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sábado, 7 de fevereiro de 2009

EFEMÉRIDE DE 8.2.09

D. Afonso IV de Portugal
Cognominado o "Bravo" ´sétimo rei de Portugal, nasceu em Lisboa a 8 de Fevereiro de 1291 e viria a morrer na mesma cidade a 28 de de Maio de 1357. Filho do rei D.Dinis e de sua mulher a raínha Santa Isabel, princesa de Aragão.
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Sucedeu a seu pai a 7 de Janeiro de 1325. Apesar de ser o único filho legítimo de D.Dinis, não era, de acordo com algumas fontes o favorito de seu pai, para seu sucessor, da coroa portuguesa e preferia que fosse D.Afonso Sanches, seu filho bastardo (legitimado).
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A preferência deu lugar a rivalidade entre os dois irmãos que resultariam em confrontos armados.
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Em 1325 Afonso IV foi entronizado rei de Portugal e seu irmão bastardo exilou-se em Castela. Este não conformado do outro lado da fronteira orquestrou manobras políticas e miltares com a finalidade de se tornar, ele próprio, rei.
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Depois de goradas sua intenções, os dois irmãos assinaram um tratado de paz, com o patrocínio da Rainha de Santa Isabel.
Para mais conhecimento recomenda-se um clique: http://pt.wikipedia.org/wiki/Afonso_IV_de_Portugal

A ANGÚSTIA DE BASILIO HORTA

Vi ontem na RTPi as palavras angustiantes de Basílio Horta, o Presidente do "buraco" chamado AICEP, asilo de "boys" protegidos e fundado pelo salvador do comércio internacional, português, o ex-ministro dos Estrangeiros Martins da Cruz.
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Mas vou transcrever uma peça de Kaos, que não conheço.
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" É uma crise gravíssima quase como um abalo de terra, que está a gerar uma angústia profunda, porque não sabemos o que havemos de fazer mais " disse o presidente da Agência Portuguesa para o investimento e Comércio externo de Portugal (AICEP), Basílio Horta.
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Não entendi bem se a angústia do Basílio Horta é por todos aqueles que estão a cair na miséria do desemprego ou pelo estado de saúde da economia, mas entendi que ele, o homem do Investimento e Comércio Externo do sistema confessa a derrota perante a crise: não sabe o que se pode fazer para parar esta queda.
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Entendi que essa gente, as sumidades que falavam de alto da sua catedra e que nos lançavam as pérolas da sua sabedoria, na sua adoração a Deus da globalização só olhavam o capital sem ver que caminhavam para um precipício.
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Nós, os terra a terra, os que não entendemos nada de economia há muito que lhes chamávamos a atenção para o buraco.
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Agora caiem e confessam que isto só parará no fundo e que eles não sabem muito bem se ainda estará longe.
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Este sistema faliu, toma aspirinas para as dores mas não cura. continuam a tentar curar a doença com os mesmos remédios que a causaram.
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Não estará na hora de esquecer a lógica capitalista e procurar outras vias?
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Nota minha: Tenho vária correspondência, em arquivo, travada entre mim e o então vice Presidente do ICEP, eng. Diogo Tavares, em que o informava que o sistema da "Diplomacia Económica" nunca funcionaria.
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O embaixador Martins da Cruz (de triste memória) meteu a pata na poça e causou um prejuizo tremendo à economia portuguesa com a criação do AICEP que custa os olhos da cara ao contribuinte, mensalmente, as instalações das delegações e os ordenado dos agentes , que muitos percebem tanto de comércio internacional como eu de lagares de azeite.
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Em Banguecoque movimentava-se um "boy" para ver se conseguia ficar a gerir a representação do AICEP em Singapura.
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Paciência...
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O lugar até era daqueles "porreirinhos" para fazer turismo, conseguir novos amigos e, aos domingos, deliciar-se naquele parque de sonho chamado "Sentosa" na Cidade-Nação.
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Não lhe calhou na rifa!
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Outro ocupou o almejado lugar do "boy" de Banguecoque.
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Talvez com mais cunha e graças, obtidas, dos senhores do Poder.
José Martins

POLITIQUICES

http://pauparatodaaobra.blogspot.com
OS PROCESSOS QUE PARIRAM UM RATO
(Expresso 7.2.09)
FP-25 de Abril: A culpa foi do arrempendido
Fax de Macau: Nove anos de espera
UGT: Caso chegou à adolescência
Hemofílicos: Sem julgamento
Ministério da Saúde: 17 anos até prescrever
Universidade Moderna: Era só dinheiro
Aquaparque: Nove anos para pagar
Casa Pia: Seis anos depois...
Apito Dourado: Carolina e o sistema
Submarinos: Onde param os 30 milhões?
Portucale: Jacinto Leite Capelo rego
Furacão: O maior



Malhar neles como quem malha em centeio verde! O "Coelhone" era à "cacetada" para quem se metesse com o PS. A lei do cacete e do mangual impera no Largo do Rato. Força valentes!