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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

HOJE É DIA DE ENTRUDO!


O NOSSO ZÉ AVISOU.... SÓ QUE NÓS TEMOS MEMÓRIA DE PASSARINHO!

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PORTUGAL NA ÁSIA - O GRITO DE SALVAÇÃO

PETIÇÃO
Hoje de manhã ao abrir o correio electrónico dou com e-mail enviado pelo jornalista Helder Fernando da Rádio da Macau que passo a trancrever:
Petição "Salvemos as instalações da Livraria Portuguesa em Macau"
Caros associados,
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A petição "Salvemos as instalações da Livraria Portuguesa em Macau" já se encontra online no endereço: http://www.petitiononline.com/cpmlivpt/
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Contamos com o seu apoio, assinando e divulgando-a junto dos seus contactos.
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Para tal basta clicar no link supra.
A Direcção da Casa de Portugal em Macau
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A MORTE LENTA DE UMA PRESENÇA HISTÓRICA - A FRUSTAÇÃO -
Valeu a pena?
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Valeu sim pelo interesse e amor que tive sempre por tudo que é bem português nesta Ásia e Oriente onde tanta glória foi alcançada pelos homens lusos a partir da era quinhentista.
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Ainda vivi a época de glória e de quando ainda residiam, em Macau, uns "maduros" iguais a mim que faziam história por amor e nunca pelo interesse.
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Conheci, em vida, os Padres Manuel Teixeira e Bata. Um em Macau e outro em Malaca. Qualquer um deles legou-nos livros onde muitas vezes fui beber a essa fonte. Partiram para o outro mundo pobres como tinham nascido.
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Foram vivendo de esmolas, uns pequenos subsídios ou migalhas de instituições particulares ou governamentais.
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Entraram na velhice e começaram a ser desprezados. Depois de uma vida inteira na Ásia, onde lhe comeram a carne, despacharam-lhes os ossos e voltaram às suas raíses e por lá ficaram.
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Mas como estas figuras que muito deram e pouco receberam em troca, há muitos outros, portugueses e estrangeiros que foi, com o tempo, a sua memória e suas obras às "urtigas". O tempo é de mudanças assim o deixou escrito Luis de Camões. E assim se foi mudando a história com o correr do tempo.
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Porém os homens, de cabeças vazias de miolos e ostentam uma réstea de Poder foram usando o nome de Camões e dele se servirem para completar as suas ambições de poderio "bacoco".
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Ainda sou do tempo e já lá vão tantos anos... Em que na Embaixada de Portugal, em Banguecoque, se fazia cultura e se divulgava a história de Portugal na Ásia, onde foram editados vários livros e milhares de monografias.
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Foi no tempo da gerência de outro "maduro" igual a tantos outros e a mim também, o Embaixador Mello Gouveia. Depois vieram outros e com eles a "formiga branca" que massacrou centenas dessas publicações que nunca mais serão editadas.
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Depois, pelas obras, obras e mais obras, na chancelaria, caixotes de livros foram retirados da secção cultural e atirados para um armazém de arrumações. Por lá ficaram por anos. Parece-me que mais tarde foram retirados e inventariados.
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Salvou-se alguma coisa que está comigo que não tarda que sigam esses livros e a documentação antiga, em meu poder, seja doada à prestigiosa instituição de cultura a "Siam Society" de Banguecoque para que a história de uma embaixada e de Portugal não volte, mais tarde, a ser devorada pela formiga branca.
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Os homens com os anos vão degenerando, porque para eles a cultura e a história que vá às malvas. Para eles existe, apenas, o dinheiro, seja de que forma for alcançado, a boca a "barriga" para armazenar os prazeres da mesa e o discurso, de duas "tretas", para meia dúzia de ouvintes.
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Depois, ao outro dia, escrevem "mentiras" a informar que o evento foi de sucesso e de tal ordem que já têm outro, em vista, para levar a cabo.
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Isso não é mais, tão-pouco menos, para sacarem verbas para dar largas às suas "caganças" basofianas onde a verdade não tem lugar e esta toma-lhe a trapaceirice.
José Martins

PROVA DE RESISTÊNCIA - SINGAPURA - MACAU - DOIS PORTUGUESES INCLUÍDOS

Segundo informações, do eng. Carmona Rodrigues depois de seis dias a rodarem por estradas do Cambodja, onde não teriam encontrado as melhores condições de piso, voltaram novamente à Tailandia para rodarem nas altas montanhas junto à fronteira da Birmãnia na área do "Tiângulo Dourado". Um precalço em estrada, esburacada, do Cambdoja fez partir um diferencial de uma viatura a um concorente. Com certas dificuldades, durante o percurso e quatro horas para vencer 150 quilómetros, que bem nos dá a convicção que mais problemas irão surgir de quando deixarem o território tailandês; entrem nas estradas do Vietname e do Sul da China. Para mais conhecimento sobre esta prova de resistência recomendamos um clique http://www.singaporetomacau.blogspot.com/
Continuação de boa viagem para Carmona Rodrigues e Zica Capristano.
José Martins