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quinta-feira, 2 de abril de 2009

NOTÍCIAS DO " O GALO DE BARCELOS"!



Descobri um filão!
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As notícias do reporter " O Galo de Barcelos" .
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Não necessito de andar a chatiar-me em procura de "cachas" jornalística por que as tenho na hora certa do Nuno Caldeira da Silva que apelidei com o nome que lhe é devido: "O Galo de Barcelos".
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Uma autêntica revelação jornalística na casa das cinco dúzias de anos no mundo.
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Um puro Dan Rather, jornalista, americano, dos "60 minutos" .
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Lembram-se dele, os da minha idade?

Quinta-feira, 2 de Abril de 2009

A Crise Económica em KSR
Em primeiro lugar há que explicar o que é KSR.Khao San Road é uma rua na zona antiga de Bangkok, Kho Ratanakosin, conhecida como a Meca dos backpackers. Pouco mais do que 500 metros sem carros e cheia de comércio onde tudo se vende mesmo algumas coisas que o melhor eram nunca terem saído de onde estavam.Mais de 70% da população flutuante de KSR, que atinge normalmente 10 milhões de visitantes por ano, é constituída por jovens estrangeiros de mochila ás costas e que por aqui gastam os poucos, dólares americanos, singaporeanos e australianos, euros, yenes, etc que trazem no bolso. Normalmente ficam por algum tempo e alguns mesmo esquecem-se de voltar para donde vieram. A estadia média é de 7 dias e o gasto por cabeça anda entre 10 a 15.000 bath. O montante que cada turista está a despender caiu neste momento para um valor entre 8 e 10.000 bath devido á necessidade que os comerciantes tiveram de ajustar preços, já de si muito baixos, tendo em vista a falta de clientes.As noites, e muitas vezes os dias também, são passadas na rua a beber, a fumar, nem sempre o que deveriam e isto é já ser condescendente com o tabaco, e mantendo-se por ali em conversas filosóficas ou nem tanto.Quando houve no ano passado a ocupação dos aeroportos e centenas de milhares de turistas ficaram em terra, KSR foi a zona turística menos afectada. Os seus "habitantes" na maioria dos casos chegam por via terrestre, quer do Cambodja, a maioria, quer ainda do Laos ou da Malásia e por isso o impacto foi aí menos sentido embora também houvesse vozes, e com razão, que fizeram notar que KSR também estava a ser afectada.O pior acabou por vir a ser 2009. Desde o final do ano passado os viajantes começaram a demandar menos KSR e o presidente da Khao San Association, Surat Vongchansilp veio agora, com base nos dados recolhidos na zona, lançar o alerta para a quebra verificada em KSR.Na rua existem cerca de 280 pequenos negócios e nos últimos 6 meses 115 empresas tiveram de fechar e o comércio caiu 40%. O valor de negócio geralmente rondava os 2-3 mil milhões de bath anual e este ano não se espera que ultrapasse o 1.5 mil milhões sendo mesmo esse valor uma expectativa optimista.As pensões da zona estão com uma ocupação, segundo afirmam, 50% abaixo daquilo que seria de esperar nesta época. Thanchalerm Khiewsri, o dono de um cabeleireiro da rua afirmou que o ano passado fazia cerca de 2.000 bath por dia e que agora faz entre 500 a 800 bath diariamente uma significativa quebra. O único que se não queixava nesta apresentação de dados á imprensa era o dono de uma galeria de arte, Vichai Limsrikarjana, que dizia os seus clientes serem fieis e pessoas que compram indiferentemente da situação. Ou são pessoas que compram por gostar ou investidores.Em Dezembro foram os hotéis de luxo a estarem às moscas e ainda estão longe de recuperarem com despedimentos previstos de 50.000 pessoas para o segundo trimestre do ano. Agora a crise económica mundial e todas as outras implicações internas que afastaram as pessoas da Tailândia também está a ter a sua quota parte no turismo "dos pobres".Entretanto ontem em Londres numa entrevista à Bloomberg, Abhisit disse que o país está de regresso ao seu normal e a estabilidade, apesar de algumas manifestações normais em países democráticos, está instalada. Grande tirada!Compreende-se que o PM de um país tem de "vender o seu peixe", como todos nós, mas será que os compradores acreditam? Será que ele próprio acredita? Se a resposta é sim então o assunto está complicado pois isso quer dizer que está, continua, nas nuvens.
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Nota Nossa: "Não há por aí, no mundo, país que mande uns "saquinhos" de arroz e outras esmolinhas, para os tailandeses, enfrentarem a crise e para mim também, por que vivo neste lindo país há 30 anos.
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Para "O Galo de Barcelos" que anda por cá a fazer turismo e a escrever "merda" não é necessário esmola nenhuma, porque (dizem) que é um galo com muito papel...
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Só duvido que o tenha ganho a trabalhar com as mãos.
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Ponto final fico por aqui".
José Martins

OS PAINEIS SOLARES - LAVAGEM DE ROUPA SUJA!

COPIADO DO BLOGUE " O COISO"

Para ler o original clicar em baixo
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CSI - New York, 2ª série
A dúzia »
Vernáculo parlamentar
Para quem não sabe: os deputados da Nação discutiam um plano governamental de benefícios fiscais para a compra de painéis solares.
José Eduardo Martins, deputado do PSD, afirma que o plano foi desenhado para beneficiar duas empresas, a Martifer e a Vulcano.
Em tom irónico, o deputado do PS, Afonso Candal, diz: “Sei que a sua preocupação são os contribuintes.. Eu sei… Eu sei… Sei que, piamente, esses são os seus interesses… São os contribuintes…”
Suspeitando que Candal estaria a insinuar que José Eduardo Martins, que é advogado na área ambiental, poderia estar a querer defender interesses dos seus clientes, o deputado do PSD vira-se para Candal e declara:
“Vai para o caralho!”
Candal ficou obviamente confuso. A que caralho estaria Martins a referir-se?
É que, na frase «vai para o caralho», o deputado do PSD utilizou o termo “caralho” como advérbio de lugar onde (Para onde vais? Para o caralho.)
Ora, sendo Candal deputado do PS, será de supor que Martins o estava a mandar para o caralho do PS.
Mas como em política, nem sempre o que parece, é, podia muito bem ser o caralho do PSD ou outro caralho qualquer.
O grande problema, sempre que se usa o termo “caralho”, é saber se o utilizamos como substantivo, adjectivo, advérbio, unidade de medida, ou como qualquer outra das múltiplas formas como se pode usar o caralho.
Por exemplo, no futebol, “caralho” é muito usado como nome próprio. De facto, mais de 60% dos jogadores de futebol se chamam Caralho. Daí, as expressões: “Passa a bola, Caralho!”, “Remata, Caralho, remata!”, “Vai-te embora, ó Caralho!”
O caralho é também usado como pontuação.
Como virgula: “Ouve lá, caralho, quando é que pagas o que me deves?”
Como ponto de exclamação: “Olha que tu não me tornas a fazer isso, caralho!”
Como ponto final parágrafo: “Não faço nem mais um caralho”.
O grande Millor Fernandes já tinha chamado a atenção para a utilização do caralho como unidade de medida: “grande comó caralho”, “longe comó caralho”.
No entanto, no ambiente de um Parlamento, “vai para o caralho” é uma novidade.
Há antecedentes, claro.
Em 1982, por exemplo, e segundo o DN, o velho Sousa Tavares, dirigindo-se ao “operário” Jerónimo de Sousa que, já nesse tempo, era deputado, disse:
“Olhe, vá à merda! Idiota! Mandrião! Vá trabalhar, que foi aquilo que nunca fez na vida! Calaceiro!”
E recuando mais dois anos, para 1980, o então deputado do PS, Raul Rego, virando-se para o mesmo Sousa Tavares, deputado do PSD, sibilou:
“Vá para a puta que o pariu!”
Percebe-se, portanto, que existe uma espécie de tradição de os deputados do nosso Parlamento se mandarem uns aos outros para sítios curiosos: para a merda, para a puta que os pariu e, agora, para o caralho!
Em resumo: não se sabe se Afonso Candal seguiu o conselho do seu colega Martins e se foi mesmo para o caralho.
Sr. deputado: quando lá chegar, diga-nos qualquer coisa.
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COISAS DO G20



Com a devida vénia da BBC

BONECOS DE QUINTA-FEIRA


Do nosso fornecedor Kaos

COPIADO DO BLOGUE "DUAS OU TRÊS COISAS" ELABORADO PELO SENHOR EMBAIXADOR SEIXAS DA COSTA

Quinta-feira, 2 de Abril de 2009

Tell Barroso
O presidente da Comissão Europeia colocou à disposição dos cidadãos um site para o qual os cidadãos europeus podem escrever-lhe para dar sugestões sobre a Europa.O site tem versões em inglês, francês, alemão, espanhol e polaco.
Postado por Francisco Seixas da Costa às
1:23

2 comentários:
aminhapele disse...
Esta é que parece do 1º de Abril...
2 de Abril de 2009 2:46
Paulo M. A. Martins disse...
Quanto é que o Presidente da Comissão Europeia, Dr. José Manuel Durão Barroso, ou a União Europeia paga por cada sugestão / parecer?Parece-me que o "ovo de Colombo" já há muito fez a sua estória!Como diria o meu Amigo Alfredo:"Com as calças do meu pai, também sou homem!"De tão atarefado, o Presidente Durão Barroso, só agora, em final de mandato, se lembrou que a Europa também tem cidadãos. Aqueles que ainda persistem em trabalhar. No duro...Forte abraço.Paulo M. A. MartinsFortaleza (CE)Brasil
2 de Abril de 2009 3:47

APENAS: O MEU APOIO AO MIGUEL CASTELO BRANCO PELA SENSATEZ DA RESPOSTA A NUNO CALDEIRA DA SILVA

Há pessoas que metem o nariz, na casa dos outros de que não deveriam! Na terra onde viveres faz como deves fazer. As opiniões são dos leitores. A nossa está feita à razoável resposta de Miguel Castelo Branco a Nuno Caldeira da Silva.
José Martins
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"Obs. : Os textos foram copiados fielmente pelo sistema: copy/paste, sem termos emendado qualquer gralha que se notam dactilografadas por Nuno Caldeira da Silva"

2 Comentários Ir para o formulário de comentários

Nuno Caldeira da Silva disse:

Comentário inserido no http://combustoes.blogspot.com
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A cegueira é má para os cegos mas pior quande se pode ver. Os factos são os seguintes. A manifestação que começóu na Quita-feira é maior do que a do PAD(ler qualquer jornal em ingles ou tailandes é suficiente para saber). As pessoas não foram trazidas de caminoate e para reforçar este facto éxistem as dezenas de outras manifestações que se realizaram pelo país fora. Náo ha´comida gratuita, só Som Tam e água. Não houve nenhuma destruição da propriedade pública como o PAD fez. Não houve nenhuma violência nem armas como do tempo do PAD.Não foi roubado nenhum material de dentro da sede do governo como aconteceu antes nem sequer os jardins que custaram ao povo tailandês muitos milhõe spara serem refeitos estão sequer ocupados. Os funcionários do governo puderam entrar para exercer a sua profissão. Segundo dizes no teu post Contudo, este país sempre foi terra de liberdade, desde o remoto reinado de Ramkamhaeng, e é isso que TODA A GENTE TEM DIREITO. Desde que sejam respeitados ou outros todos tem direito a essa liberdade e muito ao contrário dos tempos do PAD onde nem o Rei era respeitado (viste muito bem como eu a fotografia de um dos guardas do PAD de pistyola em punho a atirar sobre os contra manifestantes enquanto erguia uma fotografia do Rei na outra). Até agora a UDD tem respeitado as pessoas. Claro que em manifestações na província atiraram ovos e água a membros do governo mas não é isso que se faz em bagdad, nos EEUU, em Portugal nos comícios do PAD?Thaksin é um assassino pois mandou matar quase 3.000 pessoas durante a guerra contra a droga, e um corrupto porque se apoderou de besn de todos para proveito pessoal mas quem o quer adorar tem esse direito. E os outros? Porque é que não olhas para os enromes crimes cometidos no Sul do país, para a quantidade de pessoas que são torturadas e mortas? Para os milhões públicos que estão a ser desviados desde 2006. Queres que te apresente factos? Eles existemA cegueira daqueles que vêm é tão má que ma faz desacreditar em tudo o que possam dizer, escrever ou pensar.
Abril 02, 2009

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Combustões disse... http://combustoes.blogspot.com
Nuno:Eu não sou tailandês nem me quero imiscuir na política tailandesa. Não sendo tailandês, não sou nem PAD nem vermelho. Sou, como deve ser, desapaixonado pelas coisas que não me dizem respeito. Se tenho respeito pelo país, que se confunde com a monarquia e com a pessoa do Rei, sei também ver o que se esconde por detrás de tanto discurso moralizador sobre os thais e suas instituições. Como abomino a ideia de ver este país transformado numa Singapura, isto é, numa empresa, e porque a Tailândia só tem magia se permanecer diferente e não colonizada ou entregue a bandidos de negociatas, tentarei sempre compreender a origem remota das andanças da vida política e não me prender ao quotidiano dos jornais. Eu não quero factos: quero ideias. Eu não quero nomes de politiqueiros: quero integrá-los em correntes mais profundas. Aliás, estou aqui para fazer trabalho de investigação, não para fazer política num país que me acolheu de braços abertos.Se em Portugal não a faço, por que diabo violaria uma regra elementar da boa educação em casa de terceiros ?Compreender um país não é "falar com as pessoas". Como deves saber, o maior historiador das coisas da Birmânia nunca pisou solo birmanês e isso não o impede de ser o mais escutado em tudo o que à política birmanesa respeita.A ideia que as pessoas transmitem a realidade de um país é tão falaciosa como pretender conhecer Portugal por frequentar o Gambrinus ou a Ginginha do Rossio. Um país apreende-se com calma e atenção em tudo o que de morto e vivo transporta: a culinária, os monumentos, a língua, a literatura, os gestos, as palavras que se proferem e as que não se proferem. Se queremos conhecer um país, não devemos falar de mais. Devemos deixá-los falar e não precipitar desabafos. É a velha e sábia máxima dos sociólogos, dos antropólogos e até dos psicólogos. Pressionar os thais ou os portugueses, induzir-lhes temas, é falsear. Creio, até, que é um abuso de manipulação e uma deslealdade. Eu tenho pelas autoridades constituídas - quaisquer que sejam - o maior respeito e acato a lei que aqui vigora. Se em Portugal há muito que não tenho partido, aqui jamais tomaria ardores por uns e outros. Sei que tens uma posição diversa, que se manifesta em todos os escritos que leio sempre com a maior atenção e proveito. São dois estilos diferentes, sem dúvida, mas que se podem complementar. Lembro que ao longo da prolongada crise de 2008 tentei fazer sempre a ponte entre as posições de uns e outros recorrendo à crónica que sem desfalecimento mantiveste. É para isso que serve o debate. Neste particular, e ao contrário de unanimismos (medrosos ou agressivos), sou absolutamente livre de constrangimento ou até de qualquer falha no que respeita àqueles que de mim têm diferente entendimento das coisas que aqui se passam. Acho que os estrangeiros ganhariam mais em ficar calados e tentar compreender, ao invés de andarem esbaforidos a sentenciar o receituário que não sabem aplicar nos seus países de origem. Falamos muito dos thais, mas pergunto: e Portugal ? É Portugal uma das sete quintas do paraíso? O país mais respeitador da lei ? Um modelo de boa gestão económica ? O espelho da justiça no que à selecção de pessoas qualificadas respeita ? Não há máfia, nem amiguismo, nem grupos de pressão e maçonarias para todos os gostos e possibilidades ? Um impoluto Estado de direito ? Nunca houve atropelos aos cidadãos ? Lembro que há anos até um indivíduo foi decapitado numa esquadra da políca em Portugal. E a Europa ? E as repetidas consultas eleitorais a países que se recusam dobrar o joelho a essa coisa sem pés nem cabeça que é a Constituição com medo do seu próprio nome ? Isso é democracia ? Sei que alguns dizem que sim, que é, mas para mim - felizmente chegado a idade da razão - não passa de grosseira distorção.
Abril 02, 2009