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sábado, 9 de maio de 2009

O ARTISTA CHAMADO VITORINO



GINA PEREIRAO socialista e ex-comissário europeu para a Justiça e Assuntos Internos António Vitorino criticou, este sábado, a intenção do Governo de reduzir as quotas de imigrantes extra-comunitários por causa da crise, classificando a medida de "proteccionista". Publicado no JN
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Nota :Socialista convicto foi Ministro ex. comissário da EU.
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É careca, homem pequenino, deixou a política, mas vai-se governando à conta dela...
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E de que maneira!
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Não fazem vocês ideia a fortuna que tem o bicho...
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Foi homem de Macau, subiu ali, na vida política, representa seu lá quantas firmas estrangeiras em Portugal.
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Tem um escritório de advogados.
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Não quer nada com a política e mandou-a colher urtigas.
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Pois,pois não deseja quotas de imigrantes e me parece que quer que Portugal se encha de "escumalha": "bulgaros, romenos e de outros países do leste da Europa que os seus países os não querem lá.
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Para o Vitorino tanto se lhe dá como se lhe deu se a vida lhe corre!
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Pudera!

COM QUE ENTÃO O FIGURÃO QUER A MAIORIA!


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Não aceita sequer equacionar um "plano B", de Governo minoritário, embora não o rejeite. Não se desvia do objectivo para as legislativas: maioria absoluta do PS. Em entrevista ao JN, José Sócrates assume que o combate à crise reclama pragmatismo. E acusa o PCP de radicalismo de linguagem, que fomenta agressões físicas como a sofrida por Vital Moreira. Publicado no JN
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A opção é vossa! A minha é: "que seja visto pelas costas...
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Os portugueses estão fartos de "aldrabas" e de Sócratismos!
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Ora,ora analisem o figurão a pretender mais uma maioria!
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Vejam, ainda, que durante a sua governação manteve o "barraqueiro" Manuel Pinho e outros iguais a este.
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Os portugueses não querem ser governados por um grupo de mafiosos como tem sido até agora.
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Coitadito do comunista Vital Moreira que apenas lhe deram uns tabefes (bem merecidos) que os viria a receber com sorriso porque bem sabia o "cantigas" que estava a facturar com isso.
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Ele deveria é ter levado com um "asado" de merda da cabeça até aos pés.
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A opção é vossa a minha é não e não e mais nãos!

O FRADINHO DELÍCIAS


Homenagem a um miserável
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Meu querido Padre Melícias,
Franciscano e socialista,
andam por aí notícias
de cor pouco moralista.
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Que tens reformas chorudas,
belas roupas, boas solas,
cama e mesa bem graúdas.
E com elas te consolas.
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És Franciscano e cristão?!
E também és socialista?!
Ou serás um manganão
com truques de grande artista?
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Se Cristo à terra viesse,
com S. Francisco agarrado,
Ao verem-te no PS,
Caíam os dois pró lado.
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Engordas da caridade
que apregoas, mas não fazes.
Não vives com humildade,
És mais um dos «bons rapazes».
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Soubeste juntar-te à seita
que nos suga e que, depois,
velhacamente se ajeita
num bando de muitos boys.
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Todo risonho aí estás,
de sorriso muito terno.
Mas se há diabo,
é capaz de te levar pró inferno.
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Pois que lá ardas, risonho,
que por mim nada me aquece.
Arde tu e o teu medonho «socialismo» à PS.
Da nossa avença: portugal@potugalclub.org

KANCHANARURI - VIAGEM AO RIO KWAI

A Entrada para a estância "Jolly Frog"
Desde 1994 que escrevo sobre o Rio Kwai. A primeira vez que visitei a ponte em cima ro rio Kwai foi, precismente, há 29 anos de quando conheci a mulher que me atura há 28 anos.
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A "Ponte do Rio Kway", voltou famosa pelo facto de ter sido realizado um filme "Bridge Over The River Kway" que relatava as sevícias a que estiveram sujeitos os soldados das tropas aliadas, prisioneiros dos japoneses, cuja finalidade seria ligar, pelo caminho de ferro Singapura À Birmânia.
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Para os interessados conher a história convido a um clique nos dois endereços a seguir: http://www.aquimaria.com/html/aboutth.html http://aquitailandia.blogspot.com/2008/04/ponte-do-rio-kwai.html O Rio Kway além de ser perto de minha casa (umas duas horas) é daqueles lugares que me fascina quedar-me por lá uma semana.
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Durante um ano com esta vez são nove. O silência é absoluto e bem se pode considerar turismo rural. O preço é outro factor, considerado, uma ridicularia onde por uma noite se dorme por cerca de 5 euros.
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Tem sido o baixo preço e a beleza do lugar que tem atraído milhares de pessoas de todas as idades e meios económicos. É evidente que à volta do Rio Kway existem estâncias para pessoas endinheiradas e que pretendam outras condições de alojamento. Me sentindo, optimamente, volto sempre ao "Jolly Frog" (Júlia Rã).


Quando cheguei ao "Jolly Frog" ãs nuvens descarregavam as iras, das alturas, com potes de água que encharcaram a erva do jardim. Porém passado meia hora o sol volta a brilhar e voltou ao normal
Ontem, sexta-feira, feriado budista na Tailândia e longo de tês dias, milhares de tailandeses deixaram a grande cidade (Banguecoque) e espalharam-se por diversas províncias.
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As estradas são excelente, o tráfego automóvel movimenta-se com fluidez sem engarrafamentos, dado que foram traçadas fora dos meios urbanos principais. Para além das bermas da estrada o cenário é verde.
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Árvores jacarandeiras com os ramos carregados de flores lilazes se vai topando ao longo do percurso. Pequenos pântanos coberto o lençol de água com folhas, largas, das plantas aquáticas, que produzem maçanetas que no seu desabrochar surgem pétalas largas e brancas que vão adornar os altares dos templos budistas que por ali ao redor existem.
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Talhões aqui e mais além, do percurso, de canaviais ainda no princípio do crescimento os caules de canas de açúcar, prontas para a ceifa lá para o Outono de quando as estação das chuvas chegou ao fim.

Depois da chuva, o escuro que não tarde o sol voltar a dar brilho ao verde da cor da relva. Romãs, há-as por ali penduradas ao sabor daqueles que pretendem colher uma.

Chovia que a Deus a dava aos cântaros, do céu, quando cheguei ao "Jolly Frog" A monção, estação das chuvas e dos ventos fortes, em que as nuvens descarregam o peso do negro das bátegas de água em cima do solo que o encharcam e não tarda a evaporar-se depois quando o sol volta a brilhar.

Chuva morna que não afecta se umas pingas encharcarem a roupa do desprevenido apanhado no seu caminhar. É assim a pluviosidade tropical que faz sair da terra os frutos que muita abundância trazem a este Reino.

Assim o escreveu o nosso "grande" Fernão Mendes Pinto, que pelo Reino do Sião vagabundeou e escreveu, na sua obra a "Peregrinação", as páginas mais belas, que me alimentam a alma quando mais de algo desejo saber sobre a Tailândia. Por algumas vezes tenho vestido a sua pele porque o considero o meu heroi.


Há que arrumar a tralha no bengalô e experimentar a modem sem fios. Massagistas, aguarda sentas à espera que pelo "farangue" para o reconfortar com uma massagem

Depois de toda a tralha arrumada, no quaro do bengalô, saio do "Jolly Frog", entro no carro e vou dar uma volta ao calha e espécie de uma romagem aos lugares que me são familiares.

Aproveito, também, comprar umas duas papaias que iguais às produzidas em redor do Rio Kwai, não devem haver, mais doces , em toda a Tailândia.

A fruta que não dispenso na minha dieta quotidiana para controlar o meu aparelho digestivo. Li em tempos uma descrição que já os portugueses quinhentistas se valiam deste fruto para lhes curar os males de "barriga".

Sou cliente de uma velhinha que as vende, junto a outras frutas, com banca à beira da rua corrente. Simpatizamos um com outro e eu como seu cliente e ela, com o seu dedo de sabedoria, me vende os melhores papaias, da sua horta, para lá da outra bando do rio.



Uma cena patética de um homem a observar não sei o quê. Enquanto dois jovens conversa à frente de um bar de rua que lá para depois das seis começa a receber os "crónicos" da cerveja.

O turismo no "Rio Kwai" não se pode considerar de subsistência das populações. Os terrenos são fértiles que produzem muita comida. Mas a ponte, a sua história vinda da década cinquenta do século passado, levou muita gente a visitá-la.

A beleza das margens principiou a ser notada e os naturais principiaram a construir pequenas casas de bambús com a cobertura de capim e alugá-las a preços irrisórios que ainda hoje se mantêm.

Um dos principais factores foi que o correr do tempo não fez deteriorar os princípos das populações que vivem nas zonas ribeirinhas e formando uma comunidade e cada família instalou-se com o seu próprio negócio de bares, aluguer de veículos a pedal ou motorizados, canoagem, confeccionando comida nas cozinhas de rua e empregando-se a juventude nas diversas estâncias de turismo.

Há uma boa dezena ou mais de pequenas casas de massagens, mas a natural e não a preversa que se podem encontrar em Banguecoque ou noutros pontos da Tailândia invadidos por turistas estrangeiros. Gente que vai governando suas vida na melhor forma e criando simpatias pela parte dos visitantes


Anúncios por todos os lados a vender a mercadoria que têm e motocicletas para alugar a 150 bates por dia (menos de 4 euros)

Numerosos reformados, estrangeiros, optaram por trocar os seus países e viver no "Rio Kwai" e de certo acabarem por alí os seus dias e terminarem no "crematório" de um templo budista.

Alguns vivem que nem lordes com boas reformas, de governos que compensam os seus cidadãos com a mensalidade justa depois de o servirem.

O velho ditado, também vive: "homem velho e mulher nova há filhos até à cova." Viúvos, divorciados ou solteiro, estrangeiros, casam-se com mulheres jovens tailandesas (dentro da mulher tailandesa não existe a xenofobia da idade), nascem filhos e, agradável observar os pais idosos a dar todo o carinho aos filhos que bem poderiam ser já seus bisnetos.

Partem para a eternidade, deixam a mulher, com casou dentro da legalidade da jurisdição de seus países e fica a viúva com a total ou parte da reforma (se não casar) do falecido para criar os filhos que dele teve.

Pelo cair da noite é ver esses reformados estrangeiros, sentados ao balcão dos bares de rua a beberem os seus copos de cerveja e na cavaqueira com outros, iguais a eles.



Lá vem a procissão com um noviço que vai entrar no templo budista e durante umas três semanas ou mais tempo proceder ao seu acto de fé

Na minha volta, logo após de chegar ao Rio Kwai deparo com uma procissão em que o povo do bairro vai levar entregar ao templo um novo novico. Todo o tailandês, dos meios rurais, tem que pelo menos uma vez na vida entrar pelo período de três semanas num templo budista. Tradição arreigada no povo vêm mantendo.

O modernismo das cidades, onde se pode contar Banguecoque, talvez se tenha afastado, em parte, a juventude de seguir os preconceitos herdados pelos seus avós. A ida de um vizinho, numa localidade da província, jovem para a clausura, temporária, de um templo, como não poderia deixar de ser é motivo de festa de arromba.


Povo que danças na rua... Caixas e bombo que rufam a dar largas à alegria de jovem monge que vai entrar no templo.

Estaciono o caro na berma, preparo a Nikon F70, a minha companheira inseparável de viagem e começo a disparar e a colher imagem da procissão. Vem-me à memório o poema de João Villaret : "tocam os sinos na torre da igreja anunciar a procissão.....", mas ali o badalar dos sinos era o ruído dos tambores, das caixas e dos cânticos produzidos pelos autofalantes montados em cima de uma carreta puxada por um rapaz.



O rapaz que puxa a carreta com a aparelhagem sonora e na mão de outro um outro autofalante para dar melhor tom de som à procissão. Sua "santidade" por três semanas, lá segue em cima da caixa de uma carrinha, acompanhado da mãe que o vai entregar ao templo e dali saia um bom cidadão.

A artilharia portuguesa também está representada, junto ao Rio Kway.

No meu roda e a chegar o fim-da-tarde passo nas portas da cidade de Kanchanaburi e num pequeno baluarte, estão no cimo as ameias portuguesas. Na base os canhões de ferro coado. Não têm marca, mas bem me dizem e aposto que são da fundição de Manuel Bocarro em Goa ou Macau. Por tenho passado na Tailândia sempre encontro restos da história de Portugal no Reino do Sião.



Junto ao sol posto estou no "Jolly Frog" o sol escondia-se, entre nuvens no horizonte deixando um risco vermelho ña corrente do Rio Kway. Do outro lado do rio, montavam-se o palco porque pela noite haveria festa entre os famílias tailandesas vindas de Banguecoque e passar três dias de férias no paraíso chamado Rio Kwai.

José Martins