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sexta-feira, 26 de junho de 2009

FREEPORT - A SOPA DE PEDRA

José Inocêncio, antigo presidente da câmara de Alcochete é arguido no Freeport José Inocêncio, antigo presidente da Câmara Municipal de Alcochete, foi constituído arguido no caso Freeport. É a sexta pessoa sobre quem recaem suspeitas. A notícia foi avançada pela SIC Notícias.Inocêncio era o presidente da autarquia quando o outlet foi viabilizado pelo Ministério do Ambiente, dirigido por José Sócrates.
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O autarca do PS tinha acabado de ser eleito e, segundo indicou Sócrates, já este ano, terá sido ele a pedir a reunião realizada, em Janeiro de 2002, no Ministério do Ambiente, onde teriam participado para além do então ministro do Ambiente e do presidente da câmara de Alcochete, um dos seis arguidos do caso, Charles Smith.O ex-presidente do município de Alcochete afirmou, contudo, em declarações ao PÚBLICO, já em Fevereiro deste ano, que não se lembra de ter feito esse pedido de reunião.
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As primeiras denúncias que chegaram à PJ de Setúbal, em 2004, referiam queixas dos ingleses em relação à autarquia – que então continuava sem emitir a licença de utilização do empreendimento. Nelas dava-se conta de que os ingleses estavam convencidos de que os obstáculos levantados pela câmara se destinavam a alcançar “benefícios ilegais” e que estavam “saturados por consideraram já ter pago de mais”, na altura em que o outlet foi viabilizado pelo Governo.Em 2005, o gabinete de José Inocêncio seria alvo de buscas por parte da PJ.
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Recorde-se que esta semana o antigo vice-presidente do Instituto de Conservação da Natureza (ICN) foi também constituído arguido. José Manuel Marques, actualmente biólogo na Reserva Natural do Estuário do Tejo, era consultor da Câmara Municipal de Alcochete e deu o primeiro parecer favorável à construção de um espaço comercial no local onde se encontra o Freeport.
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Para além de Inocêncio e de José Manuel Marques são arguidos Charles Smith, Manuel Pedro, Eduardo Capinha Lopes e o antigo presidente do ICN Carlos Guerra.
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O processo relativo ao Freeport de Alcochete envolve alegadas suspeitas de corrupção e tráfico de influências no licenciamento daquele centro comercial, em 2002, quando o actual primeiro-ministro, José Sócrates, era ministro do Ambiente
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Publico 26.06.09

AINDA ELSA RESENDE DA LUSA



"É também neste cemitério que está o jazigo da família Costa, o único que conserva inscrições em Português e que remonta à primeira metade do século XIX." Ver e ler resto no http://combustoes.blogspot.com
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À MARGEM: Não foi a Elsa Resende que teve a culpa de tão péssimo serviço tenha prestado à divulgação dos restos da história de Portugal na Tailândia. A culpa foi de quem lhe indicou o "cicerone" para a guiar e a elucidar em cima dos vestígios da comunidade lusa tailandesa em Banguecoque.
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Não estou com mágua nenhuma de não ter servido de guia à jornalista (até porque sabia, ainda em Lisboa, que viajaria a Banguecoque e possuia em carteira meu nome), dado que estou a fazer o que me dá prazer, de bem com o mundo e os homens e de mal com as deturpações.
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O texto acima inserido (creio a peça da jornalista que meteu na linha noticiosa da Lusa) está absolutamente deturpado, quando escreve:"É também neste cemitério que está o jazigo da família Costa, o único que conserva inscrições em Português...."
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No Cemitério da Imaculada Conceição, na área de Samsem, há mais túmulos com inscrições portuguesas, que bem posso provar, com as últimas imagens que ali obti há uns dois anos. Ali, recolhi imagens, ao longo de muitos anos, de eventos religiosos, do que havia, antigo, no museu (a primeira igreja construída no bairro) e lá com minha família assistimos a Missas do Galo".
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Na Igreja da Imaculada Conceição, existe o registo do baptizado de minha filha Maria Martins, cuja cerimónia teve lugar em 1987. E ainda mais, possuo, cópia do segundo livro, daquela paróquia, raro, de assentos de nascimentos, matrimónios e óbitos, iniciado em 20 de Abril de 1867 iniciado com número 426, que termina em 1905.
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Recolhi, desde 1984, toda a história que havia para contar naquela paróquia e a primeira a ser instalada depois de meados do século XVII e de quando os portugueses ainda viviam no "Ban Portuguet" em Ayuthaya, a segunda capital do Reino do Sião que viria a cair no princípio de Abril do ano de 1767.
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Um reformado e com 74 anos não faz concorrência a ninguém mas procura apenas a legalidade dos factos.
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Informar o elogiar na medida dos gostos de cada um não dá mesmo.
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Mais fácil agarrar um mentiroso que um "pé coxinho"
José Martins

ORFÃOS DE MICHAEL JACKSON - GLÒRIA E A FRAGILIDADE DO VIVER DO REI.

A morte repentina de Michael Jackson deixou milhões de fãs, pesarosos, ao redor do mundo. Deixou três filhos órfãos, cujo futuro continua cheio de incertezas, havendo desde já todos os tipos de especulações.
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As questões são quem será que vai obter custódia de Prince Michael, de 12 anos, Catherine Paris, 11, e Prince Michael II 7, que sempre viveram com Jackson, de que, após sua morte, têm preenchido as primeiras páginas dos jornais. Os filhos que estavam com ele de quando foi acometido de paragem cardíaca, fatal e não acompanharam o pai de quando transportados para o hospital que tudo indica morto.
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As crianças de momento estão com a avó Catarina e não é de excluir que fiquem à sua guarda. A ex-esposa Debbi Rowe e mãe dos dois filhos mais velhos, Prince Michael e Catherine Paris, de quando o divórcio com Michael, desistiu da posse da custódia dos filhos, mas por várias ocasiões voltou atrás com o que tinha dito e pretende recuperar a custódia das crianças.

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Vários biógrafos têm-se questionado se Michael e Paris têm laços com o seu pai biológico, isto no caso de que Rowe decidir tomar o cargo deles, terá de ser travada uma batalha jurídica.
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Porém o futuro é incerto, uma vez que foram concebidos, artificialmente, com esperma de Jackson e, ele, nunca teria conhecido, a verdadeira, mãe das crianças.
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As crianças estão marcadas pelas excentricidades do pai Jackson, a quem deu o seu nome e vivido, imersos, num mundo de fantasia, com brinquedos e viagens espectaculares.
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Crianças vítimas da popularidade de seu pai, que este para os livrar dos “medias” lhe cobria o rosto com cobertores, trajes estranhos e máscaras para os proteger durante as aparições em público.
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Michael a tudo custo e preço procurava que seus filhos estivessem fora do alcance dos “flashs” das máquinas fotográficas, das primeiras páginas das revistas e dos écrans dos televisores.
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A imagem que mais teria prejudicado a reputação de Michael foi de quando em 2002,as câmaras capturaram imagens de uma varanda de um hotel, em Berlim, mostrar um bebé nas suas mãos embrulhado num cobertor, cuja sua intenção seria o de mostrar o bebê a seus fãs, que estavam na rua.
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Jackson teve alegados envolvimentos em vários casos de pedofilia e os seus problemas para pagar a seus advogados, funcionários do seu rancho “Neverland” e, mesmo, a hipoteca do imóvel famoso, viria turvar o seu ícone de Rei do Pop.
José Martins
Fontes diversas e recolhidas na imprensa internacional

O REI VAI NU! O REI VAI EM PELOTE

O CDS-PP vai pedir...
CDS-PP pede explicações sobre Fundação
26 JUNHO 2009 (CM)
O CDS-PP vai pedir explicações ao ministro das Obras Públicas, Transportes e Telecomunicações sobre a
Fundação para as Comunicações Móveis que é de "direito privado", mas "dominada pelo Governo"..'Em primeiro lugar pretendemos saber por que razão é que esta fundação tem dotações do Governo, mais do que dotações privadas', afirmou o líder parlamentar Diogo Feio, salientando que 'não é uma fundação de direito público'.A questão foi levantada no debate parlamentar de quarta-feira pelo líder parlamentar do PSD. Paulo Rangel questionou o primeiro-ministro sobre a fundação, considerando que é 'um verdadeiro saco azul'. José Sócrates explicou que a fundação foi criada segundo um acordo com as operadores móveis e que tinha como objectivos promover a sociedade de informação. A distribuição do computador ‘Magalhães' aos alunos do ensino básico é uma das funções da Fundação.Diogo Feio sustentou que a Fundação não tem que realizar concurso público internacional para escolher tanto a entidade fornecedora do ‘Magalhães', como a que faz a sua distribuição, mas já recebeu dotações da Anacom. 'Estamos a falar de uma primeira dotação feita três meses da criação da fundação, de 16 milhões de euros, e de uma segunda dotação de 20 milhões de euros', disse.Salientando que o CDS-PP é favorável à 'transparência na utilização de dinheiros públicos', Diogo Feio frisou que 'o Estado, através da entidade reguladora, que é a Anacom, e dos seus lucros já pôs nesta fundação 36 milhões de euros, mais, aliás, do que as próprias operadoras'.Uma das questões que os centristas querem ver esclarecida é a razão pela qual a Fundação não é direito público, já que recebe mais dinheiro do Estado do que dos privados. 'Será que esse facto se deve à possibilidade de que não exista concurso público desde logo relativamente ao computador ‘Magalhães'?', questionou o líder parlamentar.
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À MARGEM: Transcrevo a história (acrescentada) abaixo do contador de "tretas" Hans Christian Andersen, de nacionalidade dinamarquesa, que se ajusta que nem uma luva de veludo à governação do primeiro-ministro José Sócrates que haja tomado os portugueses como bobos e doidos da sua corte.
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O Rei Vai Nu, o Rei Vai Em Pelote"
“Havia um rei muito tolo que adorava roupas bonitas.
Os tolos, geralmente, têm apetência por roupas extravagantes.
O Rei enviava os seus emissários por todo o país com o objectivo de comprar novos tecidos.
Era o melhor cliente dos tecelões.
Os seus guarda-roupas estavam entulhados com ternos, sapatos, gravatas de todas as cores e estilos.
Tantas eram as suas roupas que ele seguia muito triste porque seus emissários já não encontravam novidades.
Dois espertalhões ouviram falar do gosto do Rei pelas roupas e viram nisso uma oportunidade de enriquecerem às custas das vaidades de Sua Majestade.
A vaidade volta as pessoas em tolas: passam, acreditar nos elogios dos bajuladores...
Foi isso o que aconteceu com um corvo vaidoso que pousado no galho de uma árvore com um queijo na boca, acreditou nos elogios da raposa ficou sem queijo...
Os dois espertalhões foram ao palácio real e anunciaram-se no portão, com seus cartões de visitas: “Doutor Severino e Doutor Valério, especialistas em tecidos mágicos.”
O Rei já havia ouvido falar de tecidos de todos os tipos mas nunca ouvira falar de tecidos mágicos.
Ficou curioso.
Ordenou que os dois fossem trazidos à sua presença.
Diante do Rei fizeram uma profunda "chapelada", tirando, das cabeças seus chapéus de plumas.
“Falem-me sobre o tecido mágico”, ordenou o Rei.
Um dos espertalhões, o mais dialogador, explicou ao Rei:
“Majestade, diferente de todos os tecidos comuns, o tecido que nós tecemos é mágico porque somente as pessoas inteligentes podem vê-lo.
Vestindo um terno feito com esse tecido Vossa Majestade será cercado apenas por pessoas inteligentes, pois somente elas o verão...”
O Rei ficou entusiasmado deesde logo imediato contratou os dois espertalhões, oferecendo-lhes um largo aposento onde poderiam montar os seus teares e e tecer o tecido que só os inteligentes poderiam ver..
Passados alguns dias o Rei mandou chamar o ministro da educação e ordenou-lhe que fosse examinar o tecido.
O ministro dirigiu-se ao aposento onde os tecelões estavam trabalhando.
“Veja, Excelência, a beleza do tecido”, disseram eles com a mãos estendidas.
O ministro da educação não viu coisa alguma e entrou em pânico. “Meu Deus, eu não vejo o tecido, serei (pensou) burro...”
Resolveu, então, fazer de conta que era inteligente e começou a elogiar o tecido como sendo o mais belo que havia visto.
“Majestade”, relatou o ministro da educação ao rei, “o tecido é incomparável, maravilhoso.
De fato os tecelões são verdadeiras magos!”
O Rei ficou muito feliz.
Passados mais dois dias Majestade convocou o ministro da guerra e ordenou-lhe que examinasse o tecido.
Aconteceu a mesma coisa.
Ele não viu coisa alguma. “ Meu Deus”, ele disse, “ não sou inteligente.
O ministro da educação viu e eu não vejo nada...”
Resolveu adoptar a mesma táctica do ministro da educação e fez de contas que estava vendo.
O Rei ficou muito feliz com a seu relatório.
E assim aconteceu com todos os outros ministros.
Até que o rei resolveu pessoalmente ver o tecido maravilhoso.
Mas, como os ministros, ele não viu coisa alguma porque nada havia para ser visto.
Aí ele pensou: “Os ministros da educação, da guerra, das finanças, da cultura, das comunicações viram.
São inteligentes.
Mas eu não vejo nada!
Sou burro.
Não posso deixar que eles saibam da minha burrice porque pode ser que tal conhecimento venha a desestabilizar o meu governo...
” O rei, então, entregou-se a elogios entusiasmados ao tecido que não havia.
O cerimonial do palácio determinou então que deveria haver uma grande festa para que todos vissem o rei em suas novas roupas.
E todos ficaram sabendo que somente os inteligentes as veriam.
Convidados os cronistas e todos os súbditos inteligentes para que comparecessem à grande solenidade.
No Dia do Reino, a cidade engalanada, bandeiras por todos os lados, bandas de música, os bobos da corte, ruas pejadas de gente, tocaram os clarins e ouviu-se a voz do arauto da corte do alto do castelo, entre duas ameias:
“Cidadãos do nosso país!
Dentro de poucos instantes a vossa inteligência será colocada à prova.
O Rei vai desfilar usando a roupa que só os inteligentes podem ver.”
Canhões dispararam uma salva de seis tiros.
Rufaram os tambores. Abriram-se os portões do palácio e o rei marchou vestido com a sua roupa nova.
Foi aquele oh! de espanto.
Todos ficaram maravilhados.
Como era linda a roupa do rei!
Todos eram inteligentes.
No alto de uma árvore estava encarrapitado um rapaz (excertado em corno de cabra) a quem não lhe haviam explicado as propriedades mágicas da roupa do rei.
Ele olhou, não viu roupa nenhuma, viu o rei pelado exibindo sua enorme barriga, suas nádegas murchas e as peles, de suas vergonhas, púdicas, penduradas.
Ficou horrorizado e não se conteve.
Deu um grito que a multidão inteira ouviu:
“O Rei vai nu, o Rei vai pelado!”
Foi aquele espanto.
Um silêncio profundo.
E a seguir uma gargalhada mais ruidosa que a salva de artilharia.
Todos gritavam enquanto riam: “ O Rei está nu, o Rei está nu...”
Com estas palavras o rapaz é considerado doido, os guardas agarram-no, colocam-lhe uma camisa de forças e mandam-no para as masmorras do castelo, onde iria morrer, apodrecido, entre os outros malucos que ali tinham sido encarcerados.
Moral da história: Em terra de ceguinhos quem tem olhos de ver não é Rei. É doido!
P.S. - Quem escreve um conto acrescenta-lhe mais um ponto.Fui isso que fiz!

EM HOMENAGEM A MICHAEL JACKSON


50 SUCESSOS DE MICHAEL JACKSON
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O XANANA ,CONTINUA, ACUSADO DE CORRUPÇÃO

Timor-Leste FRETILIN exige demissão do primeiro-ministro > O primeiro-ministro de Timor-Leste, Xanana Gusmão, estará alegadamente envolvido num caso de alegada corrupção e a FRETILIN, principal partido da oposição, exige que se demita do cargo, noticia hoje a emissora australiana ABC. Segundo a rádio, em causa está um contrato, no valor de 3,5 milhões de dólares (cerca de 2,4 milhões de euros), que Xanana Gusmão assinou com a empresa Prima Food, que venceu um concurso internacional para fornecimento de arroz e que tem entre os accionistas mais importantes Zenilda Gusmão, filha mais velha do chefe do Governo timorense.
A legislação timorense proíbe "agentes da administração", políticos e burocratas de ganharem contratos com o Governo em negócios a que estejam ligados membros directos da respectiva família. Arsénio Bano, alto dirigente da FRETILIN, maior partido da oposição, alega que se trata de um caso evidente de corrupção e exige a demissão de Xanana Gusmão.
Segundo a ABC, tanto Xanana como a filha recusaram comentar os resultados da investigação jornalística daquela rádio. Contudo, uma porta-voz do Governo confirmou que Zenilda Gusmão é accionista da Prima Food e, numa declaração, garantiu que o Executivo "sempre foi transparente neste tipo de contratos".
Arsénio Bano, por seu lado, queixa-se de falta de informação por parte do Governo, e disse que desde Dezembro de 2008 que aguarda respostas aos seus insistentes pedidos para que sejam identificadas as empresas a que estejam ligadas pessoas relacionadas com membros do Executivo.
Entretanto, o Presidente timorense, José Ramos-Horta, citado pela ABC, distanciou-se do alegado escândalo, frisando que não lhe diz respeito. "No nosso sistema político, o Presidente não tem poderes executivos. Não posso estar diariamente a interferir na condução do país", disse Ramos-Horta. "Se fosse isso que eu desejasse fazer, concorreria ao cargo de primeiro-ministro. Isso (poder executivo) é responsabilidade do chefe do Governo", acrescentou.
A ABC noticiou ainda que Kathleen Gonçalves, mulher do ministro do Desenvolvimento Económico, João Gonçalves, estará ligada a pelo menos três empresas que venceram concursos lançados pelo Governo no valor global de 11 milhões de dólares. As três empresas ligadas a Kathleen Gonçalves são a United Foods Lda, Belun Feto Lda (ambas listadas sob o nome chinês de Kathleen, Fon Ha Tchong) e a Três Amigos. Kathleen Gonçalves negou-se a ser entrevistada pela ABC, mas numa outra declaração, a porta-voz do Governo defendeu o envolvimento da mulher do ministro.
"Ela (Kathleen Gonçalves) está ligada desde 1999 a negócios de importação de arroz em Timor-Leste e foi autorizada, tanto por este, como pelo Governo anterior (da FRETILIN)", lê-se na declaração. O ministro João Gonçalves, por seu lado, garantiu desconhecer os nomes das empresas da mulher, bem como quais as que tinham vencido os concursos lançados pelo Governo. As empresas ligadas a Kathleen Gonçalves e a Prima Food fazem parte de uma lista de 16 companhias que venceram em 2008 contratos de fornecimento de arroz, em negócios que totalizaram 56 milhões de dólares (cerca de 39 milhões de euros). (Lusa)

O SACO AZUL - UMA "BARBUDA!"

rio Lino esconde Fundação para gerir milhões sem controlo
Por Luís Rosa (Sol)
O Governo escondeu do Tribunal Administrativo de Lisboa a existência da Fundação para as Comunicações Móveis, criada pelo MOPTC para substituir o Fundo para a Sociedade de Informação, contestado pela Comissão Europeia por não respeitar as regras da concorrência.
No final de 2008, o Ministério de Mário Lino assinou um acordo com a TMN, a Vodafone e a Sonaecom no qual transferiu os direitos e obrigações do FSI na gestão das contrapartidas de mil milhões de euros do concurso de telemóveis de terceira geração para a FCM.
O SOL interpôs, em Março de 2009, uma acção para ter acesso a toda a documentação do FSI, mas o Executivo nunca informou o Tribunal de que o Fundo tinha sido substituído pela FCM.
Esta semana, Paulo Rangel denunciou que a FCM «funciona como um verdadeiro ‘saco azul’, sem qualquer controle» e comparou-a à Fundação para a Prevenção e Segurança, que fez cair Armando Vara em 2000 do cargo de secretário de Estado do Governo Guterres.

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À MARGEM: O saco azul apelido-o de "barbuda". Nunca lhe vi a cor ou o conteúdo existente na bolsa que não deveria ser de cor azul, mas tecido de lona.
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Nas minhas andanças pela diplomacia, por duas dezenas de anos, na Embaixada de Portugal em Banguecoque havia o "tal taleigo" mas em verdade nunca lhe haja colocado a vista em cima.
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Nunca fui funcionário que à minha conta tivesse a cargo os dinheiros dos emolumentos e dos selos (isso agora terminou) que teriam de ser apostos na documentação destinada aos utentos da Secção Consular.
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Mas sei e tenho provas que no cofre havia um saco azul e o conteúdo servia para o vice-cônsul (já partiu para o outro mundo) usar os dinheiros do Estado para os colocar a render e receber os juros.
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Ora o saco azul era mesmo uma "barbuda" na Embaixada de Portugal em Banguecoque. E por mais estranho que possa parecer um embaixador não tinha a chave do cofre e não metia o "bico" nas contas.
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O vice-cônsul foi-se apoderando, à sua conta, do poder e das receitas dos emolumentos e ali, o chefe-de-missão, era um zero à esquerda. Mas o embaixador que tinha (verdade) medo do vice-cônsule e não seguia muito abonado de dinheiro (na altura os embaixadores ganhavam malíssimo), precisava de comprar um apartamento em Lisboa, que na altura um T2, rondava os 1.200 contos.
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Lembrou-se o embaixador do saco azul e dali, poderia, conseguir um empréstimo, pedindo-o ao vice-cônsul. Porém o encarregado na Secção Consular negou-lhe o empréstimo e o embaixador não o contraiu, porque lhe foi recusado pelo seu subordinado e a compra do apartamento ficou em nada.
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Um dia o vice-cônsul (que seguiamos de bem naquela ocasião, outras era uma desgraça) contou-me a história e no fim rematou: "Se lhe tivesse emprestado os 1.200 contos o f......... da p.........., nunca mais os devolvia!".
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Claro que nunca mais o vice-cônsul lhe colocaria a vista em cima, mas também não era por aí que o gato iria às filhós, porque os sacos azuis das missões diplomáticas e dos consulados, era mesmo para lhes meter a "manápula" e não haveria problema ou prestar contas à Secretaria do Estado, instalada no Palácio das Necessidades.
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Mas com a chegada do Embaixador José Eduardo de Mello Gouveia (que está vivo e recomenda-se) o vice-cônsul, senhor das receitas e do saco azul, pretendeu saber que dinheiro havia em cofre. Quando lhe pedia para o abrir e conferir o montante do saco azul o vice-cônsul dizia-lhe, com languidez: "Senhor Embaixador vá para a praia de Patthaya que é muito linda...".
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Não lhe abriu o cofre e, como chefe do cônsul e da missão, teve que usar outro sistema e este foi contactar o gerente do banco onde as "massas" do saco azul estavam a render e veio-se a descobrir a desonestidade do cônsul.
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Porém o saco azul foi extinguido, nas secções consulares de Portugal, pouco depois de Durão Barroso, assumir a pasta de ministro dos Negócios Estrangeiros (1992) e viria (a melhor acção que lhe conheço durante a sua carreira política) acabar com a "chuchadeira" do "saco azul" e ordena que todo os montantes havidos nos cofres consulares, fosse transferido, em dólares, para um banco, estrangeiro, em Nova Iorque, para a conta, Fundo de Relações Internacionais (FRI) .
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Da missão de Banguecoque foram na altura transferidos cerca de 10 mil contos. Mas agora os dinheiros dos emolumentos estavam controlados e já os consules não lhe metiam a mão. Não importa aqui falar para onde esses dinheiros têm ido, mas estou por certo,para gente fina e de classe.
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Agora fico surpreendido pelo facto de o saco azul viver e continuar a ser objecto de nele só meter a manápula gente da classe, política, à "larga e à francesa" e até pode servir para comprar apartamentos a um ministro que para despistar e manter a sua honorabilidade como um senhor puro ficar em nome, a propriedade, de um filho da mãezinha ou de um genro.
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Assim não chegamos a lado nenhum e tenho as minhas dúvidas se os portugueses têm sido governados por gente honesta.
José Martins

A JUSTIÇA FUNCIONA! - "A CAÇA" AOS BANQUEIROS

Caso das offshores utilizadas para influir nas cotações

Receio de fuga leva Ministério Público a fixar caução de 7,5 milhões aos ex-gestores do BCP
Antigo líder do BCP já rebateu as acusações feitas pelo Ministério PúblicoO Ministério Público (MP) teme o risco de fuga dos cinco ex-gestores do Banco Comercial Português - Jorge Jardim Gonçalves, Filipe Pinhal, António Rodrigues, Chirstopher de Beck e António Castro Henriques - ontem acusados de manipulação de mercado, falsificação de documento e burla qualificada, e vai requerer ao juiz de instrução que sejam obrigados a prestar uma caução no montante de 7,5 milhões de euros.Cada um dos cinco arguidos poderá ser proibido de se ausentar para o estrangeiro sem autorização judicial, sugerem os titulares do inquérito.O MP não tratou por igual os cinco arguidos e propôs a caução mais elevada a Jardim Gonçalves (três milhões de euros), ao passo que Filipe Pinhal poderá ter que depositar à ordem do inquérito um milhão e meio de euros, enquanto os restantes três arguidos (Beck, Rodrigues e Henriques) deverão disponibilizar um milhão de euros cada um. Até agora, os cinco ex-gestores estavam apenas estavam sujeitos a termo de identidade e residência, medida de coacção que lhes foi aplicada quando foram constituídos arguidos, no âmbito das investigações realizadas por procuradores daquela secção especializada no combate ao "crime de colarinho branco", apoiados por peritos da Comissão de Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) e do Banco de Portugal. As diligências no terreno estiveram a cargo de investigadores da Unidade Nacional de Combate à Corrupção da Polícia Judiciária.O PÚBLICO apurou que as preocupações do MP quanto a um eventual risco de fuga de arguidos estão relacionadas com os avultados proveitos económicos obtidos pelos cinco ex--gestores do BCP e de supostamente terem bens patrimoniais fora de Portugal. Refira-se que, segundo a acusação a que o PÚBLICO teve acesso, os arguidos receberam avultadas somas através da participação em resultados da instituição que não lhes deveriam ter sido concedidas.O MP recorda que, entre 2001 e 2004, Jardim Gonçalves terá embolsado àquele título 9,6 milhões de euros; Filipe Pinhal 2,9 milhões de euros, Chirstopher de Beck 2,68 milhões de euros, António Rodrigues 2,66 milhões de euros e António Castro Henriques 1,5 milhões de euros. E acentua que estes valores foram apurados na sequência de "falsificação da contabilidade do banco", com vista a ocultar perdas no valor aproximado de 600 milhões de euros", como realça o comunicado ontem divulgado pela Procuradoria-Geral da República.Fortes perdasEste facto é entendido como o expediente enganoso do crime de burla [qualificada devido aos valores em causa] assacado aos arguidos, por terem recebido prémios "calculados em função de resultados deliberadamente empolados", gerando "um prejuízo para o banco de cerca de 24 milhões de euros".O despacho final avalia as consequências para o BCP da criação de 17 veículos off-shore sedeados nas Ilhas Caimão e das off-shores Goes Ferreira (accionista do BCP), sedeadas em três paraísos fiscais (Gibraltar, Ilha de Man e Ilhas Virgens Britânicas). O libelo estima que, no espaço de cinco anos, entre 1999 e 2004, aquelas sociedades - criadas pelo arguidos, segundo o MP, para influenciarem a cotação de acções de instituições do universo BCP após a realização de aumentos de capital - registaram um elevado prejuízo, devido ao crash no mercado de valores verificado após os atentados de 11 de Setembro, em Nova Iorque.As expectativas goraram-se e aqueles veículos, que chegaram a deter 4,99 por cento do BCP, averbaram fortes perdas. Os magistrados estimam que os prejuízos rondaram os 413 milhões de euros, que não foram contabilizados no BCP, assim como mais de 106 milhões de euros de provisões para cobrirem a desvalorização da carteira de títulos das sociedades Cayman e Goes Ferreira. Entidades às quais os arguidos terão concedido centenas de milhões de euros em créditos, sem exigirem outra garantia do que os títulos adquiridos.
In Público

UAU,UAU,UAU;UAU,UAU!

CHOQUE
Pequim Conselheiro
Ainda há coisas que me chocam.
Talvez por ingenuidade genética ou por parvoíce.
Fui informado que em tempos o sobrinho de Mário Soares foi colocado em Pequim como conselheiro cultural.
Na altura, pensei que João Barroso, funcionário da Fundação Oriente, fosse um grande especialista em assuntos culturais orientais e uma sumidade em cultura chinesa.
Afinal, nada disso.
O sobrinho do Presidente possuia o antigo sétimo ano dos liceus e foi colocado em Pequim, pago por todos nós, com um salário miserável... 8.000 euros mensais.
Por jes em
6/26/2009 10:04:00 AM 0 pauladas Hiperligações para esta mensagem
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À MARGEM: O meu amigo João Severino já lhe tenho dito, algumas vezes, que parece não ser desta era mas de outra...
Não é preciso ter porra nenhuma de habilitações para "chupar", mensalmente 8.000 euros, o que é necessário é que um "pândego" tenha um tiozinho/amigos que se chame Mário Soares e uma tiazinha Maria Barroso.
Mas este João Barroso, penso, que andou por Macau, no tempo do Severino e de quando a tiazinha Maria, organizava aquele monumental: "Festival Internacional de Música de Macau" e preparado pelo pianista Adriano Jordão.
Depois o General Rocha Vieira quando assumiu o posto de Governador, mandou às urtigas o Jordão, dado que aquilo era mais que uma teta de um amôjo que nunca mais secava de dar leite.
Mas depois o Jordão pouco mais sabia do que teclar num piano (também não precisava de saber porra nenhuma da cultura e história brasileira) e foi colocado na embaixada de Portugal em Brasília, como Conselheiro Cultural!
E porquê?
É que o Jordão, de quando da primeira campanha eleitoral de Mário Soares para a corrida a Belêm, apoiou o grande Mário a tocar piano...
Aquilo foi o princípio do degrau da escada que nunca mais parou de subir...
O João Severino deveria entender que quem tem tios e amigos Mário e Maria Barroso está salvo e nunca cai na "merda" pela vida fora!
José Martins