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terça-feira, 9 de junho de 2009

SEIOS, MAMAS E TETAS



Um escândalo do momento, são as fotografias do Berlusconi nu com umas meninas com belos melões que ele transporta para a sua casa numa ilha para se divertir com os seus amigos. Sobre isso cada um pense o que desejar, mas não me esqueço que há cerca de um ano surgiu uma outra história em que o mesmo Berlusconi, personagem que me causa a maior repulsa, mandou retirar um quadro do com mais de 250 anos de Giovanni Tiepolo da sala onde recebia os jornalistas, só porque exibia um seio nu. Publicas virtudes, mamas em privado.
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DIA 10 DE JUNHO - ABRAÇO LUSÌADO DA TAILÂNDIA


A TODOS OS PORTUGUESES ESPALHADOS PELO MUNDO

Neste dia que é muito nosso as minhas felicitações.
Somos o que éramos e continuaremos amar as raízes da Pátria que é muito nossa.
Passamos o que passamos e tantas foram as agruras e sacrifícios que ensoparam sei lá quantos lenços de suor.
Passamos aquilo passamos e a tantos, ficaram pelo caminho, as ilusões de um viver melhor.
Passamos aquilo que passamos e tantas e mais sei lá quantas vezes fomos desprezados pelos “pacotilhas” que armados os senhores de Portugal nos foram causticando o nosso ser.
Passamos aquilo que passamos ao longo de cinco séculos e desde quando nós fomos os primeiros emigrantes da Europa a fixar-se no mundo.
Sei lá onde chegaríamos se mais mundo houvesse para lá do horizonte infinito.
Passamos aquilo que passamos uns vencendo aqui e mais além no mundo e outros foram ficando pelo caminho e hoje sepultados até não se sabe aonde.
Mas o "Dias da Comunidades", antes teve o nome de “Dia de Camões” .
O poeta Luís foi emigrante como nós passou aquilo passou e as passas do Rio Mekong onde naufragou, no Mar do Sul da China, de regresso à Pátria de Macau.

Chegado à Pátria, cego de um olho e o corpo a transpirar de febres com a imortal Obra os Lusíadas, os “pacotilhas” da época, abandonaram-no e morreu não se sabe bem onde um sem abrigo...
Depois outros “pacotilhas” nasceram, mais honesto, e começaram a glorificar o imortal poeta.
Os “pacotilhas”, contemporâneos , há estes sim!
Aproveitaram-se do nome de Luís de Camões, deram relevo à sua memória plantando um pomar a que lhe deram o nome de “Instituto Camões”, cujas árvores as chamadas da ciência cultural e da divulgação da língua portuguesa ficaram raquíticas e nunca produziram frutos que se pudessem saborear.
Muitas felicidades e até ao próximo “Dia das Comunidades”.
José Martins - "River Kwai" - Kanchanaburi

O REGABOFE CONSULAR PAULISTA


Desde que o consulado português saiu da Casa de Portugal para a nova moradia nos Jardins (Rua Canadá), o "regabofe consular" não pára de nos surpreender.
Agora, até o estacionamento é explorado por uma empresa que cobra 15 reais ao pobre do usuário que precisar de ir tratar dos documentos ao consulado.
E era bom começar por sabermos (já que fomos nós que pagámos) quanto custou a mansão e a sua remodelação por famosos arquitectos.
Que negociatas foram feitas pelo consul "provador de vinhos" (o Sr Sousa, já desterrado para Timor).
E o Sr embaixador Seixas da Costa (agora em Paris)e que sabe muito, faria um grande favor se nos contasse estas estórias...
A tal "reforma consular" no Brasil limitou-se a reduzir consulados para "botecos consulares" (desde Belém a Santos,Curitiba ou Porto Alegre), não resolveu nenhum problema de pessoal que foi envelhecendo e saindo (alguns ainda ficaram, mesmo com mais de 70 anos), a gestão consular continuou entregue aos curiosos Barreira de Sousa ou Sofia Batalha.
E este regabofe de São Paulo, que agora é o local de festas da "socialite" Joyce pascowitch, continua entregue à bicharada, andam por lá uns afilhados de "boa gente" mais uma catrefa de "estagiários" e empresas privadas de call center, de segurança e estacionamento.
Ó sr. SECP, faça o favor de nos dizer qual o artigo da Tabela de Emolumentos Consulares onde consta esta coisa de cobrar 15 reais para estacionar o carro. E como é que é contabilizado o aluguer da piscina para as festas da Joyce Pascowitsh?
É que este regabofe não constava da resolução do Conselho de ministros sobre a famigerada "reforma consular" e, como contribuintes (e não sujeitos passivos) temos direito a ser informados.
Adelo
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À MARGEM: Isto de coisas e loisas de embaixadas e consulados, meus caros "portugas" que andais por esse mundo adiante sois os considerados a "ralé" da Pátria que vos pariu e que depois vos viria a "bastardar", por essa (alguma tão vil gente) que procura distinguir-se perante vós pobres de Cristo.
Não há nada a remediar!
Contra a força não há resistência, cara alegre e muita paciência!

CONVERSA COM DEUS



Do blogue compota de morangos)

VAMOS LÁ APRENDER A LIÇÃO DE VALE E AZEVEDO


Vale e Azevedo: Vai a uma churrasqueira e pede ao empregado que embrulhe dois frangos.
Enquanto o empregado embrulha os frangos, repara numas belas codornizes e pergunta ao empregado se pode trocar os 2 frangos por 4 codornizes, ao que o empregado responde:
- Claro que sim.
Depois de embrulhadas as codornizes e entregues ao cliente, este vai-se embora, quando o empregado irrompe:
- Desculpe, mas o Sr. esqueceu-se de pagar as codornizes.
- Mas eu troquei-as pelos frangos!
Disse Vale e Azevedo, "indignado" com a petulância do empregado.
- Mas também não pagou os frangos!
- Correcto, mas também não os levo...
(SÃO MUITOS ANOS .....)
Enviado por um leitor

CHAPÉUS HÁ MUITOS. UNIDADE SÓ HÁ UMA


Mais de mil polícias foram a São Bento entregar os seus bonés ao Engenheiro reclamando das suas politicas e contra Lei de Vínculos, Carreiras e Remunerações da Função Pública. Pena é que nesta manifestação não estivessem também os professores a entregar os livros de ponto, os funcionários públicos, os carimbos, os enfermeiros, as seringas, os médicos e todos os outros que fazem lutas “privadas” contra os mesmos males que este governo lhes quer impor. Deveriam hoje como já há muito deviam todos ter estado na luta dos professores, dos enfermeiros, e na de todos eles. Só unindo as nossas vozes na defesa dos outros podemos esperar que os outros nos apoiem a nós quando necessitamos. Os problemas são idênticos para todos mas continuam a fazer as lutas isolados. Para que serve então uma Central Sindical? Não deveria promover a união do que não devia estar dividido?Este governo já está preso por fios, há muito que muitos ministros já deviam ter caído. Vamos unir-nos todos e vamos correr com esta gente de uma vez por todas. Vamos criar uma nova forma de encarar as lutas pelos nossos direitos baseda na união e na solidariedade de todas as profissões. Vamos todos exigir aos nossos sindicatos que promovam a unidade. Vamos correr com a canalha. Vamos dizer que não aceitamos as “ordens” que nos impõe a União Europeia. Vamos todos dizer “Mais Não”.
Publicada por Kaos em
12:31 0 Pastagens Link

O DILÚVIO EUROPEU


Nestas eleições vimos um PSD que todos sabem não ser solução para este país salvar-se à custa de um Vital que nem sabia nadar. Podem andar muito satisfeitos os laranjinhas, mas não se esqueçam que o dilúvio da crise continua a subir e também eles irão ao fundo. Podem alguns convencer-se que é no aumento dos partidos ditos de esquerda que poderá estar a solução, mas todos sabemos que não são partidos com 10% de votos que vão alterar a politica deste país, sobretudo quando ela nem é feita por cá mas imposta pelo neo-liberalismo europeu. A solução só pode passar pela ruptura com esta sociedade capitalista e refazermos o nosso país e as nossas prioridades. A esperança só pode estar na mudança, na solidariedade, na construção de uma democracia do povo.
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A RESSACA DO DIA SEGUINTE A UMAS EUROPEIAS


Que retive eu desta noite eleitoral. O Socretino levou na cabeça e o PS perdeu quase 600 mil votos. Não sei o que pensam os militantes do PS, mas se indiscutivelmente estes votos perdidos são o resultado das políticas que tem feito, devem ter ficado preocupados quando o ouviram dizer que não as ia mudar e que ia continuar no mesmo rumo. Quantos mais votos estarão eles dispostos a perder até às próximas eleições? Depois foi as vitórias da esquerda. Ouvir o PC a cantar de galo, dizendo que foi uma enorme vitória de todos os que votaram no partido ou o BE a cantar de galo por ser a terceira força politica, deixou-me preocupado. Acredito que como partidos possam cantar vitória, pelo menos no “carcanhol” das subvenções do estado terão ganho alguma coisa, mas nós, cidadãos e o país o que ganhámos? Continuamos presos á Europa e o Parlamento Europeu, agora eleito, ainda é mais à direita que aquele que nos tem lixado nos últimos anos. O neo-liberalismo europeu só tende a agravar-se e com ele mantermo-nos no rumo do descalabro, do desemprego, da perda de direitos sociais, da privatização de tudo o que é público e da pobreza. Que ganhámos nós em ter mais dois ou três deputados de partidos que se dizem de esquerda? Vão mudar as políticas europeias? Do CDS fica a questão, de apesar de terem feito uma festa com os resultados conseguidos, saber se o Portas, que nas ultimas eleições se demitiu por haver um partido de extrema-esquerda, à sua frente, o BE, vai voltar a fazer o mesmo? A coerência devia dizer-lhe que sim, mas sabemos que isso é coisa que esta gente não tem.Quanto ao resto, e para que fique registado, que os 22 deputados foram eleitos com os votos de pouco mais de 3 milhões dos 9 milhões de eleitores (142 mil votos por cada deputado). Seis milhões, votaram noutros partidos, em branco, anularam o voto ou simplesmente abstiveram-se.
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12:31 38 Pastagens Link

HONRADO O ZÉ MANEL DURÃO BARROSO


Durão Barroso diz-se "honrado" por ser solicitado para um segundo mandato
(Diário de Notícias)
Zé diz-me onde está a tua honradez!
Diz-me Zé se dormes mesmo descansado na tua cama depois de terem morrido milhares de inocentes no Iraque?
Sabes que tu ó Zé fostes um dos culpados dessa matança de inocentes!
Sabes Zé tu usaste abusivamente o território português para o Acordo da hipocresia e da mentira do então Presidente Bush!
A tua consciência, pela vida fora, jamais atingirá a tranquilidade e já dás saltos, dos pesadelos, na tua cama, que te vão na tua alma estigmatizada.
Zé tu és um português que não vales e que não prestas.
Mete a tua honradez pelo buraco acima que tens ao fundo da espinha.
É esse o lugar certo ó Zé onde a tua honra tem lugar....
José Martins
P.S. Esquecia-me ó Zé: Conhecendo o teu percurso de vida fazes a festa, a missa cantada, tocas a música e deitas os foguetes ó Zé

OS "EMPLASTRES" QUE NO MUNDO NASCERAM




“......O que leva aquela gente para as noitadas nas sedes ? Porque se acotolevam atrás dos líderes para aparecerem na tv, como só vejo nos noticiários sobre o Iraque ou o Curdistão ? Acabou a encenação, a pose, a gravidade. Agora é um empurrar para furar, mostrar à família e amigos lá do emprego que se é importante e que se está na ribalta de coisa nenhuma.” http://combustoes.blogspot.com/2009/06/quatro-notulas-avulsas-sobre-as.html

À MARGEM: O texto acima muito bem escrito pelo Miguel Castelo Branco, trouxe-me à memória factos, mais ou menos idênticos, de quando por cerca de duas dezenas anos segui, na Embaixada de Portugal em Banguecoque, a pressionar o disparador da máquina fotográfica, a recolher imagens dos diversos eventos que se foram realizando.
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Por muitas vezes deparei-me com dificuldades em captar imagens desta ou daquela personalidade por via dos “emplastres” que disfarçadamente procuravam um ângulo para saírem no boneco junto a gente importante. Chama-se a isto os “emplastremos” e uma “tara ” que pretendem mostrar aos outros que ficou no boneco junto a um, Presidente da República a um Primeiro-ministro ou a outra figura grada ou pública.
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Há uns 22 anos o Embaixador Mello-Gouveia ofereceu, no Hotel Oriental, à alta sociedade de Banguecoque um concerto executado pelo pianista Adriano Jordão. Antes do evento houve um beberete no salão clássico e quando o hotel, centenário foi construído.
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Recolhi imagens fotográficas e filmei o concerto. Ora a minha missão seria o de fotografar o Embaixador Mello Gouveia junto a diversas personalidades, públicas, locais e outras internacionais.
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Uma senhora, funcionária administrativa da embaixada andava num rodopio atrás do Embaixador Mello Gouveia para ficar na imagem. A coisa era feita tão descaradamente que me deixava embaraçado, porque não queria que o “boneco” ficasse deteriorado com a presença de tão indesejada figura no grupo.
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Lá ia conseguindo recolher imagens sem a sua presença o que me obrigava a cortar outras figuras. Sabia eu que ao outro dia teria que mandar imprimir cópias e dar-lhe as imagens onde ela se tinha quedado.
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Além desta funcionária há depois (que Deus o tenha no Céu) o vice-cônsul José de Souza dava-me imensos problemas porque se juntava, descaradamente, na ponta do grupo que me obrigava a cortar a sua presença. Um dia e porque o cortei, várias vezes, tivemos uma discussão na chancelaria e por causa disso andamos de costas voltadas por uns tempos.
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Depois de feitas as pazes em outros eventos lá tinha em frente à lente mais, uma vez, o José de Souza e a recomendação que me tinha feito, antes, de o fotografar junto a esta ou outra pessoa escolhida. Um dia já tão aborrecido andava com os pedidos do vice-cônsul que acabei por lhe fazer várias partidas, focando-lhe só metade corpo da cabeça até aos pés. Se antes houvera discussão então esta foi até sempre e nunca mais nos entendemos.
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Em 1996 o Primeiro-ministro António Guterres, como uma numerosa delegação veio a Banguecoque à Cimeira da ASEM. O Embaixador Mesquita de Brito ofereceu na residência uma recepção em honra do PM Português. Uma senhora que tinha sido Leitora de Português andava, constantemente, filada a procurar, na parte de trás o melhor ângulo para ficar no boneco juntamente o PM Guterres.
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Poderia aqui mencioinar outros casos de “emplastres” porque foram numerosos. Mas o de mais significado (não vou mencionar o nome) foi o de uma senhora embaixatriz que me pedia para “sacar” imagens junto a este ou aquele ministro ou outra figura, pública, local ou da diplomacia, com que pudesse vir, mais tarde mostrar às pessoas suas conhecidas ou mesmo de sua família e impressioná-las com as fotos.
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No entanto o Embaixador Mello-Gouveia dizia-me: “Zé Martins não me tires fotos a mim! Sou feio... Tira-me fotos a grupos, a grupos!
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Os “emplastres” são pessoas que sofrem de uma “tara” que pretendem exibir as suas vaidades perante os outros e mostrar um valor que não o têm.
José Martins (Kanchanaburi- River Kwai)