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sábado, 4 de julho de 2009

AS DESCULPAS DO JOSÉ SACCO JUSTIFICADAS



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Desculpem o atraso, mas achei que talvez alguns gostassem de saber notícias do José Moças.
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Para quem não se lembra, trabalhou muitos anos no Tribunal em Macau, e também na Rádio, tendo aqui lançado a editora discográfica Tradisom.
Actualmente vive em Vila Verde, perto de Braga.
Eu não gosto muito de fado, mas...
CompanheiroAcabo de editar 4 novos discos, três deles numa produção que fiz para a Farol, editora da TVI.
Um deles tem vinte faixas, 11 das quais inéditas em CD e sabes de quem??
Da Amália. ´
Vê o video e deixa um comentário e divulga por toda a malta de Macau.
No dia 27 vou ao almoço dos Governadores em Mafra.
Vai ser do caraças encontrar imensa malta que já não vejo há imenso tempo...
Contacto: Jose Sacco cv5rabbit99@gmail.com
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À MARGEM: Aqui fica satisfeito o pedido de desculpa do José Sacco, um velho amigo, que "vagabundou" por Macau e a Tailândia. Deixou por aqui marcas (amorosas claro!) e corações partidos!
José Martins

O MIGUEL PARECE QUERER "CAVAR" PARA O BRASIL


Entrevista com Miguel Sousa Tavares
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"Estou a pensar ir-me embora para o Brasil"
por Catarina Carvalho (texto), Orlando Almeida (fotos)
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O seu novo livro, 'No Teu Deserto',vai ser lançado esta semana. Um "quase romance", como lhe chama. Uma narrativa intimista, autobiográfica, que mostra um homem diferente. Que está farto de Portugal e a pensar
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Os livros que já vendeu já lhe permitiam não fazer mais nada a não ser escrever?
Permitem, se me permitem…
Quantos já vendeu?
Um milhão mais ou menos, deve estar em cima desse número. Se me permito fazer um safari onde não haja mais que seis pessoa no acampamento é graças a isso. Hoje em dia a minha vida é chapa ganha, chapa gasta. Escrevo um livro, recebo os direitos, vou viajar, encho-me de coisas que me ajudam a escrever outra vez, gasto nisso todo o dinheiro… Por exemplo, quando escrevi o Rio das Flores, fui quatro vezes ao Brasil.
Porque as editoras não pagam isso?
Até pagaria, se eu pedisse, mas acho que fazia parte dos meus encargos. Nem me passou pela cabeça pedir uma bolsa ao Estado. Podia ter ido só uma vez, ou não ter ido, ter comprado livros sobre fazendas… Mas eu quero ir lá, ver. Isso é um privilégio que pago com muito prazer, é uma excelente maneira de gastar direitos de autor. Também podia não o fazer e viver apenas disso, tranquilamente, hoje em dia.
Só da escrita?
Só da escrita.
Porque não o faz?
É para aparecer, para depois vender mais livros?
Não, de todo! Tenho duas profissões, no fundo; jornalismo e escrita. Se bem que já não faço jornalismo activo, não faço reportagens, entrevistas. Estar nos jornais e na televisão é uma forma de não abandonar completamente o meio. E também não sou capaz de estar o dia inteiro a escrever. Tento descansar entre cada livro, escrevo devagar. Preciso de fazer coisas, tenho de encher o meu dia. Eu encho o meu dia escrevendo para os jornais, fazendo televisão.
Ultimamente as suas crónicas são muito pessimistas.
Porque estou muito zangado com Portugal.
Anda-lhe mesmo a apetecer ir-se embora, emigrar?
Onde é que foi buscar isso?
No dia 22 de Junho, na sua crónica que dizia que "o País está um sufoco, sem saída e sem viabilidade à vista".
Não, não! Essa ideia de que eu quero emigrar?
Não há ninguém que queira viver num país como este descrito por si. Pelo menos, no seu perfeito juízo.
Mas é verdade. Estou a pensar ir-me embora.
É?
É verdade. Estou a pensar nisso há um ano.
Para ir para onde?
Para o Brasil. É um país novo, de que eu gosto há muitos anos. E sou muito bem tratado sem ser popular na rua, o que é óptimo. É um país optimista, não está cansado, não está desiludido, sem esperança.
Mesmo que agora haja tanta asneira feita no Brasil, todos os dias, não é?
Só que eles têm espaço e tempo para uma maior dose de asneira do que nós. Agora desvendei uma coisa que não era suposto desvendar, mas é um plano que ando a alimentar há um tempo, de facto. Nós somos muito macambúzios, eu estou muito macambúzio também. Sinto, pela primeira vez na vida, que estou a precisar de uma sacudidela e que não vai ser aqui…
Porquê?
Portugal não tem capacidade de aprender com os erros cometidos. Repetimos os mesmos erros. Umas vezes por burrice, outras por desonestidade pura e simples, oportunidade de negócio, etc. Quase desejava que nos fechassem a torneira dos dinheiros europeus, que fôssemos obrigados a viver com aquilo que produzimos, com a riqueza que produzimos, para que os portugueses aprendessem.
Já teve esperança em Portugal?
A última vez foi quando entrámos para a Europa. Na altura, o Hernâni Lopes, que era ministro das Finanças, disse, "acabou-se o fado". E, de facto não se acabou, os portugueses reagiram exactamente ao contrário! Agora toda a gente fala de crise, eu acho que ninguém aprendeu coisa nenhuma com a crise, nada, zero! Toda a gente exige tudo do Estado e da sociedade e pouco está disposta a dar. Um dos exemplos que eu costumo dar, até o usei num dos meus últimos textos no Expresso, é as fundações. Porque nós devemos ser o único país do mundo onde uma pessoa cria uma fundação e em lugar de ter um património pessoal que põe ao serviço da sociedade, começa por ir pedir ao Estado que lhe dê um favor. Uma sede, ou isto, ou aquilo…
Uma sede em frente ao rio, de preferência...
Um espacinho à beira-rio, como a Fundação Champalimaud, ou a Casa dos Bicos, como a Fundação Saramago, ou o CCB, como a Fundação Berardo. Nós não temos noção de que o País se constrói com o esforço de todos, achamos que há uma entidade mítica chamada Estado cuja obrigação é distribuir tudo a toda a gente que se colocar numa posição clientelar. Quem não se colocar numa posição clientelar é o otário que paga 42% de IRS e não recebe nada em troca. Nós temos um problema de elites, de facto. E isso vem de cima para baixo e acaba por desaguar nos cafés. Vou-lhe dar um exemplo e espero que ele não se zangue comigo, se se zangar, paciência. Um dos últimos grandes políticos em que eu depositei imensas esperanças foi no António Vitorino. E o que é que ele fez em troca do poder político que tinha? Nada. Na primeira oportunidade foi-se embora, tratou de ganhar dinheiro. É isso que fazem as nossas elites todas, nós não temos um espírito de serviço público, nem mesmo das pessoas que resolveram ir para a política!
Já disse que as pessoas estão demasiado expostas e se cansam. Não pode ser por causa disso?
Estão. Mas também se expõem. Grande parte de políticos que prometiam tudo saíram, e estão todos em lugares públicos, em administrações de bancos, em coisas ligadas ao Estado, ou refugiados em escritórios de advocacia a dar pareceres para o Estado, a inter-mediar contratos, ganhando balúrdios de dinheiro.
Mas pessoas pensam: "Mas qual é o exemplo?"
A justiça também tem aí um papel, porque não há sanção, por exemplo, de casos de corrupção... Não há nada em Portugal que funcione tão mal como a justiça. De tal maneira que eu, hoje em dia, pode ser o Freeport, pode ser qualquer coisa, leio "fulano é suspeito de não sei quê" e aquilo para mim vale zero. Não sei se é um cambalacho negociado entre alguém da PJ e um amigo jornalista num almoço, se é uma coisa fabricada pelo inimigo, se é fonte anónima que mandou isto para o Ministério Público e o MP resolveu pôr cá fora, se, de facto, as suspeitas são fundamentadas. Temos centenas, milhares de suspeitos e zero condenações. Toda a gente pode ser suspeito, é julgado na praça pública, queimado em lume lento, e no final, acontece o que vai acontecer com o Sócrates: se é arguido, foi este tempo todo à espera; se não é arguido e é arquivado, ninguém vai acreditar que está inocente, vão dizer que foi pressões políticas. E isso é o pior que pode haver. Quando as pessoas perdem a confiança na justiça, perderam o último bastião de confiança que podem ter.
Quem é que devia controlar a justiça? Os media?
Os jornais deviam, em certa medida. Mas quem devia controlar a justiça, primeiro que tudo, era o Presidente da República. Devia sair da sua posição de farol de Alexandria, ali, majestático, e começar a dar uns murros na mesa.
Pelos vistos mantém a sua irritação com Cavaco Silva.
Não, não é uma irritação com o Presidente da República. Eu acho que ele devia intervir.
Ele era um dos seus ódios de estimação quando era primeiro-ministro.
Sim…
Mudou alguma coisa agora este seu novo papel?
O professor Cavaco Silva não tem estatura para ser Presidente da República. Não tem curriculum político para isso, não tem dimensão de estadista…
O que acha das suas recentes intervenções?
Os recados é um bocadinho na sequência do que fez o Jorge Sampaio. É uma prática que já se instalou, que eles chamam magistratura de influência, soprar coisas pela frecha das portas. Instalou-se a ideia de que os poderes do Presidente não vão além disso. Agora, também depende da pessoa. Uma coisa é um recado mandado pelo Mário Soares, outra é mandado pelo Cavaco Silva. A diferença é de dimensão. Não acho que o Cavaco seja mau Presidente, acho é que é uma pessoa limitada. Não espero muito dali, não espero que comande nenhuma regeneração do sistema. Ele tem tentado dizer algumas coisas, cuidado com as obras públicas, com o negócio da PT com a TVI, etc. Mas é muito devagarinho, ninguém o ouve, ninguém o escuta.
Pelos vistos o Governo escuta-o, parou com o negócio da PT depois de ter falado no assunto.
Não foi só por causa do Presidente da República, quando ele falou já havia 48 horas de imprensa aos gritos. O que levou o Sócrates a recuar foi a noção de que era uma medida que sairia cara, três meses antes das eleições. Era quase um tiro no pé.
Vê o jornal da Manuela Moura Guedes à sexta-feira?
Às vezes sim, outras não. A maior parte das vezes não vejo. Vejo muito pouca televisão.
E gosta?
Não é um jornal que eu faria. Não digo mais nada.
Quando saiu da RTP estava zangado com José Eduardo Moniz. Disse que ele estava lá para se servir e o preço que tinha que pagar por isso era servir o Governo.
Será que ele agora está na TVI para se servir e o preço que tem que pagar por isso é fazer oposição?
Não acho isso de maneira nenhuma. Tenho muita admiração pelo Zé Eduardo como profissional. Ele mudou muito desde a RTP e por isso é que eu estou na TVI. Ele foi falar comigo e reconheceu que tinha cometido erros de avaliação pessoal sobre mim. Parece que é público que a Prisa gostaria que a TVI tivesse uma inclinação pró-Governo. Portanto, mais fácil para ele seria seguir as intenções do patrão. E não o faz. Não sei se há mais algum órgão de informação em Portugal que se possa gabar do mesmo, se há mais algum director que possa dizer "eu não obedeço à orientação editorial que a minha administração queria".
Acha que o objectivo do negócio era calar o Moniz e a Manuela Moura Guedes?
Acho difícil que fosse tirar de lá o Moniz porque toda a gente sabe que ele é o conteúdo da TVI. Se a PT ia dar 150 milhões por 30% da TVI e à cabeça queria que saísse o Moniz, era um suicídio.
Mas ele queria sair, para o Benfica…
O futebol tem razões que a razão desconhece.
Se fosse benfiquista, votava nele?
Sem dúvida. Ele é muitíssimo mais competente do que os últimos cinco presidentes do Benfica todos juntos. Como portista, estou radiante que ele não tenha ido.
Viveu o processo PT-TVI lá dentro?
Estava lá, na TVI, no dia do clímax. Se as coisas foram tão óbvias como consta, é um sinal de desespero de Sócrates. Está a perder o pé e não se contém, funciona em fúria e não em reflexão.
Porque acha que isso acontece?
O Sócrates programou o seu mandato para três anos em que reduzia o défice orçamental, tentava fazer as reformas mais difíceis, e depois tudo seriam rosas. E, entretanto, rebentou-lhe a crise e ele perdeu a segurança. E já não quis pensar para diante, já não quis pensar a três anos. Inclusivamente, destruiu toda a obra de contenção do défice dos anos anteriores assim do pé para a mão.
Faz alguma aposta para as eleições?
Não.
O que acha da perspectiva de ter Manuela Ferreira Leite à frente do Governo?
Eu acho que ela não chega lá…
Ñão?
Então já está a fazer apostas!
Posso apostar que o Sócrates ganha, por quanto não sei…
Vai votar?
Vou.
Votou agora nas europeias?
Sim. Vim de propósito do Brasil para votar.
O que fez o PS perder as europeias, a crise, o desemprego, o caso Freeport, as corporações?
O pior de tudo foi a crise. O combate às corporações já se sabia que ia ser violento e foi a coisa melhor que este Governo resolveu fazer. Depois infelizmente recuou. Em toda a linha no Ministério da Educação. Hoje em dia essa ques-tão da avaliação está morta e enterrada, disfarçada de despachos e de adiamentos...
E porque é que recuou?
Porque é muito difícil derrotar o peso das corporações em Portugal.
Portugal é mesmo ingovernável?
Está quase a ser. Salazar organizou isto como um Estado corporativo e isso ficou até hoje. Pode ser governável, satisfazendo as corporações todas. Mas isso, a prazo, é a morte do País. Porque não tem capacidade nem recursos para sustentar um Estado que não existe. Não é uma questão de haver mais Estado ou menos Estado, ou onde deve haver Estado. É uma questão de clientela do Estado.
Não vai ter saudade dos problemas que, no fundo, o espicaçam?
Se eu me puser a andar daqui, a ideia é ter outra visão, uma coisa nova que não seja igual todos os dias, quase claustrofóbica, sufocante. Pelo menos é a minha esperança.
Diário de Notícias

ESPELHO ESPELHO MEU HÁ MELHOR CANDIDATO QUE EU?


Rubens "Venus at a mirror"

OS CORNOS DA NAÇÃO



Durante o debate do Estado da Nação, Manuel Pinho colocou um "par de cornos" numa resposta a um aparte de deputado Bernardino Soares, fazendo a indignação da Assembleia da Republica, obrigando o governo na voz do Engenheiro a fazer um pedido de desculpas e que culminou com a própria demissão do Ministro. Boa viagem para o seu Allgarve, acelere para os seus jogos de golf que não lhe vamos sentir a falta. Não tenho pena do Ministro nem quero dizer que o Bernardino merecesse o par de cornos que lhe ofereceram, mas quem sabe se os nossos cidadãos e até talvez os politicos, fizessem mais manguitos e chamassem os bois pelos nomes o estado da nação não fosse aquele que é hoje. Este país está a bater no fundo e os nossos politicos só ajudam a afundá-lo.
Da nossa ligação Kaos

A TOURADA DA NAÇÃO



Se os cornos e a volta de honra foram para o forcado Bernardino pelas "marradas" do Manuel Pinho, quem agradeceu mais as palmas foi o rabejador Louça.
Nossa ligação KAOS

A TRIBUTAÇÃO DOS CORNOS!



Fornecedor - Luís Baptista
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"CORNO DE PINHO NÃO PRESTA, CLARO! É FALSO!
O ministro Pinho demitiu-se. O meu pai sempre me disse que os palitos na testa eram desagradáveis e perigosos e que mesmo que os tivesse, por dádiva, que nunca os usasse.
E não, guardei sempre todos dentro de uma arca velha lá no Monte da Francisca. Uma arca que era da minha avó mas que lhe fora oferecida pela avó dela. Arca grande onde o meus tios avôs se escondiam quando andavam fugidos da GNR, que os procurava por serem da Carbonária.
Olhem, agora estão lá os cornos todos e ninguém os procura. Ao menos que os usassem para fazerem pentes, travessões para o cabelo e outras utilidades em que a frase “é duro que nem cornos” fosse uma vantagem, uma garantia de mais valia. Em bifes é que não, em bifes não valia nada......." (Clicar na barra vermelha para ler o restante)

FRASES ATERRADORAS DE MARINHO PINTO

A Verdade nem sempre vem de onde se espera mas nem por isso deixade ser verdadeVejam lá se descobrem alguma mentira nas frases do Dr Marinho PintoAs 10 frases mais polémicas de Marinho Pinto (Bastonário da Ordem dosAdvogados de Portugal)*
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"Há pessoas que ocupam cargos de relevo no Estado português que cometem crimes impunemente."*DN, 27 Janeiro 2008*~
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"Um dos locais onde se violam mais os direitos dos cidadãos emPortugal, é nos tribunais."*SIC Notícias, 27 Junho 2008*
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"98% dos polícias à noite estão nas suas casa. É preciso haver polícias na rua à noite, fardados."*Público, 27 Junho 2008*
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"Há centenas ou milhares de pessoas presas [em Portugal] por terem sido mal defendidas."*Público, 27 Junho 2008*
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"Vale tudo, seja quem for que lá esteja, desde magistrados a outros juristas, não se pode falar em justiça desportiva, mas em prevalência manifesta de interesses e de poderes." *RTP, 08 Julho 2008
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"Eu não discuto com sindicatos. Os sindicatos querem é mais dinheiro e menos trabalho."*RTP, 10 Julho 2008
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"Alguns magistrados pautam-se nos tribunais portugueses como os agentes da PIDE se comportavam nos últimos tempos do Estado Novo." *RTP, 10 Julho 2008*
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"Estão-se a descobrir podres que eram inimagináveis há meia dúzia de meses. E não é por efeito da crise. É por efeito da lógica do próprio sistema.
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Parece que o sistema financeiro só funciona com um pé do lado de lá da legalidade."*JN, 28 Dezembro 2008*
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"Uma senhora que furtou um pó de arroz num supermecado foi detida ejulgada. Furtar ou desviar centenas de milhões de euros de um banco ainda se vai ver se é crime." *JN, 28 Dezembro 2008*
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"Pelos vistos, nenhum banco pode ir à falência." Público, 30 Dez 2008
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Num país anestesiado como o nosso, onde criminosos, corruptos ecorruptores, políticos e doutores, ricos e poderosos estão bem defendidos por leis feitas à sua medida, quase nada nos indigna ou choca por muito tempo e, depois de deixar de ser notícia, até é esquecido.
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Portanto, as 10 frases mais polémicas de Marinho Pinto agitaram a ságuas turvas durante uns dias, salpicaram uns limpinhos (?), ofenderam outros, mas depois voltou tudo ao mesmo.
Como dizia o Pitigrili, "salvo o leitor e eu, são todos uns filhos da puta".