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sexta-feira, 3 de abril de 2009

OS BONECOS SABATINOS


Bonecos do nosso fornecedor habitual KAOS

PARA O QUE LHES SERVIR ESTE VIDEO - TEMA: MANUEL PINHO O CORREIO

VAI HAVER MASSA PARA TODO MUNDO!


Emitida pelo "Banco do Bifinho"

De facto tenho seguido o espectáculo da G20 através da TVE (televisão espanhola) que esteve em cima do caso enquanto a RTPi não transmitia nada.
Espero que os biliões oferecidos para equilibrar as finanças, do mundo, não seja por aí, apenas, imprimir notas de papel, sem a cobertura de reserva de ouro.
Bem me lembro, teria uns cinco anos, um casal de emigrantes, depois da crise dos anos 1930 do século passado, regressaram a Portugal dos Estados Unidos.
Trouxeram muito dinheiro, em notas, só que eram falsas.
Tinham sido enganados.
Um dia o casal chegou à varanda e atirou com as notas para a calçada da rua.
Quem passava, por ali, começou a apanhar notas, sem saber que eram falsas como o Judas.
Já lá vão 69 anos e ainda essa notas, hoje, são conhecidas por "Notas da Mareca" (o alcunha do casal) o que significa dinheiro sem valor.
Mas depois daquele lançamento, os rapazes jovens, levavam para as romarias da região a carteira cheia de notas da "Mareca", para "botar" figura perante as moças que eram uns tipos cheios de massa.
Na carteira, com eles, não levariam mais que vinte paus (uma nota de 20 escudos), para beberem uns copos.
Espera-se que não apareçam no futuro, em circulação, outras notas da "Mareca".
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Biliões (Escrito pelo João Severino)
No G20 resolveram arranjar biliões para pagar a crise de biliões.
Um circo internacional...
Por joão severino em
Sexta-feira, Abril 03, 2009 0 pauladas Hiperligações para esta mensagem
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BONECOS DE SEXTA-FEIRA


Do nosso fornecedor habitual KAOS

NOTICIA DO "GALO DE BARCELOS"


Mais outra notícia do nosso galifão " O Galo de Barcelos" http://frombangkok.blogspot.com
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Nota minha: "Ó meu Deus que saudades eu tenho da "Khao San Road", do "Soi Cowbois" e dos sois (travessas) do "Patpong".
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Era um jovem e com menos trinta e tal anos da idade que hoje tenho.
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Ó meu Deus tantas coisas já se passaram neste país e tanta paz eu tenho gozado nele.
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Ainda "O Galo de Barcelos" não tinha, ainda, bico para "cacarejar" e nada sabia deste país, já eu gozava as delícias do sossego que nunca tinha encontrado na Kaosan, Patpong e Cowbois, lugares de tantas saudades eu encerro de vós, minhas vias de prazer e convívio.
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Noites fabulosas no meio de raparigas que até, encharcados de Shinga beer, nos levavam ao leito do hotel onde estavamos hospedados".
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Este país a Tailândia, não necessita de galos de Barcelos, que anda por aqui armado em ave, com a vaidade, de que é um produto da União Europeia.
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A Tailândia não precisa da "pobre" da Europa que sempre necessitou da Ásia, da África e outos países, do globo, para sobreviver.
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Isto já aconteceu há 500 anos... E foi Portugal que salvou a Europa da miséria com a descoberta do Caminho Maritimo para Índia.
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Fico por aqui de contrário depeno o galo de Barcelos que anda por aqui a escrever "merdas" em relação ao país que o acolheu que é a Tailândia.
José Martins


A Crise Económica em KSR
Em primeiro lugar há que explicar o que é KSR.Khao San Road é uma rua na zona antiga de Bangkok, Kho Ratanakosin, conhecida como a Meca dos backpackers. Pouco mais do que 500 metros sem carros e cheia de comércio onde tudo se vende mesmo algumas coisas que o melhor eram nunca terem saído de onde estavam.Mais de 70% da população flutuante de KSR, que atinge normalmente 10 milhões de visitantes por ano, é constituída por jovens estrangeiros de mochila ás costas e que por aqui gastam os poucos, dólares americanos, singaporeanos e australianos, euros, yenes, etc que trazem no bolso. Normalmente ficam por algum tempo e alguns mesmo esquecem-se de voltar para donde vieram. A estadia média é de 7 dias e o gasto por cabeça anda entre 10 a 15.000 bath. O montante que cada turista está a despender caiu neste momento para um valor entre 8 e 10.000 bath devido á necessidade que os comerciantes tiveram de ajustar preços, já de si muito baixos, tendo em vista a falta de clientes.As noites, e muitas vezes os dias também, são passadas na rua a beber, a fumar, nem sempre o que deveriam e isto é já ser condescendente com o tabaco, e mantendo-se por ali em conversas filosóficas ou nem tanto.Quando houve no ano passado a ocupação dos aeroportos e centenas de milhares de turistas ficaram em terra, KSR foi a zona turística menos afectada. Os seus "habitantes" na maioria dos casos chegam por via terrestre, quer do Cambodja, a maioria, quer ainda do Laos ou da Malásia e por isso o impacto foi aí menos sentido embora também houvesse vozes, e com razão, que fizeram notar que KSR também estava a ser afectada.O pior acabou por vir a ser 2009. Desde o final do ano passado os viajantes começaram a demandar menos KSR e o presidente da Khao San Association, Surat Vongchansilp veio agora, com base nos dados recolhidos na zona, lançar o alerta para a quebra verificada em KSR.Na rua existem cerca de 280 pequenos negócios e nos últimos 6 meses 115 empresas tiveram de fechar e o comércio caiu 40%. O valor de negócio geralmente rondava os 2-3 mil milhões de bath anual e este ano não se espera que ultrapasse o 1.5 mil milhões sendo mesmo esse valor uma expectativa optimista.As pensões da zona estão com uma ocupação, segundo afirmam, 50% abaixo daquilo que seria de esperar nesta época. Thanchalerm Khiewsri, o dono de um cabeleireiro da rua afirmou que o ano passado fazia cerca de 2.000 bath por dia e que agora faz entre 500 a 800 bath diariamente uma significativa quebra. O único que se não queixava nesta apresentação de dados á imprensa era o dono de uma galeria de arte, Vichai Limsrikarjana, que dizia os seus clientes serem fieis e pessoas que compram indiferentemente da situação. Ou são pessoas que compram por gostar ou investidores.Em Dezembro foram os hotéis de luxo a estarem às moscas e ainda estão longe de recuperarem com despedimentos previstos de 50.000 pessoas para o segundo trimestre do ano. Agora a crise económica mundial e todas as outras implicações internas que afastaram as pessoas da Tailândia também está a ter a sua quota parte no turismo "dos pobres".Entretanto ontem em Londres numa entrevista à Bloomberg, Abhisit disse que o país está de regresso ao seu normal e a estabilidade, apesar de algumas manifestações normais em países democráticos, está instalada. Grande tirada!Compreende-se que o PM de um país tem de "vender o seu peixe", como todos nós, mas será que os compradores acreditam? Será que ele próprio acredita? Se a resposta é sim então o assunto está complicado pois isso quer dizer que está, continua, nas nuvens.