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domingo, 26 de abril de 2009

UM CÊNTIMO DE RETORNO DE IRS!

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Esta não ao diabo seria capaz de lembrar!
Devolver um cêntimo de retorno a um contribuinte!
Só a folha de papel, o seu custo vai muito além da importância devolvida.
A que ponto este país chegou!
O texto abaixo não é meu...é de nós todos!
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"No país do pinóquio à portuguesa pagam-se pensões de miséria, impostos milionários, tem-se assistência médica miserável e há um submundo de corruptos impunes. E gasta-se um dinheirão no envio de cheques de 0,001 euros de devolução de IRS. Uma palhaçada de baixo nível. (mas um cêntimo é dinheiro, caramba!)"

O MEU 25 DE ABRIL DE 2009

O meu 25 de Abril de 2009


Um dia risonho, sem nuvens me indicava que não iria haver chuva. Um ciclone varreu, havia uma semana, a área da minha casa, deslocou a posição do prato satélite e com este percalço deixei de receber qualquer o sinal que me leva à RTPi. Lhes digo que a RTPi continua a maior miséria das misérias que os portugueses, residentes, no estrangeiros podem receber da Pátria onde nasceram.
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Precisamente, no dia 24 vieram a minha casa, dois técnicos e direccionaram o prato para o ASIATA II pelo preço de 800 bates (cerca 17 euros). Vou ter, assim, a possibilidade de ver, em directo, a cerimónia, anunciada, na Assembleia da República, para a celebração de 35 anos depois do 25 de Abril de 1974.
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A RTP cumpriu o seu dever e as ordens, políticas, para que fosse feita a cobertura do memorável dia que seria concedida a liberdade aos portugueses, com muita propaganda que começa a passar ao largo dos portugueses.
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Antes que a cerimónia tivesse início no exterior da Assembleia da República a RTP foi projectando umas imagens, antigas e repetidas centenas ou mais vezes do 25 de Abril de 1974.
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Entre estas exibida, aquela conhecida, onde um soldado numa repartição retira a foto da parede do dr. Salazar. O homem já morreu há 38 anos e ainda, o seu espírito, apoquenta muita gente.
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Logo nas primeiras imagens surge Ramos Horta, PR de Timor-Leste a considerar-se, como sempre, uma vítima perseguida, antes do 25 de Abril e sob o olho da polícia política de Salazar e pronto para fugir da sua terra.
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Surgem agora as imagens da exterior da Assembleia da República, com a guarda de honra, compostas pelos três ramos das Forças Armadas Portuguesas, impecavelmente perfilada.
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Não se vê, absolutamente, nenhum público, o abanar das bandeirinhas e vão chegando estes e outros convidados à sessão solene, presidida pelo senhor Presidente da República Cavaco Silva.
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De quando em quando aparecem, personalidades caminhando nos “Passos Pedidos”, passam por ali várias caras, políticas, bem conhecidas e, vindas, do 25 de Abril de 1974.
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Um jornalista vai dando conta do que está observando e é entrevistado o ex-PR dr. Jorge Sampaio, que como sempre, (não tanto como o emplastro do Porto), está na proximidade das câmaras para ser entrevistado.
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Não disse novidades nenhumas em cima do discurso que iria proferir o PR Cavaco Silva. Deu uma no cravo e outra na ferradura como sempre.
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Chegou o PM José Sócrates, sorridente, muito bem vestido, penso de um bom costureiro italiano ou francês. Estranhei não trazer, na lapela um cravo vermelho e o símbolo do seu partido o socialista.
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Mas, como se a coisa já estivesse combinada, desce as escadas, que vem da porta principal, da Assembleia da República com um cravo na mão, Manuel Alegre e entrega-o a José Sócrates, que até me deu a impressão que a coisa estivesse preparada pelo telefone: “ó Manel, para darmos mostras que entre mim ti não passa nada, ao chegar, entregas-me um cravo”.
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Ora vejam lá depois se terem os dois arranhado e de candeias do avesso, como são amigos agora. Vá lá a gente entender a política e os que andam a governarem-se dentro dela.
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Subiram os dois a escadaria e conversaram até aos "Passos Perdidos" e deram-me a impressão que os maus momentos são coisas do passado e há que ajudar o Manuel Alegre, para a próxima candidatura a Belém, porque o Alegre continua esperançado que a sua fulgural carreira política vai mesmo terminar em Belém.
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-Que Deus o ouça!
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-Que Deus o ajude!
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Pois para mim tanto me faz que vá para Belém o Manel, o Louçã, o Portas ou outro Zé Calcinhas político.
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São todos iguais e copiados a papel químico...
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O meu ver da cerimónia e ouvir os discursos ficou pelo princípio de quando o meu velho amigo e residente na Tailândia Manuel Campos me telefonou a convidar para ir a sua casa, não muito distante da minha e em Samut Songkran.
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Manuel Campos, tinha regressado de Portugal e trazido: bacalhau, presunto, queijo puro da Serra da Estrela; umas garrafas de vinho de excelente cepa, “Grão Vasco” Douro de uvas “Touriga Nacional” uma pomada daquelas que pode ser perdoada aquele que o beber e apanhar uma “pielita”.
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Ora sendo eu um pobre do fiel amigo no Reino da Tailândia, não poderia de forma alguma perdeu o raro convite e mandar colher "malvas" a cerimónia de celebração do dia 25 de Abril.
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O 25 de Abril já nada me diz, aos de meia-idade e aos jovens e, apenas, aos "pândegos" que vai "chupando" uns dinheirinhos, avantajados, à conta do "pelintra" português contribuinte.
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Ninguém quer saber da "Revolução dos Cravos" e com o tempo vai desaparecer.
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Só aqueles, já velhos e caducos dos militares, que ainda vivem e o concretizaram, para preservar os seus interesses e têm seguido governando-se, por conta do “tal” dia, teimam em chamar-lhe o da liberdade, que não haja sido nenhuma, porque os portugueses não têm nada liberdade económica e, cada vez mais, se encontram uns “tesos” de trabalho, euro e de bens materiais.
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Sentados, todos juntinhos, numa tribuna lateral da Assembleia da República, lá estavam de cravo na lapela do casaco e quando um deputado, jovem, no seu discurso da "praxe" falou nos cravos, na revolução, foi giríssimo ver aqueles velhos soldados com o sorriso, vaidoso, como tivessem sido condestáveis da Pátria.
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Zarpei de minha casa em direcção a casa da família Campos numa localidade mais ao sul da minha e a uns 30 quilómetros que os viria a percorrer em pouco mais de 25 minutos, conduzindo moderadamente, até a um ponto estabelecido entre nós os dois, onde estaria, esperando por mim para me levar a sua casa.
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Manuel Campos é um português como eu e outros milhões espalhados pelo mundo adiante, que por acidente veio parar à Tailândia.
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É o amor a seta do Cupido que nenhum “portuga” escapa à picadela no coração e o causador que o português se desloque de um lado para outro como a duna do deserto se movimenta com o vento.
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Manuel Campos, em Portugal foi viajante, correu o país de lés a lés vendendo coisas e loisas pelas cidades, vilas e aldeias. Estabeleceu-se por sua conta e a vida não lhe correu pelo melhor. Saiu de Portugal e foi pregar para outro país.
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Parar é morrer e enterrar a cabeça na areia como a avestruz, pior a emenda que o soneto. Conseguiu colocação numa empresa proprietária de navios, turísticos, de alto luxo e correu os mares dos cinco continentes.
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O Manuel Campos era um jovem e, durante as viagens, teve de suportar algumas paixões de velhas ricas que se tomaram de amores por ele.
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Aquelas bestas flutuantes do mar alto, seguras e vencendo todas as tormentas oceânicas, são pequenas cidades flutuantes, frequentadas, por gente já entradotes, onde a bordo vão encontrar as carícias, bem diferentes, das achadas em terra.
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Não se viria a casar com uma velha, suíça podre de rica, mas deu-lhe um tratamento adequado e respeitado e, de tantos carinhos de atendimento (aturar velhos é uma seca), recebeu umas boa gorjetas.
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A vida, económica, de Manuel Campos cresceu e foi amontoando um bom pé-de-meia navegando pelos mares do mundo!
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Já não se recorda em quantos portos fez escala e o número de viagens de circum-navegação à volta ao mundo. Trinta anos a navegar, por mares já conhecidos, são muitos.
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Um dia, vejam lá as voltas que o viver de um homem dá, a vida marítima de “lobo do mar” que já o era Manuel Campos viria a transformar-se completamente com a chegada ao barco, para ali trabalhar como ele, a Pornpaná, uma jovem e bonita mulher tailandesa.
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Não sei, pouco interessa, por onde teria começado o relacionamento amoroso entre Manuel Campos e a Pornpaná.
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O certo que foi que durante várias viagens, troca de olhares, muitas delicadezas do Manuel Campos surge o amor, mais uma vez entre um português e uma tailandesa.
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Foi assim, desde 1511, que muitos portugueses foram feridos pela seta do amor disparada pelo Cupido. No amor os portugueses são os primeiros e assimilam-se facilmente a outras etnias...
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Se assim não tivesse acontecido, não teriam fundado comunidades lusas por esse mundo adiante.
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Dentro do barco, embora grande, o espaço é reduzido onde as pessoas embarcadas e ali trabalharem, vão-se conhecendo todos os dias.
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O certo que foi Manuel Campos e a Pornpaná tomaram-se de amores, juntaram os “trapinhos”, fizeram dinheiro, em conjunto, foram-no guardando e conseguiram, não por aí uma fortuna, mas um pé-de-meia para um viver, economicamente, sossegado.
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O casal Campos, há uns 15 anos foi nomeado, pela companhia que a havia servido por vários anos, o agente para a contratação de pessoal, tailandês, para prestar serviço nos barcos.
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Eram, assim as pessoas indicadas para essa ocupação. Não basta conseguir pessoa, mas será necessário saber-se se estão ou não preparados para trabalhar num barco turístico.
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Está o casal Campos dentro do assunto e enviar pessoal à altura para exercer a profissão nas luxuosas embarcações. São os “barman”, os camareiros, cabeleireiros, manicures, cozinheiros, músicos e sei lá que mais outras profissões, existem, naquele mundo marítimo”.
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Agora a vida do casal já não é a bordo, mas em terra segura e na localidade, onde há muitas salinas de boa seca de sal branco, Samut Songkran.
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Uma localidade costeira do Golfo do Sião, piscatória e muita gente ocupando-se nas salinas na produção de sal.
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Entre coqueiral e um lugar sossegado o casal Campos adquiriu uma casa (sem ser um palácio) e ali vivem dentro da paz quotidiana, serena, há 12 anos.
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O escritório situa-se em Banguecoque, levantam-se cedo e partem de casa às seis da manhã para a grande cidade para as suas ocupações de contratação de pessoal, entrevistas, inspecções médicas a novo pessoal, que terá de ser enviado para portos onde o barco, na sua viagem turística atracou.
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O Manuel Campos é mais um português, entre os milhões que somos na nossas pátria ou fora dela, que lhes dá gosto mostrar aos patrícios o seu perfil de hospitalidade, oferecer-lhe os petiscos portugueses confeccionados por ele ou pela esposa.
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Durante a minha longa experiência de 47 anos no estrangeiro e em vários países os “portugueses” são os “gajos” mais “porreiros” deste mundo.
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É vê-los sentados à mesa, uma tarde inteira, a contarem as histórias do passado e a bebericar uns goles de vinho português.
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Por natureza o português é um nostálgico, um “morto” de saudades pelo seu país, pelo seu clube e pelas pedras de sua rua.
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E igualmente pela bandeira das quinas. O português, aquele que começa do nada é um fenómeno da natureza, é simples, honesto, hospitaleiro e amigo do seu amigo.
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Poderia escrever sei lá quantas e mais páginas em cima do perfil do Maneis, dos Zéses, dos Antónios, portugueses, por esse mundo adiante.
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Eu lidei com a realidade e bem sei como eles são!
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São portugueses bons e generosos!
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Dai-lhe uns copos, um caldo verde com “tora” de chouriço transmontano, uma boa bacalhoada, regada com bom azeite, umas azeitonas que tereis nos portugueses a melhor gente deste mundo.
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Mas se ele torce por um clube diferente do da vossa simpatia o melhor é comer e beber e esquecer o jogo da bola.
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Raramente os portugueses no estrangeiro estão dentro da política e até não conhecem os que seguem nos meandros e seus nomes.
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A política deles chega-lhes: o trabalho, ganhar dinheiro e viver decentemente.
José Martins

VAMOS LÁ DAR A MAIORIA OUTRA VEZ!



Escondam o Vital depressa
Se o PS não obtiver a maioria absoluta nas legislativas será “derrubado à primeira circunstância” e “terá que ir apresentar a Belém a sua demissão”. Com um Governo minoritário, as condições de estabilidade “vão-se ao ar”. O Governo será “derrubado à primeira circunstância, o primeiro orçamento será reprovado, provavelmente o Governo terá que ir apresentar a Belém a sua demissão”.
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Considero comovedor este impulso incontrolável de Vital Moreira para ajudar o seu chefe, é tanto o entusiasmo que desta vez se esqueceu de disfarçar o que realmente pensa sobre ele.
Percebo que Vital queira justificar o pedido de uma maioria absoluta, em último caso que queira explicar porque agora prefere maiorias absolutas em nome da estabilidade governativa, mas convenhamos que desta vez exagerou.
Ficámos a saber que Sócrates não é feito da mesma massa que anteriores líderes, socialistas ou não. Afinal o chefe não se aguenta nas canelas sem uma maioria absoluta, qualquer outra coisa e basta um sopro que vai tudo ao ar...Amiguinho este Vital.
publicado por Afonso Azevedo Neves às 04:40
link do post hoje é 26 de abril

LEITE DE BURRA

Leite de burra é negócio que está a dar, de momento, em Portugal!
O burro português faz parte da cultura do nosso país que com a mecanização da agricultura foi se extinguindo aos poucos.
Porém nunca ninguém teve a feliz ideia do leite de burra ser aproveitado para a indústria cosmética e da medicina.
Um quilo de leite em pó atinge os 300 euros.
Segundo o proprietário da exploração de leite de burra que estas são animais inteligentes...
Como se pode analisar os burros/as não têm nada de burro e burro foi aquele que lhes deu o nome.

O D. NUNO É SANTO!

Temos mais um santo!

O D.Nuno Alvares Pereira, acaba de ser santificado (depois de beatificado em Lisboa em 1918) no Vaticano hoje 26 de Abril de 2009.

Não entendo mesmo nada a mania do Vaticano de roubar os nossos grandes vulgos e colocá-los, como santos deles.
A Praça de S.Pedro estava muito bem decorada.
Muita "padralhada" bem nutrida e para eles não há crise nenhuma!
A crise é para aqueles, pobres, que lhe metem petas no "caco" e deles se governam!



Biografia pifada no dicionário "Lello Ilustrado"