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sexta-feira, 12 de junho de 2009

NÃO GOVERNEM MAIS!

Alguém que eu muito amei e que aprendi a admirar ao longo da vida dizia que não há nada mais perigoso do que políticos sem ideias mas cheios de iniciativas. Cada vez mais me convenço de que é uma grande verdade, confirmada dia a dia pela observação da vida política portuguesa: não há nada mais assustador do que os decisores desatarem a tomar decisões que ninguém lhes pediu e cuja necessidade ninguém sente. Apenas porque acham que assim estão a mostrar serviço.
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E quem sentiu a necessidade urgente de mais auto-estradas a rasgar todo o interior já deserto, de um novo aeroporto para Lisboa, de um TGV de Lisboa para Madrid, outro do Porto para Vigo e de uma nova ponte sobre o Tejo para o servir? Quem foi que andou a gritar "gastem-me o dinheiro dos meus impostos a fazer auto-estradas, pontes, aeroportos e comboios de que não precisamos"? Porque razão, então, o lóbi das obras públicas, os engenheiros, projectistas, banqueiros e advogados que os assessoram, mais a ilusão keynesiana do primeiro-ministro, nos hão-de impingir o que não pedimos?
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Fomos nós, porventura - ou os autarcas, os especuladores imobiliários e os empresários do turismo - que reclamámos a legislação de excepção dos Projectos PIN para dar cabo da costa alentejana e do que resta do Algarve? Foi nossa a decisão que a Comissão Europeia classificou como uma batota para contornar as normas de protecção ambiental e ordenamento do território?
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Fomos nós que reclamámos a privatização da electricidade para depois a pagarmos muito mais cara ou que, inversamente, protegemos até ao limite o monopólio da PT nos telefones fixos, em troca de termos o pior e o mais caro serviço telefónico da Europa?
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Fomos nós que nos revoltámos contra o queijo da Serra feito em mesas de mármore, a galinha de cabidela ou o medronho da Serra de Monchique? É em nome da nossa vontade e da nossa cultura que o "ayatollah" Nunes e a sua ASAE aterrorizam e enfurecem meio país?
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Fomos nós que estabelecemos uma sociedade policial contra os fumadores, que quisemos encher Lisboa de radares para controlar velocidades impossíveis e ajudar a fazer da caça à multa o objectivo principal da prevenção rodoviária?
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Fomos nós que concordámos em que os agricultores fossem pagos para não produzir, os pescadores para não pescar, as empresas para fazer cursos de formação fantasmas ou inúteis, alguns escritores para terem 'bolsas de criação literária' para escrever livros que ninguém lê, os privados para gerir hospitais públicos com o dobro dos custos?
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Fomos nós que aceitámos pagar por caças para a Força Aérea que caem todos sem nunca entrar em combate, helicópteros que não voam por falta de sobressalentes, submarinos que não servem para nada, carros de combate que avariam ao atravessar uma poça de água?
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Fomos nós que decretámos que o Euro-2004 era "um desígnio nacional" e, para tal, desatámos a construir estádios habitados por moscas, onde jogam clubes que vegetam na segunda divisão ou se aguentam na primeira sem pagar aos jogadores, ao fisco e à Segurança Social? E é a nossa vontade colectiva que anda a animar uns espíritos inspirados que já por aí andam a reclamar um Mundial de Futebol ou mesmo uns Jogos Olímpicos?
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Ah, e a regionalização, essa eterna bandeira de almas ingénuas ou melífluas, que confundem descentralização com jardinização? Esse último disparate nacional que falta fazer e com o qual nos ameaçam ciclicamente com o argumento de que está na Constituição, embora nós já tenhamos respondido, clara e amplamente, que dispensamos a experiência, muito obrigado?
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Será que não se pode acalmar um bocadinho os nossos esforçados governantes? Pedir-lhes que parem com os "projectos estruturantes", os "desígnios nacionais", os "surtos de desenvolvimento", os PIN, os aeroportos, pontes e auto-estradas, que deixem de se preocupar tanto com o que comemos, o que fumamos, o que fazemos em privado e o que temos de fazer em público?
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Eu hoje já só suspiro por um governo que me prometa ocupar-se do essencial e prescindir do grandioso: um governo que prometa apenas tentar que os hospitais públicos funcionem em condições dignas e que não haja filas de espera de meses ou anos para operações urgentes, que os professores e alunos vão à escola e uns ensinem e outros aprendam, que os tribunais estejam ao serviço das pessoas e da sua legítima esperança na justiça e não ao serviço dos magistrados ou dos advogados, que as estradas não tenham buracos nem a sinalização errada, que as cidades sejam habitáveis, que a burocracia estatal não sirva para nos fazer desesperar todos os dias.
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Um governo que me sossegue quanto ao essencial, que jure que não haverá leis de excepção nem invocados "interesses nacionais" que atentem contra o nosso património: a língua, a paisagem, os recursos naturais. Mas não há dia que passe que não veja o eng.º Sócrates a inaugurar ou a lançar a primeira pedra de qualquer coisa.
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E encolho-me de terror perante esta saraivada de pedras, que ora ajuda a roubar mais frente de rio a Lisboa, ora entrega mais uma praia a um empreendimento turístico absolutamente necessário para o "desenvolvimento", ora lança mais uma obra pública inútil e faraónica destinada a aliviar-me ainda mais do meu dinheiro para o dar a quem não precisa.
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Vivo no terror dos sonhos, dos projectos, das iniciativas de governantes, autarcas e sábios de várias especialidades. Apetece dizer: "Parem lá um pouco, ao menos para pensar no que andam a fazer!" Além de mais, já não percebo muito bem o que justifica tanto frenesim.
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Já temos tudo o que são vias de transporte concessionado para as próximas gerações: auto-estradas, pontes, portos, aeroportos (só falta o comboio, mas os privados não são parvos, vejam lá se eles querem ficar com o negócio prometidamente ruinoso do TGV!). Já temos tudo o que é essencial privatizado (só falta a água e palpita-me que não tarda aí mais esse 'imperativo nacional').
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É verdade que ainda faltam alguns Parques Naturais, Redes Natura e REN por urbanizar, mas é por falta de clientes, não por falta de vontade de quem governa. Já faltou mais para chegarmos ao ponto em que os governos já não terão mais nada para distribuir. Talvez então se queiram ocupar dos hospitais, das escolas, dos tribunais. Valha-nos essa esperança.
Miguel Sousa Tavares - Lisboa

TRANSPARÊNCIA - ESPELHO MEU - OS CORVOS DO RIO CHAO PRYÁ


Hoje é o dia de Santo António que uns pretendem que seja de Lisboa e outros de Pádua. Seja o santo, casamenteiro, liturgicamente, nosso ou dos “paduenses”, italianos pouco interessa.
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Levanto-me como sempre cedo e vou até junto da margem do Rio Kwai e sento-me numa cadeira em cima de uma plataforma, flutuante, que a gerência do "Jolly Frog" mandou construir.
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Olho as águas cristalinas, sem que se observe a corrente que desce em direcção ao Sul e a vai despejar no Golfo da Tailândia.
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O silêncio é apenas, disturbado, pelo pipilar de algum “passarito”, voando despreocupadamente, pinchando e pousando nas folhas das plantas de lótus que crescem um pouco mais além do espaço onde me sento em procura de um algum insecto para se alimentar.
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Na outra banda do rio as casas espelhadas na água com uma transparência que me impressiona.
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Vem-me à memória os homens sem-transparência que como malabaristas de circo, procuram manipular, aqueles, outros homens com manobras incríveis que se possam imaginar, para atingir seus projectos de vida, sem fazer algo de proveito para outrem, mas apenas olhando o seu “umbigo” e os prazeres do (viciado), corpo lhes pede.

Astutos e calculistas e por norma sempre seus propósitos lhe vêm ter às mãos. Mas o tempo e o lidar com os sem-transparência deu-me a razão que a melhor arma que temos em nosso poder é dar-lhes o desprezo.
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Chamo-lhes os “Corvos do Rio Chao Pryá”, o curso de água que nasce nas terras altas da Tailândia, divide a cidade de Banguecoque em duas partes e vai despejá-lo, como o Rio Kwai no Golfo da Tailândia.

Na margem do Rio Chão Pryá voam corvos de asas, negras, velhos, mas são pássaros, mesmo repudiados e nojentos produzem um trabalho útil para a sociedade e para a conservação do meio ambiente.
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Mas os outros corvos, têm duas pernas, asas de cera que no seu voar o sol lhas derrete e se estatelam no solo.
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São corvos da arribação do jardim, lusitano, plantado na costa do Atlântico, que para eles não há pátria!
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Não há nada, que valha mesmo, no seu ser...
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Apenas o viver de habilidades, rastejando como cobras, cuspideiras, junto aos pés do Poder, que na primeira ocasião lhe arremessam o veneno aos olhos que os cegarão e, eles, tomarem-lhe o PODER.

José Martins

TERIAM SIDO; ELAS; PICADAS PELA MOSCA DO SONO?


As esposas do presidente da Africa do Sul ....dormindo, na cerimónia, enquanto o marido é empossado Chefe de Estado da Nação. CIDADE DO CABO, ÁFRICA DO SUL - 3 de Junho de 2009:
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O presidente Jacob Zuma declara, por sua honra, como presidente de todos sul-africanos (branco/pretos/mulatos) na sessão levada a cabo na Assembleia Nacional e do Conselho Nacional das Províncias.
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As três principais mulheres de Zuma, Thobeka Mabhija, Nompumelelo Ntuli e Sizakele Khumalo, enquanto o marido fala aos presentes e a toda a nação as primeiras damas dormem, (Foto por Gallo Images)

O SENHOR SILVA DE BELÉM: MEU MALANDRO EU DISSE PARA VOTARES




O Presidente da Republica, Cavaco Silva, referiu-se à abstenção afirmando que "não é aceitável que existam portugueses que se considerem dispensados de dar o seu contributo". Ou seja: "O alheamento não é a forma adequada - nem certamente eficaz - de enfrentar os desafios e resolver as dificuldades". "Pelo contrário, níveis de abstenção como aquele que se verificou nas eleições de domingo passado são um sintoma de desistência, de resignação, que só empobrecem a democracia", garantiu.Empobrecem de facto esta democracia, mas os portugueses começam a aperceber-se que afinal esta democracia não é realmente uma verdadeira democracia no sentido etimológico da palavra. Democracia quer dizer, Demo, povo, Kracia, povo, ou seja governo do povo. Isto quer dizer que uma verdadeira democracia é a democracia directa, em que tenhamos a possibilidade de decidir em cada passo do nosso caminho. A outra, aquela que nos impingem sob a capa de democracia representativa, considera-nos incapazes de decidir sobre o nosso destino e por isso coloca só os melhores, aqueles que aceitam fazer parte do sistema a decidir por nós, a dizer-nos o que devemos fazer e que caminho devemos seguir. De tempos a tempo lá metemos um papelinho para que nos convençamos que temos alguma influência nas decisões. Transformam as eleições num jogo e criam o espectáculo que o rodeia. O poder, esse nunca o largam nem nos dão a possibilidade de sequer o cheirar. Sr. Silva, as pessoas estão a desistir é de vocês, da vossa maneira de governarem este país e de fazerem de nós parvos. Estão a ficar fartos da corrupção, da impunidade, dos abusos, dos enriquecimentos rápidos, do compadrio, da mentira. Esta é a lição que deviam tirar desta abstenção de 63% e dos 6,5% de votos brancos e nulos é a de que os estão a avisar que assim quem vai ser dispensado são vocês. Enquanto tentarem transferir a culpa para os eleitores e descartar a dos eleitos estão mesmo a pedi-las.
Publicada por Kaos em
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FARINHA MOÍDA NO MESMO MOINHO


Da nosso associado Fábrica de Blogues

O QUE É VIVO SEMPRE APARECE..


Os "três" girotes"

Por Felícia Cabrita
O SOL recuperou os documentos de identificação da sociedade offshore que em 1998 vendeu um apartamento no Edifício Heron Castilho a Maria Adelaide Monteiro, mãe do primeiro-ministro, e que desapareceram do 21.º Cartório Notarial de Lisboa, onde foi feita a escritura de compra e venda......

Comentário
A linha editorial é toda virada contra o Primeiro Ministro Cara Felícia Cabrita,Já que tem poderes "ocultos" veja lá se coloca aqui no pasquim notícias esclarecedoras sobre os seguintes casos que andam "arrumadinhos" nas gavetas de alguém em particular.Compra dos submarinos (Paulo Portas); Compra dos blindados do exército (Paulo Portas); Caso Portucale e dos famosos sobreiros (Partido Popular)Epul; (Santana Lopes)Entrega de casas injustificadas a quem não precisa pela CML,(o mais cómico neste episódio foi quem ficou com as culpas ... a "loira" ... o Santana Lopes fugiu de fininho pela porta do cavalo).para finalizar e como gosta muito do caso CASA PIA, diga lá aqui aos mentecaptos que abaixo muito escrevem, quem é a personagem que andava no Parque Eduardo 7 a papar e a ser papado por miúdos da tal instituição ... CATERINE DENOUVE diz-lhe alguma coisa?Beijinhossssss
maximus777shotgun, em 2009-06-12 12:09:24
Sem Comentários deste blogue.

VOLTA MATINAL À BEIRA DO RIO KWAI - TAILÃNDIA

LÉRIAS E IMAGENS DE UM REFORMADO EM FÉRIAS
Três dias entre um mundo de verdura e de boa gente. Como o tempo me corre depressa... Faltam-me mais cinco dias para regressar a Banguecoque. Durmo como um justo no bengalô C3. Pegado a mim está um casal, ainda jovem, não sei de onde nem tão-pouco fui curioso em lhe perguntar.



Alojaram-se no “Jolly Frog” no mesmo dia que eu. Os dois quedam-se cheios de amor, mas não pensem por aí que é daquele amor de fazer, pela noite adiante chiar a cama ou parti-la mesmo...



Nada disso o amor deles é a pesca e passam horas numa plataforma a flutuar na margem do rio Kwai a lançar a linha para as águas e pescando uns peixitos de quando em quando que depois os entregam na cozinha do restaurante para lhos fritar. Não pescam para comer mas pelo prazer. Ainda não choveu desde que aqui cheguei, apenas na altura que escrevo esta croniqueta a ira das nuvens desabou em cima do solo e encheu-o do água.



Assim chegou, a torrencial do céu, assim partiriam as nuvens, desabafar as iras para as montanhas do oeste. Sou o primeiro a levantar-me da cama de todos os que aqui chegam de muitos países. Se em Banguecoque durmo pouco aqui muito menos... Umas quatro horas e meia por noite. O Marcelo Rebelo de Sousa também só dorme este tempo e já lhe o ouvi, uma vez, naqueles programas de Domingo da RTP à noite que cada vez mais chatos se tornam.


Ora às cinco da manhã, ao despontar a aurora; já os galos dos poleiros vizinhos, alguns desafinados, cacarejam como em desafios com outros de diferentes galinheiros. Os passaritos chilreiam nos ramos das árvores, enquanto sigo, para ali ao lado, em direcção à simpática loja 7Elevem, aberta as 24 horas, onde vou comprar dois copos de café para lavar a “tripalhada” por 24 bates (meio euro). Volto e ligo o computador, alimentado com uma modema sem fios e com um armazenamento de 140 horas, por 240 bates, para a minha permanência de oito dias no Rio Kwai.



Funciona às mil e uma maravilhas sem interrupções e a velocidade razoável. Estou em contacto com o mundo inteiro, como os jornais e com as tristes declarações dos políticos que nos governam em Portugal. O meu correio Gmail sofre, todos os dias, uma invasão endémica de “emeiles”.Uns muito interessantes e despacho-os para os meus amigos armazenados num programa. Eu sei que já alguns me chamam chato, mas cada um que os abra, que os leia ou os mande para a “estrumeira”.


Passo pelos blogues bons, pelos rascas e uma, breve vista de olhos pelos das românticas. E já que teclo em cima de blogues, parece-me que os políticos, primeiros-ministros ainda não se aperceberam e deram conta da força de que os blogues encerram no mundo actual... Cada vez mais se torna uma fonte denunciadora que despacha irregularidades, o bem e o mal. Foi a denúncia de um blogue (não sofisticado como nos dias de hoje) que deu à luz o caso da “Watergate” e com isto a resignação do Presidente Richard Nixon dos Estados Unidos. A razão da queda de José Sócrates e a chacota a Vital de Moreira, como cabeça de lista para o Parlamento Europeu, teriam sido os blogues a causa de tão redundante queda.



Às sete tomo o meu pequeno-almoço e tenho, absolutamente, o estômago aviado até à uma da tarde. São 7 e meia saio do “Jolly Frog” e tenho que obrigatoriamente, guiar o Vitara para junto da Ponte do Rio Kwai. Ainda não chegaram os turistas de Banguecoque e vão passando da outra banda crianças, acompanhadas das mães, de uniforme que se dirigem para a escola (as crianças na Tailândia começam a frequentar a escola aos 5 anos e aos 7 estão a escrever e a ler a sua língua de raízes).



Todas as manhãs e os fim da tarde vou caminhar, nos dois sentidos, em cima da ponte para desentorpecer as pernas. Faço, por norma seis caminhadas e mais ou menos 3 quilómetros. Excelente caminhar naquele estrado de aço que se encontra a meio da bitola da linha de ferro.



Os turistas estão de volta a Kanchanaburi, em verdade já não se nota a crise acentuada na última vez (há mês meio) aqui estive. Já se vêm a visitar os dois cemitérios de guerra e atravessarem umas dezenas a ponte. De facto, ainda não dei por isso que haja crise económica na Tailândia. A um quilómetro de distãncia de minha casa, onde residem centenas de operários de fábricas, continuam a encher os mercados de rua e as duas largas superfícies instaladas nas redondezas.



Nas minhas andanças nesta manhã teria que comprar fruta e uma destas não poderia faltar a papaia, o melhor remédio que pode existir para controlar o aparelho digestivo. Se sofrem de males do estômago ou dos instestinos usem e abusem comer este fruto delicioso, que bem dele e da terapêutica os nossos navegadores quinhentistas falaram.


Comprei duas peças do estilo oval à vendedeira onde já sou cliente há muito. Já me conhece e leva-me o mesmo preço que pratica aos tailandeses. Bem, não se admirem, porque é uma tradição nesta terra praticarem um peso para os nacionais e duas medidas para os estrangeiros. Não me posso queixar, porque quando olham para mim e devido à minha pele tisnada e dura onde os mosquito se vêm em dificuldades para espetar o aguilhão, vêm desde logo que eu vivo no Reino.
Até à próxima
José Martins

MEGA FRAUDE - CUIDADO COM A SENHORA!


A Polícia Judiciária divulgou hoje uma fotografia da mulher que ontem tentou transferir para Portugal 50 mil milhões de dólares a partir do banco norte-americano "JP Morgan Chase".
A fotografia foi distribuída via email para todos os bancos portugueses por forma a evitar a concretização da burla nos próximos dias.
Vejam a imagem .