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quarta-feira, 24 de junho de 2009

ACONTECIMENOS NO IRÃO - HUGO CHAVEZ CULPA A CIA

Presidente venezuelano Hugo Chávez, confirmou esta manhã (hora espanhola) a sua "absoluta" confiança na legitimidade da eleição do seu homólogo do Irão, Mahmoud Ahmadinejad, e culpando os E.U da crise no país islâmico .
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"Ahmadinejad ganhou a todos perante a lei. Isso é o que estamos absolutamente seguros. Sabemos perfeitamente a realidade iraniana", disse Chávez durante a sexta cimeira extraordinária da “Alternativa Bolivariana para as Américas” (ALBA), realizada no centro da cidade Maracay, cerca de 120 quilômetros a oeste de Caracas.
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O líder venezuelano afirmou que "a partir de um ano atrás, todas as sondagens diziam que Ahmadinejad ganhou", e criticou esta prova até agora tem "uma situação de crise após a eleição que deu a sentença ultra conservative. "De repente uma guerra (...) inquéritos após ganhamos (a votação é relatado), a fraude, (então) o povo na rua, alguns mortos, são franco atiradores e, a CIA está por trás da mão, e imperial "Chávez tem sugerido.
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"E eles estão batendo duro sobre a revolução islâmica!
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Tem 30 anos, resistindo bloqueios, acções, ameaças, a guerra Irão-Iraque, que foi fabricado em Washington, porque os Estados Unidos foi armado Saddam Hussein e levou a guerra para derrubar a revolução islâmica, todos sabemos que não ", acrescentou mandaterio.
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O Ministério dos Negócios Estrangeiros venezuelano disse em 16 jun. Rejeitou a "viciosa e infundada campanha de descrédito" que relatou, desenvolver estrangeiros fatores contra o Irã e as "extraordinárias democrático", que resultou na eleição de Ahmadinejad.
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Em uma declaração, pediu "a cessação imediata dessa intimidação e desestabilização" contra o Governo do Irão, e disse que o governo venezuelano e as pessoas porto "confiante que o povo iraniano vai saber como resolver os seus assuntos internos e vai continuar o caminho da Revolução Islâmica ".
(El País)

O RONALDO QUE EMBRULHE!!!! NEM OS MILHÕES DEMOVEM A BELA NEREIDA!

Nereida descarta reconciliação com Cristiano Ronaldo
Ao mesmo tempo que dá que falar com fotos provocantes na revista ‘Interviú’,
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Nereida Gallardo aproveita para deixar um sério aviso ao ex-namorado. Se Cristiano Ronaldo quiser voltar para ela, a espanhola simplesmente irá “rir-se na cara dele”.
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A espanhola reage, assim, aos rumores de que teria recebido telefonemas de Dolores Aveiro, mãe do craque, para reatar o romance.
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Mas na revista espanhola – onde até posa com a camisola do Real Madrid –, Nereida confessa ter ficado “magoada” por Ronaldo ter terminado a relação por SMS. “Não quero voltar para alguém sem personalidade.
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Ele magoou-me muito quando me deixou por mensagem. Precisa de crescer e parar com o que está a fazer com a sua vida privada”, diz.
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No entanto, as duras críticas que a manequim espanhola proferiu na ‘Interviú’ não atingem apenas Cristiano Ronaldo. Nereida Gallardo não se poupa em palavras quando o assunto é Paris Hilton. Referindo-se ao encontro da ‘socialite’ norte-americana com o craque, em Los Angeles, aponta: “Ela é uma das muitas que passaram pela cama dele (...) Desde que ele me deixou não sei quantas foram. Oitenta mil?”.
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Alegando que todas as semanas, uma mulher vem a falar publicamente de que se envolveu com Cristiano Ronaldo, a maiorquina frisa que o ex-namorado “não tem classe” e que ele e Paris Hilton são “completamente o oposto”. “Eles são muito diferentes. Paris vende a sua vida e ele só quer ficar longe da Imprensa”, começa por dizer, para em seguida rectificar: “Os opostos atraem-se, mas acho que ele não voltará a vê-la'.
Rita Montenegro (Vidas)

LUTA DO SINDICATO DOS STCDE - MALHAR EM CENTEIO VERDE

Trabalhadores consulares vão manifestar-se e prometem nova greve (C/ÁUDIO)
* * * Serviço áudio disponível em

www.lusa.pt
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Lisboa, 24 Jun (Lusa) -
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Os trabalhadores dos consulados e missões diplomáticas de Portugal manifestam-se dia 21 de Agosto frente ao Ministério dos Negócios Estrangeiros para, entre outras reivindicações, exigir o vínculo à função pública, disse hoje à Lusa fonte sindical.
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Segundo Alexandre Vieira, secretário-geral adjunto do Sindicato dos Trabalhadores Consulares e das Missões Diplomáticas (STCDE), se o governo continuar a ignorar as reivindicações será convocada uma nova greve, em Setembro.
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"Estamos a preparar, caso isto não avance, com uma nova greve, já a partir de Setembro e não será apenas um dia", disse.
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Os trabalhadores consulares estiveram em greve no passado dia 04, numa paralisação que segundo o STCDE teve uma adesão "superior a 80 por cento" e que para o governo foi apenas de 30 por cento.
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A confirmar-se a realização da manifestação, esta será a primeira registada na história dos Ministério dos Negócios Estrangeiros e do sindicato, precisou Alexandre Vieira.
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Por iniciativa do STCDE, mais de mil dos cerca de 1600 trabalhadores consulares de quase 130 embaixadas e consulados, distribuídos por 50 países, subscreveram um abaixo assinado a exigir a vinculação à função pública, actualização salarial e avaliação de desempenho.
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"Neste abaixo assinado nós chamamos a atenção do MNE. Se (o MNE) não reagir voltaremos à greve", garantiu a fonte sindical.
Alexandre Vieira acrescentou que deputados de todos os partidos com assento na Assembleia da República, incluindo o Partido Socialista, no poder, e dos conselheiros das comunidades portuguesas espalhadas pelo mundo apoiam esta iniciativa do STCDE.
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"O que está em causa são uma série de coisas, mas o mais importante é o que tem a ver com o nosso estatuto profissional, porque tem de contemplar medidas como a questão do Sistema de Avaliação da Administração Pública, a questão da progressão na carreira, a questão dos aumentos salariais", salientou.
Relativamente à avaliação, Alexandre Vieira afirmou que existe o "caos total".
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"Está o caos total. Há embaixadores que o aplicam, embaixadas que não aplicam. Outras que fazem tudo mal. É assim, é conforme a vontade do freguês", concluiu.
EL.
Lusa/Fim
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À MARGEM: O Sindicato dos Trabalhadores Consulares e das Missões Diplomáticas, continua (como há muitos anos) a malhar em centeio verde que não debulha o grão.
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Nunca a voz dos humildes trabalhadores foi ouvida.
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Hoje, pelo mundo, existem numerosas Missões Diplomáticas e Consulados com carência de pessoal de expediente cujo este é executado pelo pessoal não diplomático.
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Com isto tem se dado a degradação do funcionamento das Missões Diplomáticas, estabelecidas no Mundo para servirem os portugueses acolhidos nesses países; os estrangeiros que necessitam de obter visa para visitarem Portugal e, evidentemente, oferecerem aquilo que ainda temos para vender e representá-lo.
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Porém desde que Portugal se inseriu na União Europeia e a seguir na área do "Shengen" as missões e os consulados portuguesas no mundo voltaram em floreiras de rosas mal-cheirosas e a degradação dos serviços viria em seguida.
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Desde há 10 anos nada melhorou no funcionamento e diversas barreiras foram encontradas para dar a dignidade aos servidores do Estado no Estrangeiro.
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Nenhum ministro mesmo tendo boas intenções em dignificar o pessoal as consegue levar a bom porto e eliminar as "capelinhas".
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A gente que se movimenta sob os claustros das Necessidades, coloca os decretos, mesmo ratificados, na gaveta, ficam encerrados apodrecer com o tempo.
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Mas para eles, os diplomatas, há tudo e mais que tudo e para os da mó debaixo os que os servem há apenas a "maçã dos porcos".
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Continuamos a ter um país de gente que julga que vale e não vale mesmo nada!
José Martins

A IGREJA CATÓLICA, BERLUSCÓNI E AS SUAS RAPARIGAS


BERLUSCÓNI E O ESCÂNDALO COM AS SUAS RAPARIGAS NA SARDENHA
Papa, numa homília, deixou um recado para o Primeiro-Ministro italiano. Até agora a Igreja não se tem pronunciado em relação aos actos, bem divulgados, de Berlusconi com as suas “raparigas” numa festa na Sardenha.
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Mas no sábado,passado, Papa Bento XVI proferiu uma “dica” com macieza, mas muito significativa, durante a cerimónia de homenagem à "justeza moral" de Alcide de Gasperi (1881-1954), o histórico-primeiro-ministro e fundador da Democracia Cristã italiana.
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O Papa sublinhou que De Gasperi era autónomo e responsável em suas escolhas políticas, sem utilizar a Igreja para fins políticos ", e manifestou a esperança de que" a memória da sua experiência de governo e seus testemunho cristão seja um incentivo e estímulo para todos os que hoje dirige os destinos da Itália e da população, especialmente para aqueles que são inspirados pelo Evangelho. "
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Entretanto,em editorial, o padre António Sciortino, editor do jornal de linha e pensamento da religião católica “Famiglia Cristiana” escreveu duras palavras e um recado para Sílvio Berluscóni: “Embora não tenha excedido, no seu todo, o limite de portar-se com decência, os católicos deste país, encontram-se chocados pela decadência moral que vão contra a ética moral de um primeiro-ministro de que a Igreja não pode ignorar isso.” (El País) - Tradução livre)
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À MARGEM: O recado de Bento XVI, a Sílvio Berluscóni, foi para ser entendido, dado que o transmitiu na filosofia, de palavras, muito próprias dos “sermões” dos pregadores da Igreja do Vaticano milenária.
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O padre António do jornal "Famiglia Cristiana" deitou uma hóstia dentro do cálice e outra fora que caiu ao chão. -
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O Sílvio Berluscónio foi incauto e inocente nos preparativos de suas festas, com raparigas, em sua vivenda, de férias, na Sardenha.
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O primeiro-ministro pecou, é certo, mas não assim tanto que possa ser criticado, dado que usou a privacidade de sua vivenda de férias e não em local público.
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Em todos os governos de países e nas igrejas do Mundo há santos, demónios e pecadores!
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Os apetites carnais, são próprios dos santos e dos diabos de que a eles não se podem privar, igual à comida para a boca. O Mundo é composto de seres fortes e fracos. O Poder com a sua força musculosa ou de abastança domina os fracos.
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Berluscóni foi traído, como foram aliciados outros homens do Poder pelos séculos adiante desde que este Mundo existe cuja mulher é uma peça fundamental para a sedução.
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Assim foi, reza a lenda, o Adão ser traído pela Eva no paraíso. A Eva não desejaria trair o seu amado e o primeiro homem que com ela praticou as delícias do amor, mas foi a maldita serpente que a enganou.
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Serpentes, foram rastejando em redor de Berluscóni para lhe retirarem o Poder e outros lho tomar e, então, como ele, levarem a cabo outros “bacanais” que embora não sejam na Sardenha poderão ser noutra ilha, entre as muitas, que há no mares de Itália.
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O Papa e o padre António, bem melhor seria o permanecerem “caladinhos” em cima do caso Berluscóni, dado aos tantos escândalos que têm acontecido pelo mundo de Cristo, onde há padres, bispos e leigos envolvidos em práticas sexuais e, as mais graves, de pedofilia.
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Lá pregava o Frei Tomáz: “Ouve aquilo que eu te digo, mas não olhes para aquilo que eu faço.
José Martins

SÓCRATES E SUAS LIGAÇÕES, DE PENSAMENTO, AO DITADOR DA VENEZUELA

Os apetites, estratégicos, de Chàvez
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Quando Socrates identificou a TVI como sua inimiga , surgiram noticias de incitamento ao mais alto nível para que esta fosse comprada . O intuito visivel desse eventualmente negócio é politico
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A TVI causa a Sócrates o mesmo incómodo que o " Independente " provocava aos governos de Cavaco Silva , mas com a amplificação popular que a televisão permite .
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É na TVI que se discute o confuso curriculum do primeiro ministro .É aí que as " reformas " são desmontadas e que muitos ministros vêem expostas as suas estreitezas .
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Sócrates convive mal com quem não o aprecia ( prefere a doçura da SIC na semana passada ) . Por isso , é natural que tente imitar o seu amigo venezuelano que encerrou uma televisão que o criticava . Felizmente estamos na Europa - aqui não se fecha , manda-se comprar
Carlos Abreu Amorim

O PECADO DO SENHOR EMBAIXADOR


O ministro dos Estrangeiros belga, aqui fotografado num encontro com Hillary Clinton, levou o caso ao Parlamento
Caso chegou ao Parlamento de Bruxelas
Embaixador belga em Moscovo chamado por ter dado vistos a "bailarinas" tailandesas

O embaixador da Bélgica em Moscovo foi chamado a Bruxelas por ter dado vistos belgas a cinco mulheres tailandesas próximas do milionário russo Suleiman Kerimov, um dos 40 homens mais ricos do mundo.
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Os vistos belgas dão acesso ao espaço Schengen e permitiriam às cinco mulheres acompanhar Kerimov numa viagem à Côte d’Azur, no Sul de França, onde Kerimov tem uma villa.
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Ora o embaixador belga em Moscovo, Bertrand de Combrugghe, participou numa festa nessa villa e passou um fim-de-semana num hotel de luxo de Antibes, o Eden Roc, cuja conta foi pagar por Kerimov, disse ontem no Parlamento de Bruxelas o ministro dos Negócios Estrangeiros belga, Karel De Gucht.
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Questionado pelos deputados, De Gucht disse que o embaixador “interveio pessoalmente junto dos serviços consulares da embaixada em Moscovo para que as cinco mulheres tailandesas obtivessem um visto Schengen”. O ministro descreveu as tailandesas como “bailarinas”.
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O embaixador reconheceu a irregularidade e pediu ele próprio para ser chamado.Kerimov, o 36º homem mais rico do mundo, de acordo com a lista da Forbes, ficou conhecido em 2006 por ter tido um acidente na Promenade des Anglais, a mais conhecida avenida de Nice, quando conduzia o seu Ferrari.
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Com queimaduras em 70 por cento do corpo, foi transportado para Bruxelas num avião militar belga e foi assistido num hospital militar próximo da capital. O milionário pagou todas as despesas, mas este tratamento de favor levantou suspeições na altura,
11.06.2009 - 20h39 Agências/Público
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À MARGEM: Os embaixadores também pecam... Lembra-me há uns anos (10) de quando saía de um hotel, em Banguecoque, com um empresário português depois de tomarmos uma bebida, o embaixador de um país, membro, da União Europeia, abraçado a dois "boys" por volta da uma manhã. Lá partiram os três, lindos, "pétalas-cor-de-rosa" amorosos!

"FOI AQUI QUE TUDO COMEÇOU"

No “Forum Novas Fronteiras”.
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Foi um discurso entusiástico o de José Sócrates. Quem disse da sua humildade? Teve, efectivamente, um desfalecimento passageiro, após as eleições, mostrou mesmo contrição, mas o Engenheiro Sócrates, habituado a correr, retomou o fôlego e ei-lo de novo bem embalado.-
Tal como os deputados do PC a quem se acusa sempre de terem engolido uma agulha de gramofone, retomando continuamente o mesmo disco, o Primeiro Ministro, em novo élan, reiniciou triunfalmente a corrida, com a contabilização altissonante dos seus desempenhos governativos.
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Referiu a promoção das energias renováveis, e o seu governo electrónico – sem especificar se foi esse o responsável pela formação de autómatos no seu governo – e as reformas na Educação e na Saúde, não permitindo interrupções que pudessem contestar o valor dessas reformas. Expôs sobre a promoção do acesso aos empregos, indiferente aos aspectos fraudulentos da formação, para esses acessos.
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Exaltou o apoio às famílias, o abono pré-natal, o combate à pobreza, a modernização, o magalhães, a Europa... E olvidou ingratamente Vital Moreira.-
Depois, no programa “Parlamento”, à noite, ouvi os deputados do PCP, do CDS-PP, do PSD que todos desancaram no PS, falando na adjudicação ou não do TGV, na frontalidade indispensável nesse capítulo, por uma questão de lealdade ao próximo governo, para não o condicionar já...-
Mas acho que Montalvão Machado do PSD se precipitou, contando com o ovo a sair da galinha. Porque o Eng. Sócrates é que vai apanhar os ovos todos, está a trabalhar afincadamente para isso, ali onde tudo começou, no Fórum Novas Fronteiras.
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E a deputada do PS, Ana Catarina Mendes, advogada, soube advogar, com estridor, nessa noite, a causa do seu dirigente, recapitulando o discurso que já ouvíramos de Sócrates, ipsis verbis, com idêntica facúndia, sem escutar ninguém e atacando sempre, segundo o modelo Álvaro Cunhal e seguidores, muito em voga no PS ultimamente.-
Não se falou nos vários casos de escândalo, nos discursos de patranha, incluindo o do erro sobre a recessão e os valores do desemprego, no desrespeito pelos cidadãos, na habituação do país ao subsídio de desemprego, originador de parasitismo, inércia e falta de brio, no despotismo dos patrões exigindo horas grátis, sob a ameaça chantagista de despedimentos, nas derrapagens económicas, no caso de obras de prazos e preços triplicados no seu final.
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Porque isso é uma constante nacional, pôs-se um véu sobre a questão, já que o povo pagará, como de hábito. Entretanto, os dinheiros que voaram, ninguém explica para onde foram, e os implicados continuam impantes, ou serenos ou irónicos. Impunes. E o país está em falência, e as fábricas continuam a fechar, o desemprego a aumentar, a corrupção vivaz.-
Mas nem Sócrates, de dia, nem a sua advogada, à noite, falaram nisso. Vê-se que estão cientes de que os ovos lhes caberão, que todos os que se sentem bem, e são muitos neste país, incluindo a imprensa escrita e falada, não deixarão de contribuir para a gemada.-
Creio que Manuela Ferreira Leite, apesar das desconsiderações e vilezas de linguagem dos habituais detractores, conseguiu impor a imagem da pessoa corajosa e nobre de que o seu partido precisava e de que o país parecia estar ávido, ganhando as primeiras eleições.-
Mas é uma falsa suposição, a da avidez por uma governação mais sensata. Os erros do governo vão ser olvidados ou absolvidos, e só as virtudes contarão, abundantemente propaladas.
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No Fórum Novas Fronteiras, onde tudo começou. E não vai acabar, em minha opinião abalizada, hélas!Mas viva o S. João! E que não nos falte nunca o fogo... de artifício.
Berta Brás - Estoril - portugal@portugalclub.org

ÓH,ÓH MEU RICO SÃO JOÃO DO PORTO!

Hoje ao levantar-me pelas 5 e meia da manhã, depois de ligar a televisão tenho pela minha frente a noite de S.João do Porto no largo da Ribeira. Em cima de um palco improvisado o “palhaço” do João Baião a dar ao rabo e muita gentinha por ali a ver as suas comicidades sem graça que valham.
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O São João do Porto e o do meu tempo chamava-se das Fontainhas e não entendo porque agora se passa a chamar o São João da Ribeira. As festas são-joaninas do Porto deixaram de ser aquilo que foram e os alhos porros, os manjericos e os molhos de cidreiras tomaram-lhe o lugar os martelos de plásticos...
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O horror dos horrores aqueles objectos de mola a bater nas cabeças dos da noite da folia a celebrar a noite mais longa do ano na cidade que há séculos tomou o nome das “tripeira”. A noite do São do Porto, no meu tempo, era mesmo castiça! Nada de plásticos nem, dessa matéria havia ainda na cidade a não ser os pentes que o vendedor ambulante, puxando uma carreta, vendia na baixa do Porto.
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Mas o São João do Porto principiava pelo Santo António e de quando a traquina da miudagem das ruas e das vielas, dos bairros, montavam pequenas quermesses encostadas aos muros com santinhos e borreguinhos de barros. Lá seguia essa irrequieta miudagem,excertada em "corno de cabra", de ranho seco no nariz, a cravar umas moedas aos que passavam: “Óh tiozinho deia-me lá um tostãozinho para o Son Joõnzinho, ande lá óh tiozinho”.
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Tostões que seguiam para a gaveta do merceeiro, da esquina, na compra de rebuçados. Dias antes, da festa, para os lados da Cancela Velha (onde hoje estão os Correios Centrais), serviam de bardo aos carneiros para serem sacrificados e comidos, nas tascas e pelas famílias, tripeiras, na noite de S.João.
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Caldo verde com a tora de chouriço, um pedaço de carne de cordeiro, que lambuzava os dedos e lambe-los depois, adubado com umas batatas, novas assadas, das terras de Póvoa de Varzim, poderia lá faltar na mesa do rico ou do pobre do Porto? Bichas de rabear, bombitas e foguetes minúsculos, vendiam-se por todas as mercearias.
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Todos os bairros do Porto faziam a sua festa, a rusga, em louvor ao São João. As “sopeiras”, de avental de branco, com a ourelas rendilhadas, a servir nas casas dos senhores, mais umas horas de liberdade na noite de São João. O “maroto” do magala, de bivaque na cabeça ao lado, que lhe andava a arrastar a asa, aos domingos, nos Jardins de S. Lazaro, Cordoaria ou do Marquês aguardava, pela noite de São João, para aquilo que ele esperava e ela, tantas vezes, lhe tinha negado.
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Desde as Carmelitas, subindo a Santo António até às Fontainhas as margens da rua eram hortas cheias de verdura, com as vendeiras da Madalena, Santo Ovídio, Oliveira do Douro e Avintes, a venderem os alhos porros, os vasos de barro de manjericos e as molhadas de cidreira. A noite passava depressa e a manhã, orvalhada, nascia.
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As tascas desde as da Travessa dos Congregados, às das ruas do Loureiro, Cimo de Vila até as barracas de comes-e-bebes do largo das Fontainhas, vendiam almudes de vinho verde tinto, em “neguinhos” a três e cinco tostões.
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O cheiro da sardinha assadas empestavam as narinas e ninguém resistia a comer uma, duas com uma fatia de boroa negra, de farinha amassada com farelo de Avintes. O sol nasceu e ainda pelas ruas seguiam uns maduros com o alho porro na mão.
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Claro que o porro deveria ir para casa e colocá-lo a um canto, porque era um talismã da sorte. Outros que não aguentaram a noite e foram-se das “canetas” com “neguinhos” de verdinho arreavam e faziam do passeio cama até que os vapores do álcool se fossem. Um Porto quieto e de gente pacata! Ninguém fazia mal ou roubava ninguém.
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O Porto do meu tempo era, sem tirar nem por, a cidade do Camilo Castelo Branco. Por vezes sei lá quantas imagino-o com o "caquinho" no olho, a passear no "Passeio da Cardosas", de braço dado com a Ana Plácido.
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No dia 24, pela manhã, as ruas do Porto eram vazias de gente. Os tripeiros, que nessa altura ainda viviam na baixa dormiam refazerem-se da folia da noite.
Os “almeidas” da câmara limpavam as ruas que ficaram como uma horta devassada.
Porto do meu tempo era assim... Hoje já não sei como é...
Os martelos de plástico, na noite de São João, tomaram o lugar ao alho porro.
Porra para isto!
José Martins

ANDAM POR AÍ BANDIDOS "LEGALIZADOS" EM NOME (SEVIDORES) DA GREI


O conteúdo abaixo transcrito não é meu... Foi-me enviado. Vivemos num país de golpistas e das golpadas! O caso já não é novo...Mas faz muito bem faze-lo lembrar!
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Uma cambada de bandidos ao saque dos nossos impostos…
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Mais uma golpada - Jorge Viegas Vasconcelos despediu-se da ERSE
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É uma golpada com muita classe, e os golpistas somos nós....
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Era uma vez um senhor chamado Jorge Viegas Vasconcelos, que era presidente de uma coisa chamada ERSE, ou seja, "Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos", organismo que praticamente ninguém conhece e, dos que conhecem, poucos devem saber para o que serve.
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Mas o que sabemos é que o senhor Vasconcelos pediu a demissão do seu cargo porque, segundo consta, queria que os aumentos da electricidade ainda fossem maiores.
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Ora, quando alguém se demite do seu emprego, fá-lo por sua conta e risco, não lhe sendo devidos, pela entidade empregador, quaisquer reparos, subsídios ou outros quaisquer benefícios.
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Porém, com o senhor Vasconcelos não foi assim. Na verdade, ele vai para casa com 12 mil euros por mês - ou seja, 2.400 contos - durante o máximo de dois anos, até encontrar um novo emprego.
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Aqui, quem me ouve ou lê pergunta, ligeiramente confuso ou perplexo: «Mas você não disse que o senhor Vasconcelos se despediu?».
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E eu respondo: «Pois disse.
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Ele demitiu-se, isto é, despediu-se por vontade própria!». E você volta a questionar-me: «Então, porque fica o homem a receber os tais 2.400contos por mês, durante dois anos? Qual é, neste país, o trabalhador que se despede e fica a receber seja o que for?».
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Se fizermos esta pergunta ao ministério da Economia, ele responderá, como já respondeu, que «o regime aplicado aos membros do conselho de administração da ERSE foi aprovado pela própria ERSE».
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E que, «de acordo com artigo 28 dos Estatutos da ERSE, os membros do conselho de administração estão sujeitos ao estatuto do gestor público em tudo o que não resultar desses estatutos».
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Ou seja: sempre que os estatutos da ERSE foram mais vantajosos para os seus gestores, o estatuto de gestor público não se aplica. Dizendo ainda melhor: o senhor Vasconcelos (que era presidente da ERSE desde a sua fundação) e os seus amigos do conselho de administração, apesar de terem o estatuto de gestores públicos, criaram um esquema ainda mais vantajoso para si próprios, como seja, por exemplo, ficarem com um ordenado milionário quando resolverem demitir-se dos seus cargos. Com a bênção avalizadora, é claro, dos nossos excelsos governantes.
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Trata-se, obviamente, de um escândalo, de uma imoralidade sem limites, de uma afronta a milhões de portugueses que sobrevivem com ordenados baixíssimos e subsídios de desemprego miseráveis. Trata-se, em suma, de um desenfreado, e abusivo desavergonhado abocanhar do erário público. Mas, voltemos à nossa história.
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O senhor Vasconcelos recebia 18 mil euros mensais, mais subsídio de férias, subsídio de Natal e ajudas de custo. 18 mil euros seriam mais de 3.600 contos, ou seja, mais de 120 contos por dia, sem incluir os subsídios de férias e Natal e ajudas de custo. Aqui, uma pergunta se impõe: Afinal, o que é - e para que serve - a ERSE?
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A missão da ERSE consiste em fazer cumprir as disposições legislativas para o sector energético. E pergunta você, que não é burro: «Mas para fazer cumprir a lei não bastam os governos, os tribunais, a polícia, etc.?».
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Parece que não. A coisa funciona assim: após receber uma reclamação, a ERSE intervém através da mediação e da tentativa de conciliação das partes envolvidas. Antes, o consumidor tem de reclamar junto do prestador de serviço. Ou seja, a ERSE não serve para nada. Ou serve apenas para gastar somas astronómicas com os seus administradores.
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Aliás, antes da questão dos aumentos da electricidade, quem é que sabia que existia uma coisa chamada ERSE? Até quando o povo português, cumprindo o seu papel de pachorrento bovino, aguentará tão pesada canga? E tão descarado gozo? Politicas à parte estou em crer que perante esta e outras, só falta mesmo manifestarmos a nossa total indignação.
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JÁ AGORA FAÇAM LÁ O FAVORZINHO DE REENVIAR PARA A V/ LISTA DE AMIGOS, PELO MENOS SEMPRE SE FICA A SABER O QUE SE PASSA NO NOSSO PAÍS.

JÁ NÃO HÁ DESCULPAS!


Anestisiante! Sirvam-se os interessados!!! É do "Pingo Doce" e de Gaia.