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sexta-feira, 29 de maio de 2009

REPOR A DIGNIDADE NAS EMBAIXADAS DE PORTUGAL

Não foi saudável para os portugueseses que neste últimos dias, através dos meios de comunicação terem conhecimento do infeliz caso sucedido na Embaixada de Portugal em Dacar em que está envolvido o embaixador António Montenegro.
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Ora não há fumo sem fogo e algo terá acontecido na chancelaria da missão diplomática, não sendo descartado, de minha parte, que o Embaixador António Montenegro tenha sido vítima de sua inocência e ter-se envolvido com “ruim gente”.
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Todos os homens estão sujeitos a fraquezas! E António Montenegro não foi excepção.
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A diplomacia portuguesa, ficou a perder e tudo o que foi escrito e falado em cima do assunto que voltou num pequeno escândalo diplomático; não tarda a ser esquecido e a vida continuar.
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Acreditamos que o caso da Embaixada de Portugal em Dacar, não foi um mero ajuste de contas, possivelmente, a conspiração, de um funcionário vinculado ao Ministério dos Negócios Estrangeiros de Portugal ou do serviço de segurança local e guardas da entrada da missão.
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Não me parece, conhecendo o embaixador Montenegro, que seja diplomata de produzir conflitos entre o pessoal que dirige, mas foi vítima de sua inocência!
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Há muitos anos ouvi de um amigo as frases seguintes: “Quem das prostitutas faz cabedal ou vai parar à cadeia ou ao hospital...”
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Todos os homens (seja o mais santo de colocar num altar) nasceram fracos e pecadores e não se livram do desejo da carne enquanto neles existir a virilidade.
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Há os que nasceram com a felicidade da perfeição e outros, na gíria: “G2 ou que dão para os dois lados..”
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Estas imperfeições, humanas, da natureza, não tiveram culpa de assim terem sido colocados no Mundo. A sociedade, moderna, de países democráticos tolera-a mas não a aceita abertamente e chacoteia.
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Na embaixada de Portugal em Dacar, felizmente e ainda bem, apenas foram noticiadas “prostitutas” e não “prostitutos”.
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De forma alguma nos acreditamos que o Embaixador António Montenegro tenha estado envolvido em “redes” de prostituição, que tenha ele próprio autorizado a emitir vistos a “prostitutas” do Senegal e ganhar a vida, vendendo o corpo, num país da União Europeia.
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Poderiam (se os há) sim terem sido emitidos, por um funcionário, da Secção Consular, em quem confiou, na busca de proventos.
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Por detrás de um homem honesto há sempre uma “cobra venenosa” para lhe cuspir veneno!
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Trama que qualquer chefe de missão acreditado, como embaixador, pelo Presidente da República Portuguesa, não sabe, que está dentro de um ninho de cobras, que rastejam à sua volta, o aliciam, como a serpente enganou a Eva no paraíso e acabou por “lixar” o Adão e Deus expulsá-lo do paraíso e na terra passar as “passas do Algarve”.
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Penso que a Embaixada de Portugal em Dacar está munida de um sistema de vídeo que funciona, durante a noite, como o mínimo de luz.
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O sistema memoriza por horas, ou uma semana mesmo e pode ser analisado no monitor tudo que se haja passado durante a noite na via pública e as pessoas que entraram na missão e fácil a identificação facial e estatura corporal.
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Em 2005 na Embaixada de Portugal, em Banguecoque, foi montado um sistema de vídeo, com duas câmaras, cujo o seu angulo de visão fazia a cobertura total da rua, o parque do estacionamento da chancelaria e a entrada do pessoal a trabalhar na residência e mesmo o chefe de missão.
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Por anos e anos atravessei o portão pouco depois das seis da manhã e o guarda atento, observava o meu carro no fundo da rua e abria-o à minha chegada.
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Mas os chefes de missão esquecem-se das conspirações daqueles que os servem sejam locais ou contratados a termo certo.
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Os vinculados ao funcionalismo público desde que não os persigam quase posso jurar que lhe são fieis.
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Enquanto servi, por 24 anos, a Embaixada de Portugal em Banguecoque, nunca me preocupei com as horas da noite que o chefe de missão passou os portões, perguntado ao seu motoristas para onde guiou o embaixador; se teve hóspedes, estranhos, na residência, depois da meia-noite; se dormiu com algum na sua cama; se houve uma”festa” rija numa daquelas “bargues” (antigamente transportavam arroz de Ayuthaya para os armazéns de Banguecoque e, depois transformadas para o turismo, aquático, de qualidade) a uns 300 metros a jusante do jardim da embaixada; se chegou a altas horas da madrugada e de quando o guarda, passava pelas brasas, não ouviu a campainha e saltou, com uma agilidade, impressionante, o portão de ferro; se entrou às duas da manhã com um amigo e veio traze-lo ao portão ás quatro e despedem-se com ternura.
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A minha preocupação foi o de ser um funcionário exemplar, cumprir as minhas obrigações com toda a transparência, dar dignidade a Portugal, entrar na chancelaria e sair a horas certas e dirigir-me para minha casa, porque é nela me encontro confortável depois de um dia de trabalho.
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O pessoal interno informava, os colegas que se expressam na sua língua, de todas as movimentações dos embaixadores.
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O próprio guarda do portão (diziam por lá traído e picado pelos ciúmes de amor) chamava seus colegas e mostrava-lhe, no monitor do vídeo, a que horas um embaixador chegou à missão e as pessoas, do sexo masculino, que entraram e depois se veio despedir delas ao portão.
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A minha voz nunca foi ouvida, e tudo sabia com desgosto, porque os embaixadores Tadeu Soares; Lima Pimentel e Faria e Maya, me colocaram de lado e deram ouvidos à intriga que se movimentava contra a minha pessoa e que eles embaixadores de Portugal acolheram, na medida de seus desejos, sem conhecimento da Secretaria de Estado.
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Nunca me acomodei em “salas de mau cheiro” e para o fedor não empestar as minhas narinas, saio de imediato delas e afasto-me. Custou-me caro, materialmente, não enalar os “péssimos” cheiros, mas apesar de tudo sou um homem feliz e não me arrependo de ter sido como o haja.
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Será tempo que o Governo Português reponha a dignidade a certas Missões Diplomáticas e que estas não sirvam para espaços acções pouco dignificantes e que para tal não foram criadas.
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Que certos diplomatas se compenetrem que a missão deles no estrangeiro não é para dar largas aos prazeres do corpo, mas produzir riqueza e dignidade ao país que representam cujos impostos dos contribuintes lhe pagam excelentes ordenados.
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A delícias corporais (todos são livres) que seja levadas a cabo fora dos muros das missões diplomáticas.
José Martins

JOSÉ LELO - PAU PARA TODA A COLHER



Embaixador português no Senegal suspeito em caso de prostituição
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António Montenegro foi chefe de gabinete de José Lello
29.05.2009 - 14h22 São José Almeida
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O embaixador português em Dacar, António Montenegro, foi chefe de gabinete de José Lello, entre 1999 e 2000, quando o actual deputado pelo PS exercia funções de secretário de Estado das Comunidades Portuguesas.

Questionado pelo PÚBLICO, José Lello confirmou que António Montenegro foi seu chefe de gabinete. Já sobre a actual suspeita de que António Montenegro está envolvido num caso de prostituição no Senegal, onde está colocado, José Lello declarou: “Esta coisa que lhe imputam, não sabia.

Li no jornal. Não tenho nada a dizer. Mas, a provar-se, não é de facto muito conciliável com a diplomacia”. Quanto ao tempo em que trabalhou com António Montenegro, José Lello afirma: “Não tenho nada a apontar, como chefe de gabinete era um bom profissional”.

Lello explicou ao PÚBLICO que António Montenegro assumiu funções de chefe de gabinete no segundo Governo de António Guterres, quando o seu anterior chefe de gabinete, durante o primeiro governo (1995-1999), foi colocado num posto diplomático.

Então António Montenegro foi para o seu gabinete, vindo do lugar de cônsul-geral de Portugal em Toronto. Em 2000, José Lello transita para ministro da Juventude e do Desporto e António Montenegro fica no Ministério dos Negócios Estrangeiros. “À época ele era muito bem visto e em Toronto fez um excelente trabalho”, sublinha José Lello, lembrando que para estar como chefe de gabinete na secretaria de Estado das Comunidades, no MNE, “tem de ser uma pessoa que saiba muito sobre comunidades portuguesas
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EUFEMISMO LELLO OU KRIPTONITE
Sintomático da falta de tino, é aquilo que se ofereceu dizer a Lello quando confrontado com as suspeitas que recaem sobre António Montenegro, pessoa que Lello muito bem conhecerá. Não ter nada a dizer não impediu que dissesse que prostituição «não é muito conciliável com a diplomacia» [sic]. Então o que é? Mais ou menos conciliável, conciliável assim-assim? Na verdade, ainda hoje corrigindo o bom rigor a que Maria de Belém se sentiu obrigada perante as declarações rasteiras de Vital, Lello ficou chocado. Não se detectou o mesmo choque perante mais este escândalo, por enquanto só fumo, em breve, com a devida investigação, o fogo que se antecipa. São como uma praga de coelhos estes escândalos sucessivos, provando a necessidade de o bom senso dos cidadãos activos ser supervisor directo dos cargos dos representantes políticos. É aos cidadãos que os representantes devem prestar contas, demitindo à mais leve suspeita, coisa a que ainda resistem Constâncio, Sócrates e Lopes da Mota: «
O embaixador português em Dacar, António Montenegro, foi chefe de gabinete de José Lello, entre 1999 e 2000, quando o actual deputado pelo PS exercia funções de secretário de Estado das Comunidades Portuguesas.Questionado pelo PÚBLICO, José Lello confirmou que António Montenegro foi seu chefe de gabinete. Já sobre a actual suspeita de que António Montenegro está envolvido num caso de prostituição no Senegal, onde está colocado, José Lello declarou: “Esta coisa que lhe imputam, não sabia. Li no jornal. Não tenho nada a dizer. Mas, a provar-se, não é de facto muito conciliável com a diplomacia”.»
Continua....

Singapura (NotasVerbais)
De facto começa bem a diplomacia económica em Singapura... Como diria Amado, começa "sob um barril de pólvora". Sob e não sobre. Se fosse sobre, seria algo parecido a manobra militar.

DOSSIER EMBAIXADA DE PORTUGAL EM DACAR - IMPRENSA DACAR




PROSTITUTION CLANDESTINE : l’Ambassadeur du Portugal à Dakar au cœur d’un scandale sexuel. Il dément.
Article publié le 27 mai 2009

Les faits qu’on lui reprochent sont graves pour motiver son rappel à Lisbonne. L’Ambassadeur du Portugal à Dakar est accusé d’avoir organisé un réseau de prostitution clandestine qui opérait dans les locaux même de la représentation diplomatique. Ce mercredi, il dément l’information dans le quotidien l’As.
L’information est donnée, ce mardi, par nos confrères de la Radio futurs médias (Rfm). L’Ambassadeur du Portugal à Dakar, Antonio Montenegro, est rappelé à Lisbonne par le gouvernement portugais car il est accusé d’avoir « transformé la chancellerie en un lieu de débauche ».
Selon nos informations qui recoupent avec celles livrées par le Rfm, « l’ambassadeur faisait défiler des filles sénégalaises dans les locaux de la représentation diplomatique pour des pratiques de prostitution ».
D’ailleurs, des sources racontent que « nombre de personnalités fréquentaient les lieux à des heures avancées de la nuit, soit à la recherche de partenaires, soit pour honorer des rendez-vous fixés avec leurs clientes ». Dans le lot des filles qui s’adonnaient à une prostitution clandestine, l’on cite les noms de deux jeunes célèbres musiciennes de Mbalakh.
Cette situation a été découverte il y a quelques mois, suite à une dénonciation et la saisine des autorités portugaises. Ces dernières ont, en effet, diligenté une enquête, de concert avec les services de renseignements sénégalais.
Les résultats de l’enquête confirment les faits, malgré les dénégations de l’Ambassadeur. D’ailleurs, des vigiles qui assurent la sécurité des locaux ont été mis à contribution pour témoigner, mais tous se sont débinés.
C’est un vigile du nom de Omar Ndiaye qui a pris son courage à deux mains pour dénoncer les faits en décidant de témoigner contre l’Ambassadeur. En effet, M. Ndiaye s’est envolé lundi dans la soirée pour Lisbonne sur invitation des autorités portugaises afin qu’il livre les secrets de cette opération pour le moins spectaculaire et peu honorable pour un diplomate.
Dans le quotidien l’As, interrogé du Portugal, il dément l’information. Selon lui, il a été rappelé chez lui pour affaire le concernant. "J’ai toujours entretenu des relations de coopération culturelle avec les artistes" dit-il à notre confrère.
Par ailleurs, l’affaire de Antonio Montenegro est considérée comme étant la face cachée de l’iceberg. Car la plupart des diplomates accrédités au Sénégal profitent de leur statut pour s’adonner à des pratiques peu orthodoxes.
Leur intervention est facilitée par une crise économique tenace et une pauvreté accrue. Une situation dont ils profitent pour entraîner certains Sénégalais sur des terrains immoraux.
www.sen24heures http://www.sen24heures.com/spip.php?article129
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Tradução por "Google"
Prostituição ilegal: Embaixador de Portugal em Dakar, no centro de um escândalo sexual. Ela nega. Artigo publicado em 27 de Maio de 2009 Os factos que lhe são graves para explicar seu ponto de Lisboa. O Embaixador de Portugal em Dakar é acusado de organizar uma rede de prostituição clandestina que funcionou nas instalações da representação diplomática. Na quarta-feira, ele negou a informação contida no diário como. A informação é dada na terça-feira pelos nossos colegas da Rádio futuro mídia (RFM). O Embaixador de Portugal em Dakar, Antonio Montenegro, foi recordada a Lisboa pelo Governo Português, porque ele é acusado de ter "virado a Chancelaria em um local de deboche." Segundo as informações que coincidirem com os fornecidos pela RFM ", o embaixador foi baixo senegalesas meninas nas instalações da representação diplomática da prática da prostituição." Com efeito, as fontes dizem que o "número de pessoas que frequentam os locais, em horas da noite, ou em busca de parceiros, ou para honrar compromissos com os clientes." No monte de garotas que trabalham na prostituição ilegal, ele cita os nomes de dois famosos músicos jovens mbalakh. Isso foi descoberto há alguns meses, na sequência de uma informação e encaminhamento para as autoridades. A última, na realidade, um inquérito realizado, em conjunto com serviços de inteligência no Senegal. Os resultados do inquérito confirmam os factos, apesar das negações do Embaixador. Além disso, guardas de segurança que garantam a segurança das instalações, foram chamados a depor, mas todas têm Debin. Este é um guarda de segurança chamado Omar Ndiaye, que teve sua coragem em ambas as mãos para expor os fatos para decidir a depor contra o Embaixador. Com efeito, o Sr. Ndiaye arrancou segunda-feira à noite em Lisboa, a convite das autoridades Português, para que os segredos desta operação para a não menos dramática e digna de um diplomata. No jornal Ás, entrevistado em Portugal, ele nega a informação. Ele foi para casa para lembrar caso. "Tenho sempre manteve relações de cooperação cultural com os artistas", disse ao nosso colega. Além disso, o caso de Antonio Montenegro é considerada o rosto do iceberg. Como a maioria dos diplomatas acreditados no Senegal usar seu estado a participar em práticas pouco ortodoxas. A sua intervenção é facilitada por uma persistente crise económica e do aumento da pobreza. Uma situação em que eles levam para algum benefício em terras sénégalais imoral. www.sen24heures