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quinta-feira, 14 de maio de 2009

MADEIRA: A QUINTA DO ALBERTO JARDIM....Ó LARILAS!


Verdadeiramente Impressionante
Depois de passar os olhos por este email, pode-se de certeza concluir que a ilha da Madeira encontra-se completamente minada..vejamos(vale a pena ler até ao fim!)
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-Alberto João Jardim - Presidente do Governo Regional
-Filha - Andreia Jardim - Chefe de gabinete do vice-presidente do Governo Regional
-João Cunha e Silva - vice-presidente do governo Regional
-Mulher - Filipa Cunha e Silva - é assessora na Secretaria Regional do Plano e Finanças
-Maurício Pereira (filho de Carlos Pereira, presidente do Marítimo) assessor da assessora
-Nuno Teixeira (filho de Gilberto Teixeira, ex. conselheiro da Secretaria Regional) é assessor do assessor da assessora
-Brazão de Castro - Secretário regional dos Recursos Humanos
-Filha 1 - Patrícia - Serviços de Segurança Social > Filha 2 - Raquel - Serviços de Turismo Conceição Estudante - Secretária regional do Turismo e Transportes
-Marido - Carlos Estudante - Presidente do Instituto de Gestão de Fundos Comunitários
-Filha - Sara Relvas - Directora Regional da Formação Profissional
-Francisco Fernandes - Secretário regional da Educação
-Irmão - Sidónio Fernandes - Presidente do Conselho de administração do Instituto do Emprego Mulher - Directora!!! do pavilhão de Basket do qual o marido é dirigente
-Jaime Ramos - Líder parlamentar do PSD/Madeira
-Filho - Jaime Filipe Ramos - vice-presidente do pai
-Vergílio Pereira - Ex. Presidente da C.M.Funchal
-Filho - Bruno Pereira - vice-presidente da C.M.Funchal, depois de ter sido director-geral!!!! do Governo Regional
-Nora - Cláudia Pereira - trabalha!!!!! na ANAM empresa que gere os > aeroportos da Madeira Carlos Catanho José - Presidente do Instituto do Desporto da Região -Autónoma da Madeira Irmão - Leonardo Catanho - director!!!! Regional de Informática (não sabia que havia este cargo)
-Rui Adriano - Presidente do Concelho de administração da Sociedade de Desenvolvimento!!!!! do Norte e antigo membro do Governo Regional -Filho - ????Director do Parque Temático da Madeira
-João Dantas - Presidente da Assembleia Municipal do Funchal, administrador da Electricidade da Madeira e ex. presidente da C.M.Funchal
-Filha - Patrícia - presidente do Centro de Empresas e Inovação da Madeira
-Genro (marido da Patrícia) - Raul Caíres - presidente da Madeira Tecnopólio (sabem o que isto é?)
-Irmão - Luís Dantas - chefe de Gabinete de Alberto João Jardim
-Filha de Luís Dantas - Cristina Dantas - Directora dos serviços > Jurídicos da Electricidade da Madeira (em que o tio João Dantas é administrador)
-João Freitas, marido de Cristina Dantas director da Loja do Cidadão
E a lista continua.......
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Nota: É de bater palmas a uma gente tão unida. Mas, mas, note-se a Madeira não é a ilha italiana Sicília. É a Madeira do Jardim aonde nunca se viu tanta pulhice assim!!!

A ELISA FERREIRA NA MAIOR! BIBA O PORTO! BIBA!



Quando os portugueses entenderam que pagam para gajos e gajas (políticos) farras, então sim teremos um Portugal melhor! Vejam no video a Elisa Ferreira na "grande" e tantos beijinhos distribuídos (principalmente) a outras gajas...
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Primeiro assegura o lugar em Bruxelas nas eleições de Junho... e depois, nas eleições de Outubro, dirá que ama o Porto e que não o vai trocar por nada.
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Pelo caminho vai dizendo que aposta na cultura e numa cidade cosmopolita... e depois vai dançar com o povo para dizer que é de esquerda.
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A senhora não é de Bruxelas, nem do Porto. Não é da cultura, nem do povo. Não é cosmopolita, nem parola. Não é sequer socialista e muito menos é de esquerda.
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Não é de nada. Quando muito é dela própria.
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Veja esta trágico-comédia política, que mais não é do que gozar com o povo. Vale a pena pelo ridículo:
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O "Baile da Elisa Ferreira" em : http://www.youtube.com/watch?v=ALbYtcOsgrM
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Divulga!!!!
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P.S. O Rui Veloso apoia a Elisa Ferreira... Ah Rui nunca enganaste ninguém! A gente até sabe que a vida para os cantores não está num jardim de flores! Esquecia-me... A presença da Rosa Mota no baile... Puxa essa "gaja" não falta em lado nenhum! Pudera!

GRIPE SUÍNA: INFORMAÇÃO


Recomenda-se cuidado sem entrar em pânico
Newsletter de 14 de Maio
Gripenet: continuamos em monitorização extraordinária nos próximos dias.
A(H1N1): o que já sabemos
Na última semana, começou a entender-se melhor as características da nova estirpe do vírus A (H1N1), que emergiu na América do Norte.Com base nos dados do México, uma equipa de investigadores, liderada por Neil Ferguson, estimou o rácio de mortalidade em 0,4 (4 mortes em cada 1000 infectados). Isto é, esta epidemia é mais mortal do que as epidemias sazonais, mas muito longe da severidade da pandemia de 1918 (com um rácio de mortalidade de 2,5%). Fergunson compara a sua severidade à da pandemia de 1957 (“asiática”). Ver em
http://www.gripenet.pt/blog/?p=67Por cada pessoa infectada, é provável que surjam entre 1,2 a 1,6 casos secundários. Esta taxa de ataque é alta quando comparada com a gripe sazonal comum (onde entre 10 a 15% da população pode ser infectada). Contudo, é mais baixa do que é esperado em caso de pandemia (em que 20 a 30% da população pode ser infectada).Resumindo, nesta sua fase, o vírus A(H1N1) merece preocupação e vigilância, mas não é motivo para qualquer tipo de pânico. Algumas críticas a um eventual “excesso de zelo” por parte das autoridades de saúde (a OMS mantém o nível de alerta 5, de pandemia iminente) ignoram o facto de ter havido uma resposta concertada e sido accionadas medidas de contingência, o que terá travado em muito a progressão do vírus. Agora, ele está em adaptação na natureza, competindo com os outros Influenza nosssos conhecidos. E se, no hemisfério norte, a época da gripe está no fim, no Sul está a começar. Daí todas as atenções se virarem para aquele hemisfério, de onde iniciam a sua progressão global os vírus Influenza.
Informação para este blogue da "Gripnet"

O MINISTRO LUIS AMADO QUE SE LIMPE A ESTE GUARDANAPO!

Os portugueses na Holanda enganados pelo Governo.Já nos referimos a isto por 2 vezes (posts mais em baixo em 14 de Abril e 6 de Março)...
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Mas tudo continua ha mesma:José Xavier foi quem denunciou o esbanjamento aqui e aqui... e a questão já foi levada ao parlamento português pelo PCP e, agora, também pelo Deputado Carlos Gonçalves do PSD (ver notícia MP e e pergunta ao Governo na AR ).
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Em resumo; O Governo aldrabou os portugueses fazendo-lhes crer que estava a fazer uma "reforma consular"; mentira!Em matéria de apoio consular na Holanda, o consulado em Roterdão foi extinto, e era suposto que abriria em sua substituição uma "Secção Consular" na Embaixada em Haia.
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Mas nada se concretizou, apesar de já haver novas instalações para a embaixada que ciustam um balúrdio (e continuam a pagar renda em Roterdão, onde dizem que há um "posto de atendimento")...Temos paredes, Mas, quanto a melhorias do serviço, NADA!O velho vice-consul de Roterdão (Justiniano Moreira de Melo há muito que saiu para a reforma... o Chanceler (Ferro) também já saiu.
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Técnicos sociais não há. Temos paredes (caríssimas, porque sem utilização prática). É isto a pseudo-reforma consular do Socratico Governo... É isto a miserável gestão patrimonial do MNE.E esta até nem é a mais grave: ó Sr Deputado Carlos Gonçalves, pergunte ao MNE quanto é que eles pagam de renda mensal pela Embaixada em Nova Deli, na India !
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Disseram-nos que custa a módica quantia de mais de 300 mil euros POR MÊS! - mais do que o custo de uma vivenda no Estoril! mensalmente! E não há neste país auditorias das finanças à gestão do MNE? E não há Tribunal de Contas?E, já agora, pergunte-se também quantos milhões já foram esbanjados para as empresas de informática desde há anos a esta parte...Até quando é que continuaremos entregues a esta bicharada?
Publicada por Adelo em
17:29 1 comentários - Publicado no blogue desconsulados.
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P.S. Nada há fazer por agora... Vamos esperar pelo novo Governo. E ver se depois termina o descalabro, o pandemónio e a diplomacia de "croquete" que pensam que os portugueses são cidadão de quinta classe.
Se há o critério de não mandarem "badanecos" aspirantes a diplomatas que nem para limpar o chão das chancelarias servem.
Tribunal de Contas...
Auditorias?
Para quê?
Se o Ministério dos Negócios Estrangeiros de Portugal é um Estado dentro de outro!
Balelas,balelas naquela gente fina e de punhos de renda ninguém lhe toca nem com uma palha de feno.
José Martins

ESPERA-SE QUE O ALBERTO NÃO ANDE À BANANADA COM JOSÉ SÓCRATES



Macacos me mordam que não me acredito mesmo nada que o Alberto Jardim esteja feliz com a visita de José Sócrates à "sua" ilha...
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A miudagem (alguma) da escolas vai ficar em palpos de aranha com uns "Magalhães" que o Sócrates vai levar na bagagem para lhes oferecer.
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Estou ansioso por ouvir o discurso de boas vindas do Jardim...
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Bem o Sócrates até não sabe aquilo que lhe pode acontecer!
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É que quem se mete com o Alberto fica sempre borrado!
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Aguardem pelo desenrolar da peça de teatro, amanhã, na Madeira que é do Jardim!

BENZAM-SE POR AÍ...E ANALISEM PELOS NOMES INSERIDO QUEM GOVERNA PORTUGAL! OS PORTUGUESES (O POVO) NÃO PASSAM DE UNS OTÁRIOS!


“INVESTIGAÇÃO”
O universo secreto da maçonaria

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AS LIGAÇÕES PODEROSAS DA ORGANIZAÇÃO QUE NÃO QUER APARECER
A MAÇONARIA POR DENTRO
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São militantes do PS, do PSD e do CDS; são ministros, diplomatas e elementos dos serviços secretos.
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A SÁBADO teve acesso a informações e documentos internos que mostram onde estão os maçons em Portugal, o que controlam e quais os rituais que são obrigados a seguir.
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Manual para perceber como vive a organização mais misteriosa da sociedade e quais as suas ligações ao poder.
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Por António José Vilela e Fernando Esteves
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De venda negra a cobrir os olhos, com a perna esquerda das calças arregaçada e uma parte do peito completamente à mostra, aquele que ainda hoje é um dos homens mais influentes de Portugal conseguia apenas distinguir sons, vozes e instruções dadas pelo venerável mestre da loja maçónica a que estava prestes a aderir como maçon aprendiz.
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Na derradeira prova antes de poder ser um membro de pleno direito do Grande Oriente Lusitano (GOL), fizeram-no dar três voltas completas, de olhos vendados, ao templo maçónico - todas elas com um significado simbólico (ver infografia).
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Sempre acompanhado pelo mestre de cerimónias, o homem que se certifica de que o ritual é escrupulosamente cumprido, superou o teste.
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Pelo caminho, teve de ouvir barulhos de espadas a bater no chão e mulheres a bater nas madeiras e teve de sentir o calor do fogo e a temperatura fria da água.
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Já com os percursos feitos sempre da esquerda para a direita da loja; que é como quem diz das trevas para a luz -, mas ainda de olhos vendados, foi conduzido ao altar.
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Estava na altura de finalmente ser iluminado pela figura do venerável. Ao cair da venda, veria a luz.
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Viu mais do que isso: um conjunto de homens com aventais de cores e disposições variadas, alinhados como numa parada militar. À sua frente, o líder da loja levantou uma espada que atravessava o testamento maçónico que escrevera antes de entrar na loja, numa câmara escura e sombria, com caveiras humanas desenhadas nas paredes.
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Nesse pedaço de papel registara as suas últimas reflexões profanas, que começavam agora a ser despedaçadas pelas chamas.
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Jorge Coelho - um dos mais influentes militantes da história do Partido Socialista estava a entrar num mundo desconhecido da maior parte dos portugueses: - o universo secreto da maçonaria.
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ANTES DELE - QUE CHEGOU ao GOL há pelo menos seis anos, durante o grãomestrado de Eugénio de Oliveira (1996 / 02) -, muitas outras figuras influentes da sociedade portuguesa passaram pelo ritual iniciático.
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Entre elas, Almeida Santos (ex-presidente da Assembleia da República), António Vitorino (antigo ministro socialista da Defesa e excomissário europeu), João Soares (ex-presidente da Câmara Municipal de Lisboa), João Cravinho (ex-ministro das Obras Públicas e actual administrador do Banco Europeu para a Reconstrução e Desenvolvimento), Ricardo Sá Fernandes (advogado e ex-secretário de Estado dos Assuntos Fiscais), Maldonado Gonelha (administrador da Caixa Geral de Depósitos e ex-ministro da Saúde), Isaltino Morais (presidente da Câmara Municipal de Oeiras) e António de Sousa Lara (ex-subsecretário de Estado da Cultura de um governo de Cavaco Silva e professor, que acabou envolvido no escândalo da Universidade Moderna).
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Esta é uma curta lista entre milhares de nomes, divididos por várias obediências - as mais representativas são o Grande Oriente Lusitano (GOL), liderado pelo ex-deputado sodalista António Reis, e a Grande Loja Regular de Portugal (GLRP), dirigida pelo escritor Mário Martin Guia - que se movem em todos os sectores de actividade. É a acção conjunta destes homens, que se reúnem entre as paredes discretas dos templos maçónicos, repletos de símbolos e artefactos, que forma o designado "lóbi maçónico".
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O último episódio demonstrativo da proximidade entre a maçonaria e o poder surgiu na mais recente remodelação governamental. António Costa saiu para ser candidato à Câmara Municipal de Lisboa e, para seu sucessor na pasta da Administração Interna, foi designado Rui Pereira, que hoje é visto como um dos nomes mais fortes do GOL.
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Fez parte da Loja Convergência, liderada por Luís Nunes de Almeida, o ex-presidente do Tribunal Constitucional (TC) falecido em 2004 e em cujo funeral maçons de várias lojas e obediências fizeram - sem o conhecimento do prior Horácio Correia, responsável pela Basílica da Estrela – uma cadeia de união (ritual maçónico em que todos dão as mãos e proferem as últimas palavras de homenagem ao morto).
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O acto decorreu discretamente na casa mortuária, longe dos olhos de elementos não maçons, os "profanos".
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Frequentador assíduo destas e de outras reuniões maçónicas, Rui Pereira dividiu ultimamente tarefas entre a visível coordenação da Unidade de Missão para a Reforma Penal e a presidência-sombra do Supremo Tribunal Maçónico, que acabou por abandonar, segundo fontes do GOL, quando foi há poucos meses escolhido pelo PS para integrar o Tribunal Constitucional. Hoje faz parte da Loja Luís Nunes de Almeida - criada em homenagem ao jurista falecido após a cisão registada na Loja Convergência, que continuou a ter, entre outros membros, Luís Fontoura, social-democrata e ex-secretário de Estado da Cooperação dos governos de Balsemão, e Abel Pinheiro, administrador da Grão-Pará e o ex-homem-forte das finanças do CDS, arguido no processo judicial Portucale.
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Contactado pela SÁBADO, Abel Pinheiro assume uma ligação de mais de 20 anos à maçonaria, considerando que esta “não tem qualquer espécie de poder”.
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SE NÃO TEM PODER oficialmente, pelo menos está "representado" em vários órgãos de poder. Rui Pereira, o actual ministro da Administração Interna, já foi director, entre 1997 e 2000, do Serviço de Informações de Segurança (SIS) e mantém desde então relações próximas com o mundo da espionagem portuguesa. Rui Pereira - que não quis falar com a SÁBADO sobre a sua ligação à maçonaria - é também olhado como uma ponte entre o GOL e a GLRP [Grande Loja Regular de Portugal], através do seu grande amigo José Manuel Anes. Além de ser hoje grão-mestre honorário da GLRP, Anes é director da revista maçónica Aprendiz e da publicação Segurança e Defesa, lançada em Outubro de 2006 pela editora Diário de Bordo, e onde escrevem vários elementos ligados aos serviços secretos.
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Os membros da maçonaria têm marcado presença na definição das opções do País, em especial junto de governos socialistas. Há áreas em que os maçons actuaram desde sempre, como a administração interna e os serviços de informações, e outras em que a sua influência é grande. Os governos de António Guterres são um exemplo claro. Jorge Coelho, enquanto ministro da Administração Interna, teve como secretário de Estado Armando Vara - outro maçom, que hoje é administrador da Caixa Geral de Depósitos, nomeado pelo Governo.
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No exercício das suas competências, Coelho nomeou em 1997, para dirigir o SIS, Rui Pereira, que acabou por sair três anos depois para ocupar o cargo de secretário de Estado da Administração Interna. Jorge Coelho - que não quis falar à SÁBADO de maçonaria ("Nunca falei disso com ninguém, mas vou ter muito gosto em ler o artigo") - já então tinha trocado a pasta da Administração Interna pela do Equipamento Social e Rui Pereira ficou sob a alçada de Alberto Costa, hoje ministro da Justiça e que desmentiu à SÁBADO qualquer ligação à maçonaria.
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NESSE MESMO GOVERNO, em 2000, Fausto Correia, outro histórico do Grande Oriente Lusitano, ocupou o cargo de secretário de Estado adjunto do ministro de Estado, o seu amigo e "irmão" Jorge Coelho. Noutra área, a dos Assuntos Fiscais, estava o advogado de Carlos Cruz no processo Casa Pia, Ricardo Sá Fernandes, também ele membro do GOL. Mas a presença dos maçons no executivo de António Guterres não pára aqui.
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Na área da Habitação estava Leonor Coutinho, há muito mestre na Grande Loja Feminina de Portugal.
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O secretário de Estado da Saúde era José Miguel Boquinhas (maçom e amigo de Jorge Coelho, de quem passou a ser sócio numa clínica de exames laboratoriais, a Fisiocontrol), que chegou a candidatar-se, há cerca de três anos, a bastonário da Ordem dos Médicos com fortes apoios de médicos (até sindicalistas) maçons.
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Acabou por perder para Pedro Nunes, o actual bastonário, que por sua vez sucedeu a Germano de Sousa, outro elemento do GOL. Também Rui Cunha, um maçom do GOL recentemente nomeado pelo Governo para provedor da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, foi secretário de Estado adjunto do ministro do Trabalho e da Solidariedade.
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Ainda no mesmo Executivo, Armando Vara, depois de ter desempenhado as funções de secretário de Estado da Administração Interna, foi nomeado ministro da Juventude e do Desporto.
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Carlos Zorrinho, que era na altura secretário de Estado adjunto do ministro da Administração Interna, entrou há pouco para o GOL. Segunda-feira, 18h30, Janeiro de 2007. Dois homens de fato escuro e gravata saem do n.º 17 da Rua João Saraiva, em Alvalade, e atravessam apressadamente a estrada neste fim de tarde já escuro.
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Dirigem-se a uma carrinha cinzenta Citroën C5. Abrem a mala, retiram aquilo que parecem roupas dobradas e uma maleta de cabedal preto, com pequenas rodas, que um deles arrasta pelo chão. Num instante, já estão a regressar ao edifício, mas ainda falta cerca de meia hora para a reunião da Loja Mercúrio, talvez a mais secreta da maçonaria regular portuguesa.
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À medida que o tempo vai passando, começam a chegar os carros. Um BMW 520i segue devagar, o motorista leva-o algumas dezenas de metros adiante, dobra a esquina e estaciona. Jorge Silva Carvalho, o chefe de gabinete que o secretário-geral do SIRP (Serviço de Informações da República Portuguesa) requisitou ao SIS, sai do banco traseiro, ajeita o fato azulescuro e põe-se calmamente a caminho, deixando para trás o carro que é propriedade da secreta militar e que, desde 2002, foi cedido ao gabinete do director do SIRP, Júlio Pereira.
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Quase no mesmo instante, mas do outro lado da rua, o motorista de um BMW propriedade da Câmara Municipal de Oeiras estaciona e um homem sai apressado em direcção ao edifício degradado. É Isaltino Morais, que se junta a Emanuel Martins, líder do PS de Oeiras e um dos 17 maçons presentes na reunião de irmãos que se vai prolongar por mais de duas horas. Emanuel Martins tem sido o principal responsável pelo facto de Isaltino Morais ainda não ter caído da presidência da câmara: contra todas as expectativas, o líder da oposição tem vindo a manifestar solidariedade para com o autarca e seu "irmão", acusado pelo Ministério Público dos crimes de corrupção, branqueamento de capitais e abuso de poder. Questionado pela SÁBADO sobre o assunto, Isaltino Morais não quis falar.
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Por essa altura, já outros carros topo de gama procuram estacionamento. Alguns estão a coberto do anonimato assegurado pelos registos - uns são Mercedes em leasing, outros são Audis registados em nome de empresas. Outros nem tanto, como é o caso de um Citroën C5 azul guiado por Paulo Miranda, o homem que foi vice-presidente do Conselho Nacional do CDS, ou o Opel Vectra que é propriedade do ex-reitor da Universidade Moderna, Britaldo Rodrigues.
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Hoje é dia de iniciações de aprendizes, gente que vai entrar nos segredos da maçonaria. Um homem de cerca de 50 anos parece perdido. Olha para os edifícios em redor, agarra no telemóvel e obtém a confirmação do número da porta. Lá dentro, no andar superior ao corredor dos Passos Perdidos (onde são afixados os nomes de quem está em vias de ser iniciado), José Moreno, o social-democrata subdirector do Gabinete de Planeamento do Ministério das Finanças, e Paulo Noguês, especialista em marketing político e institucional, estão a postos para iniciar os rituais secretos da Grande Loja Regular de Portugal, que serão inevitavelmente seguidos de um ágape, uma espécie de convívio de homenagem aos recém-admitidos.
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OS NOVOS “IRMÃOS” terão aí a oportunidade de, pela primeira vez, tomar contacto com a linguagem codificada da instituição: obedecendo às instruções dos mestres (o grau máximo que se pode atingir numa loja maçónica), pegam num "canhão" (copo), "carregam-no" (enchemno) de "pólvora forte branca" (vinho branco) ou, em alternativa, de "pólvora forte vermelha"ite (vinho tinto) ou de "pólvora explosiva" (champanhe); "alinham" (colocam os copos em linha) e "fazem fogo" (bebem).
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A bebida é frequentemente acompanhada de "materiais" (comida). Há quem opte por colocá-los na "telha" (prato), agarrando na "trolha" (colher) ou no "tridente" (garfo), para de seguida "demolir os materiais" (mastigar). Para que o ambiente permaneça descontraído, é possível experimentar "pólvora do Líbano" (tabaco) ou "fazer fogo" com "pólvora fulminante" (licor).
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Normalmente este ritual tem lugar na sede da própria obediência, mas o edifício degradado em que funciona a maçonaria regular, situado em Alvalade, não é propício a grandes convívios. Resultado: os "irmãos" preferem carregar a simbologia para o restaurante mais próximo, onde discretamente convivem ao jantar. Como aconteceu nessa noite.
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A GLRP é uma verdadeira salada de frutas de políticos. Reúne socialistas e monárquicas, sociais-democratas e centristas. Todos se dizem homens bons à procura do aperfeiçoamento individual e da humanidade, mas poucos se questionam sobre alguns dos episódios polémicos daquela obediência em Portugal, como o da estratégia montada durante largos meses pela direcção da Grande Loja para conseguir uma nova sede - um palacete situado em pleno Príncipe Real, em Lisboa - cedida pelo ex-presidente da Câmara de Lisboa, Carmona Rodrigues.
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Para "seduzir" o agora recandidato, a GLRP até lhe atribuiu uma importante condecoração maçónica, a grã-cruz da Ordem Honorífica Gomes Freire de Andrade. A divulgação do caso pela SÁBADO, em Abril, levou o vereador do Bloco de Esquerda, José Sá Fernandes, a fazer um requerimento para saber exactamente o que tinha sido acordado.
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Nunca obteve resposta, mas, ao que tudo indica, o palacete vai mesmo chegar às mãos da GLRP. De resto, o universo da autarquia lisboeta é um autêntico caldeirão maçónico. A SÁBADO sabe que o antigo chefe de gabinete de Carmona Rodrigues, Cal Gonçalves, é maçom. O mesmo sucede com vários membros da oposição no PS Lisboa, como Rui Paulo Figueiredo, que pertence à Loja Mercúrio, ou Miguel Coelho, líder da distrital do partido, Dias Baptista, líder do PS na autarquia, ou ainda Rosa do Egipto (recém-nomeado administrador da EPUL), Arnaldo João (advogado e ex-EPUL) e Gonçalo Velho (PS de Carnide).
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Em declarações à SÁBADO, José Manuel Anes afirma que ainda não acredita que o negócio em causa estivesse em marcha: "Estou profundamente triste pelo que li na vossa revista. Fiquei de boca aberta. A minha sensibilidade maçónica ficou ofendida".
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Nandim de Carvalho, ex-grão-mestre da GLRP, não percebe Anes: "Isso não tem ponta por onde se lhe pegue. É uma declaração ininteligível." E Nandim de Carvalho não fica incomodado com o secretismo com que toda a operação estava a ser planeada.
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SEGUNDO DOCUMENTOS a que a SÁBADO teve acesso, também já houve comendas atribuídas aos presidentes das Câmaras de Setúbal e Palmela, respectivamente, Carlos Sousa e Ana Teresa Vicente. As autarquias são outro dos sectores onde a maçonaria também tenta ter uma presença forte. Em Maio e Junho de 2001, o GOL organizou a exposição Maçonaria na Figueira, realizada no museu camarário.
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Em documentos internos da organização que a SÁBADO consultou, é destacado o "empenho e o profissionalismo" de diversas pessoas. Entre elas, o então vereador social-democrata Miguel Almeida. Melhor, o "irmão" Miguel Almeida, que seria braço-direito de Santana Lopes na Câmara de Lisboa, e que por diversas vezes o aconselhou a visitar o GOL e a subsidiar vários eventos da instituição.
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À SÁBADO, o actual deputado sublinha que não lhe repugna que os membros da instituição procurem ajudá-la. "Se for para defender os valores da casa, não acho mal, pelo contrário", afirma. Será apenas coincidência, mas os maçons estão sempre a encontrar-se nas autarquias. Ainda nas últimas eleições, depois de Manuel Maria Carrilho ter feito uma manobra de antecipação, anunciando a disponibilidade para ser candidato do PS a Lisboa, João Soares, expresidente da Câmara, resignou-se ao facto de ter de se candidatar à liderança de outra cidade.
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Acabou por conseguir ser a aposta do PS a Sintra. O coordenador autárquico do partido era o seu "irmão" Jorge Coelho. Uma curiosidade: João Soares é um maçom sui generis. Na sua loja recusa-se terminantemente a usar o tradicional avental, por considerar que é "abichanado".
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Em declarações à SÁBADO, João Soares confirma: "Uso avental em casa, não sou pessoa de grandes rituais. Estou lá pelo espírito republicano e laico da organização". Um espírito que é defendido intransigentemente pelo grão-mestre António Reis. "Não telecomandamos pessoas ou grupos. Faço uma distinção total entre a espiritualidade ética e laica e os grupos de pressão que não somos", diz. Vítor Ramalho, deputado do PS e maçom assumido, tem mais dúvidas. "Vejo com grande criticismo a entrada de certas pessoas e houve um período em que a maçonaria abriu as portas de forma menos avisada", refere.
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Resumindo: todos terão a consciência de que para manter o espírito puro é necessário muito esforço interno. Se não, veja-se a declaração de princípios da lista encabeçada em 2002 por António Arnaut, na qual se mencionava a corrupção e o compadrio nos partidos políticos, defendendo-se até a existência de um "novo tipo de prática maçónica" que levasse os "irmãos" para longe das disputas partidárias, tanto mais que os partidos, "que deviam ser intérpretes do interesse nacional e escolas de civismo", se transformaram em "máquinas de conquista de poder e agendas de emprego".
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O diagnóstico era, portanto, desanimador. "A corrupção alastra, o compadrio substitui o mérito, o interesse material oblitera o dever de servir a comunidade", dizia o documento, apontando outros potenciais culpados: "São as multinacionais que inspiram certas leis e são os canais de televisão que ditam as regras, criam factos políticos e impõem a obscenidade."
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EM 1998, Fernando Negrão, o actual candidato do PSD à Câmara de Lisboa, que era então director da Polícia Judiciária, afirmou ao jornal Expresso que a maçonaria "com certeza democratizará a sua visibilidade". Inquirido pelo mesmo jornal, Jorge Coelho, que era ministro da Administração Interna, disse que não faria sentido uma investigação sobre quem é quem na maçonaria portuguesa porque a época das perseguições já passara.
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O ponto de vista do exdirigente socialista parece ter vingado: na discussão que decorreu no ano passado no Parlamento, os deputados esclareceram muito bem quais seriam as novas regras do registo público de interesses a vigorar a partir de 2009. De fora ficaram, por proposta do PS e com a abstenção de toda a oposição, as ligações à maçonaria.
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O desejo de secretismo sobre os membros da instituição vem de longe e mantém-se até hoje. Até para se reconhecerem em público os maçons utilizam códigos. Um exemplo: dois "irmãos" estão a falar em público sobre um qualquer assunto da loja a que pertencem. Um deles percebe que há um "profano" que se aproxima. Para avisar o interlocutor, diz a seguinte frase: "Está a chover."
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Outro ainda: um membro desconfia, mas não tem a certeza, de que uma pessoa que se prepara para conhecer é maçom. Para o confirmar, ao cumprimentá-la dá-lhe três toques com o polegar. Se houver resposta igual, é um "irmão". Outra forma de se reconhecerem: num jantar de grupo, um maçom pensa estar frente a outro maçom, embora não esteja certo disso. Para o saber, olha para ele enquanto coloca a pala da mão aberta sobre o próprio pescoço. Se a resposta for semelhante, o mistério está desfeito.
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ANTÓNIO ARNAUT - que, em 1978, enquanto ministro dos Assuntos Sociais, protagonizou um dos episódios mais sintomáticos da influência da maçonaria na sociedade civil, ao colocar em discussão o projecto de lei que criaria o Serviço Nacional de Saúde primeiro na sua loja maçónica e só depois no Parlamento - desempenhou um papel importante na relativa abertura da instituição.
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Ao contrário do que sucedeu com o seu antecessor - o coronel Eugénio de Oliveira, que usava o nome simbólico de Gandhi na Loja O Futuro, onde Afonso Costa (chefe de alguns Governos durante a I República) também esteve - o grão-mestre defendeu maior divulgação da natureza e dos princípios do GOL.
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Foi por isso que abriu as portas do palacete situado no Bairro Alto, em Lisboa, a personalidades como Jorge Sampaio, D. Duarte, Pedro Santana Lopes ou Jaime Gama, que na altura declarou que era o primeiro presidente da Assembleia da República não maçom de Portugal. Não era.
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O seu antecessor, Mota Amaral, pertence, de facto, a uma organização igualmente discreta, mas com outro nome - a católica Opus Dei. Em diversos documentos do GOL e da GLRP a que a SÁBADO teve acesso são feitas referências a encontros com o poder político e económico, muitos deles secretos: "Há que destacar também a recepção pelo grão-mestre do GOL de dirigentes de partidos políticos, embaixadores creditados em Portugal (...)", pode ler-se numa comunicação interna do GOL, que, ao contrário do que acontece com a GLRP, não revela nomes "profanos" nos seus documentos, optando, por uma questão de segurança, pela utilização de nomes simbólicos (todos os maçons têm um) ou, no caso de se tratar de representantes institucionais exteriores ao GOL, pela inscrição das iniciais dos seus nomes.
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A maçonaria está por todo o lado. Para intervir activamente na sociedade civil, cria as chamadas instituições para-maçónicas. Entidades como a Academia das Ciências de Lisboa, a Universidade Livre, os Pupilos do Exército, a Voz do Operário, a editora Hugin ou o Montepio Geral foram pensadas primeiro em lojas maçónicas e só depois lançadas na sociedade civil, normalmente com maçons na sua direcção.
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Foi isso que aconteceu também com a Universidade Moderna. Um professor maçom que esteve ligado ao projecto desde o início garante que a ideia foi desenvolvida na maçonaria. "O José Júlio Gonçalves e o Oliveira Marques [historiador que morreu recentemente] estavam em conflito porque os dois queriam ser reitores", afirma. "Nessa altura, a ideia era chamar-lhe Europa, mas um dia o José Júlio, que era quem tinha arranjado forma de viabilizar o projecto, perdeu a paciência e disse ao Oliveira Marques para fazer a sua própria universidade.
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Foi quando criou a Moderna." A versão é contestada por Nandim de Carvalho, fundador e primeiro presidente da Assembleia Geral da Universidade, que garante que Oliveira Marques "não teve participação" na ideia. O projecto acabaria por dar origem a um dos maiores escândalos políticos dos últimos 20 anos, prejudicando a imagem da maçonaria, sobretudo da GLRP.
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E também a de alguns políticos, como Paulo Portas, que foi o primeiro gestor da empresa de sondagens da universidade, a Amostra, e que conduzia um Jaguar da Moderna, ou Santana Lopes, que também geriu a Amostra e que tinha ao serviço um Mercedes Classe A - carros disponibilizados por José Braga Gonçalves, administrador da universidade, filho de José Júlio Gonçalves e membro da maçonaria da Casa do Sino.
“OS PERSONAGENAGENS” AS LIGAÇÕES PODEROSAS DA ORGANIZAÇÃO QUE NÃO QUER APARECER
“A MAÇONARIA POR DENTRO” Estrutura dirigente da GLRP Mário Martins Guia - Grão-mestre / Norton de Matos ----- José Moreno - Vice-grão-mestre / Mercúrio Júlio Meirinhos - Vice-grão-mestre / Rigor - - Paulo Noguês - Assistente de grão-mestre / Brasília Luís Lopes - Assistente de grão-mestre / Marquês de Pombal - - R. LeIé - Assistente vice-grão-mestre moreno I Mestre
Afonso Domingues - A. Rente - Assistente vice-grão-mestre meirinhos / Egitânia - - José Coelho Antunes - Grande secretário I Norton de Matos - I. Fonseca Vice-grande secretário / Norton de Matos - - Manuel Martins da Costa - Assistente de / grande secretário / Marquês de Pombal Mário Gil Damião da Silva - Assistente de grande secretário I Norton de Matos - - J. A. Ferreira - Grande correio-mor / Estrela do Manhã Alcides Guimarães - Primeiro grande vigilante / Rei Salomão - - L Homem - Segunda grande vigilante / Conímbriga Augusto Castro - Vice-primeiro grande vigilante / Anderson - - R. Cruz - Vice-segundo grande vigilante / Portus Calle Francisco Queiroz - Grande capelão / Teixeira de Pascoaes - - Benito Martinez - Vice-gronde capelão / Quinto Império Mário Máximo - Grande orador / Nova Avalon - - H. Veiga - Vice-grande orador / Bispo Alves Martins Vítor Gabão Veiga - Grande hospitaleiro e esmoler / Soliditas - António Vicente - Grande arquivista e bibliotecário I Harmonia Arnaldo Matos - Grande porta-estandarte / Miramar - - Manuel Cabido Mota - Grande superintendente e guardião do templo / Harmonia Luís Honrado Ramos - Grande mestre de cerimónias / Almeida Garrett - - Miguel Cardina - Primeiro grande experto / Mestre Afonso Domingues Luís Pombo - Segunda grande experto / Miramar - - Esmeraldo Mateus Vivas - Segundo grande experto / Marquês de Pombal Manuel Pinto - Grande organista / Porto do Graal - - Nuno Jordão - Grande porta-espada I Nova luz - - J. Ruah - Grande inspector I Mestre Afonso Domingues João Oliveira e Silva - Grande inspector I Fernando Pessoa - - Edgar Gencsi - Grande inspector I Miramar Manuel Sacavém - Grande inspector / Lusitânia Nuno Silva - Vice-grande inspector / Fernando Pessoa José Fernando d’AIte - Vice-grande inspector / Almeida Garrett - - G. Ribeiro - Vice-grande inspector I Aristides Sousa Mendes Manuel Tavares Oliveira - Vice-grande inspector / Anderson ---- ---- José Oliveira Costa - Assistente grande inspector / Bispo Alves Martins Armando Anacleto - Assistente grande inspector / Egitânia - - António Delfim Oliveira Marques - Assistente grande inspector /
Egas Moniz Jorge Vilela Carvalho - Assistente grande inspector I Astrolábio - Paulo Albuquerque - Assistente grande inspector / Lusitânia
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Membros do governo e deputados
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Nomes que são da maçonaria ou, em algum momento, foram membros: Rui Pereira (actual ministro da Administração Interna e ex-director dos serviços secretos) António Castro Guerra (actual secretário de Estado adjunto, da Indústria e Inovação) António Arnaut (ex-ministro socialista) Jorge Coelho (ex-ministro socialista) António Vitorino (ex-rninistro socialista, entretanto expulso do GOL) Isaltino Morais (ex-ministro social-democrata e actual presidente da Câmara de Oeiras) Almeida Santos (ex-ministro e ex-presidente do Parlamento)
João Cravinho (ex-ministro socialista) Armando Vara (ex-ministro PS e actual administrador da CGD) Rui Gomes da Silva (deputado e ex-ministro do PSD) Carlos Zorrinho (ex-secretário de Estado PS e coordenador do Plano Tecnológico) Fausto Correia (eurodeputado e ex-secretário de Estado socialista) Juristas, diplomatas e espiões António Lamego (advogado)
António Pinto Pereira (advogado)
José António Barreiras (advogado)
Diamantino Lopes (ex-vice-bastonário da Ordem dos Advogados)
Rodrigo Santiago (advogado)
Nuno Godinho Matos (advogado)
Guerra da Mata (advogado)
Miguel Cardina (advogado)
Manuel Pinto (advogado)
Luís Moitinho de Oliveira (advogado)
Ricardo Sá Fernandes (advogado e ex-secretário
de Estado dos Assuntos Fiscais do PS)
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Ricardo da Velha (desembargador jubilado e exparticipante no programa televisivo O Juiz Decide)
Jorge Silva Carvalho (chefe de gabinete de Júlio Pereira, director do Serviço de Informações da República Portuguesa)
José Manuel Anes (director da revista Segurança e Defesa)
José Fernandes Fafe (diplomata)
Fernando Reino (diplomata jubilado)
Gestores, médicos e militares
Abel Pinheiro (administrador da Grão-Pará)
Maldonado Gonelha (administrador da Caixa Geral de Depósitos e ex-ministro da Saúde socialista)
Fernando Lima Valadas (gestor da construtora Abrantina)
Amadeu Paiva (administrador da Unicre)
Carlos Monjardino (presidente da Fundação Oriente)
José Miguel Boquinhas (médico, presidente do conselho de administração do Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental e ex-secretário de Estado socialista)
Germano de Sousa (ex-bastonárioda Ordem dos Médicos)
Cipriano Justo (médico e sindicalista)
Jacinto Simões (médico e ex-director do Hospital de Santa Cruz)
Santinho Cunha
(médico legista)
Vasco Lourenço (militar de Abril)
Palma lnácio (ex-resistente antifascista)
Professores, arquitectos, escritores, músicos e outros
José Júlio Gonçalves (ex-reitor da Universidade Moderna)
António de Sousa Lara (professor e exsubsecretário de Estado da Cultura socialdemocrata)
Lemos de Sousa (professor catedrático)
Jorge de Sá (professor e director da empresa de sondagens Aximage)
Fernando Condesso (professor)
José Manuel Fava (arquitecto e ex-sogro de José Sócrates)
Troufa Real
(arquitecto)
José Jorge Letria (escritor)
Mário Zambujal (escritor)
José Fanha (escritor)
Fausto (cantor)
Carlos Alberto Moniz (cantor)
José Nuno Martins (apresentador)
Nicolau Breyner (actor)
Moita Flores (argumentista e presidente da Câmara Municipal de Santarém)
Henrique Monteiro (director do jornal Expresso)
João Proença
(secretário-geral da UGT)
NOTA EXTRA:
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POSIÇÃO DA IGREJA PERANTE A MAÇONARIA
Por vezes pergunta-se entre nós o que é a Maçonaria e o porquê do antagonismo entre religião cristã e maçonaria e o motivo por que um cristão, designadamente um católico, não pode pertencer a associações maçónicas sem trair a sua Fé. É preciso saber que, mesmo quando a associação maçónica (cuja adesão é vinculativa) não professa declarado ateísmo ou agnosticismo, a sua concepção de um “Supremo arquitecto do Universo” não é compatível com a concepção cristã do Deus pessoal dos ensinamentos de Jesus Cristo que nos são transmitidos pela Igreja. Daí o esclarecimento da S. Congregação da Doutrina da Fé, com data de 26 de Novembro de 1982: – «Os fiéis que pertencem às associações maçónicas estão em estado de pecado grave e não podem aproximar-se da Sagrada Comunhão».
«Separar a fé da vida concreta não é bom, nem para a fé, nem para a vida, pois é exactamente a Vida verdadeira que celebram na Ceia do Senhor.» «Um católico, consciente da sua fé e que celebra a Eucaristia, não pode ser mação, e se o for convictamente, não pode celebrar a eucaristia». – Cardeal-Patriarca, D. José Policarpo, in Nota Pastoral da Quaresma de 2005.
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Aliás, escreve o maçom Manuel Borges Grainha, na sua História da Maçonaria em Portugal, editada em 1913, reeditada em português da edição francesa em 1976 (Edit. Veja), na pág. 44: - «O Grande Arquitecto do Universo não é certamente o Jeová hebraico nem o Deus cristão: é a maneira filosófica de representar as forças criadoras e impulsivas da Natureza» A. Rente - (GLRP) - Assistente vice-grão-mestre meirinhos / Egitânia Abel Pinheiro (administrador da Grão-Pará // e ex-homem forte das finanças do CDS “assume uma ligação de mais de 20 anos à maçonaria”) Arguido no processo judicial Portucale. Alcides Guimarães - (GLRP) - Primeiro grande vigilante / Rei Salomão Almeida Santos (ex-rninistro e ex-presidente do Parlamento) Amadeu Paiva (administrador da Unicre) António Arnaut, (PS) em 1978, ex- ministro dos Assuntos Sociais em 2002, assinava uma declaração de princípios que denunciava a corrupção e o compadrio nos partidos políticos, defendendo-se até a existência de um "novo tipo de prática maçónica". António Castro Guerra (actual secretário de Estado adjunto, da Indústria e Inovação) António de Sousa Lara (ex-subsecretário de Estado da Cultura de um governo de Cavaco Silva e professor e ex-subsecretário de Estado da Cultura, social-democrata, que acabou envolvido no escândalo da Universidade Moderna). António Delfim Oliveira Marques - (GLRP) - Assistente grande inspector / Egas Moniz António Lamego (advogado) António Pinto Pereira (advogado) António Reis, ex-deputado sodalista, grão-mestre do Grande Oriente Lusitano (GOL), António Vicente - (GLRP) - Grande arquivista e bibliotecário / Harmonia .
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António Vitorino (antigo ministro socialista da Defesa e excomissário europeu), entretanto expulso do GOL. Armando Anacleto - Assistente grande inspector / Egitânia Armando Vara, depois de ter desempenhado as funções de secretário de Estado da Administração Interna, foi nomeado ministro da Juventude e do Desporto. Hoje é administrador da Caixa Geral de Depósitos, nomeado pelo Governo. Arnaldo João (advogado da ex-EPUL). Arnaldo Matos - (GLRP)
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- Grande porta estandarte / Miramar Augusto Castro - (GLRP) - Vice-primeiro grande vigilante / Anderson Benito Martinez - (GLRP)- Vice-grande capelão / Quinto Império Cal Gonçalves, (GLRP),antigo chefe de gabinete de Carmona Rodrigues é maçon. O mesmo sucede com vários membros da oposição no PS Lisboa. Carlos Alberto Moniz (cantor) Carlos Monjardino (presidente da Fundação Oriente) Carlos Zorrinho, ex- secretário de Estado adjunto do ministro da Administração Interna e coordenador do Plano Tecnológico, entrou há pouco para o GOL.
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Cipriano Justo (médico e sindicalista) Diamantino Lopes (ex-vice-bastonário da Ordem dos Advogados) Dias Baptista (líder do PS na autarquia/Lisboa) Edgar Gencsi - (GLRP)- Grande inspector / Miramar Emanuel Martins (líder do PS de Oeiras, apoiante de Isaltino de Morais na Câmara) Esmeraldo Mateus Vivas - (GLRP) - Segundo grande experto / Marquês de Pombal. Eugénio de Oliveira, coronel, [GOL] grão-mestre, (de 1996/02) que usava o nome simbólico de Gandhi na Loja O Futuro, onde esteve Afonso Costa; defendeu maior divulgação da natureza e dos princípios do GOL Fausto (cantor) Fausto Correia, - (PS) euro-deputado, outro histórico do Grande Oriente Lusitano; em 2000, no governo de Guterres, ocupou o cargo de secretário de Estado adjunto do ministro de Estado, o seu amigo e "irmão" Jorge Coelho. Fernando Condesso (professor) Fernando Lima Valadas (gestor da construtora Abrantina) Fernando Reino (diplomata jubilado) Francisco Queiroz
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- (GLRP) - Grande capelão / Teixeira de Pascoaes. G. Ribeiro - (GLRP)- Vice-grande inspector I Aristides Sousa Mendes. Germano de Sousa (ex-bastonárioda Ordem dos Médicos. Outro elemento do GOL.) Gonçalo Velho (PS de Carnide) Guerra da Mata (advogado) H. Veiga - (GLRP) - Vice-grande orador / Bispo Alves Martins Henrique Monteiro (director do jornal Expresso) I. Fonseca - (GLRP)- Vice-grande secretário / Norton de Matos Isaltino Morais (ex-ministro social-democrata e actual presidente da Câmara de Oeiras) PSD. J. A. Ferreira
- (GLRP) - Grande correio-mor / Estrela do Manhã J. Ruah
Extraído de CIDADÂOdeCARDIGOS

O SEDUTOR


Na visita e Cavaco Silva á Turquia, aconselhou os turcos a terem calma em relação à sua entrada na União Europeia. Deu ainda um conselho adicional – seduzir os parceiros europeus. “A palavra-chave é sedução. Seduzir, foi isso que (nós os portugueses) andámos a fazer durante sete anos”. Realmente um sedutor irresistível este Sr. Silva.PS: Continuando com a minha colecção das danças cavaquista nas suas viagens aqui fica a (türk halk müziği) dança turca, como sempre realizada com a sua cara metade, a inconfundível Maria.


Da nossa avença:KAOS

SUPER CARMELINDA PEREIRA





Não concordo com todas as ideias e actividade politica do POUS da Carmelinda Pereira, mas não posso deixar de admirar a sua persistência na defesa daquilo em que acredita e todo o trabalho e tempo que gasta numa luta, para muitos condenada, por ignorada pela comunicação social e pelos poucos recursos que têm, (um orçamento de 720 Euros para a campanha das eleições Europeias), a não chegar à maioria das pessoas. Mesmo assim não desiste, não se cansa de reunir os seus apoiantes, defender as suas ideias e participar em todas as lutas que considera justas. Apoio-a nestas eleições por defender duas ideias que considero correctas e que representam soluções reais para a crise que atravessamos. Primeiro, a Proibição de todos os despedimentos, acabando com o a politica do estado pagar o desemprego, com subsídios e injecções de capital, mas o emprego, garantindo que o tecido produtivo do país não é destruído. A segunda medida, a Ruptura com a União Europeia, deixando de obedecer a imposições capitalistas e neo-liberais e defendendo uma outra Europa constituída por povos livres e soberanos. Pode parecer demasiado radical, mas perante o avanço do capitalismo global, da ditadura do inevitável e do poder dos Senhores do Mundo, há que agir. Somos enganados todos os dias pelas televisões, pelos políticos, pelos economistas e por todos aqueles que nos dizem que têm soluções milagrosas para os problemas. As soluções temos de ser nós, na recusa do inevitável, tornando possível aquilo que nos dizem não o ser. Como dizia Robert Musil, “Uma utopia é uma possibilidade que pode efectivar-se no momento em que forem removidas as circunstâncias provisórias que obstam à sua realização”.
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IMPRESSÕES SOBRE PRESSÕES


O Conselho Superior do Ministério Público aprovou esta tarde a instauração de um processo disciplinar contra Lopes da Mota, presidente do Eurojust, por alegadas pressões a magistrados para arquivamento do caso Freeport. Segundo avança o “Correio da Manhã”, no relatório é dado como “fortemente indiciado que Lopes da Mota exerceu pressões sobre os magistrados Paes Faria e Vítor Magalhães para que procedessem a um arquivamento parcelar do inquérito sobre o alegado pagamento de luvas para licenciar o centro comercial Freeport”.As alegadas pressões dizem respeito a conversas que o presidente do Eurojust terá mantido com os procuradores que investigam o caso, fazendo considerações sobre a delicadeza do caso, comparando-o ao processo Casa Pia, e adiantando que ambos os magistrados estariam sozinhos, adiantou hoje o DN. Lopes da Mota admitiu depois que disse que o primeiro-ministro queria o caso resolvido rapidamente, não o considerando, porém, uma pressão. Segundo os procuradores alegadamente pressionados, os “recados” terão sido enviados pelo próprio ministro da Justiça, Alberto Costa, que confirmou em Abril no Parlamento que reuniu com Lopes da Mota. O titular da pasta da Justiça referiu ainda nessa altura que iria “retirar todas as consequências”, caso se confirmassem as suspeitas de pressões no caso que envolve o nome do actual primeiro-ministro José Sócrates. Mais um bocadinho de luz sobre a Campanha Negra.
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