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sábado, 6 de junho de 2009

O JOÃO SEVERINO COM CARRADAS DE RAZÃO!


Estes devem e.já! Colher urtigas.
Após a vergonhosa participação da selecção de futebol em Tirana contra a Albânia, exige-se que seja demitido o assistente de treinador Carlos Queiroz.
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A equipa portuguesa não fez uma jogada com cabeça, tronco e membros. O seleccionado português marcou um golo fora de jogo por Hugo Almeida e apresentou três nulidades em campo: Duda, Boa Morte e Edinho.
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Um guarda-redes medíocre que na única bola de perigo que foi à baliza sofreu golo e que num outro lance, no momento em que saiu erradamente à bola, não sofreu o segundo por milagre.
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A demissão de Queiroz exige-se porque, apesar de uma vitória por 2-1 ao fim de quatro jogos, só com um treinador conceituado se poderá ganhar à Hungria e à Dinamarca para se obter a classificação para o Mundial da África do Sul.
Por joão severino em
Sábado, Junho 06, 2009 0 pauladas Hiperligações para esta mensagem
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À MARGEM: Mas o João Severino só pede a demissão de Carlos Queiroz? E o que anda por lá há uns anos bons? Esse vai continuar a fazer turismo à conta do contribuinte português? Eu daqui sou de opinião que Carlos Queiroz e Gilberto Madail devem ir colher urtigas e outra gente lhe tome o lugar. O jogo a que assistimos, em directo, foi uma vergonha para o prestígio do futebol português alcançado anos atrás.

GENUINO MADRUGA CHEGOU AOS AÇORES


Não poderia deixar de felicitar Genuino Madruga, o heroi açoriano, navegador solitário que em 22 meses, no veleiro "Hemingway" deu a volta ao mundo.
Genuíno Madruga terminou este sábado às 14h, nas Lajes do Pico, a sua II Volta ao Mundo em Solitário Actualizações em:
( 6 Junho)
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A EUROPA QUE SE VÁ CUIDANDO DURANTE OS 200 ANOS PELA FRENTE


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"....é a Europa daqui a 200 anos, isto é, se tivermos sorte, a Europa será, dentro de 200 anos, o que o Japão é hoje em dia", explica ao Expresso o embaixador de Portugal, João Pedro Zanatti, em funções no país há três anos e meio..." (Expresso)
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À MARGEM: Acho que o senhor embaixador Zannati exagerou um bocadinho... Dois séculos são demasiados anos! Entretanto dá que pensar que "raio" de países, tecnológios, a Europa têm sido, permitirem que o Japão lhes tenha passado as "palhetas", desde a Segunda Guerra Mundial.
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Valha-nos ao menos isto... Os portugueses foram os primeiros da Europa a conhecerem o Japão e, por lá deixaram a arte de fabricar espingardas (de carregar pela boca), um tipo de pão de ló, muito popular nos dias de hoje: algumas frases da língua de Camões e o amor.
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O primeiro amoroso português foi o nosso eterno Fernão Mendes Pinto, que segundo resa a lenda e ainda hoje venerada se tomou de amores por uma japonesinha em Tanegashima e que depois, devido às suas navegações pelos mares da China, deixou a rapariga grávida.
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Porém, ela, em cima de uma rocha, alí todos os dias vislumbrar o horizonte infinito do oceano, na esperança, que o seu amor Fernão lhe viesse cair nos seus braços. Nunca mais lhe chegou.
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Mas hoje nas festas, realizadas, anualmente em Tenegashima em honra da espingarda e da passagem dos portuguese, segue no cortejo uma caravela com a figura do Fernão Mendes Pinto, todo garboso na proa e mais atrás a sua amada.
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Tivemos outro português ilustre, Venceslau de Morais, que morreu já velho e desiludido com o mundo e com os portugueses da época, que além de amar o Japão, também amou duas japonesinhas, que infelizmente lhe viriam a morrer.
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O Japão honrou-o, juntando-o na eternidade junto às suas amadas. E ainda, mais, erigiu-lhe uma estátua numa praça pública na cidade de Kobe. Hoje os japoneses conhecem o grande português (que poucos, portugueses, sabem): "O Morais do Japão".
José Martins

CUBA - OS FUNERAIS DE CASTRO

O livro "Os Funerais de Castro" do jornalista Vicente Botin, vai ser um sucesso de vendas. Pela introdução promete.
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Cuba não é o mundo feliz que reflectem os meios de comunicação social e a situação dos seus cidadãos são um resultado do bloqueio imposto pelos Estados Unidos, um país que, paradoxalmente, se tornou o principal fornecedor de alimentos para a ilha.
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Em Cuba existe uma realidade que deve ser exibida e reflectida nos funerais de Castro, um livro resultante do contacto directo com os cubanos e um inquérito exaustivo, com documentação difícil de atingir e, acima de tudo, preservar, dentro da pressão exercida, pelo Estado, em cima da fiscalização aos jornalistas estrangeiros.
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É um livro escrito com rigor, com muita ironia e humor, com poemas e canções, especialmente boleros, com o qual cubanos tentando exorcizar seus demônios. Parafraseando o poeta Riverón Francisco Hernandez, o livro: "nascido a partir das coisas que meus olhos viram e meus ouvidos ouviram as palavras".