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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

POLÍTICOS - OS BONECOS "DIABÓLICOS"


O HORROR DO VAZIO

Li hoje um artigo de opinião do jornalista Mário Crespo intitulado o "Horror do Vazio" que pelo interesse que me merece (nunca será pouco!!!) vou transcrevê-lo e divulgá-lo neste blogue. Algo vai mal neste país, que me parece jamais ter cura. É dificil entender (pelo seu passado e nunca esclarecido) o primeiro-ministro José Sócrates que se tem apresentado aos portugueses como que seja um sábio na orientação do Povo de uma Nação. É arrogante e (para mim e outros portugueses) se apresenta como um "chico esperto". Através de sua governação, a mentira tem sido um constante, assim como todos os ministros que o rodeiam. Como não conseguiu tratar dos vivos, durante os quatro os quatro anos que tem governado (ao Deus calha) Portugal, vem agora, para entreter o Povo, com a eutanásia e os casamentos, entre "maricas". Mas ao lado dele, está o Almeida Santos, que nem os remorsos, de tanto mal que provocou, a milhares de portugueses foragidos de Moçambique, o faz sair da política. Ele é adepto da lei "eutanasiana", me parece que o Santos está com os "medos" de morrer naturalmente e, com a legislação em cima da lei de "matar", artificialmente, o velho-relho político poderá ser injectado com uma dose letal e partir para o inferno, porque no Céu não há lugar para ele. No Céu estão os "bons homens" que foram despojados de Moçambique, mercê da sua política letal. José Martins
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Mas vamos ao Mário Crespo:
O Horror do vasio


2009-02-16


Depois de em Outubro ter morto o casamento gay no parlamento, José Sócrates, secretário-geral do Partido Socialista, assume-se como porta estandarte de uma parada de costumes onde quer arregimentar todo o partido.
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Almeida Santos, o presidente do PS, coloca-se ao seu lado e propõe que se discuta ao mesmo tempo a eutanásia. Duas propostas que em comum têm a ausência de vida. A união desejada por Sócrates, por muitas voltas que se lhe dê, é biológicamente estéril. A eutanásia preconizada por Almeida Santos é uma proposta de morte.
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No meio das ideias dos mais altos responsáveis do Partido Socialista fica o vazio absoluto, fica "a morte do sentido de tudo" dos Niilistas de Nitezsche. A discussão entre a unidade matrimonial que não comtempla a continuidade da vida e uma prática de morte, é um enunciar de vários nadas descritos entre um casamento amputado da sua consequência natural e o fim opcional da vida legalmente encomendada. Sócrates não querem discutir meios de cuidar da vida (que era o que se impunha nesta crise). Propôem a ausência de vida num lado e processos de acabar com ela noutro.
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Assustador, este Mundo, politicamente correcto,, mas vazio de existência, que o presidente e o secretário-geral do Partido Socialista querem pôr à consideração de Portugal. Um sombrio univcerso em que se destroi a identidade específica do único mecanismo na sociedade organizada que protege a procriaçãom, e se institui a legalidade da destruição da vida. O resultado das duas dinâmicas, um "casamento" nunca reprodutivo e facilitismo da morte-na-hora, é o fim absoluto que começa por negar a possibilidade de existência e acaba recusando a continuação da existência. Que soturno pesadelo9 este com que Almeida Santos e José Sócrates sonham onde não se nasce e se legisla para morrer.
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Já escrevi nesta coluna que a ampliação do casamento às uniões homossexuais é um conceito que se vai anulando à medida que se discute porque cai nas suas incongruências e paradoxos. O casamento é o mais milenar dos institutos, concebido e defendido em todas as sociedades para ter os dois géneros da espécie em presença (até Francisco Louçã na sua bucólica metáfora congressional falou do "casal" de coelhinhos como a entidade capaz de se reproduzir). E saiu-lhe isso ( contrariando a retórica partidária) porque é um facto insofismável que o casamento é o mecanismo continuador das sociedades e só pode ser encarado como tal com a presença dos dois géneros da espécie.
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Sem isso não faz sentido. Tudo o mais pode ser devidamente contratualizado para dar todos os garantismos necessários e justos a outros tipos de uniões que não podem ser um "casamento" porque não sã0 o "acasalamento" tão apropriadamente descrito por Loução. E claro que há ainda o gritante oportunismo político destas opções pelo "liberalismo moral" como lhe chama Medina Carreira no seu Dever da Verdade. São, como ele disse, a escapatória tradicional quando se constata o "fracasso político-económico" do regime. O regime que Sócrates e Almeida Santos protagonizam chegou a essa fase. Discutem a morte e a ausência da vida por serem incapazes de cuidar dos vivos.

OS VILHENAS DE HOJE (18.02.09)



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