância dos emigrantes para o país.
O Braga tem sido um secretário para as Comunidades Portuguesas no Mundo, como já o tinham sido, o José Lelo (o videirolas tripeiro) e o José Cesário de Viseu, que foram distribuindo uns "bronzes" aos presidentes das associações nos países onde os emigrantes estão sediados; comerem umas lascas de presunto, beber uns copos e receberem umas palmadas, de amizade, nas costas.
O José Lelo até fez umas exibições giras, nos palcos das associações a cantar o fado.
Não vou falar nas suspeitas de estar envolvivo no, bastante, falado "mensalão" do Brasil.
Porém o José Sócrates ignora a força dos emigrantes pelo mundo adiante!
E bem pode precisar deles e não tardar!
Isto vem a propósito da crise económica em Portugal, em que estava à beira da banca rota, no princípio da década oitenta do século passado.
Mário Soares (já por diversas vezes o confessou) lutava deseperadamente para que Portugal não fosse sofrer a vergonha da falência e, certamente, se isso tivesse acontecido hoje Portugal estaria anexado à Espanha!
O Primeiro-Ministro Mário Soares pedia encarecidamente aos emigrantes que depositassem as suas economias, em moeda estrangeira, em bancos portugueses.
Ofereceu juros chorudos, que seria uma forma de evitar a banca rota. Mas os emigrantes nessa altura, mesmo com juros altos, como pobres e tinham grangeado as suas economias a poder de "sangue, suor e lágrimas", muitos duvidavam em as transferir para a pátria que os tinha parido e até bastardado.
Em 1981, na Arábia Saudita eu mais uns 10 portugueses que trabalhavamos para uma companhia, americana, de prospecção de ramas de petróleo, tivemos uma reunião onde discutimos se transferíamos ou não as nossa economias para Portugal.
Havia dúvidas e bastantes...
Mas entre essas dúvidas eu incentiveio-os dizendo-lhes: "É o nosso país e seja o que Deus quiser, vamos salvar Portugal!"
E foram os emigrantes, espalhados pelo mundo, que salvaram Portugal da vergonha da "banca rota".
É certo que o Governo português pagou a todos os emigrantes com juros, porque depois de 1986 começou a chover dinheiro da União Europeia e Portugal venceu a crise.
Só que esses dinheiros, foi semente que caiu em ruim solo que não germinou!
Talvez e não tarde que outra vez os emigrantes respondam à chamada para que Portugal não caia novamente na "banca rota".
José Martins
O Drama de desemprego na Europa
Hoje de manhã assisti a um debate através da TVE (Televisão oficial de Espanha),entre um comunicador e três proeminentes jornalistas de diários madrilenos.
A fulgarante, desde há anos, economia espanhola está em decadência.
A sua caída vai refletir-se noutros países da Europa, onde Portugal está incluído.
Entretanto durante o debate de mais de duas horas, foram apresentadas imagens (algumas abaixo apostas) e bem conta dão do drama.
Pessoas de várias etnias a abandonarem Espanha e longas bichas de outras em frente dos centros de emprego.
Foi dito no correr do debate que tal crise de desemprego só se registou em Espanha no ano de 1929, do século passado.
O Primeiro-Ministro José Zapatero preocupada afirma que vai promover empregos no próximo mês de Março, mas não afirma quais. Entretanto o Governo estã ao rubro e a perder a paciência com os bancos pelo facto de estagnarem os empréstimos.
Uma jornalista insinuou: "Terá o Governo a intenção de nacionalizar os bancos, caso continuarem a recusar emprestar dinheiro?"
Não houve resposta como é natural.
José Zapatero afirmou (em outra peça separada) que o Governo vai disponibilizar 10 mil milhões de euros para fazer face à crise, o que se entende ceder dinheiro aos que não têm possibilidade de satisfazer os seus compromissos, pagamentos de prestações, bens de consumo etc.etc..
Estranha-se, o silência do presidente da Comissão Europeia Durão Barroso que não se tenha visto, estes últimos tempos, nos vidros dos televisores a fazer quaisquer declarações em cima da crise económico de momento.
Porém de estranhar que em Portugal, em vez da RTP se ocupar do assunto da crise (bem mais grave que a espanhola) ocupa-se com os "Prós e Contra" da comunicadora Fátima Ferreira, para ser discutido o caso do "Freeport", "O Trio de Ataque" , sobre coisas do futebol e à hora que estava a ser discutido o caso em Espanha, a RTP do Porto ocupava-se com a "Praça da Alegria" e nos exteriores o Helder Reis a dirigir uma banda de música (a fazer de maestro para a plateia) no concelho de Gondomar.
A seguir apresentou um saco de rebuçados S.Braz, famosos, para a cura da tosse.
Como iria, certamente entrevistar o presidente da câmara Valentim Loureiro, mudei novamente para o canal de Espanha.
Em Portugal a crise está a passar ao lado!
Não há drama...
O que será necessário é José Sócrates ganhar as próximas eleições e que se lixe o "mexilhão" que é o papalvo do Povo (O Zé palerma português).
José Martins


EFEMÉRIDE DO DIA 4 DE FEVEREIRO

Almeida Garrett
João Baptista da Silva, nasceu no Porto a 4 de Fevereiro de 1799. Passou sua adolescência nos Açores,vivendo na Ilha Terceira de quando as tropas napoleónicas invadiram Portugal onde viria a ser instruído pelo seu tio D.Alexandre, Bispo de Angra. Em 1816 seguiu para Coimbra onde se matriculou no curso de Direito. Em 1821 publicou "O Retrato de Vénus", trabalho que lhe custou a instauração de um processo por ser considerado ateu e materialista. Participou na revolução liberal em 1820 e exilou-se em Inglaterra após a Vilafrancada. Casou com Luisa Midos, de quando apenas tinha 14 anos. Escritor, dramaturdo e político. Foi o maior orador no seu tempo.Faleceu em 1854, vítima de cancro, em Lisboa.
Para conhecer mais sobre esta importante personalidade portuguesa: http://wikipedia.org/wiki/Almeida_garrett

PESSOAS ESQUISITAS!