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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

DOIS DESPORTISTAS PORTUGUESES EM BANGUECOQUE

Dois portugueses estiveram em Banguecoque e incluídos numa prova automobilística de resistência que partiu no dia 7 do corrente de Singapura e chegará a Macau, rodando por estradas de sete paíse, do sudeste asiático e sul da China, no dia 8 de Março.
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Estaria eu bem distante de pensar e muito menos que a equipa de resistentes era composta pelo Zica Capristano e pelo Eng. António Carmona Rodrigues, (ex-presidente da Câmara Municipal de Lisboa). O Zica já meu conhecido há uns 20 anos mais ou menos em que o "aturei", uns dias, já por duas vezes em Banguecoque.
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Um amante inveterado da aventura, licenciado em antropologia; adora montar motos (absolutamente aditivo) Harley Davison; fotografar todas as imagens que se lhe deparam à frente do nariz; o estudo da raça humana usos e costumes. Encontrei, agora o Zica, menos criança, mais homenzinho e menos sonhador.

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Zica Capristano e Carmona Rodrigues compram os bilhetes para visitarem o Wat Pó.
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Eu observei, o Zica de quando o conheci a primeira vez, uma criança grande a viver os seus sonhos, como qualquer miúdo se envolve. O Zica de uma vez e de quando regressou do norte da Tailândia chegou entusiasmadíssimo, junto a mim, porque dentro dos estudos antropólogos, nunca, o Zica, tinha assistido a um ritual de uma das tribos do norte da Tailãndia, denominado o "sacrifício da galinha"!
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Pensei... O Zica deve ter sido picado pelo mosquito da malária chegou a Banguecoque com febres... Outro como eu a futuraria igual... Galinhas sacrificam-se, todos os dias, milhões, para as cozinhar de mil e uma maneiras; de churrasco; de cabidela; caril e frita etc.etc...

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Dentro do Templo Wat Pó o Zica por um lado e o Prof. Carmona Rodrigues a não perder "pitada" de imagem.
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Mas depois do Zica de me contar o sacríficio da ave fiquei ilucidado daquele pobre galinácio cujo martírio fazia parte das tradições das gentes de uma remota aldeia do "Triângulo Dourado".
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Uma permanência de apenas 40 horas em Banguecoque é um tempo muito escassos. Tive que dar à "perna" para auxiliar a duas personalidades, bem conhecidas, da Lisboa. Mercado de fim de semana, visita ao "Grand Palace" e o "Templo Wat Pó".
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O Zica bem conhece estas maravilhas, enquanto Carmona Rodrigues não porque foi a primeira vez que visitou a Tailândia. Estar em Banguecoque e não visitar o "Grand Palace" é o mesmo que dizer: "ir a Roma e não ver o Papa!".
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Enquanto o Zica faz uma foto ao Lorde Buda, inclinado, faço uma foto instantanea a Carmona Rodrigues. Ao lao direito duas turistas passam junto a uma estátua, em honra de um soldado português quinhentista. Temos a certeza que por alí já passaram milhares de portugueses e não deram por isso!
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Como o descrevi na peça anterior, o Zica não dispensava a minha ajuda de quando, anteriormente, passou por Banguecoque. Continua a dizer que sou um gajo "porreirinho" que nunca falho e lá o tive que aturar, mais uma vez, por pedaços de tempo, no domingo dia 15, segunda 16 e manhã (hoje) de terça-feira (17 de Fevereiro).
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Quem me estiver a ler, não fique por aí a pensar que eu cobro dinheiro pela ajuda a um amigo, ou mesmo que não seja,mas o prazer de auxiliar os portugueses me procuram."Morra o português em Banguecoque e fica a fama!"
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Na direita Carmona Rodrigues e do lado esquerdo o Zica Capristano
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O Eng. Carmona Rodrigues é do grupo daquelas pessoas que passaram por Banguecoque, mesmo em tão curto espaço de tempo, que ficam amigas.
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Nasceu e cresceu em Lisboa, jogou a bola com os miúdos de sua rua, e conhece bem a frase: "que se lixe a taça que é de cortiça queimada". Não lhe perguntei se tinha nascido um berço de ouro, mas parece-me que não...
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É desportista, entusiasta da pedalar nas "bikes" e ainda há cerca de uns dois anos aparece a correr, numa dessas bicicletas de montanha, pelas escadas de um bairro típico de Lisboa.
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A "bomba", "Ford" tracção às quatro rodas, na porta principal do "Hotel Oriental Bangkok" para pouco depois ser carregada com as malas e partir para a estrada
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Um humorista, viria a fazer uma montagem, fotográfica, onde de lado, como assistente estava o seu rival, Manuel Carrilho, à candidatura da Câmara Municipal de Lisboa), a enfiar-lhe um pau nos raios da "bike".
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Carmona Rodrigues, apesar de ter sido ex-ministro das Obras Públicas, dos Transportes e da Habitação, XV Governo Constitucional, de 2002-2004,gerido por Durão Barroso, não se considera político.
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E... pasme-se por aí! Não gosta e critica os que andam envolvidos nos meandros politiqueiros...
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Carmona Rodrigues é um homem absolutamente tranquilo e diz-me que lhe chega, o sossego da profissão de professor universitário na "Universidade Nova Lisboa", na Faculdade de Ciências e Tecnologia".
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Fácil de se advinhar, após de se conversar alguns minutos com Carmona Rodrigues, que não foi traçado para político. E homens como estes que criticam os políticos, está bem de ver de não tomarem a mesm hóstia nem sequer vontade de quando, por acidente, se sentam à sua mesa.
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A viatura de Portugal foi a mais bem decorada que se apresentaou entre o grupo de 30 viaturas. Houve aqui mão, de certeza absoluta, do Zica Capristano
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Descrevendo esta prova de resistência, que de Singapura a Macau o percurso perfaz 9000 quilómetros, durante 30 dias. O que terão que percorrer, diáriamente 300 quilómetros, em estradas, em péssimas condições e subindo e descendo montanhas.
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Os participantes pertencem a um clube: "HERO4x4xplore", gente de muitos países que gostam da aventura e, claro está com posses, porque a inscrição de participação não é acessível a qualquer pessoa!
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Não é acessível e só entra para membro do clube quem der provas que já esteve/está envolvido em competições deste género. Entre os pilotos encontram-se de fórmula um, profissionais, que não dispensam este tipo de provas, no defeso, para se manterem em forma para os próximos circuítos.
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O Zica nos últimos preparativos para rodar
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Os desportistas portugueses, como se pode verificar, pelos dísticos, apostos em várias partes da carroceria da "Ford 4x4"; entraram na competição fortemente patricionados, por empresas multinacionais.
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A viatura, segundo me informou, o Zica foi cedida pela Ford. Sem estes patrocínios seria impossivel competir. Só as movimentações de Zica Capristano e os conhecimentos que possui, e prática anterior, nestas andanças por África e Ásia e continente americano lhe teria sido possível concretizar a presença portuguesa nesta prova.
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Que nos podemos orgulhar do nome e a bandeira de Portugal, rodar ao longo de estradas de sete países. O Zica é Cônsul Honorário do Mali e do Benin. Foi distinguido com o título honorífico: "Cavaleiro da Ordem Nacional do Mali"
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Carmona Rodrigues o "pendura" de Zica Capristano carregado de mapas e outros documentos. A partida aproxima-se.... O último "boneco" antes de partir.
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Quase a partirem. Todas as precauções são poucas...Não vá ficar algo esquecido no hotel! Dois concorrentes "iranis" (Irão), a "bomba" ficou "partida" na Malásia, vão à boleia!
À saída do hotel Oriental e a fazerem-se à estrada.
De mim boa viagem e, claro poucos furos!
Até à próxima.. Cá vos espero.
José Martins

A "PIELA" DO SENHOR MINSTRO DAS FINANÇAS DO JAPÁO!

Isto passou-se ontem! 15.02.09) O Ministro das Finanças do Japão durante uma conferência de imprensa apresentou-se com uma "borracheira" de "caixão à cova".
Um deputado, da oposição, aproveitou-se da "piela" do Senhor Ministro afirmando ser uma vergonha nacional!
Os políticos aproveitam-se de tudo...
Ordineirice, política, é o que é!
Como seja o Senhor Ministro o primeiro ministro apanhar uma, bebedeira, memorável!
Então não foi o Noé (o da arca) que apanhou a primeira?
E foi dali que veio o mal ao mundo?
Ora,ora uma bebedeira (mesmo que seja de vinho do Porto 3 Velhotes) deve ser, sempre, mas sempre perdoada!

DOIS VILHENAS DO DIA



OS POLÍTICOS DE SEGUNDA-FEIRA






SE MARCELO DISSE... ESTÁ PERDOADO!