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segunda-feira, 13 de julho de 2009

O RECADO DE ANTÓNIO COSTA PARA SANTANA LOPES


Ai senhor Costa que mentira! O senhor não arrumou nada! Mas se voltar a empoleirar-se arrume mesmo Lisboa que está uma MERDA!
Costa endurece discurso sobre herança do PSD
Na apresentação da candidatura, o presidente da Câmara de Lisboa renova o apelo à esquerda em torno de "um projecto de cidade". E traça um quadro negro da actuação social-democrata.

"Os lisboetas vão escolher entre quem arrumou a casa e quem a desarrumou; entre quem pôs as contas em ordem e quem as desbaratou", disse António Costa, na apresentação da sua candidatura ao final da tarde de hoje, no jardim de São Pedro de Alcântara. Sem referir o nome de Pedro Santana Lopes ou o PSD, Costa foi duro na caracterização do seu adversário: "propaganda", "malabarismo", "ilusionismo", "truque" e "mistificação".
"A escolha que vai ser feita é clara e decisiva", afirmou Costa, que denunciou "o desastre do passado recente". Antes de apontar a mira aos sociais-democratas, o candidato do PS relembrou a coligação de esquerda, liderada por Jorge Sampaio, que em 1989 iniciou o governo de Lisboa. "Uma experiência que merecia e merece ser renovada, a bem de Lisboa e ao serviço dos lisboetas", disse Costa. (Expresso - fotos http://lisboasos.blogspot.com

A VASCULHAGEM DO DR.VILELA


O texto abaixo inserido chegou-me com genérico a seguir
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"Bom dia,
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Lamentavelmente consta por terras helvéticas mais concretamente por Genebra que no Consulado de Portugal em Genebra, há ou houve irregularides graves que pelos vistos foram encobertas pelo actual Cônsul Geral, Julio Vilela.
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A ser verdade é lamentável.

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Lamentável também é que se persigam outros funcionarios e família desse mesmo Consulado chegando ao ponto de ele, o Consul-Geral, andar a vasculhar as suas vidas privadas e da familia sem motivos nem razões.

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Penso assim, ser urgente investigar o que se passa ou passou, pois já o bom nome dos Consulados não é o melhor.

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Assim uma investigação serviria a limpar o bom nome deste Consulado, e desmascarar as más práticas de este diplomata.

Leia comente e faça seguir.
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José Videira-Genebra"
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À MARGEM: Assim não vale Dr. Júlio Vilela!

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Estive a ver o seu curriculum no "Anuário Diplomático e Consular Português" e verifiquei que o Dr. Vilela não tem por lá nada especial designado.
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A rotina, viciosa, diplomática que entrou para o Palácio das Necessidades, mais tarde foi enviado para algures, no estrangeiro e andou por lá a passar o tempo.
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O e-mail acima transcrito e chegado ao meu correio, informa que o Dr. Vilela segue perseguindo o pessoal que o serve no consulado, suas famílias e a vida privada.
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Isso é muito mau Dr. Vilela!
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Não faça isso Dr. Vilela porque podem-lhe aquecer o "lombo" e depois de ter alancado com umas lambadas, no costelado, já ninguém lhas tira Dr. Vilela.
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Se há irregulariades no seu Consulado, não ande a fazer de "bófia" por sua conta e risco, mas deia conta a quem de direito para que envie aí a polícia investigar o caso e levar à barra do Tribunal os suspeitos envolvidos.
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Mas Dr. Vilela não pense por aí que só os "mangas de alpaca" são autores das irregularidades nos consulados!
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Há outra gente fina e intocável (os abafadinhos das Necessidades) que bem mais longe vão e não passa nada e tudo segue abafado: roubos, corrupção crónica e rampante e assim por aí adiante.
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José Martins

OS PULHAS SOBREVIVEM À CUSTA DA NOSSA MOLEZA

DESAFIO

Jorge Cabral*
Agor
a está na moda criticar quem critica a título de que aquela postura radica num negativismo gratuito, que, dizem os últimos, está em contradição com o País real. Pois bem. Pela minha parte discordo liminarmente de que um apontar lúcido e pronto do que está mal seja negativo. Na verdade, só esta postura poderá garantir uma evolução na linha da resolução dos aspectos perniciosos de que a nossa sociedade padece e de que o País é refém.
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Recuso frontalmente que o País esteja bem e ainda mais que ele esteja a caminhar nesse sentido. Os vícios das pessoas e dos sistemas instalados, a irresponsabilidade dos mandantes (chamar-lhes governantes é exagero), a tortuosidade dos serviços públicos, a falta de educação geral que fácil e lamentavelmente se percebe, os consumos exageradíssimos da máquina da saúde face aos resultados obtidos, a mais que discutível Segurança Social que só funciona para arranjismos inconfessáveis, o estado calamitoso em que se encontra a Justiça, a quase total ausência de segurança, que só não se nota mais porque somos pacatos. Tudo isto e muito mais, são razões sobejantes para que qualquer de nós levante a bandeira da insatisfação.
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Mas eu vou mais longe, eu considero que neste momento há razões bastantes para que nos indignemos e levemos por diante o que nos move, ou seja, simplesmente perseguir o objectivo de um País mais civilizado. Onde o bem comum seja um desígnio inquestionável, onde os idosos sejam apoiados, onde estejamos tranquilos com a qualidade da educação dos nossos filhos, onde a Justiça faça justiça, onde os cuidados de saúde sejam adequados às necessidades e os seus custos razoáveis, etc.,etc.. Tenhamos consciência do que nos rodeia – nada disto acontece.
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Independentemente dos “encaixados” neste status quo apregoarem aos sete ventos que quem fala assim não é mais do que o “velho do Restelo” da actualidade, não temos qualquer pejo em afirmar que essa gente di-lo, porque é esse o único argumento que têm para contradizer os factos, mas é pobre e falso. Agarram-se desesperadamente aos tachos que criminosamente conseguiram e tudo lhes serve, para por caminhos ínvios, os manterem.
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Contudo, o País real é bem distinto dessa cáfila de manhosos. É feito por gente que sabe o valor do dinheiro e que por isso nunca percebe como é que ele pode ser esbanjado como o tem sido, através de processos e de decisões investidos de toda a legalidade e que “transpiram” responsabilidade, mas que na verdade são o resultado da falta gritante de qualidade intrínseca de quem os promove. Tratando-se muitas vezes de gente impreparada e deseducada, como tal, sem consciência de aspectos basilares que deveriam presidir sempre à sua postura, promovem gritantes atropelos que consubstanciam graves casos de abuso de poder.
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Nos últimos anos, quer a administração local quer o governo, têm gasto somas incomensuráveis em obras e iniciativas, respectivamente discutíveis e inócuas. Poderíamos aqui dar um rosário de exemplos mas tal massacre nada acrescenta ao que de todos é sabido.
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Este triste e lamentável quadro só é possível porque os 95% ,que de uma forma ou de outra, somos vítimas deste profundo mal-estar e suas causas, consideramos que é melhor mantermo-nos nele, do que atirarmos a toalha ao chão de uma vez por todas, mas isso só acontece porque somos um Povo Mole.
*Cronista residente
Por jes em
7/13/2009 01:58:00 PM 2 pauladas Hiperligações para esta mensagem
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DE TIRAR O CHAPÉU....



Camilo LourençoBPN: memória curta camilolourenco@gmail.com
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Março de 2001. A revista "Exame", que na altura dirigia, dizia na capa que o Banco de Portugal tinha passado um cartão amarelo ao Banco Português de Negócios.
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Dias depois recebi um telefonema de Pinto Balsemão. Assunto: o ex-ministro Dias Loureiro tinha-lhe telefonado por causa do artigo e, na sequência dessa conversa, queria falar comigo. Acedi prontamente.
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A conversa com o ex-ministro foi breve... mas elucidativa: Dias Loureiro estava desagradado com o tratamento dado ao BPN; o assunto tinha criado um problema com a imagem do banco; não havia qualquer problema com o Banco Português de Negócios; Oliveira e Costa, ex-Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, e à época Presidente do Conselho de Administração daquele Banco (hoje em prisão preventiva) referiu que estava muito "incomodado" com a matéria da capa(para a qual tinha contribuído, com uma entrevista) e pensava processar a revista (como efectivamente aconteceu).
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Depois da conversa comuniquei a Pinto Balsemão que não tinha ficado esclarecido com as explicações de Dias Loureiro e que, por mim, a "Exame" mantinha o que tinha escrito. O que aconteceu depois é conhecido....Ao ouvir Dias Loureiro na RTP fiquei espantado. Porque o ex-ministro disse que ficara tão preocupado com o artigo que foi, de "motu propriu", ao Banco Central comunicar que a instituição devia estar atenta.
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Das duas uma: ou Dias Loureiro soube de algo desagradável entre a conversa comigo e a ida ao Banco de Portugal; ou fez "fanfarronice" nessa conversa para esconder os problemas do BPN. Há uma terceira hipótese... Feia. Mas depois do que vi no assunto BPN já nada me espanta!
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No meu dicionário da língua, portuguesa, 5ª edição da "Porto Editora", consta: Político, adj Que pertence ou diz respeito à política ou aos negócios públicos; fig delicado; cortês; astuto; finório; s.m. indivíduo que trata de política; estadista.Em consequência do que se passa neste país, proponho à "Porto Editora" que acrescente mais: adj. Hominho aldrabão, trafulha, safado, mentiroso, vigarista, desonesto, salafrário, sem verticalidade.
ha! este senhor foi despedido da "exame" pelo "democrata" Balsemão
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DIVULGUEM A INTERNET É AINDA UM MEIO DE COMUNICAÇÃO QUE OS MEDIA NÃO CONTROLAM!!!!!

"À FRENTE DOS CORNOS" - VIVA SÃO FIRMIM EM PAMPLONA

Hoje, (13.07.09) em Pamplona, o sétimo encerro e o penúltimo. Os bois foram moderados, embora os seus "cornos" tenham enviado alguns corredores para o hospital com uma carga de "cornos" que levaram. Dado que não aconteceram gravidades, a televisão espanhola (TVE) continuou a emissão da festa. Por aqui que se pode avaliar que não pretendeu, como há dois dias, dar a imagem negra das corridas de São Firmim. A título de curiosidade um jornalista da TVE procedeu a um teste de alcolémia aos corredores e, alguns, com uma taxa que bem dava para embebedar dois homens. A polícia controla, antes da corrida, visualmente os que possam estar empedernados de vinho ou cerveja, mas seria impossível poder testar, com o aparelho, milhares de corredores. Pouco importa que corram bêbedos ou não... Necessário que São Firmim não morra e a industria hoteleira e a do vinho continue a ser alimentada.
A seguir as fotos da sétima corridas extraídas da TVE