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terça-feira, 16 de junho de 2009

AS CELEBRAÇÕES DOS 500 ANOS DA CHEGADA DOS PORTUGUESES AO REINO DO SIÃO

Hoje de manhã dou com um artigo escrito inserido no http://combustoes.blogspot.com/ pelas teclas de Miguel Castelo Branco, onde dá conta, do inicio das celebrações, dos 500 anos da chegada dos portugueses à Tailândia, com um jantar oferecido, a jornalistas portugueses (Visão, Diário de Notícias e Lusa), a altos funcionários do Ministério dos Negócios Estrangeiros da Tailândia, pelos embaixadores de Portugal acreditados em Banguecoque, Maria da Piedade e António de Faria e Maya.
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O convite partiu do Governo Tailandês.
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Congratulo-me pelo facto de o Governo Tailandês se interessar pela efeméride e o Governo Português até agora “moita calada”, em relação às importantes celebrações do primeiro contacto, diplomático, de António Miranda de Azevedo, em 1511, com o Rei Rama Tibodi II, na velha capital Ayuthaya, de que viria a ser concretizado o primeiro “Tratado de Amizade, Comércio e Navegação” em 1516.
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Inicia-se a era da modernização do Reino do Sião, introduzida pelos portugueses, onde se inclui as artes; o sistema de defesa, que seria longo o conteúdo se nesta peça o inserisse.
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Não é esta a primeira vez que o Governo Tailandês subsidia a vinda de jornalistas portugueses à Tailândia para desenvolverem a história de Portugal na Tailândia.-Em 1996 (consulado do Embaixador Mesquita de Brito) uma equipa da RTP, chefiada pela realizadora Cristina Antunes, um operador de câmara e um ajudante, permaneceram na Tailândia durante 12 dias.
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Em Banguecoque, dei o apoio logístico à Cristina Antunes, preparei-lhe um dossier histórico e acompanhei a equipa, guiando um “míni-bus” durante 10 dias, aos bairros portugueses que ainda existem pelos nomes; ao “Ban Portuguet”, em Ayuthaya, Sukothai e Lampang por onde onde os portugueses passaram.
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O filme, além de pedagógico, inseria material das belezas da Tailândia. A parte histórica, relativa aos dois países coube-me a mim e a outra parte a uma senhora especialista, em turismo, da Tailândia.
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O documentário ficou uma obra prima e foi-lhe dado o genérico “À Beira do Canal”, cujo canais de Thomburi teriam inspirado a realizadora para initular a obra. Foi-me enviava a cassete de fita magnética e, infelizmente, perdeu-se tão belo documento.
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Um pequeno trecho, chama-me à atenção, abaixo escrito pelo Miguel Castelo Branco que continua imparável em promover-se, desde que aqui chegou, graças a uma bolsa de estudo concedida pela Fundação Calouste Gulbenkian e pelos bons ofícios do Embaixador Lima Pimentel que colocou o Miguel no “píncaros” da lua à referida, acima designada, fundação.
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“Como historiador, foi-me solicitada uma curta entrevista para a TVI, no decurso da qual tentei sintetizar a importância desta relação única nos anais da história diplomática mundial”.
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Ora o Miguel voltou em especialista da história de Portugal na Tailândia, graças aquilo que eu tenho escrito e ter lido os conteúdos nos meus blogues e “website”
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Há uns três anos o Miguel veio a Banguecoque proferir uma palestra (creio na “National Library”) cujo o tema foi a visita de S.M. o Rei Chulalongkorn a Portugal, história que eu desenvolvi, pormenorizadamente, em três partes , teria inspirado o Miguel para essa conferência, publicadas no website: www.aquimaria.com/html/aboutth.html , (nunca, até à altura, tenha lido a visita, de tão ilustre monarca, a Portugal de 22 a 25 de Outubro de 1897), que segundo o que informou Lima Pimentel, à Secretaria de Estado, foi excelentemente desenvolvida e muito apreciada pela assistência.


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O Miguel pouco depois chegado a
Banguecoque (só tarde foi apresentar cumprimentos ao embaixador Faria Maya), com uns amigos, viajou até Lopburi, para visitar as ruínas dos palácios do Rei Narai e do seu primeiro-ministro, o grego, Constantino Falcão, que foi casado com a lusa descendente Maria de Pina Guiomar que deixou na Tailândia várias especialidades de doçaria portuguesa, entre estas o fio de ovos conhecido e popularizado com o nome de “Foi Tongue”.
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O Miguel, com ele na bagagem e na memória levou o que leu na peça
http://aquitailandia.blogspot.com/2007/01/maria-de-guiomar.html que até foi honesto para mim, que tinha lido o meu trabalho para entender aquilo que os amigos o levaram a visitar.
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De facto eu sempre colaborei com o Miguel, só que ele tem se aproveitado dos meus trabalhos e depois “arma-se” como um historiador e “sabichão” da matéria histórica entre Portugal e o Reino do Sião. Evidentemente que não estou à espera (nem pretendo) que o Miguel se refira ao meu nome porque já sou demasiadamente conhecido na Tailândia.
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Claro que não é só Miguel que se tem aproveitado, outros igualmente, mas eu quando inseri, nos meus blogues e website a história de
Portugal na Tailândia, com centenas de horas perdidas, foi para que todos interessados recolherem aquilo que melhor lhes servisse.
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Os meu blogues são públicos e sem direitos de autor. Antes do Miguel vir para a Tailândia, já com objectivos bem traçados, mantenho as minhas dúvidas, se foi para se enfronhar na história de Portugal na Tailândia (pois esta já foi contada em profundidade nas décadas 30, pelo Cônsul Dr. Joaquim Campos e na oitenta pelo Monsenhor Manuel Teixeira no século passado), ou por outros motivos.
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Nunca tal coisa, em homem, eu tenha visto em procurar promover-se encostado aos poderes e dar-lhe aqueles que já referi, antes em outros artigos, “miminhos”.
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Fico a pensar que o Miguel Castelo Branco tem muito jeito, para fazer de “mensageiro” ( na giria rasca portuguesa "pombo correio") do Poder para dele cativar as simpatias.
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Ora uma vez o Miguel diz bem do Poder, dos amigos em seguida arrasa-os. E, até, capaz de trabalhar na sombra, ignorando o protocolo (português) oficial, como bom malabarista para fazer ajoelhar o Poder a seus pés. Já o conseguiu, em Banguecoque, mas não vou aqui referir-me ao caso da conspiraçãozita.
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Há tempos o Prof. Saldanha, ex-presidente do IPOR em Macau, veio a Banguecoque, proferir uma conferência (não estive presente embora convidado), cujo tema me parece que teria sido o “Ban Portuguet” (velha aldeia dos portugueses em Ayuthaya), onde o Prof. Saldanha visitou, apenas uma vez (2005) onde estive presente e até ficaria a conhecer um estranho caso sobre a localização das ruínas da Igreja de S. Franciso que eu, depois, expliquei o sitio certo.
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Aliás expliquei o local ao embaixador Faria e Maya, em fins de Janeiro de 2008 de quando acompanhado da mais bem classificada historiadora/arqueológa e especialista, sobre a história de Portugal na Tailãndia, a jovem licenciada Rita de Carvalho, que desenvolveu um trabalho de umas centenas de páginas (viveu duas semanas em Ayuthaya) que o embaixador Faria e Maya tem um exemplar, em seu poder, oferecido por mim.
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Para completar o tema da conferência que iria proferir na prestigiosa (a mais antiga de toda a Ásia) instituição de cultura “Siam Society”, faltava ao Prof. Saldanha, o mapa do “Ban Portuguet”, elaborado pelo Dr. Joaquim Campos em (1937?), já publicado por mim num dos meus blogues, mas não dava extraí-lo e necessitava de uma cópia em tamanho original.
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O Miguel telefonou-me, para casa, invocando o desejo do Prof. Saldanha, para lhe fornecer uma cópia e cedi. Há uns dias o Miguel telefonou-me para escrever mais sobre o António, um famoso fotógrafo em Banguecoque no princípio do século passado (suponho ser luso-descendente), escrevi a sua história que desenvolvi, com profundidade, muito bem aceite pelos leitores e viria a publicar em três partes que poderão ser lidas e ver as imagens clicando nos endereço abaixos designados.

O Miguel, adiantou, pelo telefone e falou-me que conseguia que uma revista, portuguesa, publicasse o meu trabalho, sobre o António etc.etc., e foi dizendo que os blogues não davam. Hoje, depois, declarações, que deu, ontem, para a TVI, precisava que eu metesse mais nabos na "púcara" para depois ele os retirar já cozidos e temperados.
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Isto porque eu nunca tive conhecimento que jornalistas portugueses viriam à Tailândia, e o Miguel, (creio) já sabedor, bem mais necessitava de outras iguarias para apresentar o seu "banquete" de sabedoria.
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Bonito e fazer furor e invejas, entre os seus amigos e inimigos lá pela Lisboa, que o Miguel está mesmo a ser profeta na Tailândia quando aparecer, no horário nobre, da emissão da TVI. no vidro do televisor.
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Há esquecia-me de mencionar que desejava que eu o levasse ao cemitério de Nakon Pathon, para onde as ossadas dos luso-descendentes, foram transferidas, dos cemitérios profanados, pela Igreja Católica na Tailândia, da Silom Road e do Bairro de Santa Cruz.
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Eu não preciso, para viver (incluo os esquemas e os golpes), de os meus artigos sejam publicados em revistas porque estas e jornais já se têm servido do que tenho escrito há muitos anos, porque eu escrevo e investigo história de Portugal na Tailândia não em procura de promoção, espojar-me aos pés, do fantasioso, Poder, em procura de promoção ou dinheiro, mas pelo prazer que me dá!
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Por fim só me resta realçar e de louvar o interesse que o Governo Tailandês teve em promover a história de Portugal no seu Reino e o Governo Português “moita calada”.
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Valha-nos ao menos a hospitalidade e a simpatia dos embaixadores de Portugal oferecerem um “jantarzinho”, aos jornalistas portugueses e outras individualidades, tailandesas e iniciarem-se (segundo o Miguel) as celebrações dos 500 anos da chegada dos portugueses ao antigo Reino do do Sião em 1511.-
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Voltarei ao assunto quando outros motivos houverem.
José Martins
Posted by Jose Martins at
6:05 PM 3 comments Links to this post

A PROFISSÃO DE JORNALISTA NA RÚSSIA NÃO COMPENSA!!!


A Rússia é o país europeu onde mais jornalistas morreram, desde 1991, em homicídios ou acidentes. "The Moscow Times" dá conta de um relatório da União Internacional de Jornalistas, segundo o qual 312 jornalistas morreram naquele país nos últimos 18 anos, quatro deles em 2009. Os valores contrastam com os dos países ocidentais: desde 1991, morreram dois jornalistas na Alemanha, um no Reino Unido e nenhum em França. Turquia, Índia, México e Brasil são outros países perigosos para os profissionais da informação.

PILHA-GALINHAS E PILHA MILHÕES


UM «PILHA-GALINHAS» é ladrão e vai ser julgado em tribunal dois anos depois de ter roubado duas galinhas.
Um «pilha-milhões» é um génio e hão-de passar muitos anos até que o seu improvável crime prescreva, enquanto ele continua a sacar milhões de papo para o ar. Roubar industriosamente é engenho, assaltar galinheiros é desaforo.
-Não espanta a diferença, numa sociedade em que os próprios indicadores oficiais mostram que as desigualdades sociais aumentaram na última década, e em que a justiça se arrasta com a lentidão de um «D. Elvira» no Rally das Camélias quando se trata de julgar os ricos e os poderosos que, por azar, chegam a tribunal. Pois pudera!
-Quando constatamos que se cava cada vez mais fundo o fosso que separa ricos e pobres, ao mesmo tempo que se alarga a enorme distância entre o poder e os cidadãos, o que espanta é que tudo isto aconteça numa sociedade governada, rotativamente, há três décadas, ora por pretensos socialistas ora por pretensos social-democratas.
-Como dizia Camilo: «Falta-nos a virtude e a moral; falta-nos o respeito à lei, e a lei que deva respeitar-se; falta-nos esse quase nada que faz dum povo de traficantes e de corruptos uma sociedade de irmãos e de amigos». «Esta frioleira dispensa-se», acrescentava ele, referindo-se a roubos, desaforos, prepotências e «outras bagatelas que desaparecem debaixo dos alicerces dum pomposo caminho-de-ferro». Bruxo!
.NOTA: As crónicas do autor são também afixadas no blogue
«Sorumbático», onde é 'contribuidor'. Os desenhos são da autoria de CMR, feitos para a VALOR e a DÍGITO.
Afixado por Alfredo Barroso às
Segunda-feira, Abril 20, 2009 2 comentários Links para este post

O CEGUINHO DO BANCO DE PORTUGAL


O governador do Banco de Portugal admite que a instituição que dirige pode ter sido ingénua em relação ao Banco Português de Negócios (BPN). “Nenhum de nós pensou que o Dr. Oliveira Costa fosse capaz do tipo de coisas que aconteceram no BPN. Nunca”. “Alguém que foi director da supervisão do Banco de Portugal, entrou outros aspectos do seu percurso pessoal, realmente, não houve essa suspeita. Será ingenuidade? Talvez e admito que possa considerar isso”, sublinhou Constâncio.
Ingénuo ou ceguinho pouca diferença devia fazer. O que conta é os milhares de milhões que isso vai custar de dinheiro dos nossos impostos. Sejamos honestos e reconheçamos que se o Constâncio se tivesse metido com os bancos antes da crise, se andasse a chatear e a meter o nariz nos negócios da banca, já teríamos o CDS e o PSD, que agora pedem a sua demissão pelas falhas de supervisão, a pedir a sua cabeça por estar a criar dificuldades aos negócios e à iniciativa dos nossos empresários. Todos sabíamos que a supervisão era uma fachada e que por detrás das portas as negociatas eram o pão-nosso do dia a dia, como acredito que deve continuar a ser. Alguém acredita que o Banco de Portugal vai entrar pelo BCP, pelo BES, ou pelo Santander e começar a chafurdar em todos os negócios em que estão metidos? Alguém acredita que há uma real vontade de acabar com os paraísos fiscais tornando mais fácil descobrir a corrupção? Alguém acredita que há uma real vontade de acabar com a corrupção? Lá por o Constâncio ter admitido que foi ingénuo não quer dizer que todos tenhamos de também o ser.
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Pastos: Banca, Capitalismo, Corrupção, Vitor Constancio

SÓCRATES RECUA

No rescaldo dos resultados das eleições europeias
Lisboa – Contrariando a estratégia traçada no Congresso de Espinho, em Março passado, em que José Sócrates afirmava que só a «maioria absoluta» PS daria condições de estabilidade e governabilidade, o dirigente dos socialistas admitiu que nas próximas eleições terá de pedir «uma maioria parlamentar».
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José Sócrates, líder do partido Socialista (PS) falava segunda-feira à noite aos jornalistas, à entrada para a reunião da comissão política do partido, em Lisboa, onde foi analisada a derrota eleitoral nas europeias de 7 de Junho.
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Clique e leia o resto do artigo Sócrates desiste da «maioria absoluta» para pedir «maioria parlamentar»
2009-06-16 11:29:34
Joranal Digital

O ÚLTIMO GOVERNADOR DE MACAU DE VISITA AO TERRITÓRIO




Portugal esqueceu e negligenciou Macau, disse o ex-governador General Rocha Vieira
16 jun 2009 20:44 28 ° Macau, China, 16 jun
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O ex-governador e último de Macau, Vasco da Rocha Vieira, disse na segunda-feira que Portugal se esqueceu e negligenciou o território que esteve sob a administração Portuguesa durante 450 anos, de acordo com as declarações prestadas à Agência Lusa.
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General Rocha Vieira, governou Macau até 19 de Dezembro de 1999, disse que Macau tem sido esquecido por Portugal, de que se perderam muitas oportunidades.
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O último governador de Macau disse que Portugal, está a perder tempo com as funções com a Europa, África e Brasil, e "esquecido e desprezado Macau".
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"Isto não é bom porque Macau é esperado a desempenhar um papel extremamente importante na ligação entre a China e o resto do mundo que fala Português e da União Europeia e no fortalecimento das boas relações entre Portugal e a China, que não só deveria ser limitado a uma amizade ", disse ele.
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O ex-governador disse ainda que "Portugal está a desprezar e deitar para fora as oportunidades que não deve deixar de perder". O último governador de Macau Português acrescentou que ele gostaria de ser vigilante Portugal do "futuro" e para manter um olho nas oportunidades que ele pode ainda tirar partido ".
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"Há muito que já se perdeu, mas ainda há muito que pode ser aproveitado", disse ele. Rocha Vieira, foi convidado a visitar Macau por parte das autoridades chinesas, a Pequim na quarta-feira.
(MacauNews
Tradução livre do inglês para o português por José Martins

PAZ PARA RICARDO RANGEL - UM GRANDE FOTÓGRAFO MOÇAMBICANO

Ricardo Rangel (1924-2009) (Maputo)
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Vão hoje a sepultar os restos mortais do fotojornalista Ricardo Rangel depois de ter tranquilamente abandonado o mundo dos vivos na última quinta-feira.
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Rangel, entre outras coisas, um “doido” por jazz, terá dito à sua companheira de décadas,
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Beatrice Kiener, que “não queria choros” no seu funeral, preferindo música de jazz.
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Eventualmente, nos Paços do Conselho Executivo será feita a sua última vontade, quando a partir das 13.00 horas, aqueles que assim o desejarem poderão despedir-se do homem que, em matéria máquinas fotográficas, sempre preferiu a “Leica” à Nikon.
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O casal Rangel passou uma tarde tranquila na última> quinta no seu apartamento> com vistas para a baía, apesar da excitação de Ricardo por causa dos milhões que envolveram a transferência de Cristiano Ronaldo do Manchester United para o Real Madrid. Beatrice, por volta das 19.40 h., recorda-lhe a hora dos noticiários.
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Notícias no plural porque ele “era um mudador”, a expressão da sua neta traduzindo o “zapping” entre canais com o auxílio do controle remoto.
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No dia 11 não houve noticiário para o Rangel. Albertino Adamasceno, o cardiologista amigo da família, confirmava pouco depois das 20.00 horas a morte do homem que deixa ao país um dos mais dramáticos legados documentais> sobre o colonialismo.
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Inconformado e apaixonado, Rangel vivou intensamente o período revolucionário do pós-independência, mas em 1990, chocado com a “omissão” da liberdade de imprensa no primeiro “draft” da Constituição da República, faz parte do grupo restrito de jornalistas que preparou o histórico documento “o direito do povo à informação”.
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Preocupado com a morte lenta de Maputo, dá a cara pelo grupo “Juntos pela> Cidade” nas primeiras autárquicas disputadas no país.
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Não se sabe ainda se Rangel terá direito ao estatuto oficial de “herói nacional”. (TB)
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À MARGEM: Conheci Ricardo Rangel na cidade da Beira. Bebemos juntos copos nos "clubes" nocturnos.
Nunca largava a máquina fotográfica.
Foi o fotógrafo mais brilhante, a preto e branco, que eu conheci.
Trabalhou para o "Diário de Moçambique", "Notícias da Beira", revistas e outras publicações.
O Jazz era tudo para ele um apaixonado.
Viveu como calhou quando o conheci "teso" sem dinheiro.
Alma simples e amigo de toda a gente.
Moçambique perdeu um valor que deixou um espólio que nunca outro fotojornalista o teria deixado.
Paz à sua alma e os sentidos pesâmes a sua esposa Beatrice.
José Martins

BRASIL: REPRESSÂO DA POLÍCIA CONTRA ESTUDANTES

Para ver as impressionantes imagens clique em baixo
e

UM MANGUITO BEM MERECIDO



Quando o Sr. Silva era primeiro-ministro deste país, nesses desastrosos tempos em que Portugal foi vendido ao capital financeiro, os cidadãos transformados em números e cifrões e este jardim começou a cair no buraco sem fundo do liberalismo, esse mesmo Sr. Silva recusou uma pensão ao herói do 25 de Abril, Salgueiro Maia na mesma altura em que a concedeu a dois ex-pides. Ao escolher Santarém para fazer as celebrações do dia de Portugal, este Sr. Silva viu-se na obrigação de lhe prestar uma homenagem junto do monumento que recorda o seu heroísmo. Um acto da maior hipocrisia que só merece o nosso desprezo e indignação. Este Sr. Silva não tem sequer o direito de lhe limpar as botas e devia pedir desculpa aos familiares do Capitão Salgueiro Maia, devia pedir perdão a todo o país. A grandeza do Salgueiro Maia nada tem a ver com a pequenez deste Silva. Triste o povo que não se indigna com tanta hipocrisia.
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O GOOGLE, O KOOGLE E O RESTO


Vieram de todos os pontos do país e até dos Açores. Mais de dois mil agricultores concentraram-se em Santarém, e prometeram mandar o ministro da Agricultura "para a rua", em Outubro. O apelo ao voto "naqueles que protegem a agricultura" foi a tónica dominante da intervenção do secretário-geral da CAP, que desafiou os agricultores, as famílias e todo o mundo rural "a votarem" nas próximas eleições legislativas. "Precisamos de todos os que estão aqui" e assumiu que a luta dos agricultores, que agora começou, "se vai prolongar até Outubro", disse O secretário-geral da CAP Luís Mira.Onde é que eu já vi isto? Nos professores foi certamente e começa a ser utilizado um pouco por todo o lado. É o PS a pagar pelas guerras que criou contra as classes profissionais a fazer ricochete a fazê-los pagar a factura. Só têm o que merecem. O que custa mais é que na sede de vingança não pensem nas alternativas e naquilo que os espera. Os professores viram os movimentos a dar a mão ao PSD antes das europeias e os agricultores, vão continuar os protestos até às eleições e falam em dar o voto em quem os defenda. E quem os defende? O PSD? O CDS? A CDU ou o BE? Esqueçam que com as politicas europeias ninguém os pode defender. Nem os professores verão o seu Estatuto da carreira docente revogado nem os agricultores os seus problemas resolvidos. Podem vender-lhes ilusões mas a desgraça é aquilo que se perfila no horizonte. A política europeia para a agricultura está condenada ao fracasso e tudo o que fazem é proteger os agricultores do centro da Europa e mesmo esses não param de protestar. Tudo isto são histórias da carochinha para enganar papalvos. Promessas agora para depois termos mais quatro anos de crise, aperto de cinto e perda de direitos. A solução está em recusar as imposições do capitalismo europeu e assumirmos a resolução dos problemas de Portugal nas nossas mãos. Dizer não a esta Europa e a quem lhes presta vassalagem é urgente.
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A VENDA DE VOTOS


Vieram de todos os pontos do país e até dos Açores. Mais de dois mil agricultores concentraram-se em Santarém, e prometeram mandar o ministro da Agricultura "para a rua", em Outubro. O apelo ao voto "naqueles que protegem a agricultura" foi a tónica dominante da intervenção do secretário-geral da CAP, que desafiou os agricultores, as famílias e todo o mundo rural "a votarem" nas próximas eleições legislativas. "Precisamos de todos os que estão aqui" e assumiu que a luta dos agricultores, que agora começou, "se vai prolongar até Outubro", disse O secretário-geral da CAP Luís Mira.Onde é que eu já vi isto? Nos professores foi certamente e começa a ser utilizado um pouco por todo o lado. É o PS a pagar pelas guerras que criou contra as classes profissionais a fazer ricochete a fazê-los pagar a factura. Só têm o que merecem. O que custa mais é que na sede de vingança não pensem nas alternativas e naquilo que os espera. Os professores viram os movimentos a dar a mão ao PSD antes das europeias e os agricultores, vão continuar os protestos até às eleições e falam em dar o voto em quem os defenda. E quem os defende? O PSD? O CDS? A CDU ou o BE? Esqueçam que com as politicas europeias ninguém os pode defender. Nem os professores verão o seu Estatuto da carreira docente revogado nem os agricultores os seus problemas resolvidos. Podem vender-lhes ilusões mas a desgraça é aquilo que se perfila no horizonte. A política europeia para a agricultura está condenada ao fracasso e tudo o que fazem é proteger os agricultores do centro da Europa e mesmo esses não param de protestar. Tudo isto são histórias da carochinha para enganar papalvos. Promessas agora para depois termos mais quatro anos de crise, aperto de cinto e perda de direitos. A solução está em recusar as imposições do capitalismo europeu e assumirmos a resolução dos problemas de Portugal nas nossas mãos. Dizer não a esta Europa e a quem lhes presta vassalagem é urgente.
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MILHÕES E INDIGNAÇÕES



Por mais que se queira passar ao lado daquilo de que nem temos vontade de falar, a insistência da comunicação social acaba sempre por conseguir que nos sintamos obrigados a dizer alguma coisa. Ultrapassando o aberrante de se pagarem 94 milhões pelo passe de um jogador de futebol, dos muitos milhões que vai ganhar por mês foi ouvir uma televisão fazer as contas de quantas vezes vale o peso Ronaldo em ouro ou a das Nações Unidas que calcularam que o dinheiro da transferência dava para mata a fome a oito milhões e 600 mil etíopes, que me fez questionar porque ninguém faz estas contas para gestores da EDP, da GALP e de muitas outras grandes empresas e bancos. Ou a quantos etíopes matava a fome os 10 milhões que o Cadilhe recebeu, em fundos de pensão para poupar nos impostos, só para ser gerente do BPN durante seis meses. Ou quantos vezes vale o seu peso em ouro o Dias Loureiro, o mais bem sucedidos ex-politico deste jardim e que, mal a justiça se aproxima, descobre que não tem quaisquer bens em seu nome. Evaporaram-se. Quanto vale em milhões um Nobre Guedes que, para evitar incompatibilidades, ao assumir um cargo de Ministro, desiste de trinta dos cargos que “desempenhava” em empresas e autarquias. Quantos milhões se retirariam da fome, quantos empregos se criariam, quanta miséria se erradicaria se também se contabilizassem em pesos e comparações os milhões que esta gente arrecada sem mesmo ter de correr ou suar um bocadinho. Indignemo-nos com os 94 milhões que os Espanhóis vão pagar ao Ronaldo, mas primeiro indignemo-nos com os muitos mais milhões que esta gente recebe dos nossos impostos e do futuro que não deixam este país poder ter.
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DIA MUNDIAL DO TRABALHO INFANTIL


No Século XXI, numa época em que tanto se fala de direitos humanos três em cada quatro crianças são sujeitas è exploração laboral. São duzentos milhões de rapazes e raparigas que deviam estar a crescer e a estudar que são encafuados em fábricas ou em bordéis para dar lucro è globalização. Grandes empresas mundiais, coca-colas, Nikes, e muitas outras utilizam esta mão-de-obra barata para aumentarem os seus lucros. Nos países mais ricos são os trabalhadores que são atirados para o desemprego e para a miséria com as deslocalizações e a transferência do trabalho, onde ainda há alguns direitos laborais, para onde a escravatura é a palavra de ordem. Esta é a face da globalização capitalista, da liberalização dos mercados e da concorrência a todo o custo. Utiliza-se a miséria em alguns locais do mundo, criando-a onde ela não existia só para aumentar o lucro dos grandes senhores do mundo. Apregoa-se a competitividade sabendo-se que não há nenhuma possibilidade de existirem direitos e competir com o trabalho escravo e infantil. Basta ver os direitos que os trabalhadores dos países mais ricos têm vindo a perder em nome da produtividade. Ao aceitar participar neste jogo e nesta globalização estamos a defender este tipo de politicas de trabalho, sem direitos, sem regras e sem humanidade. Quem defende esta política não respeita os cidadãos, não respeita direitos, não respeita nada. São canibais que aceitam a miséria e a exploração em troca de lucro. Não possuem qualquer sentido da decência nem merecem qualquer respeito por parte de nenhum de nós. Que um raio os parta a todos.
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SANTO ANTÓNIO DE LISBOA



Da nossa associada Kaos

ORAÇÃO EUROPEIA EM DIA DE PORTUGAL


António Barreto referindo-se "à elevadíssima abstenção" registada nas eleições europeias, considerou que "mostrou, uma vez mais, a permanente crise de legitimidade e de representatividade das instituições europeias". "A cidadania europeia é uma noção vaga e incerta. É um conceito inventado por políticos e juristas, não é uma realidade vivida e percebida pelos povos".Até os ideólogos do regime se vêm obrigados a reconhecer que a democracia europeia é falaciosa quando questionam a legitimidade e a representatividade das suas instituições (cada deputado português representa cerca de 140 mil portugueses em mais de 9 milhões de eleitores). Todos já compreendemos que os portugueses não se reconhecem nesta Europa e naqueles que nos dizem representar. A Comissão Europeia é escolhida pelos líderes dos países mais ricos para realizar as politica que lhe impõem, o Parlamento não passa de um logro, uma mascara que esconde a verdadeira cara da Europa. Dizem-nos que todos somos cidadãos europeus, mas esta Europa não nos trata a todos por igual. Impõem-nos regras e disciplinas mas não nos dão os direitos que vemos noutros países. Esquecem que um português ou um espanhol tem uma cultura e uma forma de vida muito diferente de um dinamarquês ou de um eslovaco. Somos todos europeus mas somos diferentes. Os portugueses não se revêem nestas politicas nem nesta Europa. Só a ruptura, possibilita a reconquista da nossa soberania e a criação de uma nova Europa de povos soberanos e livres. Só fazendo a ruptura evitaremos sofrer os estragos que a implosão desta união criará a quem lá estiver. Continuar a apostar numa Europa mais preocupada com as economias que com os cidadãos não pode dar bom resultado. O desinteresse dos cidadãos nas eleições europeias é o primeiro sinal.
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DESGASTE? AH NÃO PARECE... MAS DESGASTADOS TODOS NÕS OS PORTUGESES!




À entrada da reunião da comissão política do PS, o primeiro-ministro José Sócrates revelou que nas próximas legislativas vai empenhar-se numa "maioria parlamentar" que dê condições para governar. (Expresso).
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À MARGEM: O perder faz má cara e pior cabelo. Vi hoje na RTP o rosto de José Sócrates... Uma tragédia, facial. Insiste que pretende a maioria parlamentar nas próximas legislativas. Será que os portugueses vão ser mais uma vez "otários"? Tanto rabo de palha foram ficando para trás sem terem sido esclarecidos... A opção é vossa.. A minha é o não de votar no PS.

ORA TOMEM LÁ MAIS UMA!


Crise académica de 1962 - acção comunista, recebeu a adesão de muitos ingénuos «filhos do progresso»
A lucidez de Salazar não impedia que houvesse outras visões
http://abemdanacao.blogs.sapo.pt/372641.html
Quem ousava pensar?
P.S. Quem nem deve gostar mesmo nada de ler o conteúdo é o Dr. Mário Soares.O Salazar, o fantasma, que ainda hoje lhe persegue a memória.

VITOR E NUNO À BATATADA DE PALAVRAS

BPN: Buraco é inferior a mil milhões de euros
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Nuno Melo irrita Vítor ConstâncioUma guerra de palavras entre Nuno Melo e Vítor Constâncio levou ontem o governador do BdP a irritar-se com o deputado do CDS-PP.
A guerra de números foi aliás um dos pontos altos da audição, com o governador a entrar numa acesa troca de palavras com o deputado do CDS-PP Nuno Melo. A discussão chegou a roçar o insulto, com Vítor Constâncio a apelidar o centrista de “ignorante”. “Andou a dizer na campanha que eram os 2,5 [milhões de euros o buraco do BPN] e isso é ignorância”, afirmou o supervisor.” “O senhor governador pode baixar o nível porque eu mantenho o meu”, respondeu o agora eurodeputado.
Nuno Melo não se fez rogado e, nas questões seguintes, atacou directamente Vítor Constâncio, imputando-lhe responsabilidades directas na falha de supervisão. O deputado chegou a ironizar: “O senhor é que é o inteligente-mor da companhia.” Mas a picardia entre ambos chegou quase ao limite quando, em tom irritado, Melo declarou: “Como o governador acreditava em tudo o que lhe diziam, andaram a enrolar o Banco de Portugal até 2008.” As palavras mereceram o pronto reparo de Maria de Belém, presidente da comissão. Constâncio garantiu ontem à comissão que o buraco financeiro do BPN será inferior a mil milhões de euros, adiantando que “há uma dúzia de grandes cúmplices e responsáveis pelo que se passou na SLN, e espero que venham a ser razoavelmente punidos”, acusando José de Mascarenhas, presidente do Insular, de ser “uma das pessoas mais responsáveis por esta situação”.
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À MARGEM: Num país esburacado, menos de mil milhões de euros é uma "bagatela", que até nem se lhe pode chamar "buraco".Fonte Correio da Manhã