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sexta-feira, 5 de junho de 2009

OS MILHÕES DO JOÃO RENDEIRO


Saldos bancários dos ex-administradores do BPP em contas nacionais e em paraísos fiscais apreendidos. Toda a documentação recolhida. Foi este o objectivo fixado pelos procuradores da 9ª secção do (...) (CM)
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À MARGEM: O João Rendeiro foi um "gajo" banqueiro de imenso sucesso em Portugal. Saiu em capas de revistas, a imprensa divulgou tanto e demais o seu nome que viria a ser um "crack" nos meandros da finança em Portugal.
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Os portugueses continuam a ser uns "tipos" fáceis de endrominar quando lhes surge um "gajo" bem vestido e melhor falante.
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Nestes últimos anos no nosso jardim plantado à beira mar apareceram os "salteadores" de colarinho branco que têm surripiado as economias dos incautos portugueses. O João Rendeiro, ex-administrados do BPP, está no grupo dessa "gajada" sem escrúpulos.
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Os "incautos" dos inocentes portugueses, ainda pensam que estão nos outros tempos, onde não havia papeis para assinar compromissos com outros, mas a "palavra de honra".
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O que está acontecendo é que os "pobres" dos depositantes, impacientemente, aguardam à porta do BPP para que lhes devolva as suas economias.
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Mas o mais estranho que nos possa parecer é que o João Rendeiro, servia-se dos "dinheiritos" dos depositantes e colocava-os fora do Portugal e a render nos "abominados" paraisos fiscais.
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Ora esta "gajada" de colarinho branco, para dar melhor tom e mais perfeitas as vigarices, metem pelo meio um advogado que bem conhece toda a "maroscada" como esta deve ser efectuada. O Rendeiro, como os jornais o noticía, manda-se assim com uma conta, fora do país (a que se conhece agora) de 50 milhões de euros.
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Chamar-se ladrão a um que rouba uma centena de euros está errado, mas certo a um que leva para fora do país milhões e milhões que até não são dele mas dos depositantes.
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Até já se sabe que o processo do Rendeiro nos tribunais não irá render nada, porque vai ter uma elite de famosos advogados a defenderem-no e tudo ficará em águas de azeitonas sapateiras.
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Moral da história: "quem se lixa é sempre o mexilhão".
José Martins

MUITA PREOCUPAÇÃO COM AS ACÇÕES DE CERTOS ADVOGADOS

Um elemento do escritório de advogados PLMJ foi constituído arguido no processo que motivou as buscas em curso na sede daquela sociedade. A decisão do Ministério Público é considerada "intolerável" pelos responsáveis do escritório.
In EXPRESSO
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À MARGEM: Nós daqui já imaginamos que o Dr. José Miguel Judice (dizem podre de rico) quando for enfrentado pela Comunicação Social, vai dizer que não sabia que o seu colega, constituído arguido, estava inserido em negócios sujos. Mas uma sentença velhinha: "tão ladrão é o que vai à horta como o que fica à entrada da porta".
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Começamos a ficar muito preocupados com as acções de certos advogados e daqueles que não nasceram vocacionados para homens de leis mas com tendências a salteadores de atalhos.
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Nesta classe o "artista" mais hábil para mandar golpes certeiros é o ilustre advogado Vale e Azevedo que vai vivendo à grande e à inglesa (sem pagar a renda da casa ao senhoria), em Londres.

O "PAPI" BERLUSCONI E AS SUAS "GARINAS"


O "Papi" Berlusconi já entregou o caso ao seu advogado para processar o matutino "El País" pelo facto de ter publicado fotografias, em companhia das suas "garinas" na sua mansão na Sardenha.
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De momento apenas se sabe que o "Papi" Berlusconi vai processar o popular jornal espanhol Tudo indica que vai processar, igualmente, centenas de jornais e milhares de "blogues" que inseriram as fotografias onde o "papi" se encontra, no meio da "garinada" muito feliz.
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Este blogue já fez uma promessa ao "Santo Antoninho" que o "Papi" não o processe.
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Clicar nos endereços abaixo e ler. Está na língua espanhola e fácil entendê-la.
Denuncia contra EL PAÍS
El abogado del primer ministro anuncia acciones legales por difundir imágenes que considera tomadas de manera ilegal
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Las fiestas de "Papi"
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Berlusconi al desnudo
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EDITORIAL DE EL PAÍS
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"Las imágenes no desvelan la privacidad del primer ministro, sino su autoritarismo..."
El harén de Berlusconi" src="http://www.elpais.com/prom/200906/pro_photo1244143931.jpg" width=80>
El harén de Berlusconi
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MIGUEL MORA
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Su amistad con la joven Noemi Letizia y su pasión por las fiestas empañan la campaña europea del primer ministro italiano

VAI HAVER ELEIÇÕES NA LOJA/COOPERATIVA DOS PEDREIROS!


O lugar do próximo Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano (GOL) ­ a obediência maçónica mais antiga de Portugal ,poderá vir a ser ocupado por um maçon natural de Vila Franca da Beira concelho de Oliveira do Hospital. Trata-se de Filipe Frade, um militar na reserva, que no próximo dia 7 de Junho vai disputar as eleições do GOL com o actual grão-mestre, António Reis, que se recandidata ao lugar.Natural de Vila Franca, localidade onde habitualmente reside, Frade ­ um alto grau da maçonaria passou grande parte da sua vida na Bélgica e tem fortes ligações ao Grande Oriente Belga, onde foi iniciado.A maçonaria está instalada em Portugal desde o século XVIII e em 1738 foi considerada pela igreja católica como uma ³heresia perversa². O General Gomes Freire de Andrade, que chegou a alcançar o título de 3º Conde da Bobadela, foi grão-mestre do GOL e, em 1817, foi enforcado sob a acusação de ³conjura liberal².No período do Estado Novo, a maçonaria portuguesa foi sempre alvo de várias perseguições e é após o 25 de Abril que aquela obediência é reabilitada.Em Oliveira do Hospital, existem hoje vários maçons e a maior parte deles reúne numa loja do GOL, localizada em Coja, concelho de Arganil. Entre os seus principais impulsionadores, encontrava-se o histórico socialista, entretanto falecido, Fernando Valle.Na cidade, há ainda algumas marcas que os maçons deixaram na arquitectura local e até o próprio Salão Nobre da Câmara Municipal exibe ­ por cima da mesa de reuniões ­ um tríptico com simbologia maçónica, que foi mandadopintar no tempo do Estado Novo

QUE CONFIANÇA MERECEM OS BANCOS?


José Carlos (não é o nome verdadeiro), teve emprego estável há meia-dúzia de anos e depois de governar a sua casa, pagar os estudos dos filhos e outras compromissos mensais, foi economizando algum dinheiro e depositou-o num banco, para que lhe rendesse juros.
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Mas José Carlos, perdeu o emprego e o montante recebido do "Fundo de Desemprego" não lhe chega para governar a sua casa. Mas como tinha umas economias depositadas no banco, dirigiu-se ao balcão para levantar uma importância.
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Foi-lhe dito que o banco faliu e as suas economias estão congeladas. O José Carlos de um momento para outro fica completamente nas "tesuras" e entra em depressão. Igual a ele estão centenas de depositantes com os seus dinheiros congelados.
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Os depositantes pedem auxílio ao Governo e este informa que o assunto nada diz respeito a ele e o conflito terá de ser resolvido entre eles e o banco.
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Ora um banco não é a "tasca" ou a mercearia da esquina mas uma instituição, embora particular, onde o Governo deveria intervir e tomar a responsabilidade em cima da entrega dos depósitos dos cliente.
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Seria o Governo de imediato a, tomar conta das propriedades e nacionalizar esse banco. Não sendo assim nem os bancos, nem o Governo merece crédito dos portugueses.
José Martins

GUINÉ-BISSAU-ESTE PAÍS JÁ NÃO TEM CURA!



Tribalismo, corrupção, tráfico de droga e falta de preparação, política, democrática, a Guiné-Bissau está a voltar a uma "República das Bananas". Lá terá mais uma vez deslocar-se à Guiné o Secretário de Estado dos Estrangeiros e da Cooperação, João Gomes Cravinho; o PR Ramos Horta de Timor-Leste e outras altas individualidades dos PALOP.
José Martins

NÓS RECEBEMOS A INFORMAÇÃO E A DIVULGAMOS




Muito tem sido publicado em cima do desaparecimento do avião da Air France há uns dias. Informações difundidas em cima do aparecimento de pedaços do avião a flutuar no oceano Atlândico assim como uma mancha de óleo com uma extensão de 20 quilómetros é agora desmentido.
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Porém se o avião, uma carga bruta, se se tivesse despenhado no Atlântico teria que forçosamente desintegrar parte da fuselagem no impacto com a massa, sólida, de água.
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Algo de estranho que ainda não tivesse aparecido parte de uma asa, uma cadeira ou outro objecto que não se afunda mas flutua.
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Interessante clicar no endereço a seguir a este texto.
José Martins

ONDE MORA A VERGONHA?


O semanário 'Sol' informa no seu site que Vital Moreira foi destituído do Conselho Científico da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra pelos seus pares não tendo obtido um voto sequer na eleição dos membros para o Conselho. A vergonha é muito grande.O candidato basófias afinal cumpre inteiramente a máxima de "a montanha pariu um rato'. como diria o Rei D. Juan Carlos "Por quê no te callas, Vital?".
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Segundo a acta da Comissão Eleitoral para as Eleições do Conselho Científico da FDUC, Vital Martins Moreira não colheu qualquer voto e ficou em último lugar nas preferências dos docentes da faculdade.
A votação realizou-se terça-feira, 2 de Junho. Entre os candidatos contavam-se todos os docentes doutorados que não tivessem declarado indisponibilidade para concorrer a um lugar no conselho científico.
Vital Moreira não manifestou indisponibilidade para continuar naquele órgão para o qual foi eleito em 2006, apesar não ter comparecido a qualquer reunião do conselho durante dois anos.
Nesse período, o constitucionalista também acumulou faltas injustificadas às aulas e não apresentou sumários das lições, como a lei exige. No entanto, Vital não foi alvo de qualquer processo disciplinar.
Por joão severino em
Quinta-feira, Junho 04, 2009 0 pauladas Hiperligações para esta mensagem

UM MAL SEM CURA...ASSIM VAMOS EM PORTUGAL...E NÃO CHEGAMOS A NENHUM LADO!

Número de Documento*: 9755106*Londres, Reino Unido 04/06/2009 16:11 (LUSA)**Temas*: Pessoas, SociedadeLondres, 04 Jun (Lusa) -
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As portas do consulado de Londres estão hoje fechadas devido à greve dos funcionários, mas segundo os utentes mesmo abertas não escondem as deficiências do serviço prestado.Manuel Freitas, emigrante há 40 anos no Reino Unido, mostrou-se hoje resignado a perder o sinal que deu para a compra de uma casa em Portugal porque não vai conseguir que a esposa, renove o passaporte a tempo.“Enviámos uma carta há um mês a pedir marcação e não tivemos resposta e temos viagem marcada para 01 de Julho”, queixou-se, em declarações à agência Lusa.
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Por telefone, frisou, não consegue pedir informações porque o consulado não atende, reclamação repetida por Maria Amélia Sanchez, no Reino Unido há 37 anos.“Telefono todos os dias e ninguém atende”, denunciou esta viúva de 62 anos, que pretende registar o óbito do marido mas, quando tentou fazê-lo em Lisboa, foi reencaminhada para o consulado da residência.À porta, as pessoas foram hoje informadas pelos seguranças de que deveriam voltar outro dia e recebiam poucas esperanças de um atendimento expedito.Ana Flávia, cidadã brasileira casada com um madeirense, foi confrontada com a hipótese de ter de esperar mais de três meses para poder registar a filha e 19 meses e obter um passaporte português.
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Fonte do consulado admitiu que a situação, resultante da falta de pessoal no registo civil, pode inviabilizar as férias de muitos emigrantes em Portugal.É este o caso de Fernando Gomes, dono de uma pastelaria, que corre o risco de perder vários milhares de euros nos bilhetes de avião que já comprou para viajar em Julho porque não consegue marcar uma hora para poder tratar da emissão do Bilhete de Identidade do filho.“Liga-se, mas ninguém atende e à porta dizem que há uma lista de espera três meses para ser atendido”, relatou à Lusa.Isto sem contar com o tempo que demora a emissão do documento que, no seu caso, chegou aos “dois meses”.
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“É um autêntico caos”, descreve este emigrante, há 18 anos no Reino Unido, a propósito do funcionamento do consulado-geral de Londres.A solução encontrada por várias pessoas, contou Pedro Xavier à Lusa, foi a de pedir um passaporte britânico para os filhos.De acordo com o ministério do Interior, as crianças nascidas no Reino Unido descendentes de cidadãos europeus têm direito a passaporte britânico.Foi o que fizeram este ano a cunhada e a irmã de Pedro Xavier, contou o consultor financeiro.
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“Tentaram fazer o registo das crianças mas não conseguiram e no espaço de uma semana receberam o passaporte britânico”, exclamou.Esta opção, reconheceu tem vantagens, nomeadamente a de permitir que a criança saia do país sem um dos pais ou apenas na companhia dos avós sem precisar de uma autorização de viagem reconhecida pelo notário, que só pode ser feita pelo consulado e que também pode demorar muito tempo a ser feita.“É positivo em todos os aspectos”, disse.Mas não é só sobre os serviços notariais, de registo civil e de emissão de documentos que existem queixas, alargando-se também ao recenseamento eleitoral.Joana Osório, bióloga, quis transferir a sua inscrição do consulado de Paris, onde estava registada, para Londres, onde reside há cerca de dois anos.
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Esteve no consulado em Janeiro e tem os papéis que provam que pediu a transferência, mas hoje constatou que o seu nome não está nos cadernos eleitorais que consultou na página de Internet da Direcção Geral de Administração Interna.“É uma chatice, porque não vou poder votar [nas eleições europeias]”, constatou com desânimo.O mau funcionamento do consulado não é surpresa para o conselheiro das Comunidades Portuguesas, António Cunha, que recebe dezenas de chamadas telefónicas todos os dias a pedir que intervenha para acelerar o atendimento.“Eu não sou o “call-center” do consulado”, exclamou, em declarações à Lusa.António Cunha espanta-se que, dos funcionários do consulado, só um esteja a fazer Bilhetes de Identidade e passaportes e que não sejam alocados mais recursos para o registo civil para fazer a inscrição dos nascimentos.
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É um escândalo, há pessoas a pedir em Junho para registar uma criança e só têm marcação para Setembro”, indignou-se.A demora foi confirmada pelo cônsul-geral, José Macedo Leão, que atribui o problema à falta de renovação do contrato a dois funcionários que trabalhavam no registo civil e que estão ausentes deste Janeiro, mas garantiu que a espera é menor."Estamos a marcar para Agosto os pedidos em Junho", afiançou.Actualmente, o consulado possui 15 funcionários para uma população portuguesa residente em Inglaterra estimada em cerca de 300 mil pessoas, e cuja assistência divide com o consulado de Manchester.Um destes está ao telefone, que tem um novo sistema de atendimento desde 21 de Abril, e duas pessoas respondem em permanência aos emails, meio que considera mais indicado actualmente para contactar o posto.
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“Mas estamos no pico dos pedidos por causa dos meses do Verão e não podemos fazer milagres”, desabafou.Apontou ainda como dificuldade recorrente a falta de inscrição dos emigrantes no consulado e a desatenção em manter os documentos de identificação actualizados.“Para fazer um passaporte precisam de ter o Bilhete de Identidade em dia, agora o Cartão de Cidadão, e muitos não têm porque em Inglaterra não são precisos documentos para nada”, referiu.Quanto às falhas do recenseamento eleitoral, aceitou a existência de atrasos, que imputou ao facto de a funcionária que tratava deste assunto ter saído no início do ano.Ainda assim, José Macedo Leão congratulou-se com o investimento no sistema informático feito no consulado nos últimos meses.
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Afirmou que, graças ao Sistema Integrado do Registo e Identificação (SIRIC), é possível agora fazer registos de nascimento ou óbito em tempo real e com efeito imediato.Macedo Leão adiantou que já conseguiu a emissão de 39 Cartões do Cidadão, reduzindo para cerca de duas semanas o tempo de espera que era 60 dias para o Bilhete de Identidade.BMLusa/fim