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terça-feira, 7 de julho de 2009

"À FRENTE DOS CORNOS" - VIVA SÃO FIRMIM EM PAMPLONA

No segundo encerro em Pamplona (08.07.09) ainda não foi o dia dos bois! Uns poucos selvagens pendurados nos cornos, mas apenas umas leves escoriações. A vingança dos "cornos dos bois" ainda não aconteceu...Talves amanhã!



RAMOS HORTA CONQUISTA DELEGADO DA LUSA E DECLAROU “GUERRA”


JORNALISTA RECEBE GABINETE
NO PALÁCIO DA PRESIDÊNCIA E CARRO NOVO
De acordo com informações recolhidas pelo TLN o presidente José Ramos Horta fez do delegado da Lusa em Díli, José Meireles, seu aliado, que por variadas razões foi afastado do seu cargo pela direcção da agência de notícias de Portugal.
Foi declarado ao TLN que até agora “parece que poucos se aperceberam, mas está montado um verdadeiro “cavalo de batalha” entre o PR e a Lusa.
O delegado que substituiu Pedro Rosa Mendes, José Meireles, foi despedido pela agência portuguesa.
O processo disciplinar de que foi alvo aponta para má conduta profissional.
Em causa está a desobediência do delegado à linha editorial da agência.
”As informações vão no sentido de que “como se não bastasse, JM ofendeu os seus directores e administradores, com palavras” preferíveis de aqui não mencionar. Na sequência do ocorrido “foi despedido ao fim de um mês” de se encontrar em Timor-Leste.
As razões prendem-se com uma invenção de JM “que convenceu o PR da existência de um plano maquiavélico da Lusa para deitar abaixo Timor.
Ramos Horta acreditou.
Deu-lhe guarida.
”Ao que parece “JM está agora instalado num gabinete de luxo no novo edifício da presidência, e teve de presente um carro novo.
Como se não bastasse, o PR nega a entrada do novo delegado da Lusa em Timor, não vá o JM ter razão, e existir mesmo um plano maquiavélico.
”Com ironia foi-nos dito que esta é uma “boa forma de entender a liberdade de expressão num país democrático”.
Parecendo assim que Timor-Leste tem “um longo caminho a percorrer”. Acrescentando que o “PR está a entrar por um caminho perigoso, ao tentar condicionar o trabalho e as opções da Lusa.
”Na sequência da conversa informativa seguiram-se perguntas e considerações baseadas em factos que denotavam apreensão.
“Será que Ramos Horta está cego?
Então não vê a quem se está a aliar?
JM não durou um mês como jornalista em Timor-Leste.
Conseguiu ofender tudo e todos.
Conseguiu ser alvo de um processo em tribunal por difamação, movido pelo BNU em Díli.
Não escreveu uma única notícia que fosse objectiva.
E ainda por cima, é levado ao colo pelo PR, que parece cego na sua cruzada contra a Lusa.
”A título de remate da conversa e em cruzamento de dados das informações foi-nos declarado que este caso “é sem dúvida um mau exemplo” demonstrando mais uma vez que se "torna demasiado perigoso criticar o estado timorense, veja-se a guerra contra PRM.”
Publicada por Fábrica dos Blogs em
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À MARGEM: Admira-me! Sendo o Dr. Ramos Horta uma pessoa inteligente (ex-jornalista) como se deixou ir na onda! Não me parece que a Lusa estivesse a construir um plano maquiavélico para destruir Timor-Leste. Mas agora instalar um ex-jornalista, da Lusa, no seu palácio e dar-lhe um carro, é o mesmo que oferecer "pérolas a porcos".

MICHAEL JACKSON - ELOGIO FÚNEBRE - STAPLES CENTER EM LOS ANGELES

Michael Jackson - Cidadão do Mundo

Vídeo da cerimónia
video
Com a devida vénia: "The Sun" e TVE (Televisão de Espanha) que transmitiu en directo a cerimónia.

JORGE COELHO VOLTA À POLÍTICA



O presidente da Mota-Engil, Jorge Coelho, considerou hoje que a falta de consenso político em Portugal quanto às obras públicas vai atrasar a recuperação e criar "uma situação complexa de desemprego".
"O consenso em torno do investimento público noutros países permitirá que estes saiam da crise antes de Portugal, criando para o nosso país uma situação complexa ao nível do desemprego", disse hoje Jorge Coelho, antigo ministro socialista das Obras Públicas.
O presidente da construtora Mota-Engil, uma das maiores do país, considerou que "à incerteza da conjuntura não pode agora juntar-se a indecisão dos decisores".
"Isso a acontecer será trágico para milhares e milhares de portugueses que não verão empregos criados e de outros que, em resultado desta indefinição, poderão ficar sem os empregos de hoje", sublinhou.
Considerando que em Portugal a opção de combater a crise através do investimento público em grandes obras está a ser "completamente torpedeada", Jorge Coelho rebateu ainda que este caminho represente um maior endividamento.
"Falar do investimento público e criticá-lo [...] com o argumento do endividamento pode ser falacioso", disse o empresário, recordando que os modelos de financiamento hoje assentam muitas vezes "em regime de Parcerias Público-Privadas", com "o investimento suportado maioritariamente pelo sector privado e beneficiando em muitas ocasiões de fundos comunitários".
"Como responsável de um grupo com muitos milhares de trabalhadores, se vencer a política de contracção do investimento público, como é que as empresas poderão sustentar esses encargos de estrutura? E não suportando os encargos quem terá no final o problema para resolver? O Estado", realçou Jorge Coelho, afirmando estar a falar enquanto "gestor e cidadão".
"Ninguém tenha dúvidas que as empresas não conseguirão aguentar o nível de emprego que resultou da preparação que fizeram para os projectos que foram anunciados durante anos", concluiu.
Falando directamente sobre a Mota-Engil, o presidente da construtora disse que a empresa se tem adaptado aos mercados das cerca de 20 geografias em que está presente.
"Espero é que não seja no nosso próprio país, por factores externos à actividade empresarial, que todo um esforço de um grupo desta dimensão seja posto em causa pelo facto de um conjunto de pessoas não ter a capacidade de ver mais longe do que o dia de amanhã", afirmou Jorge Coelho.
"Não será o momento de pôr os problemas do país à frente de interesses partidários de curto prazo? Não acham que estão a brincar com o fogo?", questionou também. (Lusa)
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À MARGEM: Andou por Macau em tempo da administração portuguesa e sob a alçada do PS.
Fugiu com o "rabo á seringa" de quando a caída da ponte sobre o Douro em "Entre-os-Rios, demitindo-se de Ministro das Obras Púbicas, passado poucas horas, depois, da tragédia.
Falou muito, mal e porcamente, durante as sessões de propaganda do PS.
Nunca se lhe conheceu obra política ou de palavras.
Um aldrabão "barato" de feira.
Depois por conveniência do PS foi guindado a presidente da empresa construtora Mota-Engil, no fito para que fosse usado o tráfico de influências e adjudicadas obras à empresa.
Agora o homem (alcunhado de "coelhone") volta novamente à ribalta de quando o Partido Socialista entrou na falência.
José Martins
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Dr. Mento disse...
Por muito que o homem até possa ter alguma razão, não devia ter saído em defesa do Governo, dada a posição que ocupa numa grande construtora.Mesmo que haja alguma verdade naquilo que Jorge Coelho diz, estas declarações tiraram-lhe a credibilidade toda, porque mais parece que Mr. «Quem se mete com o PS leva» está a advogar em causa própria.
7 de Julho de 2009 20:07
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Jorge Cabral disse...
Este gajo é um atrasado mental. Se não pertencesse à pandilha e não tivesse chegado onde chegou à custa dos nauseabundos degraus da escadaria partidária, nem atrás de um balcão de uma taberna tinha lugar.
7 de Julho de 2009 22:56
Comentários extraídos do http://pauparatodaaobra.blogspot.com

O AUTO-EXILADO



Todos já ouvimos falar da hipótese aventada pela pianista Maria João Pires de abdicar da nacionalidade portuguesa. É triste ver uma artista com ela tão zangada com o seu país e nem quero discutir as suas razões. Não compreendo em caso nenhum que, por atitudes tomadas por algum governo alguém renuncie à sua origem e ao seu passado como se todo um povo e um país fossem seus inimigos. Ficam os discos e a sua arte.Aproveitando a boleia, também o Miguel Sousa Tavares se desejou “exibir”, ameaçando com a sua ida para o Brasil. Eu, e acredito que muitos portugueses como por exemplo os professores, só lhe podemos desejar boa viagem e que apanhe muito sol. Talvez a Tv Globo lhe arranje um cantinho para destilar o seu veneno e consiga vender por lá os seus romances, que nunca li mas não gosto. (Não li e, com tanto livro bom que ainda tenho para ler, provavelmente nunca o farei). Boa viagem que não deixa muitas saudades.
Da nossa aliança KAOS