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quinta-feira, 30 de abril de 2009

PRONTO... JÁ NÃO É CRIME PROFERIR A PALAVRA "CARALHO", PARA O POLÍCIA DE TRÂNSITO! ASSIM: "PORRA" PRÓ CARALHO DA MERDA DE VIDA QUE LEVO!


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::Doc. nº 1322 Arquivamento de inquérito - 01-04-2009
I
Peça nº 1322 - Arquivamento de inquérito 01-04-2009
Área temática - Criminal
Espécie - Arquivamento de inquérito
Unidade org. - PGD de Lisboa
Processo - 5/09.6TRLSB
Autor da peça - João Manuel Parracho Tavares Coelho
Título - Denúncia contra Magistrado. Injúrias e ameaças. Inexistência de crime. Arquivamento do Inquérito
Sumário
I - Não incorre em prática de qualquer crime, designadamente o de injúrias ou de ameaças, aquele que, perante o agente de autoridade, em exercício de funções, no acto em que está a ser autuado (por eventual violação de regras de trânsito), a título de desabafo e sem que lhe dirija as palavras, se limita a expressar “Caralho! Já ando com problemas que cheguem… e o sr. ainda vai ouvir falar de mim” (sic). II – Com efeito, nem o vocábulo “caralho” encerra qualquer epíteto dirigido à autoridade nem o alerta de que “ainda vai ouvir falar de mim”, no contexto em que foi proferido, não contém a anunciação de um “mal futuro”, apto a causar “inquietação, medo ou prejudicar a liberdade”
Texto integral
Inquérito nº 5/09.6TRLSB - (contra Magistrado - PRAdjunto)
I - Introdução – Objecto da comunicação/denúncia
A PSP do Seixal, mediante auto de notícia elaborado pelo sr. Agente --- (nº….), entendeu comunicar ao Ministério Público da área (na pessoa do Exmº Procurador-coordenador do Tribunal da Comarca do Seixal, Dr…..) factos que têm como protagonista um Procurador da República adjunto, o Exm. Colega ----, registados quando foi este interceptado enquanto conduzia veículo automóvel e, em simultâneo, falava ao telemóvel.
Aquele agente de autoridade elaborou o respectivo auto de contra-ordenação pela infracção verificada, em 27 de Fevereiro de 2009, pelas 14 horas e 53 minutos, na Praça das Geminações (Torre da Marinha - Seixal (Auto nº ------ a fls. 5) que não foi assinado pelo infractor (o magistrado) por se ter recusado a fazê-lo.
Segundo tal auto contra-ordenacional, o condutor (o magistrado do MPº) praticou a infracção rodoviária prevista artº 84º, n. 4 do Código da Estrada, punível com coima (de 120 a 6.000 €) e com sanção acessória de inibição de conduzir (de 1 a 12 meses, nos termos dos artºs 145º, n. 1 e 147º, n. 2 do mesmo Código).
Mais entendeu o sr. Agente autuante dar notícia à sua chefia (cfr. fls. 4) do que expressou o autuado no momento em que foi interceptado, destacando as seguintes frases: “Eu não pago nada, apreenda-me tudo… Caralho, estou a divorciar-me, já tenho problemas que cheguem… Não gosto nada de identificar-me com este cartão, mas sou procurador…Não pago e não assino… Ai você quer vingança, então o agente Frederico ainda vai ouvir falar de mim. Quero a sua identificação e o seu local de trabalho”.
Foi na posse destes dados que o Exmº Procurador-coordenador do Seixal entendeu, como era, aliás, de seu mister, dar notícia hierárquica, à Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa, “para conhecimento” (of. de fls. 2).
II - Da inexistência do crime
O participado, que é Magistrado do Ministério Público
[1], beneficia de «foro especial», nos termos conjuntos dos artº 12º, n. 2, a) do CPP artº 92º do respectivo Estatuto (Lei nº 60/98, de 27 de Agosto). [2]
Estamos em crer, sem margem para dúvidas, que a matéria comunicada não constitui qualquer ilícito (penal ou disciplinar).
Mas vejamos.
É certo que é exigível a todos os cidadãos uma postura de colaboração e de urbanidade para com os agentes de autoridade no exercício de funções, maxime na disciplina e controlo das regras estradais.
De todo o modo, não se vislumbra que as expressões utilizadas e proferidas pelo autuado magistrado, consideradas as circunstâncias da sua publicitação, constituam qualquer crime, designadamente de injúrias ou de ameaças. Com efeito, no contexto em que foram ditas só se podem ter como “desabafos” de quem foi surpreendido a infringir o Código da Estrada e nunca como intencionalmente utilizadas para ofender a honra do Exmº agente de autoridade autuante ou outrém.
Desde logo, o dizer-se que “não pago nada e não assino” é uma referência de opção pessoal que apenas terá reflexos na marcha e tramitação do processo contra-ordenacional.
Por outro lado, o vocábulo “caralho” utilizado, não obstante integrar um termo português de calão grosseiro, como se apreciou, foi proferido como desabafo e não como injúria dirigida ao OPC
[3] autuante. Ou seja, o autor da expressão “desabafou” sem que se tenha dirigido ao autuante o epíteto, chamando-o ou sequer tratando-o por “Caralho”. Na gíria popular, considerado o contexto e as circunstâncias (pendendo divórcio e tendo já problemas, fica aceite uma fase de perturbação do autuado), tal expressão equivale a dizer-se, desabafando “caralho, estou lixado”. Admite-se que houve falta de correcção na linguagem proferida, mas não de molde a beliscar a honorabilidade pessoal e funcional do sr. agente autuante.
O facto de o magistrado infractor ter referido que não gosta de se identificar/exibir com o seu documento profissional (cédula pessoal de “livre trânsito”) não integra qualquer recusa de identificação, pois o autuado disse ser Procurador e identificou-se integralmente com o Bilhete de Identidade.
Por seu turno, o desabafo “Ai você quer vingança, então o agente F. ainda vai ouvir falar de mim” não contém qualquer ameaça, ainda que velada ou insinuante, pois que a frase não encerra qualquer promessa de um mal futuro que determine que o destinatário se possa considerar perturbado na sua livre circulação, passando a recear a concretização de que algum mal lhe suceda, como “prometido”.
São três os elementos essenciais do conceito de “ameaça” constante do tipo objectivo de ilícito: - um mal, que há-de ser futuro cuja ocorrência dependa da vontade do agente – cfr. AMÉRICO TAIPA de CARVALHO, Comentário Conimbricense, pág. 343.
O crime de ameaças do artº 153º CP, entre outros requisitos, exige que a ameaça seja proferia em tom sério e apta atingir a liberdade pessoal da pessoa humana, que compreende o interesse jurídico do indivíduo à imperturbada formação e actuação da sua vontade, à sua tranquila possibilidade de ir e vir, à livre disposição de si mesmo ou ao seu status libertatis, nos limite definidos na lei (neste sentido Nelson Hungria, II Vol., pág. 145).
E segundo Leal Henriques e Simas Santos, no seu Código Penal anotado (artº 153º) "a ameaça é punida, por um lado, pelo perigo que a acompanha e o alarme que poderia inspirar sendo conhecida; e por outro, porque é um acto de natureza a causar, por si só, perturbação social, isto é não lesando directamente a liberdade, contudo perturba a tranquilidade de ânimo, causando um estado de agitação e incerteza no ofendido ameaçado que não se crê seguro na vida ou nos bens." E dizem mais: "ameaçar é prenunciar ou prometer um mal futuro que constitua crime, é anunciar a intenção de causar um facto maléfico... é o facto de o sujeito, por palavras, escrito ou gesto, ou qualquer meio simbólico, anunciar à vítima a prática de um mal injusto e grave, consistente num dano físico, económico ou moral."
Finalmente, também o facto de o magistrado ter pedido a identificação do agente autuante não traduz qualquer ilícito, pois que consubstancia até um direito.
Supra, deixaram-se desenvolvidas algumas considerações jurídico-penais no campo de análise substantiva.
Todavia, também importante é ajuizar sobre a procedibilidade da comunicação para eventual procedimento criminal, dentro do quadro processual (direito adjectivo) e que afira da legitimidade do MPº para investigar e exercer a acção penal.
Os crimes que se poderiam ter como verificados (injúrias e ameaças) - e já se disse que não se mostram verificados os respectivos pressupostos ou elementos do tipo - têm natureza semi-pública (cfr. artºs 181º, 184º, 132º, n. 2, alínea l) e 188º, n. 1 alínea a), e 153º, n.s 1 e 2, respectivamente, todos do Código Penal).
Ora, atenta a natureza dos crimes in judice, conforme estipulam os artºs 48º e 49º do CPP, para que o MPº possa ser investido na legitimidade para a investigação e ulterior exercício da acção penal (se for caso disso), previamente tem de ser exercido o direito queixa pelo respectivo titular (o ofendido) tal como prescreve o artº 113º, n. 1, do CP.
E como se viu, os autos foram instaurados sem que tivessem o suporte de qualquer queixa ou manifestação de vontade de procedimento criminal, sendo certo que não se imputam ou descrevem factos integradores de outro/s crime/ s público/s.
Concluindo - e julga-se não haver motivos que aconselhem a maior profundidade e exaustão - não temos como verificado qualquer crime, maxime de natureza, pública que determinem a legitimidade do Ministério Público para promover o processo. E sendo assim, porque não há lugar a diligências de investigação e à constituição de arguido
[4], determina-se o arquivamento dos autos (artº 277º, n. 1 do CPP).
Notificações e comunicações:
1. com cópia, comunique ao senhor Procurador-coordenador do Tribunal do Seixal, que informará o Exmº magistrado visado neste inquérito
2. com cópia, dê também conhecimento à Exmª. Procuradora-Geral Distrital de Lisboa.
--//--
Lisboa, 01 de Abril de 200
O Procuradora-Geral Adjunto
( João Manuel Parracho Tavares Coelho )
[1] - Procurador da República adjunto no Tribunal judicial do Seixal.
[2] - cfr. artº 92º do respectivo Estatuto (Lei n.º 47/86, de 15 de Outubro , sucessivamente alterada : Lei n.º 2/1990, de 20 de Janeiro, Lei n.º 23/92, de 20 de Agosto, Lei n.º 60/98, de 27 de Agosto, Rectif. n.º 20/98, de 02 de Novembro, Lei n.º 42/2005, de 29 de Agosto).
[3] - Abreviatura de Órgão de Polícia Criminal.
[4] - Por não haver “suspeita fundada da prática de crime”. (cfr. alínea a) do n. 1 do artº 58º do CPP).
[Inserida em 02-04-2009]

AS MISÉRIAS DO PODER



Casa Pia
Jaime Gama volta a perder processo de difamação
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O Tribunal da Relação de Lisboa deu razão ao ex-aluno da Casa Pia acusado por Jaime Gama de difamação, no âmbito de um recurso interposto pelo presidente da Assembleia da República depois de já ter perdido o processo em Junho do ano passado
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75 comentários / 8116 visitas
Afinal não são os comunistas que comem criancinhas.
Aderitos, em 2009-04-30 23:55:52
Uma coisa é certa: alguém abusou das crianças. Sabemos os que ficaram por condenar, nem sabemos os que ficaram por acusar. QUE RAIO DE PAÍS É ESTE, em que tudo isto fica IMPUNE? Além da chulice e da corrupção, protegem-se os pedófilos? O Bibi é o único culpado, o bode expiatório de todos estes CHULOS?
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joseduarte, em 2009-04-30 23:27:41
o partido socialista já mete nojo, os gajos gostam mesmo de crianças... e então fazem tudo a descaradas, os deputados do PS, não há de faltar muito para começarem a arriar as calças em plena assembleia da republica...
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UMAGNIFICO, em 2009-04-30 23:20:10
A verdade Nós sabemos-la!
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pedrox, em 2009-04-30 22:59:08
Senhor maçon Jaime Gama, quem pensam vocês que são? Tenho a certeza de que isto ainda não vai ficar por aqui. A verdade há-de vir ao de cimo e mais depressa do que se pensa.
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piolhoso, em 2009-04-30 22:50:50
Joseduarte, não avalio as pessoas pelo aspecto e não penso que sejam mais ou menos bons por serem do PS, até porque houve uma coisa que Felícia Cabrita disse uma vez que não passou despercebida, que quando começou a investigar e soube dos suspeitos, havia gente ligada à direita, assim como à esquerda. Aliás, segundo a notícia da PGR, existiam 82 ou 84 suspeitos relativamente aos quais não conseguiram apurar o suficiente para os levarem a tribunal, entre os quais se constavam artistas, comunicação social, futebolistas, médicos, políticos, etc. Melhor ainda foi o que aconteceu depois com as mexidas no Código Penal.
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Kalvin, em 2009-04-30 22:43:41
Ainda para Caxias55, é claro que quem está habituado a comentar e conhece os meus comentários saberá perfeitamente o que penso sobre tudo isto e que naturalmente coloco-me sempre do lado das vítimas.
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Kalvin, em 2009-04-30 22:29:25
Professorvicente,o seu comentário curto, mas conciso elucida cabalmente a realidade de todo este processo,INFELIZMENTE!
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pedrox, em 2009-04-30 22:27:02
Este, por acaso, nem tem cara de peidófilo...
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dixit, em 2009-04-30 22:25:34
Kalvin: «antes do final do jogo»? Eles já foram absolvidos! O jogo acabou, são oficialmente inocentes, até processaram quem os acusou. O Pedroso até recebeu uma indemnização. Porque é que estes políticos do PS, foram acusados? Uma cabala? Já olhou bem para eles? Não defendo que se julgue uma pessoa pelo aspecto físico, mas lembro-me sempre do Padre Frederico: às vezes, o aspecto não engana.
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joseduarte, em 2009-04-30 22:23:09
Caxias55, é claro que houve abuso, as perícias confirmam-no, agora não podemos dizer que foi A ou B ou C, pois não ? Eu pelo menos não arrisco prognósticos antes do final do jogo, apesar de ter e guardar a minha opinião quanto a este e os restantes casos mediáticos deste país, assim como todos os cidadãos terão a sua, evidentemente.
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Kalvin, em 2009-04-30 22:10:45
Como é possível que esta justiça deixe tantos pedófilos de fora, depois de acusados pelas vítimas dos mesmos.Será que têm protectores da mesma espécie?
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professorvicente, em 2009-04-30 22:02:04
estranho a filha de ferro Rodrigues. A neurótica histérica da rita ferro rodrigues que sempre sacou altos tachos na SIC ás custas do papá, desde o julgamento da Casa Pia que desapareceu dos ecrans!será mera coincidência ou será que o nome Ferro Rodrigues já soa tão a podre como "Cruz"?
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lillyrose, em 2009-04-30 22:01:30
Kalvin, em 2009-04-30 21:26:42Vamos ser sérios!!!Faço minhas, as palavras dejoseduarte, em 2009-04-30 21:29:15"Vamos ser francos: alguém duvida, que houve de facto abusos?"
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caxias55, em 2009-04-30 21:51:52
Sempre desconfiei que o PCP estava cheio deles.
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tokarev, em 2009-04-30 21:47:24
OS PANASCAS ESTAÕ A IR-SE ABAIXO, QUANDO O PODER LHES ESTÁ A FUGIR DEBAIXO DOS PÉS...
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Solarengo, em 2009-04-30 21:33:35
Caro kalvin o dia que houver justiça neste país e com a facilidade de prender um qualquer deputado ao governante como prende pilha galinhas, a AR ficava reduzida a menos de 10%.
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aajjcc, em 2009-04-30 21:33:28
Sr. Jaime Gama não será que não está a dar muito nas vistas? Olhe que as pessoas começam a desconfiar pela importância que está a dar e começam a pensar e a ter duvidas sobre o assunto!
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divergente, em 2009-04-30 21:32:15
mas os argumentos tanto pode servir para a defesa do presidente como para a vítima de abusos sexuais.
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Goebbels, em 2009-04-30 21:31:13
Vamos ser francos: alguém duvida, que houve de facto abusos? Uma coisa é uma acusação infundamentada, outra muito diferente, é serem fornecidos pormenores, presos colunáveis como o Carlos Cruz, e formalizarem-se acusações a políticos. O que dizer de Proença de Carvalho? Não sabemos todos que há ali caldo, e do grosso? O Jaime Gama, o Pedroso, o Ferro, tudo infelizes coincidências e má-fé dos acusadores? O caso é tão nojento, tão absolutamente repugnante, que até preferimos evitar pensar nisto tudo. Mas como disse o caxias55 - isto NUNCA vai prescrever na memória das pessoas de bem.
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joseduarte, em 2009-04-30 21:29:15
essa teoria de conspiração tem pouco sustento factual.
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Goebbels, em 2009-04-30 21:29:14
Caxias55, este tipo de crimes pressupõe outro que a meu ver ainda é maior, a duração e continuação dos mesmos ao longo de 30 anos. Quando oiço falar numa criança violada a ir queixar-se numa escola, não estou apenas a ver o problema jurídico. Note que não se trata de um miúdo ir ter com o reitor a dizer que o colega lhe bateu ou lhe roubou alguma coisa. Depois, o famoso "arquive-se" ao longo de 30 anos. E finalmente, nunca saberemos se as queixas chegaram aos ouvidos de alguém lá de cima que as tenha pura e simplesmente ignorado. Mas é natural que nesta geração esses crimes não vão prescrever e penso que quer neste caso quer em todos os outros, Portugal só irá realmente para a frente quando a justiça puder trabalhar como quiser, o que é o mesmo que dizer que se for necessário ao MP mandar prender um varredor de ruas, manda, do mesmo modo que se precisar de prender um deputado ou até um membro de um Conselho de Estado, deverá poder fazê-lo. Tudo o que seja contra isto, tudo o que negue esta realidade, é simplesmente atirar poeira para os olhos ao conceito de justiça. Agora é claro, é preciso distinguir-se calúnia, difamação, daquilo que realmente é crime. Aqui, sinceramente, não sei o que lhe hei-de dizer e não lhe digo que é ou que não é, que tem razão ou que não tem, apenas que tudo isto acontece devido ao resultado das sucessivas intromissões na justiça por parte do governo, pois nem tinha de retirar poder à polícia nem aos magistrados, mudando o Código Penal.
Com a devida vénia do SOL - 1-05-09
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Nota: Infelizmente é o que os portugueses vão tendo conhecimento das misérias do Poder. Os homens são fracos e o próprio Poder que ostenta e o dinheiro levam-nos a actos "bacorados". Eles continuam a viver, não só nos meios do governo assim com na Diplomacia Portuguesa, que antes de ser expedidos, certos diplomatas, para o estrangeiros deveria ser avaliada, por quem de direito, a sua conduta. Portugal um país com raízes, tradicionais, arreigadas não tolera a imoralidade do homossexualismo.
José Martins

HORROR NA HOLANDA

Um condutor investiu como a sua viatura contra a multidão, na cidade de Apeldoorn (Holanda) que assitia, numa avenida à passagem da Rainha da Holanda. Resultado 4 mortes e 13 feridos 5 dos quais em estado grave. Manhã de 30.04.09

Outra versão com imagens do brutal acidente

POIS,POIS ELA DEVERIA TER VERGONHA!




Fernanda Câncio devia ter vergonha e mudar de profissão
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Diz-se jornalista e foi apresentar queixa à Comissão da Carteira Profissional dos Jornalistas contra vários jornalistas por estes terem escrito nos seus órgãos de comunicação social que ela é "namorada" de José Sócrates.
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Ridículo, arrogante, falso companheirismo, necessidade de vedetismo e método ignóbil de estar na vida. A senhora faz companhia amíude ao actual primeiro-ministro nas mais diversas cerimónias públicas.
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Faz-se transpotar no carro do Estado ao lado de José Sócrates. Passa férias nos mais diferentes países na companhia de José Sócrates e, em alguns casos, com os filhos deste.
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Sempre admitiu às mais diversas publicações cor-de-rosa que divulgassem a sua presença ali e acolá como "namorada" de José Sócrates e só agora é que se lembrou de se queixar contra jornalistas, nomeadamente contra o jornalista do 'Correio da Manhã' que tem divulgado e investigado o caso Freeport.
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Decorrem já vários processos disciplinares contra jornalistas devido às queixinhas de Fernanda Câncio. Na minha opinião, a Comissão da Carteira Profissional tem uma missão muito importante a executar.
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Deve imediatamente analisar todos os artigos de Fernanda Câncio em que a senhora teve o desplante de se servir da Carteira Profissional para defender publicamente e propagandear as teorias defendidas pelo seu namorado, aliás, seu amigo de longa data, José Sócrates, enquanto primeiro-ministro de um governo socialista.
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Estou absolutamente convencido que esta senhora é do mesmo estilo de muitas que conheci que pensam que estar lado a lado com o poder lhe dá o direito de pisar tudo e todos...
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Um conselho: entregue a sua Carteira Profissional e dedique-se à política. Dará uma óptima comissária política, certamente...
Por joão severino em
Quinta-feira, Abril 30, 2009 2 pauladas Hiperligações para esta mensagem

AINDA O "PRÓS E CONTRAS"



Como salvar Portugal (Prós e Contras)

Esperava-se que Fátima C. Ferreira convidasse os vultos nacionais mais exponenciais para decidir o assunto, mas tratou-se, antes, de um espectáculo de exibição de saberes ou experiências sem importância, dos expoentes do costume - Mário Soares, que tem sempre saída, Leonor Beleza não se sabe bem porquê, e alguns outros emparceirando respeitosamente com o primeiro expoente-mor e as suas histórias bem intencionadas, pelo menos do seu ponto de vista um tanto romanceado, em episódios que a sua excelente memória vai desenterrando, para manutenção da sua auréola ficcional.
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Todos apontaram, é certo, nos seus diagnósticos sobre o estado da Nação, os défices de valores, entre os quais o da educação de cidadania, a falência dos códigos de deontologia, o défice de moralidade segundo designação do livro referenciado de Eduardo Prado Coelho.
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Alguém informou também que a democracia dá muito trabalho, não sabemos se estava a referir-se ao trabalho dos que tomam nas mãos as rédeas dos dinheiros públicos em termos de uso pessoal o que, certamente, lhes exige esforços desgastantes na urdidura das teias imprescindíveis para tal, ou se se tratava dos patrões que se aproveitam do pânico dos despedimentos para imporem exigências laboriais impertinentes aos seus empregados, ou, enfim, dos que se esforçam por mostrar que amam e protegem o próximo menos dotado, dentro da doutrina da solidariedade em função de uma possível reviravolta de oportunidades para si próprios.
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O professor universitário do programa achava que na Instituição Universitária reside a chave para a salvação da crise, quer pela produção do conhecimento, dela específico, quer pela transferência das peças centrais do seu xadrez para o artilhamento social em reconversões profissionais, ou mesmo pelas actividades investigadoras que proporciona, tão necessárias para se concorrer aos prémios científicos no estrangeiro...
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Via-se que ele estava convencido dos seus pontos de vista, mas acrescentou logo o pedido de apoio financeiro, porque não é só dar, deve-se também receber, como explica a canção romântica. Como conheço casos de professores a quem a Universidade ficou a dever impunemente inúmeros ordenados – é certo que se tratou de Universidade particular, mas deve haver regras, mesmo para o particular – não sei se o professor do programa da Fátima não terá exagerado a respeito da competência cultural e ética da Universidade para a saída da crise aguda que atravessamos.
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Houve também quem referisse a partidocracia, a falta de união dos partidos como obstáculo à solução da crise, cada partido pouco interessado na Nação e apenas em si próprio, para chegar mais rapidamente ao poder e assim partilhar também do bolo que este proporciona, como se tem visto.
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Os únicos casos em que houve união dos partidos, constituindo êxitos nacionais, pela cooperação partidária, foram o caso de Timor, a adesão à Europa e a inserção no euro. Só não explicaram o porquê disso.
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Quanto a mim, a questão de Timor não nos exigiu tanto esforço assim, Timor como terra dos confins, todos nós podendo demonstrar afecto e uma canção de saudade, que não nos custaram praticamente nada, simpáticos como somos e bons cantores, além de que quem realmente os ajudou quase em peso foram outros, os do costume.
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Quanto à adesão à Europa e à inserção no euro, isso só nos beneficiou, economicamente falando.
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E quando se trata de dinheiro, não há quem resista. Todos nós nos unimos à volta do osso.
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Berta Brás
ALMA_LUSA ccp@portugalclub.org


A DITADURA SOFISTICADA DA UNIÃO EUROPEIA




ESTAMOS SUJEITOS A CALAR O "BICO"
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"Se nada fizermos perderemos quase de certeza a nossa liberdade e uso livre da internet. A proposta no Parlamento Europeu arrisca o nosso futuro porque está prestes a tornar-se lei, uma lei quase impossível de reverter"
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(Texto que poderá ser lido abaixo desta peça)
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Nota minha:
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Claro que o ser humano quando em grupos, previlegiados, procura calar a voz dos que lhe fazem afronta. O ser humano, através do correr dos tempos, foi criando técnicas de repressão sofisticadas. Hoje a Europa (dizem por aí) que vive numa democracia e desta frase se valem para oprimir os da mó debaixo.
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Me parece que o Parlamento Europeu pretende mesmo calar a voz aos "terroristas" da Internet onde eu e milhões de pessoas estão inseridas.
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Bem da União Europeia eu não tenho nada (NEM QUERO!), porque o arauto da integração de Portugal nesse malfadado grupo não me contactou se queria ou não ser europeu, porque lhe diria: NÃO!
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Sou ibérico e para cá de Castella não quero nada para lá da raia.
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Olhai para a história de Portugal e verificai que os de para lá da raia de Castella sempre cobiçaram Portugal.
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Mas se estais na dúvida do que vos afirmo devereis de ler a história de D.Nuno Álvares Pereira que com mestria se defendeu das tropas de Castella e na Batalha de Aljubarrota.
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Fazei como eu mandai colher "urtigas" à Europa porque para lá de Castella, não nos vem bom vento nem melhor casamento.
José Martins