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terça-feira, 14 de julho de 2009

A CHINA AGIGANTA-SE EM ÁFRICA...


África, o novo Eldorado da China o gigante asiático
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O comércio da China com o continente negro foi dez vezes maior em 2008 do que em 2000 .
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A China encontrou na África, no início do século XXI, um território virgem e promissor que pode saciar a sede de obter os seus recursos naturais, como os E.U. tinham no século XIX, a Europa e o Extremo Oriente até o século XX para o resto do mundo.
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Em 2008, o comércio entre a China ea África atingiu um valor de 76.000 milhões de euros, dez vezes mais do que em 2000. O número é quatro vezes superior à ajuda oficial ao desenvolvimento total recebida pelo continente Africano, em 2008. O auxílio chinês não foi subordinada ao respeito pelos direitos humanos. O encontro entre duas civilizações exóticas medida beneficiou ambos.
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A China necessita de matérias-primas e de energia, exigida, pela sua voraz economia e com isso os países africanos têm beneficiado de um rápido crescimento, económico, sem precedentes, desde os anos sessenta de quando a aceleração descolonização.
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Ao longo dos últimos cinco anos África tem crescido a uma média de 5%. A China na ofensiva, económica, foi deslocando das antigas colónias as potências, coloniais, europeias.
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Pequim oferece aos líderes Africano uma forma diferente de fazer negócios. Ao contrário da prática dos europeus e americanos desde o início dos anos noventa, o investimento chinês e os auxílios não estão sujeitos a políticas ou humanitárias.
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"Eu nunca ouvi o ditado chinês que um projecto não vai terminar, porque o Governo não tenha feito o suficiente contra a corrupção. Se a promessa de construir uma estrada, eles vão", disse um porta-voz do Governo queniano.
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O modelo chinês na região animado e fatigado pelos pobres resultados das receitas liberais. Crescem as vozes defendendo um Estado-económico que levou, por sua vez, ir ao encontra e desejo dos governantes de permanecer no poder através de reformas que eliminem os limites de mandatos presidenciais.
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Líderes banidos pela comunidade internacional, como Omar el Bashir (Sudão) ou Robert Mugabe (Zimbabwe), Pequim encontrou neles os seus perfeitos aliados.
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Ocidente temia um contágio de autoritarismo chinês e o discurso Barack Obama no sábado em Gana deu ênfase à necessidade de África para continuar a lutar pela democracia. Há sinais preocupantes. Em uma recente visita oficial à Nigéria, o presidente chinês, Hu Jintao, reuniu-se com um discurso no qual ele classificou a China como "um exemplo de desenvolvimento e democracia".
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Além da perda de influência no campo das ideias, as potências ocidentais estão preocupados ao ser ignoradas na corrida às riquezas na África, disse que foram outros jogadores, emergentes, como a Índia, o Brasil e a Rússia.
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Este último, país, reaparece no continente depois de ser usado como um campo de batalha na Guerra Fria. "Actualmente, mais de 70% dos contratos de obras públicas na África subsariana são concedidas a empresas indianas ou chineses", revela Patrick Smith, editor da "África Confidencial", uma influente publicação britânica sobre a África.
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"O Ocidente está a perder o mercado e não será capaz de recuperar, porque não pode competir com os preços oferecidos pelas empresas chinesas e de outras potências emergentes".
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A perda de peso de França nos países francófonos provocou um debate nacional sobre se o antigo, país administrador desses territórios, não teve tempo para se adaptar às mudanças no continente. "A forma de medir a influência de um país na África hoje pode não ser o mesmo que 20 ou 30 anos atrás", diz Roland Marchal, um investigador no CERI / Sciences Po, uma instituição com sede em Paris.
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"Portanto, foi uma intervenção colonial, embora estes países depois de obter a independência a França colocou de lado a hipóteses de outros países dominar a economia dado que seguiam dentro dos sentimentos da língua francesa falada no Chade, Mauritânia e Costa do Marfim. Agora eles não vão ter a oportunidade de investimento, mesmo falando a nossa língua ".
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O investimento, chinês, milionário, está a transformar a paisagem da África. Estradas, barragens, portos e aeroportos são construídos em muitas ocasiões a mando de Pequim, quem precisa (a China) destas infra-estruturas para o transporte de suas mercadorias.
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Mas também transformou a paisagem humana com as comunidades chinesas na África do Sul, Angola, Sudão e Argélia.
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Estima-se que em África já existem mais de 750.000 imigrantes chineses que trabalham sob os parâmetros de semi-ocidentais.
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Mas, ao mesmo tempo, a presença da China está a gerar ressentimento local. "A China e a sua indústria têxtil está arruinar a economia, que foram os motores da região. Apenas a África do Sul e Senegal estão protegidos por elevar as tarifas", diz Mbuyi Kabunda,
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De FERNANDO Peinado - Madrid - 15/07/2009 professor, do Instituto Internacional de Direitos Humanos, em Estrasburgo/El País. Tradução livre de José Martins
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À MARGEM: Nada tenho contra a China, até porque vivo, confortavelmente, há quase trinta anos, com minha mulher chinesa.
Não penso trocá-la pela melhor deste mundo.
Mas, há 39 anos, de quando saí, pela última vez, de Moçambique para a Rodésia, havia rumores que a China estava a enviar mulheres para a Zámbia e a Tanzânia, para contrairem matrimónios com homens desses países.
Outros rumores havia de soldados chineses (mulheres também) integrados nas forças revolucionárias que lutavam contra o exército português.
Em Moçambique vivia uma velha comunidade chinesa, absolutamente, integrada na portuguesa que forma alguma estava associados ao regime comunista chinês da altura que se mantinha com o seu comércios junto aos aglomerados, populacionais, do litoral e raro eram aqueles que se aventuravam a estabelecerem-se no interior.
Porém já nessa altura dominavam a economia, alimentar, da província, com preços baixos que nenhum português conseguia sobrevivrr se tivesse um comércio junto ao de um chinês.
Pessoas submissas e viviam fechadas nas sua comunidade.
Houveram uns poucos casamentos entre homens portugueses e mulheres chinesas (já ocidentalizadas e integradas na cultura portuguesa) cujas famílias não autorizavam esses matrimónios, e duas uniões, que conheci, as noivas fugiram de casa com o noivo por uns dias e.... assunto arrumado e casamento realizado.
José Martins

ELES FAZEM ESTRUMEIRA EM CASA...

E a estrumeira irrita a esposa!

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OS PIMPÕES E AS PIMPONAS DA POLÍTICA CÁ DA NOSSA CASA




Helena Roseta quer dois lugares elegíveis na lista de António Costa
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A vereadora Helena Roseta vai decidir nos próximos dias se estabelece ou não um acordo com António Costa e o Partido Socialista para as eleições autárquicas de Outubro.

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Segundo o PÚBLICO apurou junto de pessoas próximas do movimento Cidadãos por Lisboa, estarão em causa dois lugares elegíveis, incluindo o número dois da lista do PS.Ontem à noite, a vereadora da Câmara de Lisboa promoveu um encontro do movimento Cidadãos por Lisboa, no qual foi debatido o eventual acordo". (Público)
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À MARGEM: Os nossos políticos são iguais às "carraças" que se alapam, escondidas no pelo, à pele dos cães e sugam o sangue ao animal.
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Alguns são exigentes, batem o pé como o menino birrento e traquino quando não lhe fazem a vontade.
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Os políticos da "praça" Portugal são exigentes, vão fazendo o papel de péssimos actores de cena e até se dão ao prazer, de afirmar, que vão decidir se vão fazer um acordo com o Costa, com o Silva, com o "arranjadinho", seu vizinho, lá no bairro onde moram.
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Estou cansado de ouvir sempre os mesmos nomes desde há mais de duas dezenas de anos: "o Alegre, o Costa, o Santana, a Roseta e mais outros que andam a "pastar" na pradaria, política, portuguesa".
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Com isto dá-me a impressão e até a certeza que em Portugal não outra gente nova que tome o lugar a esta velha gente, trópega, sem obra que se lhe tenha dado brado e teimam em se manter no "poleiro" e até pensam que Portugal é uma herdade, já, deles e os decididores do seu futuro.
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Ora o que aqui me quero referir é a luta, pela presidência da Câmara Municipal de Lisboa, entre o Costa, o Santana, outros e outras serão incluídos no "guisado" e governarem os lisboetas e, claro, óbvio que tratem da saúde da cidade que infelizmente segue no estado "terminal" de sua vida e preste a dar o "berro".
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Qualquer um dos envolvidos na peleja são sobejamente conhecidos dos lisboetas e dos portugueses que nunca fizeram nada a favor das cidades que governaram e bons ofícios para os portugueses.
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Teimam, entretanto, (como as carraças agarradas à pele do cão) não largarem os lugares que são um feudo que enjoam só de ler os seus nomes nos jornais, ou ver suas as caras nos canais de televisão.
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Lisboa já foi Lisboa e agora, pelo estado miserável e "porcalhota" em que se encontra a capital do império e de prestígio na Europa, está igual a uma montureira de estrume.
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Olhamos para fotografias que me chegam através da comunicação social e de blogues, protestantes, e é uma dor de alma ver o que vai por lá.
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Mas aqueles que não fizeram obra nenhuma continuam lá, a lutar, para gerir a edilidade para darem continuidade aos danos praticados, anteriormente, e acabarem com o resto.
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Para terminar: "Não há mais marqueses de Pombal em Portugal que deiam dignidade à capital que foi do Império e do Mundo e que mandem (não para a fogueira desumana que assou os Távoras), colher urtigas, os enfastiados políticos, sem obra que se lhe conheça, que teimam usurpar os lugares que já lhes pertenceram e nada fizeram"?
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O que fizeram foram boas almoçaradas e jantaradas nos bons restaurantes (incluiu-se aqui o Tavares) na cidade e nos arredores!
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Os portugueses são a gente mais "porreirinha" que já se conhece... Entram facilmente nas salas que cheiram mal; não saiem rapidamente, do fedor que as empestam e ficam suas narinas adaptados ao cheiro da "merda" provocado pelos outros.
José Martins

OS AIS, OS AIS E O AI DOS AIS DE CADA UM...

Os ais... ai dos ais de cada um!

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CONVERSA COM MIA COUTO


Mia Couto

"Não contei aqui sobre um dos pontos mais altos da minha viagem: quando, em março, em Maputo, entrevistei o escritor Mia Couto — cuja obra costuma ser comparada, no Brasil, à do Guimarães Rosa.
Por uma hora, conversei com ele, entre outros temas, sobre a relação da África com o mundo, o cinismo que houve na comemoração da eleição do Obama no continente africano, o falatório gerado pelo acordo ortográfico nos países lusófonos e como moçambicanos e angolanos lidam com a sua antiga metrópole, Portugal.
Editar esse material provou-se quase impossível, já que, como notarão, em momento algum o Mia deixa de apresentar pontos de vista instigantes e originais sobre os assuntos propostos....... Entrevista de "João Fellet – 07.07.2009
http://macua.blogs.com/moambique_para_todos/2009/07/conversa-com-mia-couto.html
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À MARGEM: Recomendo um clique no acima designado URL onde poderá ser lida e ouvida a entrevista do escritor, moçambicamo, Mia Couto.

A IMPORTÂNCIA DA LUSOFONIA

Tenho assistido, esporádicamente, ao jogos da Lusofonia que de momento se estão a realizar em Portugal. Neste momento está a disputar-se o jogo de futebol entre Portugal e Moçambique. Porém as bancadas estão despidas de espectadores. O mesmo tem acontecido em outras várias competições. É a lusofonia tão apregoada em verdadeira decadência. Isto não é a má língua, minha, mas a pura realidade. Assistimos aos realizados em Macau (2006) e além das cerimónias de inauguração e encerramente que tiveram beleza houve, sempre, muita gente nas bancadas durante as diversas competições.

MISSÃO AFEGANISTÃO

Clique na foto para a ver na verdadeira dimensão

Em dez dias, o exército britânico perdeu 15 soldados no Afeganistão, tendo ontem ultrapassado o número de mortos na guerra do Iraque (184). Em menos de 24 horas, morreram oito britânicos em três incidentes na província de Helmand, Sul do Afeganistão, onde forças ocidentais travam ferozes combates com rebeldes talibãs.Por cá já reunimos o grupo dos duros, o nosso “Dirty Dozen” para ir resolver o problema. O Conselho Superior de Defesa Nacional aprovou, esta quinta-feira, o reforço da presença militar portuguesa no Afeganistão, com o envio de uma companhia de cerca 150 homens em 2010. A estes junta-se o envio, nas próximas semanas, de um Destacamento da Força Aérea, constituído por 40 militares e uma aeronave C-130.Sei que o Obama nos pediu com jeitinho, mas continuo sem entender porque razão uns gajos de “Burca” com umas kalashnikoves no meio de umas montanhas para lá do além são um perigo tão grande para a segurança do mundo. Estiveram lá os Russos, levaram nas orelhas e agora vai para lá todo o ocidente em força. Parece-me que os milhares de crianças que morrem todos os dias de fome, sede, doença ou vítima de guerras irracionais são um problema bem mais importante e urgente. Mas não, os nosso “indomáveis patifes” parecem concordar que o diabo, o próprio Satanás, vive no Afeganistão

Da nossa avença KAOS

CRISE QUE NOS AFLIGE...!!!



Subida da bolsa deve ser encarada “com prudência”
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“Fuga de investidores é uma das consequências mais preocupantes da crise”, diz O presidente da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), Carlos Tavares, afirmou hoje em conferência de imprensa, que os fundos de investimento que operam em Portugal perderam cerca de meio milhão de participantes durante o ano de 2008.
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Em Dezembro de 2007, os organismos de investimento colectivo, com destaque para os fundos de investimento mobiliário, contavam com 1,8 milhões de clientes, número que desceu para 1,3 milhões no final do ano passado. Nessa altura, Portugal colocou-se entre os países onde o peso deste tipo de fundos tem menor peso no PIB, quedando-se nos 6,1 por cento, muito abaixo da média europeia (34,8 por cento), devido, principalmente, ao elevado número de resgates.
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Segundo Carlos Tavares, esta fuga de investidores é “uma das consequências mais preocupantes da crise”, defendendo que alguns dos clientes terão sido mal aconselhados. Por um lado, segundo o presidente da CMVM, terá havido “fundos mal vendidos, com a perspectiva de ganhos passados, o que não garante ganhos futuros”, surpreendendo as pessoas pelas perdas acentuadas.
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Terá havido “alguma precipitação” no aconselhamento a desinvestir, afirmou Carlos Tavares. Tendo-se registado um resgate maciço de fundos de investimento, muitas vezes quando os valores das acções estavam no seu valor mais baixo, isso levou a que houvesse “mais perdas do que seria necessário”, provocando mesmo algum “trauma” em clientes, segundo o presidente da CMVM. O ano de 2008 registou um saldo negativo de 8,7 mil milhões de euros nos fundos de investimento mobiliário, mas já se nota uma recuperação desde Março deste ano.
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“O primeiro semestre foi moderadamente positivo, pelo que espero que as pessoas não tenham fugido” deste tipo de aplicações, afirmou Carlos Tavares. Mesmo assim, o presidente da CMVM afirmou estar prudente face à tendência de subida do mercado de capitais, evidenciada pelo crescimento de 12 por cento do principal indicador da Euronext Lisboa, o PSI20, nos primeiros seis meses do ano.
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As perspectivas para o mercado fazem com que a subida deva ser encarada “com prudência” e que ainda se registam elevados níveis de volatilidade nas acções.*
(Público)

O "FORROBODÓ" EM FAVOR DO ZÉ MANEL CONTINUA!


Faltava a pérola do Ribeiro de Castro para vender a "banha de cobra" do Zé Manuel Durão Barroso

OS NOSSOS NOBRES CHEGAM BEM A ESTRASBURGO



Os nosso mais queridos representantes na UE chegaram perfeitamente bem a Estrasburgo. Não enjoaram na viagem. Valeu a pena o sacrifício desta "nobreza", correr a nossa querida Pátria "bajular" tretalhada para se sentar e polir as cadeiras do Parlamento Europeu. A Pátria vos contempla de tão bons serviços que lhes ireis prestar!

PODERIIA SERVIR DE EXEMPLO POR CÁ!



BBC suspende gratificações pagas a seus altos executivos
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A medida é uma reação ao clamor público sobre os altos salários, diz 'The Daily Telegraph' EFE
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A BBC tem suspensa, indefinidamente, os prémios que pagava aos seus dez principais executivos, relatou hoje o jornal The Daily Telegraph.
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A medida é uma reação a protestos públicos sobre salários elevados, disse o jornal.
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O Conselho decidiu proibir a BBC prémios após alguns gestores da estação o ensacamento de mais de 100.000 libras (117.000 euros) que lhes foi pago o ano de 2008.
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À MARGEM: Seria altura de por cá se viesse a fazer o mesmo aos "barões" da RTP. Há por lá uns "assinalados" a ganharem "pipas" de massas!

GOOD BYE ASAE!



O Tribunal da Relação de Lisboa considera que a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica enferma de "inconstitucionalidade orgânica" ao ter sido transformada em polícia criminal por um decreto-lei de 2007, por "violação de reserva de lei" da Assembleia da República. Ou seja, o Parlamento deveria ter sido ouvido, mas não foi.
Em declarações à agência Lusa, fonte do
Ministério da Economia já veio dizer que "o Tribunal competente para determinar a inconstitucionalidade é o Tribunal Constitucional ".
A mesma fonte adianta que a "técnica legislativa utilizada na criação da ASAE foi a transferência automática dos poderes que já existiam na extinta IGAI (Inspecção-Geral das Actividades Económicas)".
"Em termos de poderes de órgão criminal, não foram acrescentados mais nenhuns", face aos da IGAI, adiantou.
No entender do Ministério da Economia, "a haver algum problema de inconstitucionalidade, ele já decorreria na própria IGAI". (Expresso)

O DR.SAMPAIO UM AUTÊNTICO HOMEM DAS ARÁBIAS!



Jorge Sampaio vai presidir à Fundação Guimarães.
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O antigo Presidente da República Jorge Sampaio vai presidir à Fundação Cidade de Guimarães, entidade que terá como objectivo coordenar todas as actividades da Capital Europeia da Cultura - Guimarães 2012.
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O actual enviado especial para a Luta Contra a Tuberculose e alto-representante para a Aliança das civilizações das Nações Unidas aceitou o cargo de presidente do Conselho Geral da Fundação, a convite do autarca António Magalhães.
A nomeação deverá ser oficializada ainda este mês. (Correio da Manhã).
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À MARGEM: O Dr. Sampaio continua imparável! O Dr. Mário Soares que limpe a este guardanapo... O Dr. Sampaio passou-lhe as palhetas em treta!

"À FRENTE DOS CORNOS" - VIVA SÃO FIRMIM EM PAMPLONA

As festas de São Firmim, em Pamplona, terminaram hoje (14.09.09) com a oitava corrida e os espanhois a correrem à frente dos "cornos" dos bois. A corrida de hoje, embora (ainda bem), não se terem registado mortes, foi de "arrepiar", um bárbaro, de vários desgraçados serem levantados pelos "cornos" dos bois e esfregados na calçada da rua. Segui o percurso de todas as corridas (o Ernest Hemingway adorava, as festas de São Firmim e ver os espanhois levarem marradas dos bois) e fiquei, decepcionado, com a valentia dos "nuestros hermanos" que volta em cobardia perante os bois. Para ano há mais!