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quinta-feira, 2 de julho de 2009

ÓH LÁ JOÃO RENDEIRO! - A "PODRIDÃO" QUE VAI POR PORTUGAL...


Rendeiro: condição de arguido estará iminente
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João Rendeiro será ouvido pela equipa de Maria José Morgado na próxima semana e corre risco de ser constituído arguido. Clientes acusam banco de usar liquidez do retorno absoluto para pagar empréstimos destinados a tesouraria do banco. BPP nega.
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João Rendeiro, ex-presidente do Banco Privado Português, foi ontem notificado e será ouvido na próxima semana no âmbito do inquérito ao caso BPP. O fundador do banco, indiciado de práticas irregulares na gestão da instituição, pode vir a ser constituído arguido pela equipa de Maria José Morgado, que dirige o Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP), na sequência de recente busca à sede do banco, em Lisboa.
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Rendeiro, cujas contas pessoais no BPP estão congeladas e que ontem chegou a ser dado como arguido - condição negada ao DN por Maria José Morgado -, poderá ser acusado de "falsificação de contas", "burla" e "gestão danosa", de acordo com fontes ao DN.
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Por sua vez, os clientes do BPP detentores das contas de "retorno absoluto" acusam a administração do banco de retirar dinheiro das contas para pagar empréstimos contraídos em 2008, que serviram para reforço da tesouraria do banco. "Por isso, os saldos dos extractos de Maio de 2009 são inferiores aos de Dezembro de 2008, quando os mercados até valorizaram".
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"Isso deveria ser passivo do banco e não dos clientes", referem os clientes, que se afirmam lesados, "já que alguns dos empréstimos contraídos não foram usados para reforço das carteiras", mas para "reforço de tesouraria" da instituição. Jaime Antunes, da associação Privado clientes, confirma a "tendência de desvalorização das carteiras", mas remete explicações para o banco. "A administração do BPP é que tem de explicar".
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O banco, administrado por Adão da Fonseca, nega o uso da liquidez gerada pelas carteira de clientes - através dos prémios trimestrais - para liquidar empréstimos de tesouraria. Fonte oficial reafirma que os empréstimos contraídos "foram para comprar títulos", servindo as carteiras dos clientes "como colaterais" aos créditos internacionais. O banco explica ainda que a desvalorização das carteiras em Maio se deveu a uma alteração de metodologia de cálculo, de acordo com "esclarecimento", em comunicado, "efectuado há cerca de uma semana".
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Nos últimos dias, os clientes do retorno absoluto da associação Privado Clientes enviaram ao primeiro-ministro, ministro das Finanças, Banco de Portugal e CMVM centenas de cartas relatando a "descapitalização das carteiras".
Já esta semana, Durval Padrão, líder de uma das associações de clientes, ameaçou com novas manifestações de desagrado dos clientes.
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"Tudo aponta para que o caldo se entorne outra vez", afirma Durval. Uma das acções poderá ser a paralisação de empresas detidas pelos clientes do retorno absoluto. Os clientes calculam que conseguiriam mobilizar, "pelo menos, 17 mil pessoas". Uma acção inédita que serviria "para chamar a atenção do público" para as dificuldades de tesouraria "que muitas empresas estão atravessar", já que estão impossibilitadas de "reaver o dinheiro do retorno absoluto".
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À MARGEM: Raro não é o dia que a comunicação social não regista "falcatruas" em Portugal!
O "pão nosso de cada dias nos dais hoje senhor".
O que acontece é que em Portugal (desde há muito) apareceram uns "marmelos" bem arrolados de boa roupagem; de unhas bem tratadas e melhor cabelo aparado pelo mais famoso cabeleireiro da cidade onde vejetam.
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São os "ladrões" sofisticados com modos de cordeiro e dentes de "cães" raivosos. Ora esses "marmelos" têm todas, as formas e mais que uma de aliciar os homens que têm o Poder de governar os portugueses.
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O dinheiro, bem ganho ou roubado, pouco interessa, porque o vil metal compra tudo. Mas esses ladrões com o dinheiro que pifaram também compra bons advogados e quando são chamados, ao Tribunal, a sentarem-se no banco dos réus, estão lá, junto a eles, os melhores causídicos da nossa praça de leis.
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Aquilo nunca mais ata nem desata, porque a tanta confusão gerada coloca em órbita os juízes e a dúvida se o "marmelo" (ladrão) poderá fechá-lo junto aos ladrões e outros "bandidos" que ultimamente se divertem a roubar e a espancar o pacato e incrédulo, de rua, cidadão português.
José Martins

PORTUGAL NO SEU MELHOR COM OS SEUS "PANASCAS"


A Polícia Judiciária está a investigar todos os amigos e pessoas próximas de João José Oliveira Marques, na tentativa de perceber o que aconteceu ao empresário da Linha do Estoril que já não dá (...)
P.S. Sem comentãrios

OS "CORNOS" DE MANUEL PINHO



José Sócrates foi ontem obrigado a demitir o seu sempre polémico ministro da Economia, Manuel Pinho, e pela pior das razões. Este decidiu fazer o gesto de uns cornos em resposta a um aparte parlamentar do PCP e a imagem correu rapidamente na Internet precipitando a demissão numa altura em que o PS e o primeiro-ministro estão fragilizados no pós-europeias (DN).
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À MARGEM: Durante a posição de Manuel Pinho como Ministro da Economia no Governo de José Sócrates os portugueses foram sendo enfrentados por inúmeras "barracadas", principalmente, de afirmaçõe em público. por um ministro que ocupava um lugar errado num ministério.
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Todos os portugueses com dois olhos de ver, impávidos, menos serenos,foram aguentando os diparates soprados pela boca de Manuel Pinho. Não vou aqui designagar as "barracadas" da China, as colheradas de papa de farinha maizena para o Paulo Rangel, o ter fumado umas "tabacadas" no avião de quando viajou, acompanhado, de Sócrates (fumou igualmente) para a Venezuela para a abraçar Hugo Chavez e ali serem agendados negócios megalómanos.
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Ora Manuel Pinho todo o mundo (os com dois olha de ver) foi abominando um ministro "da boa-vai-ela", que por "dá cá aquela pequena viagem" lá estava o ex-ministro Manuel a Pinho a requisitar o "Falcon" à Força Aérea Portuguesa (que deve por lá estar um calvário de dívidas para pagar...) e, mais o seu "mentor" e amigo do coração, Basílio Horta, irem os dois beber um copo a um hotel qualquer de uma capital da Europa.
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José Sócrates, não era estúpido nenhum que bem sabia que o seu ministro Manuel Pinho era o homem errado para pegar na "pasta" que ele lhe tinha oferecido, mas bem lhe convinha mantê-lo, erradamente, para não "estripalhar" o seu executivo.
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Os "cornos" de Manuel Pinho que encenou na Assembleia da República, em facto, não lhe ficaram mal, aos carneiros e aos "chibos" também não.
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Os "ratos" começam abandonar o porão do navio quando entendem já naufragado e a bater no fundo do mar.
José Martins

POR TIMOR AS COISAS NÃO CORREM PELO MELHOR!



Foreign Policy
considera Timor-Leste e Guiné-Bissau em situação de perigoJornal da Madeira – 02 Julho 2009Timor-Leste e Guiné-Bissau são dos 30 países onde é maior o risco de colapso do Estado, segundo a listagem anual de "Estados falhados", ontem divulgada pela revista Foreign Policy, e encontram-se em situação de "perigo".Na listagem, elaborada em colaboração com o Fundo para a Paz, Timor-Leste é o país lusófono pior colocado, surgindo na 20ª posição entre os 60 países focados na listagem, sete lugares acima do registado no ano passado e bem dentro da zona do "perigo".A perda de legitimidade do Estado, a situação dos refugiados, o aparelho de segurança e perigo de intervencionismo externo são, dos 12 critérios, aqueles em que Timor-Leste é pior avaliado pelos peritos responsáveis pela elaboração do ranking, que atribuem ao país uma pontuação total de 97,2 pontos (a Somália lidera com 114,7 pontos, em situação "crítica").
Ver quadro em Foreign Policy e respectivas posições.
Publicada por Fábrica dos Blogs em
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VAMOS VER NOVAMENTE TIMOR-LESTE A FERRO E FOGO?
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Por MÁRIO MOTTA – Portugal Direto*Xanana Gusmão - Ramos Horta: UMA DUPLA DE VERGONHAO assunto já é mais do que conhecido e já cansa: Timor está a ser saqueado pela família Gusmão e por mais umas quantas que se estão a encher contra os interesses dos que foram eleitos para governar e não para se governarem. Os escândalos denunciados escorrem em letras garrafais nos jornais e são notícia nas rádios, principalmente na comunicação social australiana e na dos países lusófonos. Os jornais de Timor, claro está, publicam tudo com a devida cautela, não vá o censor mor, Xanana, ou alguém por ele, mandar prender os jornalistas – como em tempos ameaçou fazer olhando nos olhos dos profissionais de informação timorenses, atemorizando-os. Qual ditador de refugo, saído por azar nos cromos que os timorenses importaram do país do opressor indonésio.

QUEM O CONHECER QUE O COMPRE!


Este senhor apareceu hoje. Outros comunicadores (possivelmente) contratados têm aparecido em "spots" publicitários à sua candidatura. Este senhor está a usar a RTP para colher simpatias dos portugueses. Porém não aparece nos canais espanhol e italiano. Desconheço se isto é legal ou ilegal estar a usar o canal, televisico, público. Aqui fica o reparo. Que engolam as "tretas" quem melhor lhe parecer daqui é que nem "pontinha" de crédito lhe damos nem estamos para apoiar "bonecos" de Santo Aleixo.
José Martins

BOAS NOVAS DO MINISTRO LUIS AMADO - UMA SALVA DE PALMAS PARA ELE!


Para ler esta matéria da revista Sábado (25 de Junho),clique sobre a imagem para ampliar 29 Junho 2009
A "máquina" no seu melhor
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É inacreditável que a máquina continue entregue a si própria. Quem paga é Amado, e se calhar quem pretende ser o próximo ministro está na máquina e é da máquina.
Temas prometidos
Oxalá o espírito suporte e o corpo não vacile, mas continuam a ser temas:
Ponto Crítico
Uma diplomacia do terceiro mundo
Carreira
Desmotivação dos melhores, entusiasmo dos piores

Funcionários
Tratados como legião estrangeira
Concurso
Uma maravilha
Recordam-se de Freitas e conselheiros?
Os currículos do pessoal especializado do MNE...
Notas Verbais http://notasverbais.blogspot.com

DE ESPANHA NEM TGV, BOM VENTO E MELHOR CASAMENTO!


Dois modelos de TGV. Made in Portugal
O TGV E A DEFESA NACIONAL

“A perda de Portugal foi de puro sangue e por isso o ministro espanhol que não pense constantemente na reunião, ou não obedece à lei ou não sabe do seu ofício”.
José de Carvalhal y Lencastre (ministro de estado ao tempo do Rei Fernando IV, de Espanha)
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João José Brandão Ferreira - TCor/pilav (Ref)
Pode parecer, pelo discurso político e pelo que vem publicado nos “media” que a frase deste antigo ministro espanhol, está ultrapassada pelo tempo. Mas não está.
O TGV foi, finalmente, adiado, para depois das eleições. Melhor fariam se lhe colocassem um ponto final.
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Sem embargo, este adiamento não foi feito pelos melhores motivos nem pelos que deviam ser assumidos. Trata-se apenas de um expediente eleiçoeiro.
As oposições não têm andado melhor. Desmultiplicam-se em declarações que se fundam na maioria dos casos na economia e nas finanças e sabe-se dos contorcionismos de que são capazes. Quando não dizem hoje o contrário do que disseram ontem.
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Ora as principais razões pelas quais se devem pautar as decisões no âmbito de uma obra destas, devem ser razões estratégicas, e não outras. Não quer com isto dizer que as questões económicas e financeiras não sejam importantes e sabe-se que no caso vertente o ónus financeiro é enorme e o retorno económico será nulo, quiçá negativo.
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Mas pode-se até, optar por aguentar determinados encargos se isso for tido como um fundamento político ou estratégico fundamental. Assim deve-se sempre optar por uma decisão que contemple a opção estrategicamente mais segura e depois aquela que for economicamente mais rentável. Ora a decisão de construir o TGV em termos políticos e estratégicos favorece objectivamente o estado espanhol e nomeadamente a sua componente castelhana.
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Entra pelos olhos dentro que as vantagens económicas e de circulação de pessoas favorece os espanhóis pois são eles quem tem mais poder de penetração na nossa debilitada economia., cultura e tecido empresarial e financeiro. Tudo isto vai reforçar a implementação espanhola em Portugal e todos os seus “produtos” chegarão cá em melhores condições de concorrência.
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Poder-se-á argumentar que também do lado português se poderá aproveitar as oportunidades, mas todos nós sabemos que saímos a perder neste contexto. Para a União Europeia tal é indiferente. Eles querem é amalgamar tudo!...
Por outro lado, temos a questão fundamental do traçado da via. Esta questão é central nas relações “ferroviárias” com o estado vizinho desde meados do século XIX, tendo começado até, com uma discussão sobre a largura da via.
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Originalmente quando se fez a ligação com a Espanha a largura da via férrea não era a mesma já que em Lisboa se temeu que os espanhóis embarcassem uma divisão do exército num comboio e chegassem à capital portuguesa em poucas horas. Mas isso era quando o governo português ainda tinha preocupações de defesa ….
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De facto o que interessa a Portugal, em termos de caminho de ferro é atravessar a Espanha o mais rapidamente possível até chegar aos Pirinéus. À Espanha interessa exactamente o contrário e interessa-lhes sobretudo que as comunicações passem por Madrid, centro radial e geocêntrico da Península Ibérica. Tudo isto deu origem, ainda no século XIX a uma interessante polémica entre um capitão de infantaria e S. Majestade o Rei D. Pedro V,nas páginas da Revista Militar. Mas isso passava-se no século XIX, um século de decadência…
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A nossa falta de visão e, ou, cobardia política, vai ao ponto de beneficiar os eixos Lisboa-Madrid e Porto-Vigo(!), quando o interesse nacional devia centrar-se no percurso Lisboa - Porto e Lisboa - Faro, o que em termos de custo/eficácia o “Alfa” e o “Intercidades” fazem muito melhor. E quanto a atravessar a Península que por camiões TIR ou por caminho de ferro, seria muito melhor apostar no transporte marítimo e, nalguns nichos, no transporte aéreo.
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Mas para isso era preciso que em Lisboa os políticos soubessem alguma coisa do seu ofício… Meus caros concidadãos, estas coisas são importantes. O Ronaldo ira para o Real Madrid, por seu lado e em rigor, não tem importância alguma.
João José Brandão Ferreira
TCor/pilav (Ref)

MALDITO LIBANÊS!



A ligação de Dias Loureiro a Abdul El Assir, empresário libanês amigo pessoal do ex-conselheiro de Estado, foi-lhe fatal. Sob suspeita está a verdadeira extensão e forma (‘luvas’, comissões, (...) (CM)
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À MARGEM: Há sempre um gajo que antes era amigo e depois o trama. Maldito libanês que tramou Dias Loureiro! Eram os dois tão amigo! Fizeram "farras" juntos; beberam umas taças de champagne no "Moulin Rouge", junto aquelas meninas de perna aberta e alçada, em Paris e divertiram-se à brava por outras cidades.
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Traçaram esquemas e o dinheiro jorrou de todas as fontes. Pouco importou que o dinheiro jorrá-se debaixo da mesa ou de outros "cambalachos" o que era necessário era dinheiro, muito mesmo, porque o dinheiro não tem pátria e com ele se toma o poder, se compram políticos e presidentes de um país.
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Compra-se tudo, com o dinheiro, menos invalidar, a data no bilhete da partida para os anjinhos.~
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Daqui vai um ânimo para Dias Loureiro não vai passar nada!
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E se o caso entrar nos meandros da Justiça o assunto nem daqui a uns 20 anos está resolvido.
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A vida do Dias Loureiro vai continuar e na melhor!
José Martins

PROPAGANDA PARA A CASA DOS RAPAZES E RAPARIGAS


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Ora o que está acontecer é que durante o correr dos programas da "pobreza" da RTPi está a ser inserida intermediados de propaganga da União Europeia que se entende que aqui deve caminhar o "pesinho" de Durão Barroso para não perder o "tacho" e permanecer mais cinco anos um boneco de "Santo Aleixo".
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Entretanto a televisão espanhola nao divulga esta "caca" de propaganda barata. Bem se sabe que a União Europeia foi chão que nunca deu uvas aos portugueses, mas tem sido aproveitada para sustentar meia dúzia de rapazes e raparigas na "melhor" lá por Bruxelas e Estrasburgo.
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EUROPA os próximos 20 anos,,, Horror dos horrores!
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Então nós os portugueses já lá estamos há 23 anos e continuamos a ser o carro vassora... Daqui a 20 anos, nós os portugueses, estamos atolados de "merda" até ao pescoço!
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Será tempo de nós os portugueses mandarmos á "merda" a União Europeia e: "Minha casinha meu lar minha pucarinha de mijar".
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Nunca nos envergonhados daquilo que sempre fomos e daquilo que vamos ser dentro do nosso cantinho plantado á beira-mar.
José Martins

VOZES DA VERDADE


Berlim, 17 Jul (Lusa) - O ministro da Defesa Nacional, Nuno Severiano Teixeira, assistiu na quinta-feira 18 de Junho de 2009, em Kiel, Alemanha, ao baptismo e lançamento à água do submarino "Arpão", encomendado por Portugal em 2004, disse hoje à Lusa uma fonte diplomática...."
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FORÇAS ARMADAS: DE VITÓRIA EM VITÓRIA ATÉ À DERROTA FINAL?
João José Brandão Ferreira - TCOR/Pilav (Ref)
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Eleições Europeias, dia seguinte: o governo congela totalmente a Lei de Programação Militar. Nada transpira,ninguém se incomoda. Como vai ser?
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Resumindo e concluindo,o partido que forma o governo perde as eleições – do que só se pode queixar de si próprio – e quem paga as favas (mais uma vez...) é a Instituição Militar. Até quando?
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Aliàs as Forças Armadas não param de ser desagregadas e demolidas. As leis sobre a nova organização são uma perda de tempo,pois para além de não resolverem nenhum dos muitos e prementes problemas que afligem o meio militar,ainda vão abrir mais brechas na coesão das forças. È um acto falhado por escusado.
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Com o RDM ainda é pior: depois das forças politicas terem acabado com a Justiça Militar,vão subverter a disciplina. É dificil fazer pior em qualquer parte do mundo. Só pode haver uma razão; ser de propósito!
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A fragata Corte Real e todos os que nela navegam, andam a fazer figura de “ursos”. Perseguem piratas, prendem-nos, arriscam-se a levar uns tiros e depois soltam-nos. O comandante da Armada já disse que era preciso criar leis apropriadas (deveria ter sido o Conselho de Chefes a fazê-lo...). Do Governo,Parlamento e PR,nem pio. “No passa nada”!
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O segundo submarino (“Arpão”) foi lançado à àgua em Kiel. O Sr. ministro da Defesa foi lá incógnito. No portal do ministério nem uma linha. Para a comunicação social idem. Isto é, o governo assume um compromisso importante relativo à Defesa Nacional, mas tem vergonha de o assumir e defender. Alguns ministros são até contra. Publicamente. Muito edificante.
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Que se passará no Instituto de Defesa Nacional? Quase todas as semanas há um quadro da casa que pede para abandonar funções. O último foi o próprio sub- director, que nem aqueceu o lugar.
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O senhor ministro já descobriu a raiz do problema, assobia para o lado ou vai insistir que as coisas continuem a quebrar pelo lado mais fraco? O IDN já não faz falta e também é para acabar?
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Pressionam constantemente o Exército (sobretudo o Exército) para alienar património à sua guarda, normalmente a fundo perdido. A apetência autárquica e regional por estes “bens” não conhece peias e a ganancia da especulação imobiliària parece não ter limites. Vá-se lá saber porque bulas, as FAs e sobretudo o Exército vai dando, tudo de mão beijada,sem ser resarcido de quase nada
e sem um ... ai.
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Depois passa-se um pouco de tudo, por exemplo as instalações da Escola Prática de Cavalaria, em Santarém foram libertadas pelo Exército no prazo combinado – a tropa cumpre. Como não apareceu ninguém para ficar com as chaves, o Exército ficou com elas – sempre pronto a cumprir a missão e a carregar com os sacrifícios ! – e ainda manteve sentinelas.
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Até que um general mais avisado e corajoso, entendeu (e bem) que a situação já tinha ultrapassado o que permitia o regulamento e retirou a guarda. Foi um ver se te avias, as instalações foram assaltadas diversas vezes e tudo roubado. Parece que nalguns casos acoisa tomou foros de organização em forma.
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Falta agora proceder de igual forma para com as ex- instalações militares de Elvas (que deviam ser um museu vivo, à falta de melhor sorte), para cuja segurança o Regimento de Cavalaria de Estremoz, tem que destacar permanentemente um pelotão. Doce país.
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Ali para os lados de Alfragide o Comando da Força Aérea está, por seu lado, à beira de um ataque de nervos. Então não é que mais três coronéis pilotos aviadores vão passar à reserva, justamente agora que iriam comandar bases aéreas? E eram dos mais resistentes.
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O que fará um oficial de carreira querer trocar um comando de base por umas funções menores, desfazadas em grande parte daquilo a que estão habituados e se preparam durante tanto tempo? Toda a gente sabe estas respostas, mas ninguém as diz oficialmente.
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E não se consegue enviar um médico para o Afeganistão. O primeiro, isto é a primeira a ser nomeada, arranjou maneira de concorrer às próximas eleições e passou à reserva. As duas seguintes pediram abate ao quadro e têm que pagar cerca de 100.000 euros cada, de indemnização. Consta nos mentideros que quem vai pagar a conta, vão ser os hospitais onde as duas oficiais médicas (ou será que se julgam só médicas?), estão a tirar a especialidade à custa da FA (!) pois pretendem que elas fiquem a trabalhar para eles. Conhecem algum adjectivo para qualificar este “negócio”?
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E para quando, a AR vai mudar a lei que obriga os militares a passar à reserva para poderem concorrer a eleições que tem sido usada para vigarices do foro pessoal e profissional, ao passo que é uma lei discriminatória para os militares já que são a única classe profissional em que os seus servidores são obrigados a abandonar a carreira para se dedicarem à política. Será que também é de propósito? À atenção, outrosim, das Associações de Militares.
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Enquanto tudo isto se passa o que faz o senhor pequenino que ostenta o título de Ministro da Defesa? Pois olhem, foi recentemente em visita oficial a Luanda com meia dúzia de acompanhantes num Falcon da FA. Pararam, à ida, em Accra para pernoita, presumo que o Falcon não faz directo a Luanda, só pode. Pediu em seguida uma audiência ao Presidente angolano, uma audiência que este não lhe concedeu, não interessa para o caso as razões (ou será que interessa?).
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Sabe-se que a comitiva decidiu antecipar a vinda para Lisboa, mas em vez de voarem de Falcon, meteram-se num avião da South Africa Airways, quero crer que em turística. O Falcon, esse pernoitou em Luanda e veio no dia seguinte … vazio.
Eu por mim não quero ajudar a pagar esta viagem do senhor ministro, e vocês ó contribuintes?
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Será que é por estas e por outras que os nossos queridos representantes parlamentares querem diminuir as competências do PR em matéria militar?
[1]João José Brandão Ferreira
TCOR/Pilav (Ref)
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[1] Será que o consignado na nova proposta de RDM, prevendo a punição de militares na reserva e reforma se destina também a impedir textos com este de serem publicados?