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sábado, 18 de julho de 2009

RIO KWAI E EU NUM DOMINGO PELA MANHÃ

Em Kanchanaburi o tempo apresenta-se sem chuva, fresco e a dar conta que o Outono está aproximar-se. Cheguei à dois e dias e o tempo quando aqui me quedo passa quase sem dar conta.
Em pouco mais de ano e ano vim aqui parar, com esta agora, nove vezes, o que somando os dias dá uns 70!
Duas horas de viagem de minha casa, guiando, moderadamente, para dar tempo de observar a paisagem envolvida num luxuriante verde, gente que se movimenta na estrada e outras para lá das margens amanhando a terra ou cuidando do que por lá cresce.
Anos atrás, tinha comigo a tara de seguir (sei quantas vezes!) para a província de Ayuthaya e visitando sempre por mais de uma vez o "Ban Portuguete" (Aldeia dos Portugueses).
Diziam por lá e na mentalidade de meia dúzia de católicos que ali vivem junto às ruínas da paróquia de S. Domingos que eu deveria ser um "portuguete" que ali viveu séculos atrás e ressuscitei!
Ainda bem que nunca se assustaram de mim como uma alma do outro mundo!
Ponto obrigatório de os turistas visitarem o cemitério de guerra.
Aquele encanto que por anos tive por Ayuthaya e o "Ban Portuguete" esvaiu-se por agora e Kanchanaburi tomou-lhe o lugar.
Por aqui, claro está, também passou o meu "patrício" de outras eras o Fernão Mendes Pinto, que tantas vezes o escrevi e me considero um pouco igual a ele.
Digo que passou, porque à entrada da velha cidade existe um fortim, com três bocas de fogo, fundidas em ferro coado e as imortais ameias portuguesas.
Ora a minha opção desde há ano meio de passar férias em Kanchanaburi e no resorto "Jolly Frog" (Júlia Rã), na margem do rio Kwai é pelo facto que aqui encontro a espiritualidade que qualquer ser humano pode almejar.
Paz absoluta, viver junto a gente, simples, como eu e com a vantagem por "tua-e-meia" se passar aqui uns dias em beleza.
Há sempre alguém que tem neste cemitério de guerra alguém da família ou de alguém, conhecido que ali está sepultado. Uma jovem que dará a conhecer o horror daquilo que se haja passado, em Kanchanaburi, na Segunda Guerra Mundial.
Hoje Domingo levantei-me cedo. Era ainda lusco fusco, quando sai a porta da minha residência de 295 bates por dia e fui até junto à margem do Rio Kwai e quedei-me por ai a ver um pescador, que do casco da almadia, lançava uma pequena rede à água para pescar uns peixitos.
Os jacintos a flutuar, corriam vagarosamente, em direcção ao Golfo da Tailândia
Talvez lá chegassem ou recolhidos no caminho para servir de estrume nas terras, de cultivo, junto às margens.
Voltei aos meus aposentos que vou ocupar durante a minha permanência no "Jolly Frog" e vou dar, em seguida, uma vista de olhos ao computador e verificar aquilo que me chegou, durante o meu dormir, de e-mails.
Assinalei, aqueles que merecem resposta e outros foram para o caixote do lixo. Fiquei de trás do computador para ter conhecimento daquilo que se passa pelo Mundo: "conflitos políticos, o medo da "gripe dos porcos", atentados terroristas, assaltos aonde nunca se deram em Portugal e outros casos, do quotidino a que já estou habituado".

A ponte do Rio Kwai ainda o sol não lhe tinha beijado as colunas que a suportam. O rio sempre calmo e de serena correnta. As margens ainda não deram conta do progresso das torres de cimento que formam hoteis de cinco estrelas. Está como sempre o foi com as suas margens selvagens

Junto às nove sai do "Jolly Frog". O meu pequeno almoço foi no "bengalô".
Não estejam por aí a pensar que eu sou um comodista, um preguiçoso, ter o gosto que uma empregada de mesa, do "Joly Frog" me leve a primeira refeição ao meu quarto e que a veja, depois, com olhos de cordeiro morto em jeitos e trejeitos e nos modos de basbaquice.
Nada disso!
Quem conquistou não está para conquistar e os jovens que façam a sua obrigação e respeitem o meu passado de "parte corações femininos".
Acontece que quando vagueio por Kanchanaburi, praticamente alimento-me de fruta que por aqui há em demasia e ao preço da "uva mijona" em Portugal.
Hoje era cedo quando visitei a minha ponte em cima do Rio Kwai. Ainda os visitantes eram poucos. Não tarda a chegar.
Hoje no meu primeiro almoço atirei-me a um gomo, enorme, de Duriã.
Fruta deliciosa mas nunca cheguei a entender, a razão, porque a natureza a amaldiciou de um cheiro dos mais horriveis que as narinas de um ser humano pode aspirar!
Quem não conhecer este fruto, terá que ser educado para se habituar e depois de estar aclimatado ao sabor esqueceu o cheiro.
A Duriã é um fruto e comida dos deuses imaginários, com poder nutricional alimentar enorme; a cor é muito parecida á da manteiga e comido um gomo de umas 150 ou 200 gramas está, o ser humano, alimentado para umas boas horas.
De peito feito, agora terei de sair e analisar a chegada dos primeiros turistas.
Junto à ponte, três simpáticas jovens promovem a cozinha tailandesa, entre uma das especialidades, está uma "Sopa Verde". Veio-me à mente, o caldo verde português confeccionado com couve galega, puré de bata, um golpe de azeite e a "tora" de chouriço. Promoção que infelizmente o AICEP, sob a direcção de Basilío Horta, não tenha sido iluminado para divulgar este delicioso caldo, no estrangeiro, em vez de andar com as "caganças" de investimentos estrangeiros em Portugal.
O turismo em Kanchanaburi voltou a renascer. Ontem pela tarde vi muitos visitantes a caminhar na ponte e na rua onde se situa o "Joly Frog" o movimento nocturno dos restaurantes e bares era bem diferente daquele que observei nas duas últimas vezes que aqui permaneci.
Muitos jovens estrangeiros, de mochila às costa, a caminharem dirigindo-se para diversas localizações.
Entro no jeep Vitara em direcção ao Cemitério de Guerra e vi, embora ser muito cedo, muita gente estrangeira a visitar o campo onde estão milhares de placas com os nomes de soldados, prisioneiros, usados sob a "pata" do imperialismo japonês para construirem a ponte em cima do Rio Kwai e o caminho de ferro da morte que ligaria Singapura à Birmânia por carris.
Com meia dúzia de bates no bolso mata-se a "malvada" da fome com uma espetada de galinha... Condimentada, agradavemente, com um pouco de picante é de comer uma duas ou mais espetadas...
Não tarda que o turismo na Tailândia volte à normalidade, se porventura a "gripe dos porcos" não faça uma partida à população do mundo de cristo onde vivemos. Os preços de hospedagem , a simpatia deste povo, que com toda a convicção o digo não existe melhor no mundo!
Muita gentinha deste mundo só conhecem a Tailândia, em Banguecoque, por duas pequenas ruas e uma estância, mundialmente, conhecida chamada Patthaya, cujo estes lugares, não correspondem à realidade de um grande país de beleza natural, de tolerância, de paz e de progresso.
Ninguém melhor do que eu o pode afiançar, pois neste Reino já vivo há 30 anos.
Um grupo de ciclistas, vindos a 100 quilómetros de distância de Kanchanaburi, desde Ratchaburi, pedalaram um fim de semana para visitar a ponte.
Mas de quando das guerras entre as camisolas vermelhas e amarelas, que deu aso, por uns dias, ao encerramento do aeroporto internacional de Banguecoque, um português que ainda por segue por aqui, a quem já alcunhei de "queque portugês", classificou e publicou no seu blogo http://frombangkok.blogspot.com que na Tailândia tinham acontecido um "Tsunami"!
Rebati a falsidade e por mais estranho que possa parecer o "queque" é simpatizante do Sporting que veste a camisola verde e em Banguecoque optou pela camisola da cor vermelha a dos atletas do Benfica.
Perdoei-lhe a maldade e o pouco senso, de alarmista, que só pode vir de um "queque" habilidoso que anda pela Tailândia, acolhido, a fazer turismo e ainda lhe paga para isso, a instituição europeia dirigida, por enquanto, por outro "queque", transmontano, que dá pelo nome de Durão Barroso.

O pequeno centro comercial, comunitário, onde muitos vendedores de bijuteria esquisita e apreciada pelos turistas, estão estabelecidos com as suas tendas. Bijuteria confeccionada de pedras semi-preciosas da região e outras chegadas da Birmânia. Preços absolutamente fora da concorrência em relação ao mundo ocidental.
O quotidiano de Kanchanaburi retomou quase a normalidade e não tardará que os tempos de glória do passado voltem para ficar.
Poder-se-à considerar o turismo de Kanchanaburi, rural onde parte dos rendimentos provêm do turismo.
Todos os habitantes da cidade vivem um pouco dele, igualmente das terras, fértis que circundam a cidade.
A cidade é calma e segura.
Ninguém, seja a que horas for, pela noite adiante pode caminhar à vontade que ninguém o molesta.
Os próprios habitantes de Kanchanaburi proteje os seus turistas e o nome da cidade.
Caixas de ATM encontram-se em diversos sitios onde poderá retirar dinheiro com cartão plástico, local ou internacional.
O folclore dos autocarros que circulam, às centenas pelas estradas da Tailândia. A cor nestes modernos veiculos está, tradicionalmente, instaurada na Tailândia. A foto da esquerda estão dois "monstros" a relembrar, a tragédia, de um passado que não voltará.
Algumas dessas caixas encontram-se em locais que durante a noite por ali não passam ninguém, seria impossível que isso fosse em Portugal onde se assaltam uma ou mais caixas durante o dia na via pública ou nas grandes superfícies.
Há dois estabelecimentos, na rua do "Jolly Frog", os populares "7Eleven", abertos as 24 horas do ponteiro do relógio, onde nessas lojas se poderá adquirir artigos de primeira necessidade ou até um café ou um "Milo" quente durante a noite.
Nunca essas casas, sem sistema de vigilância, ou seguranças, foram assaltadas. Inúmeros, estrangeiros, reformados, optaram pela sua residência em Kanchanaburi, onde vivem dentro de uma paz plena que dantes nunca hajam experimentado. Vivem com gasto de pouco dinheiro.
A senhora com um bébé leão de dois meses. Na foto da direita com um tigre de 4 meses. Prova-se que os animais selvagens se adaptam ao homem desde que sejam criados na idade da mama.
Ei-los por aí, durante a tarde com a sua moto de alta cilindrada com a sua segunda ou terceira ou mesmo quinta mulher tailandesa no assento de trás do veículo.
Alguns preferem viver nos arrabaldes da cidade, onde cultivam umas leiras de milho, umas frutas para passarem melhor o tempo.
São felizes e rejuvenescidos.
É vê-los, ao princípo da tarde, a beberem cerveja nos bares de rua e a confraternizarem com os seus amigos, como eles, reformados.

Um monge faz carícas ao tigre de 4 meses, enquanto uma pessoas alimenta o leãozinho de dois meses a biberão. O budismo, na Tailândia, está ligado ao tigre e vamos encontrar este animal, selvagem retrados em murais de muitos templos que existem por toda a Tailândia.

De Kanchanaburi um bom Domingo para todos, aqueles, que têm tido a paciência de ler as minhas tretas.
Até à próxima!
José Martins

UM FAROL DE E PARA DÍLI


Acrílico sobre tela - 9x11 cm - 2005, Díli
Por ANA – anA Pintura* (...)

O sol em Timor está a voltar a nascer negro. Estamos a viver numa fase escura da nossa história, novamente. Desta vez o sol negro invade-nos trazido pelos actos desleais e arrogantes de filhos queridos da Nação, que demonstram não merecerem continuar a ser tão queridos.É um excerto do texto da Ana Loro Metan, publicado no Timor Lorosae Nação.Se falha o ''Sol'', nada como a luz dum farol para iluminar Timor LorosaeSeria bem fácil que tudo se resolvesse com um acender de luz.
Um abraço para Timor.*
Publicada por Fábrica dos Blogs em
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MORREU WALTER CRONKITE - A PUREZA DE JORNALISTA


O jornalista americano, Walter Cronkite, entrevistou o presidente da E.U.A., em Setembro de 1962 para a CBS .- AP

O dia em que Walter Cronkite fez a sua última no noticiário de televisão na CBS um jornalista perguntou-lhe: "Já considerou a possibilidade de se engajar na política? Dada a sua credibilidade, poderia tornar-se presidente dos Estados Unidos.
- Não nada disso esquivou-se, à pergunta, Cronkite.
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Depois de mais de 20 anos ter aparecido no ecran dos televisores e visto por dezenas de milhões de telespectadores nunca não se chegou a conhecer qual seria a ideologia política do extraordinário jornalista. Identificava-se com a imparcialidade não estando no lado de um e outros partidos.
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"Cronkite hoje é lembrada como uma visita a um Parque Jurássico, um mundo que teve o vento, o fim da idade da inocência" disse o jornalista, espanhol, Inaki Gabilondo do "Notícias Cuatro".
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"Na actual guerra global, depressiva e implosiva, diz um outro josnalista, Vicente Verdú, política invasiva política tem destruído qualquer pretensão de imparcialidade na comunicação social e jornalistas".
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Mas o sonho de Walter Cronkite, a isenção de nunca se ter acolmatado aos políticos hoje parece coisa impossível e devemos perguntar aos jovens jornalistas para tentar de não se envolverem ou se juntarem a partidos políticos para não cairem na imbecibilização.
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À MARGEM: Por alguns anos, habituei-me a ver em noticiários da CBS no deserto da Arábia Saudita (fora de prazo) cujo comunicador era Walter Cronkite.
As emissões de televisão através do satélite ainda estavam longe.
Periódicamente, a companhia americana que eu servia, recebia por via aérea cassetes com os noticiários da CBS, uns oito dias depois de ser transmitidos. Walter Cronkite era uma figura fascinante que dava gosto em ouvi-lo, dentro de sua imparcialidade, nas entrevistas que fazia a políticos e outras personalidades públicas dos Estados Unidos.
Depois deste jornalista havia outro por quem tive grande admiração o Dan Rather o "pivot" do programa "60 Minutes".
Usavam a transparência e com todo o rigor, jornalístico, faziam as mais incríveis perguntas a entrevistados que os deixada embaraçados sem como lhes responder.
A profissão de jornalista é de alto risco no mundo actual, sujeitando-se, os que procuram ser impolutos, a perseguições e até a perda de sua existência no planeta terra.
Os políticos e aqueles que o jornalista procura meter o "bedelho", nas suas actividades e investigar as irregularidades que supostamente praticou, desde logo sabe que pela sua frente tem um pau de dois bicos que o espetará pelo peito ou pelas costas.
O jornalista, o puro, tanto coloca o homem, pelas suas acções boas, nos píncaros da lua, como o enterra nas profundezas do inferno se o que praticou é em prejuizo daqueles que o rodeia.
Como é sabido o dinheiro, dos poderosos e os políticos usam todas as formas e outros feitios para comprarem os jornalistas e os tenham no seu lado.
Se é aquele jornalista que não se vende então vai ter, durante a sua profissão, um "cão" a morder-lhe nas pernas para que o não deixe caminhar pelo atalho que deseja seguir.
Durante a minha longa permanência na Embaixada de Portugal em Banguecoque, conheci e lidei com numerosos bons e maus jornalista e com os que são capazes de se ajustar ao poder do dinheiro e aos políticos.
Por exemplo, cito aqui, se um presidente da república ou um primeiro ministro de Portugal efectuou uma viagem ao estrangeiro e deseja que no fim da sua missão seja bem visto pelos portugueses é levar,incluído na sua comitiva, jornalistas que seus assessores de imprensa, escolheram a dedo, um mês antes da parida, cujas despesas serão totalmente pagas (pelo contribuinte português), incluindo o hotel de cinco estrelas onde o PR ou PM se hospedou.
O jornalista envia para a redacção as mais belas reportagens e de total agrado para os "pilotos" , assessores de imprensa, de sua excelência que eles servem.
Há jornalistas que pelas circunstância de vida que deparam, com família para sustentar e filhos para educar, terão que vestir, embora contra a vontade, um coleta de forças, para que não se possam movimentar e denunciando pela escrita aquilo que se acredita, não gostariam de escrever e cairem na imbecibilidade de lhe colocarem a canga no pescoço e picados, depois, pelo vara do aguilhão quando não seguem o caminho que lhes foi traçado.
É o jornalismo falso e orientado pelo poder para continuar nas suas investidas de irregularidades onde se mete no mesmo saco o roubo de fundos do erário público e a corrupção.
Cito aqui um exemplo e não nunca cheguei a entender qual a razão porque em Portugal existe a Agência Lusa (há uns 20 anos era designada por ANOP), que é subsidiada e paga pelo contribuinte português.
Seria impossível que a Agência Lusa conseguisse sobreviver se o Estado não comparticipasse nos custo da movimentação daquela máquina, estatal, que só mete na linha (a Lusa não publica) notícias que se adaptem à deontologia traçada pelo pelo presidente que ocupa um lugar político, sentado no lugar, pelo partido que governa Portugal. E mais não digo por hoje. Paz serena, lá no céu, ao jornalista Walter Cronkit
Do River Kwai - Província de Kanchanaburi - Tailândia.
José Martins

FLÁCIDOS INTELECTUAIS EFEMINADOS

Onde têm estado estes intelectuais para além de emprestarem o nome a estes manifestos de última hora?
A polir as unhas?!
Onde os temos visto com uma marcação cerrada aos excessos, aos erros e abusos dos partidos do Poder, especialmente de este PS, engolido e excretado pelo sr. Sócrates?!
Por que motivo seguiu este actor sem ser molestado e contestado pelos "intelectuais"?!
Não foi ele esse grande ablator paquidérmico da pluralidade e do bom senso nas decisões, congenitamente incapaz de uma linha de rumo para Portugal fora do encosto às grandes empresas, aos grandes interesses e aos enormes e vergonhosos encobrimentos justiciários?!
Não é verdade que este senhor centrou e fez assentar na sua própria grisalhice a iluminância preversa das decisões unilaterais contra tudo e contra todos?!
Que fazer com a fulanização grotesca e totalitária que fabrica "estrelas" de plástico em vez de líderes bem formados, rectamente orientados, com um sentido de cidadania que se não confunda com a vigente imoralidade desrespeitosa e opressora das pessoas?!
As eleições deverão espelhar escolhas de políticos que nos respeitem, que não sejam corruptos, que não aspirem ao estrelato, à elegância, que não sejam um monturo de esterco moral e mau carácter, que não se caracterizem por insensibilidade humana, por frieza estúpida e teimosia irracional.
Esses intelectuais efeminados por lentos e tardios valem dez tostões se não damos por eles enquanto a incompetência mais crassa e egoísta delapida Portugal.
É preciso ser intelectual em tempo real, como centenas de bloggers: «Os 25 redactores do documento provêem de diversas áreas (economia, universidade e cultura) e assumem-se como independentes. São eles: Ana Luísa Amaral, Ana Maria Pereirinha, António Pinto Ribeiro, Clara Macedo Cabral, Isabel Allegro de Magalhães, Isabel Hub Faria, Jean Barrocas, Joana Rigatto, João Ferreira do Amaral, João Sedas Nunes, Laura Ferreira dos Santos, Luís Filipe Rocha, Luís Moita, Luís Mourão, Margarida Gil, Maria do Céu Tostão, Maria Eduarda Gonçalves, Maria Helena Mira Mateus, Maria Manuela Silva, Mário Murteira, Mário Ruivo, Miguel Caetano, Philipp Barnstorf, Teresa Pizarro Beleza e Soromenho Marques.»In Palavrossavrvs Rex
Por jes em
7/18/2009 03:26:00 PM 0 pauladas Hiperligações para esta mensagem
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À MARGEM: Com tão proeminentes figuras não me encontro com bagagem, suficiente, para comentar. Absolutamente de acordo com o texto inserido. Porém, dentro do 25 redactores, alegro-me de ver designado o nome da Professora Doutora Teresa Pizarro Beleza (que tive o prazer de conhecer há 17 anos em Banguecoque), senhora de uma cultura rara e alma do tamanho do mundo que a rodeia.
José Martins

RAPAZIADA QUE GOSTA DE BANQUETES NAS ALTURAS





Um grupo de bons comedores e melhores bebedores abalançaram-se a um almoço a cerca de 50 metros de altura, suspensos por uma grua. Servidos à maneira por um chefe de mesa e criados. A palavra de ordem era que não deixassem cair, das alturas, as facas colheres e garfos. A almoçarada foi realizada em Amiens (França). A exentricidade ficou pelos 20 mil euros... Nada mau em tempo de crise.

ATÉ PARA SER "PIPOCA" É PRECISO TER SORTE!


Uma Pipoca na blogosfera
Hoje Jornalista com 28 anos, Ana Garcia Martins tornou-se conhecida através do seu blogue como A Pipoca Mais Doce, cujos textos são agora publicados em livro. (DN)
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À MARGEM: Ao vasculhar, quase obrigatóriamente, a imprensa diária vou dar com a notícia, inserida no Diário de Notícias, que a Ana Garcia Martins, jornalista, acaba de lançar um livro, com material que escreveu no seu blogo "A Pipoca Mais Doce".
Passei no seu blogo há uns meses e em verdade o inserido pela rapariga não estava por lá grande coisa para o meu gosto.
Depois de ler o que o DN publicou a seu respeito voltei novamente e li algumas peças.
Caí das núvens quando dei por mais de uma centenas de comentários em um só seu escrito.
E, não só.... diz aquela doçura de pipoca frita com mel que o seu blogo já foi visitado por dois milhões de leitores em quatro anos de vida.
Quando li isto dei três meios berros (ninguém ouviu, entendam por aí) PORRA! PORRA! PORRA!
Então ando eu a queimar as pestanas a escrever aquilo que me vai no corpo e na alma e só "com alguma vergonha", de quando em quando, alguém coloca, por caridade , um comentáriozito sem, ter por aí além, muita graça.
A seguir transcrevo uma das peças da colega Pipoca Mais Doce que teve, num só dia, 121 comentários.
Não me pronuncio pela matéria do texto abaixo, escrito pela Pipoca e façam-no, por favor, vossemecês por mim.
José Martins
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Prosa da Pipoca: Queridos anónimos,Apenas duas coisinhas que visam ajudar-vos a superar, ainda que muito levemente, a vossa insuficiência mental: 1- Ora bem, ao andarem a deixar comentários em meu nome noutros blogs, com uma imagem igual à minha e tudo, procurem, pelo menos, escrever coisas com alguma piada. Usarem o meu nome e a minha imagem ainda vá, mas não me desiludam, não se fiquem pelo básico, queiram mais para as vossas próprias vidas.

Escrevam insultos inteligentes, qualquer coisa que as outras pessoas possam, de facto, achar que fui eu que escrevi. Ora é raro eu deixar comentários onde quer que seja, depois aparecem vocês e espalham coisas completamente tontinhas e desprovidas de graça, e estão mesmo à espera que alguém acredite que fui eu? Ai, ai.... Ah, já agora, para a coisa ficar perfeita, mais uma dica: eu assino "apipocamaisdoce", tudo juntinho, vocês assinam "A Pipoca Mais Doce", tudo separadinho. Não pega.

São um bocadinho falsificadores da treta, não é? Vamos lá a melhorar isso. Aposto em vocês, hã? Força nisso, pequeninos!2- Aos outros anónimos (devem ser os mesmos, não quero acreditar que há assim tanta gente com pouco que fazer na vida) que enviam comentários ao meu homem a dizer que eu era "a putinha da faculdade".... a sério...

Eu andava na FCSH!!!! Ninguém consegue ser puta na FCSH, meus queridos. Por mais que uma pessoa se esforce, por mais que uma pessoa tente... é a FCSH. Não há meio homem giro ali. Nem a puta menos criteriosa do mundo se safava no perímetro da FCSH.Ah, e quero também agradecer a quem lhe envia comentários a dizer "já dormi com a tua namorada, foi bom".

É simpático da vossa parte enaltecerem as minhas qualidades sexuais, mas não é nada que ele já não saiba. Gostei particularmente de um comentário, muito adulto e divertido, que dizia "já vi a tua namorada nua". Ena pá, que grande loucura. Só faltou um "eu sei que a tua namorada tem pipi".(quanto aos outros anónimos -ufa, são tantos -, estou só à espera que se espalhem maaaaais um bocadinho. Para ter mais graça)
posted by apipocamaisdoce @
18:10(121) pipocas quentes e boas