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quinta-feira, 9 de julho de 2009

HOJE É O MEU DIA!

É, uma satisfação enorme, para os pais que vêm um filho ou filha atingir suas licenciaturas e preparados para a vida futura.
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Minha filha Maria Martins, aos 23 anos, obteve hoje a licenciatura, pela prestigiosa Universidade de Chulalongkorn em Banguecoque em “Novas Tecnologias de Comunicação” , em língua inglesa.
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Foi a primeira lusa tailandesa, em toda a história de Portugal na Tailândia, de quase 500 anos, obter este diploma.
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A cerimónia de entrega de diplomas foi presidida
pela Princesa Real Sua Alteza a Princesa Maha Chakri Sirondhorn, na referida universidade, que neste momento ainda está a decorrer no Salão Nobre com grande pompa.
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Maria Martins, começou a sua educação aos 5 anos de idade em infantário, aos 7 foi matriculada na “International Community School” de Banguec
oque, terminando os seus estudos secundários aos 18 anos, sen
do nesta altura matriculada no primeiro curso, em toda a história da Universidade de Chulalongkorn, em língua inglesa, sendo seleccionada, entre 3.000 candidadtos, para 90 vagas, classificando-se em 43 lugar.
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Durante os quatro anos de falculdade nunca perdeu uma disciplina. Nunca perdeu o sentido de gostar de Portugal e por anos seguidos, durante as festas de escola envergou um traje de minhota (ganhou dois prémios pelo vestido mais bonito) e apresentou-se sempre com a bandeira portuguesa na inauguração das festa.
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Em 1990, nas mesma universidade onde hoje obteve a sua licenciatura, abriu um cortejo (quando dez reis de gente), vestida de minhota pela mão de uma estudante de português, tailandesa, com o mesmo traje, para a divulgação de línguas estrangeiras.
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Durante a minha permanência neste país, não poderia aqui deixar em branco, que procurei no meu melhor servir Portugal e a Tailândia, contribuindo para a divulgação dos dois velhos aliados, cuja amizade remonta desde 1511. Se fui ou não reconhecido, por quem deveria ser, pouco me interessa nunca esperei pelas “migalhas” da mesa dos outros.
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Mas sinto-me orgulhoso pelo aquilo que haja feito e, ainda, o muito irei fazer e mais ainda preparei uma filha que fará como Pai o seu melhor para o seguir e contribuir para uma Tailândia moderna e progessiva.
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José Martins

ÚLTIMAS NOTÍCIAS


José Sócrates no ataque
Claro que deve mesmo mobilizar o partido! E com as meninas da imagem do lado esquerdo é vitória à vista!

Isaltino Moreira mandou o tribunal colher urtigas... Irritou-se quando o Ministério Público principiou a mencionar uma "casita" do Algarve. Pois é... as verdades acusatórias custam muito a ouvir. "Dura Lex Sed Lex". Nós daqui não temos nada em desfavor do Isaltino... Mas se a moda pega acabam os réus, de quando irritados, levantar o rabo do banco e virem tomar ar para fora da sala.
José Martins

MALÁSIA,LARGOU, INVESTIMENTO EM PORTUGAL


Porta de Santiago, a entrada principal do que resta de uma antiga fortaleza portuguesa, em Malaca
Projecto estava ligado ao programa MIT
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O grupo Agni desistiu de investir em Portugal, os quadros deixaram o país e todo o projecto de investimento, avaliado entre 60 e 70 milhões de euros, está sem rumo.
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A situação, por alegada falência, deixou parceiros e fornecedores sem pagamentos.
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O PÚBLICO apurou que o leque de credores vai desde a Empresa Geral de Fomento (EGF), do grupo Águas de Portugal, que reclama neste momento em tribunal uma dívida calculada em cerca de quatro milhões de euros, até a uma pequena unidade hoteleira de Viana do Castelo que diz ter ficado com 11 mil euros por saldar, não sabendo a quem se dirigir por falta de resposta.
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Do lote de credores farão também parte pequenas e médias empresas de construção, que estiveram ligadas a várias partes do projecto que incluía uma fábrica de pilhas de combustível e um centro de investigação de tecnologia de hidrogénio em Montemor-o-Velho e unidades de produção de hidrogénio a partir do biogás dos aterros de resíduos sólidos urbanos, em Viana do Castelo e Figueira da Foz.
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Os números telefónicos oficiais das instalações da Agni em Portugal mudaram e o atendimento resume-se a um funcionário cuja missão é apenas registar quem telefona.
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Nada é dito sobre o paradeiro dos elementos que trabalhavam na empresa. Na opinião dos credores, "desapareceram", "não deixaram rasto", uma situação que se tornou evidente para estes a partir de Março passado.
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A explicação mais imediata para o facto é a crise financeira, com a qual a Agni terá perdido a sua base de financiamento, que eram os fundos internacionais, e entrado em processo de falência.
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Contudo, alguns credores contactados pelo PÚBLICO defendem que "isso não lhes dava razão para desaparecerem". Entretanto, algumas entidades envolvidas dizem ter conhecimento de visitas recentes e outras programadas para as próximas semanas a Portugal de advogados estrangeiros representantes de potenciais interessados nos activos da Agni.
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A Agni, que deveria começar a fabricar pilhas de combustível a partir de 2009 e contratar cerca de meia centena de doutorados saídos do programa MIT Portugal para o seu centro de investigação, chegou a assinar um memorando de entendimento com a antecessora da AICEP (ex-API), em 19 de Janeiro de 2006.
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Nesse mesmo dia, assinou também o acordo com a EGF. As negociações com o Estado nunca chegaram a fechar, pelo que não foi concedido qualquer financiamento público ao projecto. Já no caso da EGF, três dos cinco contratos começaram a ser realizados, mas, "não tendo a Agni cumprido os compromissos assumidos e não demonstrando capacidade para vir a cumprir" - disse a EGF ao PÚBLICO -, esta denunciou os referidos contratos entre Maio e Junho.
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Acrescenta a EGF que o valor global do investimento em dívida, de quatro milhões de contos, respeita à Algar, Amarsul e Resulima. O projecto, considerado emblemático pelo seu carácter inovador e por desenvolver novas tecnologias, constituiu uma aposta do Ministério da Ciência e da Tecnologia: a Agni era, desde Abril de 2007, membro associado do Programa MIT-Portugal, com uma promessa de investimento numa área considerada de futuro.
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À MARGEM: Uma batata quente no bolso de Basílio Horta. As "caganças" e a febre dos investimentos no Sudeste Asiático deu nisto. O Governo de José Sócrates até se deu ao luxo de que fosse aberta uma "loja de Negócios" do AICEP em Singapura e agora, vai ser aberta (ou já está) uma embaixada de Portugal na cidade nação, quando a missão de Banguecoque chegava e crescia para cobrir diplomaticamente e comercialmente a Malásia e Singapura. Ainda não vai há muitos anos que a embaixada em Manila foi encerrada. Bem, as embaixadas, também se abrem e se fecham em qualquer altura e prevejo que a de Singapura tem os dias contados.´
José Martins

MANUEL PINHO: POLÍTICA.... NUNCA MAIS!




Política nunca mais, deixou entender na quinta-feira, na entrevista à SIC, ainda a notícia da sua demissão estava fresca. E deixou a impressão de um alívio que confirmou, mais tarde, à saída dos estúdios de Carnaxide - onde ainda permaneceu por mais hora e meia, aguardando que António Costa saísse da emissão em directo da "Quadratura do Círculo" para seguirem depois juntos para jantar.
Clique para aceder ao índice do
DOSSIÊ ESPECIAL POLÉMICA MANUEL PINHO
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Começou a aparecer regularmente nos jornais nos idos de 2002, como um dos economistas que Jorge Sampaio, então Presidente da República , e Ferro Rodrigues, à época secretário-geral do PS, convocavam amiúde. Sócrates adoptou-o, fazendo dele o seu guru para a Economia e do seu "choque tecnológico" (depois rebaptizado "plano") uma das bandeiras da campanha de 2005.
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À MARGEM: Assunto arrumado. Manuel Pinho meteu os cornos no baú e ponto final. Claro de momento deve estar a gozar umas "valentes" férias no Algarve. Porém com uma diferença já os proprietários, dos hoteis, não lhe dão aqueles miminhos de antes e nem ocupa, graciosamente, a suite "presidencial" . É a vida Manel! Todo mundo é "interceirote"... Malditos "cornos" que deram para o torto!
José Martins

OS ESTIVADORES EM FRENTE AO PARLAMENTO E SUA LÍNGUA DE PRATA



Parlamento
Estivadores fazem manifestação com petardos e insultos a Sócrates

08.07.2009 - 15h59 José Bento Amaro
Cerca de duas centenas de estivadores manifestaram-se hoje frente à Assembleia da República, com insultos a José Sócrates e lançamento de petardos. A polícia esteve presente em grande número, mas não identificou ninguém....... (Público)
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comentários
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09.07.2009 - 08h19 - José do Telhado, Azambuja
Ministros a "chifrear" os adversários, estivadores e outros a "putear" o Sócrates, ameaças de bomba ao PM, comentadores destes artigos a darem largas a sua boçalidade, enfim Portugal no SEU MELHOR ! Pena que o Eça já tenha morrido há 100 anos, hoje tinha muito material para escrever umas novas Farpas !
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09.07.2009 - 08h12 - Anónimo, Lisboa
Não sendo do PS, não posso deixar de admirar esta medida (e outras) do actual governo. Os estivadores dos portos nacionais são uma autentica máfia, que até chantagem fazem para descarregarem/carregarem os navios, tornando os nossos portos não competitíveis. Já era tempo de um governo acabar com a situação escandalosa que se vive nos nossos portos.
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09.07.2009 - 08h00 - Paulo Coelho, Lisboa
Mas....sendo estivadores....estavam à espera de insultos retirados das obras de Kant?????? Ou reclamações tendo por base as obras de Hegel???? Mas...tendo este governo sido tão autoritário em todas as medidas que tomou, não tendo ligado a ninguém, estão admirados de até os estivadores reclamarem???
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09.07.2009 - 07h56 - Nuno Alfacinha, Lisboa, Portugal
Porque será que a Polícia não lhes deu BALA? Será que ela só serve para bater em Gente Inofensiva e HONESTA? Ou será que também não ouviu os petardos e os insultos ao coitado do P.M. ? -Eu não gosto do Sócrates, mas como pessoa merece o maior respeito da parte de todos os PORTUGUESES !
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09.07.2009 - 07h55 - R.Gera, Vila real
ESTIVADORES? Estiveram...estiveram...que se eu ganhar, ó pa mim.....não há estivador que levante a voz nem pa falar, quanto mais pa insultos. Ó pa mim- como é que aqueles ideotas não vêem que eu sou um bom naco de política a´séria?Ó pa mim. de Armani vestido, sou um príncipe....
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