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quarta-feira, 10 de junho de 2009

RECOMENDA-SE A NÃO PERDER A LEITURA

Comemorações do 10 de Junho
António Barreto exorta o poder a dar “o exemplo”


O sociólogo António Barreto exortou hoje os diversos poderes, do político ao empresarial, a serem exemplos para o resto da sociedade portuguesa.
No discurso na sessão solene do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Europeias, o presidente da comissão organizadora das comemorações fez várias críticas a algumas opções de Estado — como a guerra colonial —, ao funcionamento das instituições e ao facto de a sociedade portuguesa ainda não ter sabido aplicar parte dos ideais com que fez a democracia.
Pegando no exemplo da “elevadíssima” abstenção das eleições de domingo, Barreto apontou que a cidadania europeia é ainda “uma noção vaga e incerta”, inventada por políticos e juristas, mas que pouco diz ao cidadão comum.
“A sociedade e o estado são ainda excessivamente centralizados. As desigualdades sociais persistem para além do aceitável.
A injustiça é perene. A falta de justiça também. O favor ainda vence vezes demais o mérito. O endividamento de todos […] é excessivo e hipoteca a próxima geração”, afirmou António Barreto. Perante o Presidente da República, o primeiro-ministro, membros do Governo e altas patentes militares, António Barreto — que substituiu o falecido João Bénard da Costa na comissão das comemorações — elogiou, por outro lado, a consolidação do regime democrático — ainda que “recheado de defeitos” —, a evolução da situação das mulheres, a pluralidade da sociedade portuguesa e a filosofia do Estado de protecção social.
O sociólogo defendeu que os portugueses precisam do "exemplo" dos seus heróis — como o que hoje se comemora, Luís de Camões — "mas também dos seus dirigentes".
“Porque o exemplo tem efeitos mais duráveis do que qualquer ensino voluntarista”, justificou.
E apelou ao exemplo pela justiça e pela tolerância, pela “honestidade e contra a corrupção”, pela eficácia, pontualidade, atendimento público e civilidade de costumes, contra a decadência moral e cívica, pela recompensa ao mérito e a punição do favoritismo.
Público 11.06.09

DIA DE PORTUGAL NA TAILÂNDIA - TUDO ISTO È FADO!

Tudo isto é fado!
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Um dia antes do dia 10 de Junho zarpei de Banguecoque em direcção a Kanchanaburi, onde durante um ano me quedo, várias vezes, para carregar as baterias junto à margem da bonançosa corrente do Rio Kwai, na popular estância turística “Jolly Frog” (Júlia Rã).
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Ontem, pela manhã peregrinei prestar homenagem, junto de sua imponente estátua o Rei Narasuen, erigida entre imensos lameiros onde se produz muito arroz ,cujo monarca siamês, contribuiu, para a continuação da independência do Reino do Sião, desde o século XVI até aos dias de hoje.
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Uns quinze dias antes recebi da Embaixada de Portugal, pelo correio, um convite para assistir, em companhia de minha família, integrada na celebração do Dia 10 de Junho, à exibição da fadista portuguesa Carminho, no auditório pequeno, do “Thailand Cultural Centre”.
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Ignorei o convite e não vou apontar aqui as razões de minha atitude.
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Todos os dias em minha casa se celebra o Dia 10 de Junho, onde no espaço onde trabalho, diariamente a escrever, estão lá várias bandeiras das cinco quinas.
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E de quando há celebrações especiais na Tailândia, minha mulher, tailandesa, coloca três bandeiras, a oficial, a de S.M. o Rei e a das Quinas, num suporte fixado no muro que divide o espaço da casa com a rua.
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Os meus vizinhos de há mais 20 anos, sabem que ali, além de ser a Tailândia também é Portugal. Na minha casa, nos arredores de Banguecoque, todos os dias é Portugal!
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E mais ainda em todas as casas dos meia dúzia de portugueses, que aqui se fixaram e fizeram vida, constituíram família, há uma bandeira de Portugal juntinha à da Tailândia. Conheço um, que numa das janelas, do segundo andar, de sua casa há uma e outra da Tailândia de dois panos cada.
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Hoje quinta feira um dia depois do Dia 10 de Junho, pelas 6 da manhã, dou uma vista de olhos aos e-mails e outra a certos blogues, onde se incluiu o do Miguel Castelo Branco, http://combustoes.blogspot.com a noticiar, em parangona, “10 de Junho quer dizer futuro” .
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Era mais nem nem menos à celebração do Dia 10 de Junho, de Portugal, de Camões, da Raça e das Comunidades Portuguesas, na Embaixada de Portugal em Banguecoque, pelos Embaixadores de Portugal, Maria da Piedade e António de Faria e Maya.
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Porém o Miguel, na sua peça descreve os apelidos de nomes portugueses, de outras eras, os Siqueira, Costas, Antunes e Pereira. E, ainda, a emoção dos luso-descendentes ao ouvirem o discurso do Embaixador de Faria e Maya.
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Não sei nem faço ideia qual teria sido a gente de nossas raízes que ensoparam lenços com lágrimas porque o Miguel só se refere aos antigos e não aos actuais que hoje vivem na Tailândia, ordeiramente e têm contribuído para o desenvolvimento deste Reino e dar a continuação do nome de Portugal.
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O Miguel saboreou bacalhau que fazia parte da ementa do jantar que os representantes de Portugal ofereceram, aos seus convidados, de luxo, na residência, que já não “trincava” há dois anos.
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Parabéns ao Miguel que depois de um “pobre” do fiel amigo tirou a barriga de misérias e mais notável no “Dia 10 de Junho”!
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Não poderia ficar aqui ignorado os “miminhos” que vai oferecendo à nossa Embaixatriz Maria da Piedade de Faria e Maya, que só falta colocá-la no topo do pau-de-bandeira que se encontra no jardim da Residência.
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Pelas fotografias apostas pelo Miguel na peça que escreveu, vimos de facto uma mesa farta e por mais estranho que possa parecer não vimos ali, ninguém, da comunidade portuguesa residente na Tailândia, que sempre haja estado nesta especial celebração onde gostariam, (sem ser sentados à mesa do -embaixador) beber um copo de vinho e comer uma mastiga.
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Evidentemente que os embaixadores de Portugal sentam à sua mesa as pessoas que muito bem entenderem, mas no Dia de Portugal oferecer (ao que me parece) apenas fado, sem um copo e uma mastiga, aos portugueses residentes na Tailândia não se coordena muito bem e apetece-me dizer: “Tudo Isto é o Fado a que, infelizmente, os portugueses estão sujeitos, não só na Tailândia como em, alguns, outros países onde foram acolhidos, onde não há o mínimo respeito por eles e substituídos, por outros que nada têm a ver com Portugal".
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Quanto ao Miguel Castelo Branco vejo-o como um desesperado que tudo faz em procura das "graças do senhor" para se manter em Banguecoque (ele diz.... que estuda arduamente!) , com a concessão e da continuação do subsidio mensal da Fundação Calouste Gulbenkian, coisa rara, e que a outros que já muito aqui fizeram em prol da história, de Portugal e a Tailândia, nunca tiveram meio tostão furado.
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O Miguel continua anunciar festas deitando os foguetes, a tocar a música para se promover um “herói de nada”.
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Para finalizar (como o diria o Carlos Castro, no programa da Praça da Alegria”) aqui vai a “laranja amarga” para os Embaixadores de Portugal na Tailândia, pelo facto de oferecerem (não sei quantos estiveram no espectáculo da Carminho) fado aos portugueses no Dia 10 de Junho e não o convívio, no jardim, na arcada, e oferecer-lhe um copo e uma mastiga.
José Martins
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P.S. O autor serviu Portugal durante 24 anos, na Representação Diplomática em Banguecoque, tem 74 anos, reformado e nunca procurou enaltecer-se com “mimos” (hipócritas) seja a quem fosse para atingir objectivos.

DURÃO BARROSO O "OUSADO" DA UNIÃO EUROPEIA



Comissão Europeia
Durão promete ousadia no segundo mandato
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O ex-primeiro-ministro português anunciou ontem pela primeira vez a sua recandidatura à presidência da Comissão, impulsionado pela vitória do Partido Popular Europeu nas eleições de domingo.
Comentário
A
.marques
10 Jun 2009, às 10:57 - Portugal
OUSADIA NUNCA LHE FALTOU. NEM OS MILHARES DE MORTOS INOCENTES NO IRAQUE O PERTURBARAM. "NÃO ESTOU ARREPENDIDO, VOLTARIA A FAZER O MESMO" ?! DISSE !?
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À MARGEM: Fiquei arrepiado depois de ler a frase acima deste texto do comentário de A.Marques que inseriu no Diário de Notícias.
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Disse então Durão Barroso que não se arrependeria e voltaria a fazer o mesmo "cambalacho" com o presidente Bush; Tony Blair e José Aznar.
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Durão Barroso e mais os três "compinchas" que acordaram que fosse levado a cabo o "holocausto" da matanças de inocentes no Iraque, já foram condenados pela opinião pública, mundial, de terem praticado um crime contra a humanidade.
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Porém me parece que o Tribunal Internacional de Haia funciona com um peso e duas medidas e, nunca para líderes de países poderosos. Estes podem assassinar "humanos" como o dono se desfez de um cão "tinhoso" cheio de chagas e sem remédio que o curasse
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Durão Barroso tendo-se conhecimento do seu "curriculum vitae" verifica-se que durante o seu percurso de vida foi em procura de oportunidades e usando a sua inteligência para "golpes" em proveito de si próprio nunca a favor de outrem.
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Ele sabe que vai fazer outro mandato com presidente da Comissão Europeia, porque nenhum outro homem de senso pretende tomar a responsabilidade de um "clube" que já nada diz aos europeus e ser "mandarete" às ordens de dirigentes de países: "Alemanha, Reino Unido, França, Itália e Espanha".
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É que se fosse nomeado um presidente da Comissão de um desses países haveria uma guerra, aberta, interna e bem melhor será ter um Durão Barroso como dirigente, ou de outro país, membro, pequeno, para assim os cinco o manipularem como o artista de ´robertos e marionetes´ lhes dá vida na barraca de feira.
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José Martins

NÃO DESCURAR A LEITURA!

Baptista-Bastos
Os mesmos à mesa
Por Baptista-Bastos

Acentua-se a decadência do PS, esse projecto sem projecto, esse 'socialismo' desacreditado e desacreditante.

Os resultados estão muito aquém das nossas expectativas. São decepcionantes", disse Sócrates, rosto compacto e voz pesada. Já suspeitava de que o primeiro-ministro tem vivido num universo plano, no qual é inexistente a espessura das coisas e a evidência dos factos. A prova forneceu-a ele próprio, com a taciturna confissão. Que esperava da sua rude teimosia, da sua obtusa empáfia, ele, mais propenso às volúpias do mando do que às obediências da ideologia?

Sócrates perdeu para quem? A admitir, como júbilo, a selvagem alegria de Paulo Rangel, e como declaração de impostos a fúnebre catadura de Vital, Sócrates perdeu para toda a gente. Mas o PSD vence quem? O PS e o Governo? Se a verdade enriquece mais do que a reticência, o Bloco Central sai incólume deste imbróglio. O Bloco Central é uma instância de poder, desprovida de convicções, e, sobretudo, destinada a distribuir empregos. O PS não é "socialista" (creio que nunca o foi) e o PSD foge espavorido da "social-democracia".

É verdade que o Bloco subiu, o PCP aumentou o número de votantes, e o CDS sacudiu a letargia com a qual desejavam amortalhá-lo. Mas as coisas estão rigorosamente na mesma: elementares e antigas. A mesa está posta para os mesmos. E não é preciso restaurar a frase de Lampedusa; basta reler, por exemplo, o "Portugal Contemporâneo", do Oliveira Martins, para se entender quem manda e sempre aqui mandou.

Paulo Rangel saiu-se menos-mal de uma contenda de mediocridades. No PSD é olhado de viés. O baronato acha-o levemente patusco e um pouco ridículo. Pelejou sozinho, ou quase, contra desdéns e omissões. Ao contrário do que afirma o cada vez mais enfatuado e fatigante Pacheco Pereira, o candidato do PSD não seguiu a "estratégia" da dr.ª Manuela, pela simples razão de que essa "estratégia" não existe.

A vitória nestas eleições cabe, por inteiro, a Paulo Rangel, o qual atribuiu a si próprio a defesa de um castelo cercado, cujos paladinos haviam debandado. Que fazer com esta vitória? Os senhores do PSD começaram, já, a assenhorear-se de uma glória que lhes não pertence; Rangel vai para Bruxelas mas, antes, será crestado em fogo brando; e, com maior ou menor fortuna, passada a increpação nervosa do momento, a dr.ª Manuela continuará alvo de conspirações e objecto de pequenas deslealdades. É o PSD, tal o caracterizou Sá Carneiro.

Em todo o caso, acentua-se a decadência do PS, esse projecto sem projecto, esse "socialismo" desacreditado e desacreditante. Mas poderá José Sócrates inverter a tendência para o abismo? Fará pequenos remendos como um remorso sobressaltado.

Apenas isso.

Nada de substancial que sacuda a leve rotina das coisas.

EXCLUSIVO DA REVISTA "PLAYBOY"

Ufa já era tempo de os portugueses ser honrados com uma "gaja" boa na capa da revista o "Playboy"
Exlusivo nosso
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Comentário

Quarta-feira, 10 de Junho de 2009
TENHA VERGONHA! AO MENOS TRATE ESSE CORPO!

Um dos inconvenientes de cair em desgraça está bem exemplificado na fotografia de cima. Reparem bem naquilo que fazem à desgraçadinha da ministra da educação do governo socretino. Mas que indecência.Já não pode uma ministra esforçar-se por melhorar o ensino e complicar a vida aos estudantes, aos pais e aos professores, que despem-na de imediato e pespegam-na na capa da Play Boy. Muitas partidas indecorosas já lhe fizeram mas nesta excederam-se. Para mais com um corpo daqueles, horrível, parecendo que sofre de elefantíase… Francamente!Espero que a decência seja reposta e que os malandros que fizeram esta foto circular na internet sejam devidamente admoestados. Também não compreendo como é que a ministra se deixou assim fotografar em trajes menores. A mostrar as intimidades à populaça deste mundo velhaco, povoado por internautas que só estão bem a invadir a privacidade de cada um.Pensando melhor, considerando as “manias” provadas pela fotografia e na revista que é, tenho cá para mim que a partir de hoje não deixo os meus filhos em idade escolar, muito menos os meus netos, frequentarem escolas ministeriadas por alguém que não sabe recatar-se na privacidade do lar e se expõe publicamente no ridículo de tamanhas banhas e pneus abdominais, para além de coxas carregadas de celulose, celulite... ou lá o que é essa coisa. Se ao menos fosse uma “brasa”… sempre poderia ser educativo, para além de agradável de ver.Até o bom senso obriga a dizer: Tenha vergonha! Ao menos trate esse corpo! Foto cedida por José Martins

DESTRUIRAM O PAÍS E DEPOIS A LÍNGUA DE RAIZES PORTUGUESA


Brasil também critica o Acordo Ortográfico
por SÉRGIO BARRETO MOTTA, Rio de Janeiro

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Jornalistas, escritores, filósofos e mesmo comediantes brasileiros começam a atacar publicamente um acordo que pode não prevalecer.
São cada vez mais as vozes que se levantam contra o acordo ortográfico. Não só em Portugal, como também noutros países que falam a língua de Camões.
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No Brasil, por exemplo, os principais opositores do acordo citam o Manifesto em Defesa da Língua Portuguesa, Contra o Acordo Ortográfico, promovido por Vasco Graça Moura, que já conta com mais de 115 mil assinaturas.
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Há dias, a petição esteve na base de um artigo publicado no jornal O Globo, com o título Portugal Reage.
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Quem também ataca o acordo é o jornalista e escritor Carlos Heitor Cony, membro da Academia Brasileira de Letras. "No tempo do Getúlio (Brasil) e de Salazar (Portugal) foram feitos acordos que não prevaleceram, porque, na realidade, quem faz a língua não são as academias, nem os governos.
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Quem faz a língua é o povo," afirma. "Os portugueses jamais vão deixar de chamar o trem de 'comboio', não adianta. Em Portugal, 'facto' é 'fato', e 'fato' é 'roupa'. Também temos nossas particularidades e jamais vamos chegar a um acordo".
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Por outro lado, humoristas como José Simão inspiram-se agora no acordo. "Vão mudar a língua logo agora que o Lula estava aprendendo a falar pelo sistema antigo", referia há dias Simão.
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Para Desidério Murcho, da Universidade Federal de Ouro Preto, "as pretensas vantagens do acordo são como as vantagens de ter gnomos de barro no jardim: são decorativos, mas não fazem a poda por nós". Até porque, refere, "não há qualquer impedimento ortográfico à presença dos livros portugueses no Brasil, por exemplo.
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Na verdade, na biblioteca de filosofia da minha universidade encontram-se imensos livros portugueses e nem os meus colegas nem os meus estudantes se queixam da ortografia. Mas todos se queixam de ser muito difícil comprar livros portugueses".
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Por fim, o jornalista José Carlos Tedesco lembra que, "entre os quase 200 milhões de brasileiros, muitos não conseguem sequer cumprir as regras antigas e, portanto, terão grande dificuldade - ou irão mesmo ignorar - as novidades".
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À MARGEM: "Deram cabo do país e para juntar à "hecatombe", a destruição da língua.

CRISTIANO RONALDO A "PÉTALA" COR-DE-ROSA

O herói português, Cristiano Ronaldo nas terras de sua Majestade a Rainha Isabel II, teve as honras, hoje "Dia de Portugal", da primeira página do jornal mais “lamireiro” do Reino Undio "The Sun".
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Acontece que o Ronaldo tem apetências pela cor de rosa e certas bizarrices no trajar que dizem semelhantes às dos “gays” (maricas) ingleses.
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Enquanto foi usando calções de perna curta e muito justos ao “rabo”, embora tivesse sido, criticado, por alguns sectores “machistas” e colocar em delírio a comunidade “maricagem” ainda a coisa lhe foi tolerada.
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Porém, agora, o Cristiano Ronaldo aparece, em fotografias, em que está de florinha na orellha e um modelo de chapéu muito em voga usado pela “maricagem” europeia e americana.
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Porém o famoso jogador português interpelado por um jornalista do “The Sun” respondeu-lhe: “O que é que está errado eu usar um chapéu com uma rosa, uma outra na orelha se me sinto confortável com a minha sexualidade?”
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O
jornal revela ainda que o Ronaldo usa cera depilatória nas pernas. O seu clube o Manchester United têm defendido as suas bizarrias e afirma que o Ronaldo ainda está aquém de outras celebridade mundiais as chamadas “look-at-me” (repara para mim), na capital da Califórnia Los Angeles.
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O Ronaldo, agora com 24 anos, disse: "Eu não sei por que razão as pessoas estão tão interessados no que vou vestir quando parto para férias".
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No ano passado, quando eu estava em Los Angeles, toda a gente me perguntava sobre as camisas e os calções chegados ao corpo. "Vocês viram o que as pessoas em LA vestiam?
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Eu era a pessoa mais normal no trajar."Enfim, o que há de errado com vestindo calção apertado?
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E acrescentou: "Este ano foi o chapéu cor de rosa com a flor.
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Não vejo o que está errado com ele. "Eu agora posso ver porque, se vocês não estavam confortáveis com a vossa sexualidade, vocês não poderiam usar as roupas que eu uso.
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Mas estou muito confortável assim não é um problema para mim. "Os homens usam cor de rosa estes dias.
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OK, não há muitos homens usam flores, mas é bom para ser diferente. " Julgar por si mesmo por ter uma vista em alguns dos mais revoltantes trajes Ronaldo's na apresentação de slides abaixo.
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Já foi coroada a Rainha Ronaldo "dos Campeões da Liga" -, mas o seu olhar de vestir para férias não é tão original como ele alega.
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Na noite passada "The Sun" pediu gay Alan Carr para que o informasse da realidade das "farpelas" que veste o Cristiano Ronaldo e quais as suas companhias.
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Alan Carr respondeu-lhe: Ronaldo veste roupas tão bizarras que até Elton Jonh lhe diria Isso é demais” Pára, Pára!
Informação "The Sun" com as fotografias.
Tradução livre de José Martins