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domingo, 15 de março de 2009

O PÂNICO DE BASÍLIO HORTA E O "FALCON"



Foi visível o pânico no rosto do presidente da AICEP, Basílio Horta, de quando das declarações à RTP, em Cabo Verde, para onde seguiu integrado na delegação do primeiro-ministro José Sócrates, para o incremento das relações comerciais entre os dois países.
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Não é de agora as, notadas, preocupações de Basílio Horta, porque a AICEP tem os seus dias contados e foi chão que nunca produziu investimentos ou relacionamento, comercial, internacional.
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O departamento, estatal, bem sabemos que a ideia não partiu do Governo José Sócrates, mas do ex-PM Durão Barroso e o seu ministro (de má memória) Martins da Cruz que viria criar a "Diplomacia Económica" para destruir o "Instituto do Comércio Externo de Portugal" (ICEP).
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Em tempo de crise, económica, internacional a AICEP, por falta de verba, tudo indica que certos "boys" enviados para países onde o comércio português é inexistente, terão que regressar à base, assim como Basílo Horta ir de "panca às costas" para o fundo de desemprego, se a ele tiver direito.
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Não deixa de ser interessante a peça publicada no http://preletrado.blogspot.com/ :
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" Em tempos de crise...Vale (tudo) de Azevedo. Numa altura em que nos viramos para os negócios de Angola, e em que Basílio Horta dá mostras de pânico na AICEP, Manuel Pinho não poderia enviar um Falcon a Londres buscar Vale e Azevedo para o substituir?
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Com um perfil que encaixa como uma luva no dos nossos governantes e um curriculum de fazer inveja ao próprio Primeiro-Ministro, poderemos dizer que esta confirmação de que não é racista é a cerveja em cima do bolo.
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Se o problema está nas Forças Armadas, que não querem disponibilizar os Falcon à AICEP sem que as facturas anteriores estejam pagas, é pedir ao Alberto Costa que faça ele desta vez a requisição ao abrigo do mandato de extradição que existe para o homem."
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À margem; De facto esta peça não se refere ao funcionamento da AICEP, mas dá a piada a Basiílo Horta porque requisitou viagens de Falcon à Força Aérea, para se deslocar ao estrangeiro em companhia de Manuel Pinho (o que não diz uma para a caixa quando fala para Comunicação Social) o actual ministro da Ecnomia. Viva o Luxo! O Basílio Horta a fazer "ficharola" a viajar ao estrangeiros de jactinho" "Falcon".
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Estava a copiar o nosso ex-ministro (de pera, preta na altura, no queixo) dos Estrangeiros João Deus Pinheiro de quando da primeira Presidência Portuguesa, no primeiro semestre de 1992, teve um Falcon às suas ordens como um outro seu homólogo tem um carro e um motorista para o transportar. São as vaidades "à lá portuguesa" e de "fidalgaria sem comodoria".
José Martins

ESCREVER COISAS SÉRIAS- A CHATICE DOS MAGALHÃES



Acabo de ler uma peça no "Diário de Notícias" com genérico: "Professores dizem estar a virar técnicos de informática" e a perder a paciência.
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Tenho seguido desde o princípio que o Primeiro Ministro, quase em delírio, anunciou a introdução dos "Magalhães" nas escolas portuguesas e estes usados por criança dos seis aos dez anos de idade mais ou menos.
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Os delírios de José Sócrates em cima do "brinquedo", informático, chegaram à Venezuela, ao Brasil, a Macau, Timor e agora, durante a visita que acabou de fazer a Cabo Verde com uma delegação de 120 pessoas onde se incluiam uns 9 ministros do seu executivo.
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Me parece que José Sòcrates pretende levar esta mercadoria, sob a sua influência política, a todas os países de expressão de língua portuguesa. Duvido do entusiasmo de José Sócrates, dado ao tão vasto "marketing", levado a efeito, da mercadoria se por de trás de tudo isto não há interesses financeiros.
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Nunca vi em toda a minha vida um chefe executivo de um Governo a oferecer um produto, corriqueiro, de uma empresa de pequena dimensão aos seus homólogos, estrangeiros, que visita.
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Além da "reles" mercadoria e de alto preço é que a mesma, entregue a crianças, os problemas estão a surgir. Além de demorar a entender o funcionamento a cada passo "saltam" as avarias, programas em conflito, computador bloqueado e as crianças em vez de aprender desaprendem.
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Mas não sei aonde estão as novas tecnologias tão "gritadas" de José Sócrates como que o "Magalhães" seja a salvação do atraso da educação que em Portugal grassa.
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Os computadores sãos uns objectos perigosos quando entregues a crianças de pouca idade ainda com o cérebro cheio de sonhos e de ilusões porque mais lhes vão servir para comunicarem com os seus amigos nas muitas salas de conversa que existem por esse mundo adiante.
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Os computadores não foram, nem são, a salvação da educação e o desenvolvimento das crianças, de Portugal, de escola dos 6, 10 ou mesmo até aos 16 anos na idade de adolescentes.
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É que as crianças estão mais interessadas em brincar com os "Magalhães" nos jogos, em linha, no MSN, no Facebook, no Zorpia e noutras salas de tentações e de ligações que bem podem reverter em tragicidade, com tem vindo acontecer.
José Martins