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terça-feira, 30 de junho de 2009

A TRANSFERÊNCIA DO RONALDO AINDA VAI FICAR EM ÁGUA DE BACALHAU

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Manchester United foi ontem à noite enfrentado por recentes acontecimentos em cima do recorde mundial da transferência de Cristiano Ronaldo meses antes de ter sido anunciado.
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O número dois do Real Madrid Jorge Valdano disse que havia um acordo, de 80 milhões de libras, entre o Manchester United e o Real Madrid antes a de Florentino Perez ser o Presidente.
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Mas fontes do Manchester insistem de não haver tal contrato Um porta-voz disse: "A oferta foi recebida por fax em 10 de Junho de 2009, nunca houve nenhum acordo de qualquer espécie entre Manchester United e Real Madrid por Cristiano Ronaldo."
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Mas, o director desportivo do Real Madrid, Valdano alegou que o contrato já estava em vigor,desde 1 de Junho de quando o Perez assumiu a presidência do clube.
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Ele disse: "Com o Cristiano Ronaldo, tivemos de assinar o contrato e não, ficou designado a data de expiração. "Havia um contrato e nós tínhamos de respeitar as datas previstas, ao fazer a assinatura pública e quando esta se deveria comunicar ao Manchester, quando se deveria pagar.
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"Tudo isso foi estabelecido de modo muito preciso que não nos permite reproduzir nem mesmo as datas."
Fonte: The Sun/Tradução livre/José Martins

A GRANDE VITÓRIA DOS PORTUGUESE NA TAILÂNDIA

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Há duas semanas aqui noticiámos o início das celebrações dos 500 anos da chegada dos Portugueses à Tailândia. O governo tailandês, através do seu MNE, fez chegar às Necessidades a intenção de comemorar em grande formato o mais antigo tratado de amizade entre um Estado europeu e uma nação asiática.
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À vinda de jornalistas portugueses convidados pelos tailandeses, junta-se a realização de um grande simpósio, hoje realizado em Ayuthia, capital do Sião até 1767 e onde se fixou durante mais de 200 anos um importante bandel português. Intitulado 500 Anos de Relações entre Tailandeses e Portugueses, o simpósio foi organizado pelo Departamento de Belas Artes de Silapakorn e reuniu um importante friso de historiadores tailandeses. As autoridades governamentais não deixaram de acorrer ao evento: o Vice-Ministro da Cultura, o Director Geral do Departamento de Belas Artes, o governador de Ayuthia e outros quadros superiores dirigentes do Estado marcaram presença, numa manifesta demonstração de interesse e apoio a todas as iniciativas que decorrerão a partir de hoje em solo tailandês evocando a chegada de Duarte Barbosa, enviado ao Sião em 1511 por Afonso de Albuquerque para estabelecer relações com o Rei do Sião. (Texto de Miguel Castelo Branco)
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À MARGEM: Não me poderia ficar despercebido o interesse que o Governo da Tailândia vem tendo para avivar os 500 anos das relações com Portugal. Aliás este interesse já vem dos anos de 1982 de quando o Embaixador Mello Gouveia pretendeu trazer à luz do dia e identificar o "Ban Potuguete" (Aldeia dos Portugueses) , graças ao patrocínio da Fundação Calouste Gulbenkian e o suporte do Departamento das Belas Artes da Tailândia.
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Inúmeras vezes me desloquei em peregrinação, a partir de 1983 e de quando as iniciações das escavações da Igreja de S.Domingos. Igualmente o interesse de um grupo de jovens, estudantes da universidade Chulalongkorn que com entusiasmo, ali trabalhavam e dormiam durante a semana numa casa, de madeira, construída, junto ao rio Chao Prya (Praiá).
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Felizmente fui documentando, essas passagens. As escavações foram orientadas pelo meu velho amigo, o Patipat, arqueólogo e Director (na altura) do Departamento de Belas Artes em Ayuthaya. Outra figura, portuguesa, que não pode ficar ignorada foi o interesse de jovem arquitecto Kol de Carvalho (antes tinha orientado a restauração de um forte português em Oman), que junto a0 Patipat, os dois executaram um trabalho meritório.
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Ainda durante as escavações a jovem Princesa Maha Chakri Siridhorn visitou o Campo de S.Domingos; muitas outras personalidades da vida pública portuguesa, que bem aqui as poderia enumerar, mas ficará para outra altura.
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Bem é que há pessoas armadas em investigadores (de ocasião) que procuram vender, na feira, o seu peixe; ficar nas fotografias (mera publicidade de promoção pessoal) com pessoas gradas, com a intenção de atingir objectivos no próximo futuro; armarem-se em "sabichões" que conhecem tudo e mais que tudo em cima dos vestígios que ainda existem e toda a história "tim-por-tim" desde que Afonso de Albuquerque, ordenou que de Malaca, Duarte Fernandes em 1509, fazer uma abordagem junto ao Rei Tibodi II, informando-o que o Rei de Portugal tinha intenções de conquistar aquele território.
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Porém o autor da peça que a publicou no http://combustoes.blogspot.com não estagna em continuar a dar os seus "miminhos" como lhe ficam a jeito aos Embaixadores de Portugal Maria da Piedade e António de Faria e Maya, cujo com este "trabalhinho", será para nem mais nem menos que obter a almejada "recomendaçãozinha" para vir a ser o heroi (já sonhado há meia dúzia de anos) e o "manda chuva", para as celebrações (que se aproximam a passos largos) da "Chegada dos Portugueses ao Reino do Sião".
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Há pessoas que antes de entrar no esquema planeado, começam a escavar o terreno de pouco por pouco e quando vêm que chegaram à mina há agora que explorar o filão de ouro. Eu conheço este e outros de "ginjeira" que apareceram por aqui armados de sabedores de nada. Bem isso demonstrou as deturpadas informações que foram dadas à jornalista Elsa Resende, da Lusa, no mês passado.
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O destino de todos os promotores de sua imagem e os "miminhos" , com que decoram os outros, acabam na estaca ZERO. Já que não foram profetas na sua terra, zarparam, para outras tentar suas sortes. Os homens fazem-se pelas obras vivas e não pelo sistema "rançoso" de impingir, aos outros, propaganda.
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Para terminar aqui fica assinalada, a ingratidão do autor, não tenha referido a "Fundação Calouste Gulbenkiam", que o sustenta, com uma bolsa de estudo, para se manter em Banguecoque, que sem esta instituição (não refiro o prestimoso contributo do "Fine Arts Department da Tailândia), não seria possível trazer à vida as ruínas da Igreja de S. Domingos.
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Uutras pessoas, incansáveis, da Tailândia e Portugal, que contribuiram para o projecto, o Embaixador Mello Gouveia (que ainda hoje vive o "Ban Portuguete") e o Dr. José Blanco, Administrador da Gulbenkian (reformado) ficarão para depois escrever sobre suas obras. Tenho material de sobra, nos meus arquivos, para mais tarde ser contadas.
José Martins
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P.S. O autor, autodidacta, não se considera historiador, investigador, mas um entusiasta há 26 anos em cima do relacionamento histórico entre Portugal e a Tailãndia e escrito centenas de páginas em cima do tema, que tem servido a historiadores, investigadores , jornalistas,cineastas e inúmeros portugueses que levou ao local, graciosamente.

CEREJAS DA NOSSA VIDA.


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Quando criança, vivi numa aldeia portuguesa com fruta, que eu arrancava directamente das árvores, subindo às macieiras, cerejeiras, colhendo os abrunhos de um pequeno abrunheiro do nosso quintal, na casa alugada.
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Mais tarde, em Moçambique, eram bananas, papaias, mangas, laranjas, goiabas, ananases, as frutas da terra, mas tinha saudades da fruta da minha aldeia. Havia também uvas, peras, pêssegos, maçãs, fruta bonita importada da África do Sul, de clima temperado como o nosso aqui. Mas o sabor não era o mesmo do da encantada infância.
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Recuperei esses sabores quando retornei, porque eram bons ainda os produtos que chegavam do campo aos mercados. Mas a entrada na “Europa” criou entraves à fruta e a tantos produtos da nossa praça. A nossa fruta não tinha tamanho suficiente para ser vendida nos mercados europeus, incluindo o nosso. Pagou-se aos camponeses para abandonarem as hortas, Portugal caiu na modorra produtiva.
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Houve laranjas e tomates destruídos nas ruas, porque não vendáveis nas praças, Portugal secou nos campos. Preservaram-se, contudo, apesar das destruições impostas, vinhos da nossa lavra, alguns com direito a prémios internacionais. Vinho é sempre algo a preservar e não houve Europa que no-lo fizesse dispensar.
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As praças abundaram em fruta estrangeira, do tamanho próprio, calibrado, das suas clonagens esterilizadas, sem o sabor do nosso solo não artificial e do nosso sol criador, mas com o tamanho necessário para as nossas importações de povo que se abotoou com a côdea do servilismo, deixando os campos maninhos donde lhes viera antes o proveito, sem saudades das terras verdes de outrora, os velhos cada vez mais velhos, os filhos e netos optando pelas cidades de mais cultura e possibilidades de sobrevivência.
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Abriu uma loja da fruta aqui perto. E oh surpresa! A proveniência da fruta, tirando as bananas e as papaias, diz “Portugal”. E também os feijões e os nabos e os grelos. Comi uva da nossa! E figos, e pêssegos, retomei os velhos sabores do passado.
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Que se passou?
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Será que já se pode trabalhar a terra para vender ainda que só como produto caseiro? Serão novas as directivas impostas pela União Europeia, envergonhada com a sua política de intrusão anterior na vida económica dos povos da sua esfera política?
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Mas se se quiser que o nosso povo trabalhe agora, que envelheceu com direito a vencimento e a reforma, o nosso povo dirá, gasto, solitário e indiferente: Vai tu.
Porque deve ser muito difícil limpar os campos maninhos, endireitar, de novo, a nossa vinha, para vender as suas uvas, bem mais saborosas do que as de importação.
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Destruir é imediato, a reconstrução muito mais penosa.
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Berta Brás

POESIA CLÁSSICA - CAMÕES


A melhor prova de interpretação de um trecho de poema de Camões
Numa prova de entrada para a Universidade... Questão : Interpretar o seguinte trecho de poema de Camões:

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'Amor é fogo que arde sem se ver,
é ferida que dói e não se sente,
é um contentamento descontente,
dor que desatina sem doer'.
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Uma aluna deu a sua interpretação:
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'Ah Camões, se vivesses hoje em dia,
tomarias uns antipiréticos,
uns quantos analgésicos
e Prozac para a depressão.
Comprarias um computador,
consultarias a Internet
e descobririas que essas dores
que sentias, esses calores
que te abrasavam,
essas mudanças de humor
repentinas, esses desatinos sem nexo,
não eram feridas de amor,
mas somente falta de sexo!'
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Teve nota máxima. Foi a primeira vez, depois de mais de 500 anos, que alguém entendeu qual era a ideia do Camões...

POESIA DO POVO - ANTÓNIO ALEIXO


O algarvio António Aleixo era cauteleiro e analfabeto.
Ficou conhecido pelas suas quadras de cariz popular e conteúdo social e humanista.
Ocorreu em 1999 o centenário do seu nascimento e o cinquentenário da sua morte.

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Embora os meus olhos sejam
os mais pequenos do mundo
o que importa é que eles vejam
o que os homens são no fundo.

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Tem quase um palmo de boca
não pode guardar segredos;
porém a testa é que é pouca :
tem pouco mais de dois dedos.
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Engraxadores sem caixa
há aos centos na cidade,
que só usam da tal graxa
que envenena a sociedade.

A DONA DOLORES AVEIRO FOI MUITO MÁZINHA!

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As fotos de Nereida despida não foram bem aceites pela família
Nereida culpa mãe de Ronaldo pela separação
Ainda Ronaldo não foi para Madrid e Nereida Gallardo volta a falar dele.Desta vez, em entrevista à rádio Antena 3 espanhola, a maiorquina culpa Dolores Aveiro pelo fim de uma relação que durou oito meses. “Quando percebeu que era algo sério, ela começou a meter-se no meio”, acusa.
Segundo Nereida , os problemas começaram nas férias de Verão na Sardenha, no ano passado. “Foi muito mau porque a família dele não nos falava e disseram-lhe para ele escolher entre mim e eles”, diz, explicando que a gota de água foi quando a revista ‘Interviú’ publicou as suas célebres fotos despida. “Em Portugal, não é muito bem visto que mostre os seios e essas fotos não foram bem aceites”, conta, acrescentando: “No início, pensava que a mãe dele era uma boa sogra”.
Nereida voltou a confessar que o fim do romance, comunicado por Ronaldo via SMS, foi um balde de água fria. “Eu já estava mal, a mãe dele não me falava (...)" Tudo o que sentia caiu-me aos pés”. (Foto e peça de "Vidas/CM)

COITADA DA POBRE RAÍNHA ESTÁ SEM DINHEIRO!


SUA MAJESTADE A RAÍNHA DE INGLATERRA SEM DINHEIRO
Para sustentar a Raínha de Inglaterra cada contribuinte despendeu 69 pens no último ano. Porém a Raínha tem seguido mergulhada nas maiores poupanças para sustentar a sua Casa Civil cujo o funcionamento quedava-se nuns modestos 6 milhões de libras, elevando-a para um total de 13.9 milhões de libras.
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A quantia mais alta retirada do fundo criado a partir de um excedente acumulado na década de 1990. Se a a Rainha continuar aproveitar-se da reserva ao ritmo actual, vai ficar sem fundos, no início de 2012 - o ano das comemorações do Jubileu Diamante.
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Mas com cortes esperados em muitos domínios da despesa pública, o pedido real é susceptível de exigir algumas graves persuasão."
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As contas mostram que no ano passado, a Casa Civil os gastos em salários, atingiram um montante de 9.9 milhões de libras.

DINHEIRO, PODER E MERDAS!



Angola reclama 380 milhões depositados em Portugal
por CARLOS RODRIGUES LIMA- Hoje (DN)
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De quem são cerca de 380 milhões de dólares depositados num banco português? Do estado angolano ou de personalidades daquele país? Esta é uma das dúvidas que o Ministério Público vai ter de descortinar, na sequência de uma queixa-crime apresentada pelo Banco Nacional de Angola, que reclama a posse daquela verba.
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A queixa, segundo soube o DN, foi apresentada no final do ano passado. António Vitorino - que vai coordenar o programa eleitoral do PS - chegou a representar a parte angolana no processo. "Não falo sobre casos e clientes", declarou ao DN.
Sobre este processo há um manto de silêncio.
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Várias fontes judiciais contactadas pelo DN alegaram sempre tratar-se de um "assunto sensível" para não prestar qualquer informação. A própria Procuradoria-Geral da República, questionada sobre a existência da queixa, nem a confirmou directamente, dizendo apenas: "Por ora, não há informações a prestar." Porém, ao que o DN apurou, a queixa foi encaminha para o Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP), estrutura do MP vocacionada para a investigação da criminalidade mais complexa (ver caixa).
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Contactada na semana passada, a embaixada de Angola, através do conselheiro para a imprensa, Estêvão Alberto, disse ao DN que não havia declarações a fazer sobre o caso. De acordo com alguns testemunhos recolhidos pelo DN, sob anonimato, o dinheiro em causa seria movimentado em Portugal por um advogado e um militar na reserva, actualmente empresário.
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Fontes conhecedoras do caso adiantaram que ambos representariam interesses particulares. Há mesmo quem admita que eram "testas-de- ferro" de interesses ligados directamente ao presidente angolano, José Eduardo dos Santos. "Mas, nestas coisas, não há procurações, tudo passa por acordo de cavalheiros", disse uma das fontes que, sob anonimato, acederam a falar com o DN.
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Até porque os 380 milhões de dólares que agora estão em causa podem ser apenas uma parte das verbas que chegaram a Portugal para serem aplicadas em vários negócios. O montante total terá atingido os 700 milhões de dólares, os quais terão chegado a Portugal transferidos de contas na Suíça.
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O estado angolano, actualmente representado pelo advogado José Ramada Curto, que não quis prestar declarações, reclama a posse da verba. E terá mesmo acusado o advogado e o empresário portugueses de movimentarem o dinheiro à revelia das orientações dadas. Ramada Curto é já o terceiro advogado a defender a parte angolana. Além deste e de António Vitorino, os interesses angolanos no processo chegaram ainda a ser representados por Leonel Gaspar, o mesmo advogado que defende José Oliveira Costa, antigo presidente do BPN, que se encontra preso preventivamente.

TIMOR: "OS "CALADOS SÃO BONS HOMENS"!



"A semana passada veio a público mais um escândalo de ilegalidades patrocinadas pelo primeiro-ministro Xanana Gusmão, desde então o silêncio tem sido a resposta e explicações públicas ainda não existem (mesmo agora estive a falar com Timor-Leste por razões profissionais e foi o que informaram).Na verdade é um escândalo e meio porque sobre o outro escândalo veiculado no Tempo Semanal. A refrega é antiga, agora com a novidade comprovada da assinatura de Xanana Gusmão. Um escândalo relacionado com o marido da polémica ministra Lúcia Lobato que envolve a sua empresa fornecedora de combustível da companhia de electricidade de Timor. As regras ditam que os familiares de governantes e responsáveis da administração não podem ser detentores de negócios com o Estado, muito menos sem concursos públicos de facto..... "
(Ler o resto) »»»»Publicada por Fábrica dos Blogs em 8:58 0 comentários Hiperligações para esta mensagem

PORTUGAL UM PARAÍSO PARA OS CRMINOSOS DE LUVA E COLARINHO BRANCO


Bernard Madoff, foi condenado em 150 anos pelo crime de fraude de 30 biliões de dólares.Com a idade de 71 anos foi-lhe aplicada a máxima pena de prisão. As desculpas que pediu ao tribunal pelo dano causado às suas vítimas de nada lhe valeram.
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Admitiu ter sido o autor de uma enorme pirâmide ludibriando mais de 4.000 investidores que lhe confiaram as suas economias. Entretanto seus advogados de defesa sugeriam ao Tribunal que 12 anos seria o suficiente do que condenado a 150 anos.
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Muitas das suas vítimas desejavam que o Tribunal fizesse justiça e a mais dura possível. Uma mulher a chorar solicitava que Madoff deveria ser mantido numa gaiola na cadeia. Outro homem, que tinha sido aniquilado economicamente pelo banqueiro, pretendia certificar-se como seria a sua cela na cadeia e o seu caixão.
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À MARGEM: Os banqueiros portugueses, os de agora noticiados na comunicação social,por suspeitas de crimes, tiveram muita sorte de terem nascido num país chamado Portugal, onde os crimes de “luva e colarinho branco” passam ao lado.
José Martins