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quinta-feira, 7 de maio de 2009

ENTRETENHAM-SE COM A LEITURA



Cheguei ao Rio Kwai, sem furos pelo caminho.Abri o computador e encontrei o e-mail transcrito a seguir. Entretenham-se com a leitura.

Abraços e tenham por aí um bom fim de semana
José Martins

SÓCRATES E A CÂMARA DA GUARDA PRESIDIDA POR ABÍLIO CURTO (em 1998, este foi condenado a seis anos de prisão por corrupção)
Durante a década de 80 Sócrates assinou projectos da autoria de outros técnicos (o que é ilegal) e com a seguinte particularidade : todos os projectos foram aprovados em tempo relâmpago.
O prazo maior é de oito dias e o mais curto de um só dia, mesmo com processos de embargo e pareceres negativos da Direcção Regional de Agricultura.
A reconstrução de uma moradia na aldeia de Faia estava embargada, mas num dia acaba o embargo. José Sócrates fez um requerimento em 10/10/83 e no dia seguinte estava aprovado.
SÓCRATES E A SOVENCO
A Sovenco, criada em 1990, era uma Sociedade de Venda de Combustíveis.
Sócios: José Sócrates, Armando Vara, Fátima Felgueiras, Virgílio de Sousa. Tudo gente recomendável, como se pode ver.
Armando Vara - o tal que foi caixa, durante seis meses, na CGD de Mogadouro e que, passou a administrador da grandiosa CGD, logo após a sua passagem pelo Governo (licenciou-se pela Independente na véspera da promoção). Num ápice! Em 2001 foi apanhado no escândalo da Fundação para a Prevenção e Segurança, uma instituição privada que fundou, usando dinheiros públicos, quando estava no Governo. Foi, por isso, condenado a 4 anos de prisão, com pena suspensa.
Fátima Felgueiras - andou foragida da Justiça no Brasil dois anos; é Presidente eleita, da Câmara de Felgueiras, e tem imunidade parlamentar. Foi condenada a três anos e três meses de prisão com pena suspensa por três crimes, com perda de mandato.
Virgílio de Sousa - condenado a prisão por um processo de corrupção no Centro de Exames de Condução de Tábua.
SÓCRATES E OS APARTAMENTOS
Em 1998, o primeiro-ministro e a mãe mudaram-se para o Edifício Heron Castilho, na Rua Braamcamp, em Lisboa.
Maria Adelaide de Carvalho Monteiro comprou a sua casa a 6 de Novembro e José Sócrates tinha comprado nove meses antes, a 18 de Fevereiro.
Ambos os apartamentos foram comprados através de "off-shores" desconhecendo-se a identidade do vendedor no que se refere ao andar de Sócrates, que pagou um preço muito abaixo dos valores de mercado;
Cronologia:
1998 - R. Braamcamp : José Sócrates comprou o apartamento no terceiro andar do Edifício Heron Castilho em Fevereiro, nove meses antes da mãe.
2003 - R. Francisco Stomp : Sofia Fava, ex-mulher de Sócrates, ficou com um apartamento no 7.º andar deste prédio depois do divórcio, avaliada em 265 mil euros.
2005/2006 - Offshores : A mãe de Sócrates foi a única a comprar à Stolberg, nas Ilhas Virgens Britânicas. A maioria dos proprietários comprou à Heron, também com sede nas Antilhas Holandesas.
2008/2009 - R. Castilho : O primeiro-ministro vive, actualmente, sozinho na Rua Braamcamp. Em 2003, depois do divórcio,registou a compra da parte à ex-mulher. A casa foi avaliada em 240 mil euros.

AS PERGUNTAS QUE FICAM POR RESPONDER:
A quem (pessoa ou entidade) é que o Senhor Primeiro-Ministro, José Sócrates, comprou o apartamento na Rua Braamcamp, Edifício Heron Castilho?
Segundo o registo predial do prédio, o Senhor Primeiro-Ministro comprou a parte da sua ex-mulher. Como pagou?
Com que dinheiro e como é que Maria Adelaide Carvalho Monteiro pagou o apartamento? Qual era a profissão da mãe do Senhor Primeiro-Ministro? As conhecidas são doméstica e empregada doméstica e o seu último rendimento declarado é de 250 € por ano.
SÓCRATES E A "COVA DA BEIRA"
O caso, com acusação deduzida, remonta a 1999 e implica José Sócrates e António Morais.
O processo «Cova da Beira» nasceu de uma denúncia anónima que dava conta que José Sócrates, na altura secretário de Estado do Ambiente, teria recebido dinheiro para aprovar a construção de um centro de tratamento de lixo na Cova da Beira.
Em causa, segundo despacho do Ministério Público, estariam 300 mil contos, sendo que metade do valor se destinava ao actual primeiro-ministro.
Neste caso há, no entanto, mais três nomes envolvidos, um dos quais António Morais, ex-professor de Sócrates e acusado, juntamente com a ex-mulher de corrupção activa e branqueamento de capitais no licenciamento do aterro através do seu gabinete de engenharia.
Os cheques do fundo de coesão, emitidos pelo ministério a que Sócrates presidia, foram passados aos empreiteiros quando deviam ser emitidos à Associação de Municípios de Cova da Beira.
Após o recebimento de milhões de euros alguns empreiteiros declararam falência deixando, assim, as obras por concluir.
SÓCRATES E A PENSÃO DA MÃE
A mãe de Sócrates aufere actualmente uma pensão superior a 3.000 € por mês; as profissões que se lhe conhecem são de doméstica e empregada doméstica e com rendimentos declarados nunca superiores a 250€ ano.

VOU PARTIR

Claro que não é para o inferno, porque um gajo porreiro como eu não tem lugar nas profundezas das labaredas daquela maldita fogueira.
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Vou partir para um paraiso, que lhe dei o nome, junto à margem do Rio Kwai.
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São já oito vezes, num ano, que sou hóspede do estância "Jolly Frog".
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Sou ali já conhecido como era, antigamente, o "Doce da Teixeira" no Porto.
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Oito dias por lá entre a relva, junto à margem do remanso da corrente do rio.
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Mas não estejam já por aí a criticar-me, invejosamente e a chamarem-me um "estoira-vergas" de num ano fazer 8 viagens turísticas, ao Rio Kwai.
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Bem é que no "Jolly Frog" (Júlia Rã), oito dias por lá e bem instalado num "bengalô", coberto com capim e durante a noite ouvir as disputas do amor entre gatos e o cantar dos galos ao nascer da aurora, custa-me cerca de 51 euros.
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Mais outros 50 para dar ao dente, fica-me por 101 euros a permanência.
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Ora um gajo porreiro como eu e com uma reforma de "merda", ao fim de ter andado aturar outros gajos (ganharam pipas de massa), que não fizeram "porrinha" nenhuma em favor de Portugal, não me posso alargar lá muito no papel e no turismo rural é que vai o ganho.
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Darei notícias de lá se a modema sem fios não me lixar como algumas vezes me pregou a partida.
Vosso criado
José Martins

DISSO ME QUEIXO EU!


Pacheco Pereira
Um homem cercado de livros
06.05.2009 (Público)
É um bibliógrafo compulsivo. Colecciona livros, mas também documentos, panfletos, cartazes, postais, cassetes. Tem mais de cem mil títulos arrumados em quilómetros de prateleiras em várias casas na Marmeleira. E uma impressionante base de dados sobre quase tudo o que possui. Pacheco Pereira está a ponderar criar uma fundação. E só lamenta que não haja mais investigadores a aproveitar a sua jóia. Por São José Almeida
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Nota:Disso me queixo eu... Paciência! Ninguém me seguirá nas minhas investigações históricas, compulsivas, de Portugal na Tailândia.
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Espero que o tio Pacheco Pereira, ao fim de ter reunido, tantos títulos e documentos, não lhe tenha aparecido na vida, um "pândego" como a mim me surgiu que o tenha acusado de "pilha" papeis dos arquivos.
José Martins

O VERDADEIRO ARTISTA - BASÍLIO HORTA!


Já sabiamos alguma coisa em cima do actor/artista Basílio Horta, mas tanto, abaixo descrito é que não...
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De compadres e primos Basílios está Portugal cheio até à ponta dos cabelos. Andam por aí uns gajos que não são "chulos" de raparigas de ataque na rua, mas "chulecos" de 10 milhões de portugueses.
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A AICEP que ele dirige foi a maior "vigarice" levada a cabo pelo ex-minsitro dos Estrangeiro Martins da Cruz, nomeado pelo seu amigo da "peitaça" Durão Barroso.
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Como foi sabido o da Cruz, desde logo com a pasta usou o tráfico de influências e foi com a "panca às costas" das Necessidades. Ficou uma figura apagada. No apagado anda por aí a fazer negociatas (Angola) de grandes "pipas de massa", onde se diz por aí de petróleo, onde o Basílio deve ser o moço de recados.
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Todos estes miminhos, trocados entre o Manuel Pinho e o primo Basílio é para aguentar o lugar a este artista e manter a "capangada" espalhada e agregados às embaixadas a "lixar" milhões de euros ao contribuinte português.
A AICEP (Diplomacia Económica!!!!) não vende nadinha, nem investimentos leva do estrangeiro para Portugal.
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Os ingleses chamariam a isto "ball shit" (bola de merda)
José Martins
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Comentário oportuno de David:Realmente a da maizena é ridícula, mais uma para a conta do inefável Pinho.
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Mas mais do que isso, o episódio é grave porque revela o estado de degradação da qualidade da nossa democracia.
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Um Ministro veio apoiar o Presidente da comissão executiva da AICEP numa contenda verbal que este mantém com o cabeça-de-lista do PSD ao Parlamento Europeu.
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A AICEP é uma estrutura empresarial do Estado e não um órgão político. Basílio Horta é portanto um mero funcionário, ainda que nomeado pelo governo em que participava o seu velho amigo Freitas, e que deve levar a cabo a actividade para que é pago fora de quaisquer questões políticas.
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Se Basílio quer intervir politicamente e entrar nos debates políticos, deve renunciar ao (bem pago) lugar para que foi escolhido sem quaisquer outros critérios que não a escolha governamental e participar nas sedes próprias para isso.
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Qualquer governo que prezasse a democracia e a isenção da administração pública demitiria Basílio sem apelo nem agravo. Mas o governo Sócrates, pelo contrário, defende-o através de graçolas atoleimadas.
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Basílio já todos conhecemos: era da organização corporativa antes do 25 de Abril; depois foi do CDS; participou em governos de coligação com o PS de Mário Soares; participou em governos da AD; candidatou-se em 1991 contra Soares (a quem servira como Ministro...),dirigindo-lhe os mais fortes remoques, a raiar o insulto (é inesquecível aquele debate em que chamou velho e rainha de Inglaterra a Soares); apoiou Sampaio contra Cavaco em 1996, apesar de 5 anos antes se ter apresentado com "um homem às direitas" e crticado o apoio que Cavaco dera a Soares (veio mesmo a dizer que apoiava Sampaio porque Cavaco havia-o preterido em relação a Soares, num reconhecimento do revanchismo subjacente à decisão); foi um denodado portista quando Portas o apoiou numa tentativa de candidatura a Presidente em 2000; e está agora de alma e coração com as hostes socratinas, ao ponto de atacar candidatos do PSD ao parlamento europeu.
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Enfim, um artista português, das corporações ao socratinismo!
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Mas que o vá ser em sítio próprio, não aproveitando um lugar da administração indirecta do Estado.
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Esta triste ocorrência só indica que, para o PS, Estado e partido confundem-se.
Por joão severino em
Quarta-feira, Maio 06, 2009 4 pauladas Hiperligações para esta mensagem

A EUROPA DO PS


Da nossa avença: KAOS

UM VASCO DA GAMA ALIMENTADO A PAPAS DE MAIZENA


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Paulo Rangel propôs ontem a criação de um novo programa, o Erasmus Emprego, que deseja seja chamado de Vasco da Gama, destinado especificamente à mobilidade de jovens à procura do primeiro emprego.O presidente da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, Basílio Horta, considerou que as propostas feitas pelo cabeça-de-lista social-democrata às eleições europeias «já existem». Existe o INOV Contacto, para jovens licenciados, e o INOV Vasco da Gama.Paulo Rangel voltou à carga afirmando que «Só faltava que quadros da Administração Pública» o viessem contestar e frisou que o programa Erasmus Emprego ou Vasco da Gama, que propôs, nada têm a ver com os «programinhas que tem a AICEP».Foi a vez do ministro da Economia, Manuel Pinho se meter no barulho, afirmando que o líder parlamentar do PSD, Paulo Rangel, "tem de comer muita papa Maizena para chegar aos calcanhares de Basílio Horta".«Sinceramente lamento as agressões verbais do senhor ministro da Agricultura no sábado e do senhor ministro da Economia hoje. Nada mais tenho a dizer», finalizou Paulo Rangel.
Da nossa avença: KAOS

PAPA DE MAIZENA PÓ MENINO!



Não seria melhor que se calassem todos e resolvessem de vez o problema do desemprego? Proíbam os despedimentos, utilizem os dinheiros gastos em subsídios de desemprego para financiar a manutenção dos postos de trabalho, (impedindo ao mesmo tempo a destruição da pouca actividade produtiva que nos resta) e utilizem os milhares de milhões dados aos Senhores da Banca para criar novos postos de trabalho e mais riqueza para o país. De fala baratos e de Calimeros estamos nós já fartos.
Publicada por Kaos em
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Da nossa avença: KAOS

GOOD BYE LENIN!




Pedi a um amigo uma ideia e ele lembrou-se do filme "Good bye Lenin!" com uma caricatura do Vital Moreira. Curiosamente a unica coisa mais parecida com uma caricatura, tirando o original, foi este boneco, o primeiro que fiz sobre esta personagem. Ao fazer este boneco, surgiu um outro que se foi fazendo ao mesmo tempo e onde participa uma outra horrivel personagem.




Da nossa avença KAOS

O TÍPICO ANTÓNIO E A MARIA PORTUGUESES

O António, depois de dormir numa almofada de algodão (Made in Egipt), começou o dia bem cedo, acordado pelo despertador (Made in Japan) às 7da manhã.
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Depois de um banho com sabonete (Made in France) e enquanto o café (importado da Colômbia) estava a fazer na máquina (Made in ChechRepublic), barbeou-se com a máquina eléctrica (Made in China).
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Vestiu uma camisa (Made in Sri Lanka), jeans de marca (Made in Singapure) e um relógio de bolso (Made in Swiss).
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Depois de preparar as torradas de trigo (produced in USA) na sua torradeira (Made in Germany) e enquanto tomava o café numa chávena (Made in Spain), pegou na máquina de calcular (Made in Korea) para ver quanto é que poderia gastar nesse dia e consultou a Internet no seucomputador (Made in Thailand) para ver as previsões meteorológicas.
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Depois de ouvir as notícias pela rádio (Made in India), ainda bebeu um sumo de laranja (produced in Israel), entrou no carro Saab (Made in Sweden) e continuou à procura de emprego.
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Ao fim de mais um dia frustrante, com muitos contactos feitos através do seu telemóvel (Made in Finland) e, após comer uma pizza (Made in Italy), o António decidiu relaxar por uns instantes.
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Calçou as suas sandálias (Made in Brazil), sentou-se num sofá (Made in Denmark), serviu-se de um copo de vinho (produced in Chile), ligou a TV (Made in Indonésia) e pôs-se a pensar porque é que não conseguia encontrar um emprego em PORTUGAL...
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Talvez este mail devesse ser enviado às empresas e aos consumidores portugueses.
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O Ministério da Economia de Espanha estima que se cada espanhol consumir 150€ de produtos nacionais, por ano, a economia cresce acima de todas as estimativas e, ainda por cima, cria não sei quantos postos de trabalho.
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Ponham o mail a circular. Pode ser que acorde alguém.
Enviado por uma leitora e amiga deste blogue

RECOMENDA-SE A LEITURA




Recomenda-se ler o "belíssimo" artigo escrito pelo académico Miguel Castelo Branco, de momento a residir na Tailândia". O transcrito abaixo é,apenas, uma parte". Sugerimos um clique: http://combustoes.blogspot.com
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....Porém, a outra xenofobia, é assunto que nos toca de perto. Os portugueses não são nem jamais puderam compreender o racismo. Fomos, sempre, uma tão grande mescla de sangues e cargas hereditárias que tornaram o racismo uma coisa abstrusa.
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Temos no sangue resíduos de celtas, latinos, árabes, berberes, judeus, negros, chineses, japoneses, índios e australóides que nos impedem de proferir o palavrão horrendo do racismo.
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Portugal foi, sempre, xenófobo. Não gostamos dos estrangeiros, pronto, e só os queremos se gostarem da nossa cultura, da nossa língua, da nossa maneira de estar e viver; isto é, só os queremos se quiserem fazer parte de nós. Aliás, o que é a ideologia da expansão portuguesa senão esta afirmativa e obstinada vontade de universalizar a cultura portuguesa ?
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Os ingleses, os alemães, os espanhóis e os holandeses - sim, aqueles que pela voz de Hugo Grócio consideravam os portugueses inferiores "pois até se misturam com os animais" - são racistas. Por seu turno, os portugueses não são racistas, mas são absolutamente xenófobos. Entre nós não se vislumbra o menor vestígio de curiosidade intelectual face ao estranho.
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O português só fala de coisas portuguesas, só lê, investiga e produz obra que tenha a ver com Portugal e aqueles que parecem xenómanos fazem-no, estimo, só por afectação. Por isso, nunca desenvolvemos escolas de linguística, nunca tivemos orientalismo profundo, nem arquelogia virada para o mundo, nem teoria sobre as artes, nem Filosofia. Somos como os Judeus.
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Temos a ideia de uma vaga fraternidade universal, abraçando todos os homens e todos os continentes, uma derradeira esperança de paz e concórdia entre os homens. Essa ideia dá pelo nome de Portugal ou, agora, de lusofonia. É por isso que nunca seremos tribalistas, racistas, europeus.
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Somos ocidentais porque o nó dessa civilização - o cristianismo - cedo foi utilizado pelos portuguses como característica indissociável do ser e destinação de Portugal. Sempre quisemos dar exemplos ao mundo. Que maior prova de xenofobia senão essa ? Só não o vê quem não quer: os racistas xenómanos e os escravos da estupidez inteligente".