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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

QUE POVO TEMOS? CRÉDULO E BOM!

A minha paragem de serviço, compulsiva, tem-me permitido ver horas seguidas televisão e a escrever.
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Na minha frente tenho um aparelho de televisão, onde umas vezes estou sintonizado à pobre, tacanha e fora de prazo RTPi. Mas apesar de tanta e tamanha miséria, por razões de patriotismo estou mais tempo ligado à portuguesa do que à da nossa vizinha espanhola.
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Desde há anos, dois programas que sofrem de endemia, são embarretados aos emigrantes, portugueses, no estrangeiros e às populações de países inseridos nos PALOP. Temos pela manhã a "Praça da Alegria", que comporta, em alguns progamas, 8 comunicadores de uma mediocridade de tal ordem que me aflige.
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Mas vemos, presentes nesses programas gente humilde, muita igual aquela que deixei, em Portugal, há 47 anos até aos dias hoje. Pela tarde é transmitido o "Portugal no Coração" com dois comunicadores, um é das pessoas mais rídiculas que se pode imaginar na apresentação de um programa, a gargalhar, constantemente, a saltitar, a bater palmas e a beijocar a sua assistente.
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Me parece que nem meio homem é, dado pelos jeitos e trejeitos do bambolear do traseiro durante todo o programa. Todos os assistentes, convidados, se riem daquelas palhaçadas. E para melhor compor a festa, lá está, amiudadas vezes, o "Quim Barreiros" a cantar e a tocar o acordeom as "pimbalhadas".
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Pelo meio dia, mais ou menos, está uma outra comunicadora a fazer perguntas em cima da história, comunidades, regiões e geografia de Portugal e deixa-me doente por ver e ouvir tanta falta de cultura daqueles que foram à televisão.
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Um miúdo da terceira classe, da primário do meu tempo estava melhor, culturalmente, preparado que muita gente grande e de cabelos brancos que está naquele concurso de sabedoria. Para melhor entreter os portugueses da estranja são, depois, transmitidas as telenovelas que nada "induca".
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Mas já que menciono as telenovelas, bem me lembros de quando cheguei a Portugal depois de dezasseis anos em África, corria a telenovela, brasileira, a "Gabriela". A Gabriela era interpretada pela Sónia Braga e uma grande artista e gostei de ver a rapariga, ladina, a representar.
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Porém a telenovela a Gabriela tinha sido importada do Brasil, para nem mais nem menos desviar os portugueses da política e os políticos tê-los debaixo da mão. Era uma fórmula hábil dos políticos da época e os da "liberdade" para embrutecerem o Povo Português e assim se poderem movimentar, livremente, como se lhes desse na "real gana".
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Fizeram, esses políticos da época, dos portugueses "gato sapato". Mas são passados quase 35 anos, os portugueses, a grande maioria deles (os que já viviam no 25 de Abril), nada mudaram, nem a condição de vida, nem a inteligência para entenderam que constantemente estão a ser enganados e burlados pelos políticos.
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Os que nasceram depois, como já são fruto da mentira, do fraco ensino que lhes foi ministrado nas escolas e universidades, embora com outra educação, sentem-se infelizes, sem trabalho e futuro incerto.
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Nós temos à porta (não sei quantas campanhas eleitorais) e os políticos, os sérios e outros que não sabem onde a seriedade mora, já se movimentam por aí, com promessas aos crédulos e humildes (tantos ainda há pelo interior do país), a impingirem-lhe as habituais "petas" a prometerem-lhe mais umas "miolas" de qualquer coisa se votarem neles.
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E, ainda, para os emigrantes não perturbarem o Partido do "camarada" José Sócrates, teriam que ser eliminados de votar por correspondência. Ainda bem que o presidente Cavaco Silva deu conta da "vigarice" (repito vigarice) que vetou a legislação do governo da maioria do Sócrates.
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Portugal é terra de boa gente, ainda pelo interior do país se vêm muitos chapéus pretos e lenços da mesma cor na cabeça, como aqueles que vi e deixei quando saí do país há meio século. Essa gente, crédula e humilde, de chapéus e lenços pretos na cabeça mereciam outro respeito e menos mentiras dos políticos onde para eles não existe a honradez.
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Julgo-os ciganos de feira e do caminho que no meu tempo, vendiam uns tecidos, que depois do pano molhado, e feito o fato pelo alfaiate da aldeia, a fazenda começava a encolher e as calças passavam a meio da canela da perna e as mangas do casaco até ao cotovelo dos enganados.
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Tem sido isso que tem acontecido em Portugal e obra dos políticos que se movimentam por aí vestidos de bom pano (inglês) e a vida dos portugueses cada vez mais a encolher.
José Martins

ASCENÇÃO DE SÓCRATES E OUTROS...

PORTUGUESES, NÃO CONTINUEM A SER "PAPALVOS" E A COMEREM AS PAPAS NAS VOSSAS CABEÇAS!
Nós não inventamos nada, como já o afirmamos anteriormente. Mas transcrevemos o que aqui nos chega por e-mail. Infelizmente nós nascemos no país que temos. Cada qual é como a senhora mãezinha o colocou no mundo. Acreditamos que era uma excelente senhora; de bons princípios e tradições. Porém os filhos degeneram no correr do crescimento. Aprendem as habilidades da vida; copiam os inteligentes que os rodeia (lixam-nos sem escrúpulos na primeira ocasião) e tudo conseguem "atrelados" a outros. Pasme-se pelo que abaixo está transcrito. Evidentemente que não vamos juntar os pés e jurarmos que o descrito tem a veracidade de 100 por centos. Mas acreditamos que tem seriedade 99,99 por cento. Aproximam-se três campanhas eleitorais e já se movimentam, por aí a "bujalar" postas de pescadas que será para mais uma vez os portugueses enfiarem a grande barretada. A opção é vossa votar ou não votar nos maus e ignorarem os bons e os menos bons.
José Martins
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CERTOS POLÍTICOS SÃO A "CACA" DE UM PAÍS - PORTUGAL NÃO SE VIU AINDA LIVRE DESSE ESTRUME. VAMOS LÁ VER,PORTUGUESES, SE LIMPAMOS A MONTUREIRA QUE NOS TEM AFECTADO, AS NOSSAS VIDAS, A DOS NOSSOS FILHOS E NETOS.
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O professor que Sócrates não conhecia, não conheceu nem quer ouvir falar; a bem da nação chama-se António José Morais e é engenheiro a sério; daqueles reconhecidos pela respectiva ordem.
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O António José Morais é primo em primeiro grau da Drª. Edite Estrela. É um transmontano tal como a prima que também uma grande amiga do Eng. Sócrates. Também é amigo de outro transmontano, também licenciado pel INDEPENDENTE o Dr. Armamdo Vara, antigo caixa da Caixa Geral dos Depósitos e actualmente administrador da Caixa Geral de Depósitos, grande amigo do Eng. Sócrates e da Drªa. Edite Estrela.
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O Engenheiro Morais trabalhou no prestigiado LNCE (Laboratório Nacional de Engenharia Cívil), só que devido ao seu elevado empreendedorismo canalizava trabalhos destinados ao LNCE, para uma empresa em que era parte interessada. Um dia foi convidado a sair pela infeliz conduta.
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Trabalhou noutras empresas entre as quais a HIDRO-PROJECTO e pelas mesmas razões foi convidado a sair. Nesta sua fase de consultor de reconhecido mérito trabalhou para a Câmara da Covilhã onde vendeu serviços requisitados pelo técnico Sócrates. Daí nasce uma amizade.
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É desta amizade entre o Eng. da Covilhã e o Eng. Consultor que se dá a apresentação do Eng. Sócrates à Drª. Edite Estrela, proeminente deputada e dirigente do Partido Socialista. E assim começa a fulgurante ascenção do Eng. Sócrates no Partido Socialista de Lisboa apadrinhado pela famosa Drª Edite Estrela, ainda hoje um vulto extremamente influente no núcleo do líder socialista.
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Á ambição legítima do político Sócrates era importante acrescentar o grau de licenciatura. Assim o Eng. Morais, já professor do prestigiado ISEL (Instituto Superior de Engenharia de Lisboa) passa a contar naquela Universidade com um prestigiado aluno - José Sócrates Pinto de Sousa, bacharel.
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O Eng. Morais demasiado envolvido noutros projectos faltava amiúde às aulas e, naturalmente, foi convidado a sair daquela docência. Homem de grande prestígio de iniciativa, rapidamente, se colocou na Universidade Independente. Aí o seu amigo bacharel José Sócrates, imensamente absorvido na política e na governação seguiu-o..."porque era a escola, mais perto do ISI que encontrou".
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E assim se licenciou, tendo como professor da maioria das cadeiras (logo quatro) o desconhecido mas exigente Eng. Morais. E ultrapassando todas as dificuldades, conseguindo ser ao mesmo tempo Secretário de Estado e trabalhador estudante licencia-se, e passa a ser Engenheiro, à revelia da maçadora Ordem dos Engenheiros, que segunda consta é quem diz que é Engenheiro ou não, sobrepondo-se completamente ao Ministério que tutela o ensino superior.
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(Essa também não é muito entendível; que é a Ordem que determina quem tem aptidão para ser Engenheiro devia ser a Ordem a aprovar os Cursos de Engenharia... La Palisse não diria melhor).
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Eis que licenciado o governante há que retribuir o esforço do HIPER-MEGA PROFESSOR, que com sacrifício do seu próprio descanso deve ter dado aulas e orientado o aluno a horas fora de normal já que a ocupação de Secretário de Estado é normalmente absorvente.
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E ASSIM FOI: O amigo Vara, também secretário da Administração Interna coloca o Eng. Morais como Director Geral no GEPI, um organismo daquele Ministério. O Eng. Morais, um homem cheio de iniciativa, teve que ser demetido devido a adjudicações de obras não muito consonantes com a lei e outras trapalhadas na Fundação de Prevenção e Segurança fundada pelo Secretário de Estado Vara (lembram-se que foi por causa dessa famigerada Fundação que o Eng. Guterres foi obrigado a demitir o já ministro Vara (pressões do Presidente Sampaio), o que levou a corte de relações do Dr. Vara com o Dr. Sampaio - consta até que o Dr. Vara nutre pelo ex-Presidente um ódio de estimação.
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O Eng. Guterres, farto que estava do Partido Socialista (porque é um homem de bem, acima de qualquer suspeita, íntegro e patriota) aproveita a derrota nas autárquicas e dá uma bofetada de luva branca no Partido Socialista e manda-os todos para o desemprego.
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Segue-se o Dr. Durão Barroso e o Dr. Santana Lopes que não se distinguem em praticamente nada de positivo e assim volta o Partido Socialista comandado pelo Eng. Sócrates... Que GANHA AS ELEIÇÕES COM MAIORIA ABSOLUTA.
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Eis que, amigo do seu amigo é e vamos dar mais uma oportunidade ao Morais, que o tipo não é para brincadeiras. E o Eng. Morais é nomeado Presidente do Instituto de Gestão Financeira do Ministério da Justiça. Eng. Morais homem sensível e de coração grande, tomba de amores por uma cidadã brasileira que era empregada num restaurante no Centro Comercial Colombo.
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E como a paixão abnubila a mente e trai a razão nomeia a "brasuca" Directora de Logísitca dum organismo por tutelado a ganhar 1600 euro por mês.
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Claro que ia dar chatice, porque as habilitações literárias (outra vez as malfadas habilitações) da pequena começaram a ser questionadas pelo pessoal que por lá circulava. Daí a ser publicado no "24 HORAS" foi um ápice. E ASSIM lá foi o apaixonado Eng. Morais despedido outra vez.
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TIREM AS VOSSAS CONCLUSÕES E ESTE ANO (2009) vejam se CONTINUAM A confiar neles!!!!! SERÁ POSSÍVEL? AINDA FALAM DA CORRUPÇÃO EM ANGOLA... QUE LATA! VAI EM AMARELO POR SER UMA VERGONHA!!!!!
Texto a circular na net de autor desconhecido

O "BURACO" CHAMADO AICEP



Porto, 09/2/09 - A PME Portugal (Pequenas e Médias Empresas) apontou, hoje, o dedo a AICEP de ter oferecido "grandes esperanças" nas pequenas e médias empresas, mas até agora nada foi concretizado, continuando estas unidades sem apoios à internacionalização e exportação.
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"Na altura da sua constituição foram criadas, pela AICEP (Agência para o investimentõ e Comércio Externo de Portugal), expectativas nas PME, mas nada foi concretizado e continuamos sem qualquer apoio, que continua a ser dado apenas às grandes empresas e organizações", afirmou Joaquim Cunha, o presidente da PME Portugal em declarações à Agência Lusa.
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" A AICEP continua vocacionada para outras coisas, como os PIN, e não vê a sua actuação ao nível do tecido empresarial, não se vê o que anda a fazer", acrescentou.
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Segundo Joaquim Cunha, a situação é mesmo "pior" do que a existente antes da fusão entre a Agência Portuguesa para o Investimento (API) e o ICEP.
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"São organismo que vivem exclusivamente do quadro comunitário de apoio (QCA) e o actual, ao nível das exportações, ainda é pior do que o anterior e não tem nenhum programa de apoio", sustentou.
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Conforme salientou Joaquim Cunha, são as PME, e não os grandes económicos que precisam, efectivamente, de apoio à internacionalizão.
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" As grandes empresas e, mesmo, muitas das médias precisam, quando muito, da diplomacia económica", defendeu.
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Já as PME muito beneficiariam, segundo o empresário de um programa plurianual de apoio à promoção no exterior que contenplasse, por exemplo, um subsídio de 50 por cento não reembolsável e permitisse despesas de 100 mil euros por ano.
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"Se esta promoção fosse feita em consórcio de empresa, como por exemplo de cooperação, então devia aumentar-se o apoio para 75 por cento e 200 mil euros por ano", acrescentou. (Lusa)
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À margem: Aquilo que futuramos de quando a AICEP foi formada, pelo ex-ministro dos Estrangeiros Martins da Cruz, logo aventámos que seria "um chão que nunca daria uvas".
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O comércio externo português nunca poderá funcionar sob a tutela da diplomacia portuguesa, porque os "diplomatas", nunca estiveram e não estão preparados para "caixeiros viajantes" para venderem aquilo que um país produz.
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É gente demasiada "snobe" e mais dadas a "tretas" ou palavras, sementes, lançadas no deserto que nunca germinam.
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Para se vender no estrangeiro aquilo que Portugal tem terá que se ir para a rua, com a pasta na mão, à laia de pracista, fazer contactos e incentivar os exportadores que venham ao local e assistidos por alguém que conheça o mercado.
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Foi assim que eu procedi de quando representante do ICEP, cujo gabinete funcionava na Embaixada de Portugal em Banguecoque.
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Mas como o embaixador Tadeu Soares era alérgico ao comércio português e mais dado a cozinhar telegramas dos recortes dos jornais; expedi-los para o Palácio das Necessidades; o seu pouco interesse, fez com que o gabinete fosse encerrado cruzando os braços e encolhendo os ombros.
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O tempo do Portugal rico, foi-se e agora é preciso todos (incluindo os diplomatas), arregaçarem as mangas e procurar vender as sardinhas, as azeitonas, o azeite, o vinho do Porto e da Madeira; outras miudesas de boa qualidade que o nosso país, felizmente, ainda produz.
José Martins

O VILHENA DO DIA 10.02.09

O Vilhena do Dia

CARMEM MIRANDA - 100 ANOS



Carmem Miranda se hoje fosse viva faria um século de idade.
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A Carmem nasceu em Portugal no Marco de Canaveses e partiu para o Brasil com um ano de idade. Fez fulgor no Brasil e a mais disputada e bem paga artista em Hollywood.
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Em 2003 a Embaixada do Brasil honrou a memória da artista luso brasileira com a realização do carnaval brasileiro, num hotel de Banguecoque, cujo tema foi a Carmem e as frutas tropicais da Baía.
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O embaixador Marco António, já outros seus antecessores, nunca deixaram de me convidar e estive em vários carnavais, brasileiros, inclusivamente, em dias nacional do Brasil.
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Os tempos são de mudanças e bom recordar os passados que já não voltam.
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Sobre o carnaval brasileiro inseri uma peça, onde além de relatar o que se passou no evento carnavalesco conto a história de vida da Carmem Miranda no site: www.aquimaria.com/html/aboutth.html
José Martins

A PETULÂNCIA DE UM CÔNSUL



Os portugueses residentes no Estado de Victoria estão indignados com o comportamente do cônsul de Portugal em Melbourne, Carlos Lemos, devido à sua falta de solidariedade e preocupação para com os seus compatriotas.
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Este indivíduo sempre foi um "cônsul^de aviário, proprietário de um restaurante de luxo, simplesmente preocupado ao longo dos anos com as almoçaradas e jantaradas que poderia oferecer aos ministros, secretários de Estados e embaixadores que passassem por Melbourne, de uma vaidade e petulância exarcebadas e que nunca procurou atender condignamente os portugueses ali residentes.
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Segundos fontes residentes em Melbourne, o cônsul de Portugal em Melbourne "nunca manifestou qualquer preocupação social com os portugueses" que emigraram para aquela cidade australiana.
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Esta manhã, a rádio em Portugal deu conta do protesto de portugueses residentes em Melbourne pela ineficácia de Carlos Lemos relativamente às consequências dos grandes incêndios ali registados e que já provocaram a morte de mais de 170 pessoas.
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Carlos Lemos respondeu Às críticas dizendo que "o Consulado não pode andar atrás dos portugueses a saber como estão". Pois não, mas o Consulado poderia perfeitamente constituir uma equipa de emergência e ir telefonando para os portugueses ali residentes no sentido de saber do seu estado de saúde, ou não?
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Nota minha: O jornalista, João Severino, é um homem que conhece perfeitamente a Austrália onde chegou a viver. Quanto ao cônsul Lemos, não conheço, mas a sua acção e resposta nada me surpreende dado que estou bem dentro disso e o desprezo a que os portugueses têm estado sujeitos pelos consulados e embaixadas portuguesas espalhadas pelo mundo de Cristo. O Lemos não é bombeiro e não poderia ir apagar os incêndios, mas umas palavras, honestas, de conforto aos portugueses, atingidos, é um antidoto que lhes ajudaria a encarar melhor a tragédia.
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O poeta Agostinho da Silva um dia disse a um ministro dos Negócios Estrangeiros:"que se fizessem das embaixadas e consulados portugueses, no mundo, umas "tasquinhas" de petiscos"
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Excelente ideia a do poeta!
José Martins