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segunda-feira, 20 de julho de 2009

PARA O QUE LHES POSSA SERVIR. É TUDO LUCIDEZ E PRONTO



Contos Proibidos de Rui Mateus - livro que desapareceu do mercado
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PODE-SE FAZER O DOWNLOAD DO LIVRO E RÁPIDO (ANTES KE O TIREM) NESTE SITE ABAIXO. EU JÁ O GUARDEI, POIS QUE É MUIIITO LONGO E TEM FOTOS.......TUDO BONS RAPAZES.
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Dizem que a Fundação Mario soares comprou os exemplares quase todos. mas aí está a verdade nua e crua escrita por uma pessoa muito próxima de Mário soares - seu conselheiro e amigo

http://ferrao.org/documentos/Livro_Contos_Proibidos.pdf
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ORA TOMEM LÁ ESTA E...............PENSEM!!!!!!!!!!!!!!!!
NÃO GUARDEM SÓ PARA VOÇÊS, PASSEM AOS AMIGOS PARA QUE SE SAIBAM AS VERDADES!!!

"Este é o maior fracasso da democracia portuguesa"
Eis parte do enigma. Mário Soares, num dos momentos de lucidez que ainda vai tendo, veio chamar a atenção do Governo, na última semana, para a voz da rua.
A lucidez, uma das suas maiores qualidades durante uma longa carreira politica.
A lucidez que lhe permitiu escapar à PIDE e passar um bom par de anos, num exílio dourado, em hotéis de luxo de Paris.
A lucidez que lhe permitiu conduzir da forma "brilhante" que se viu o processo de descolonização.
A lucidez que lhe permitiu conseguir que os Estados Unidos financiassem o PS durante os primeiros anos da Democracia.
A lucidez que o fez meter o socialismo na gaveta durante a sua experiência governativa.
A lucidez que lhe permitiu tratar da forma despudorada amigos como Jaime Serra, Salgado Zenha, Manuel Alegre e tantos outros.
A lucidez que lhe permitiu governar sem ler os "dossiers".
A lucidez que lhe permitiu não voltar a ser primeiro-ministro depois de tão fantástico desempenho no cargo.
A lucidez que lhe permitiu pôr-se a jeito para ser agredido na Marinha Grande e, dessa forma, vitimizar-se aos olhos da opinião pública e vencer as eleições presidenciais.
A lucidez que lhe permitiu, após a vitória nessas eleições, fundar um grupo empresarial, a Emaudio, com "testas de ferro" no comando e um conjunto de negócios obscuros que envolveram grandes magnatas internacionais.
A lucidez que lhe permitiu utilizar a Emaudio para financiar a sua segunda campanha presidencial.
A lucidez que lhe permitiu nomear para Governador de Macau Carlos Melancia, um dos homens da Emaudio.
A lucidez que lhe permitiu passar incólume ao caso Emaudio e ao caso Aeroporto de Macau e, ao mesmo tempo, dar os primeiros passos para uma Fundação na sua fase pós-presidencial.
A lucidez que lhe permitiu ler o livro de Rui Mateus, "Contos Proibidos", que contava tudo sobre a Emaudio, e ter a sorte de esse mesmo livro, depois de esgotado, jamais voltar a ser publicado.
A lucidez que lhe permitiu passar incólume as "ligações perigosas" com Angola, ligações essas que quase lhe roubaram o filho no célebre acidente de avião na Jamba (avião esse carregado de diamantes, no dizer do Ministro da Comunicação Social de Angola).
A lucidez que lhe permitiu, durante a sua passagem por Belém, visitar 57 países ("record" absoluto para a Espanha - 24 vezes - e França - 21), num total equivalente a 22 voltas ao mundo (mais de 992 mil quilómetros).
A lucidez que lhe permitiu visitar as Seychelles, esse território de grande importância estratégica para Portugal.
A lucidez que lhe permitiu, no final destas viagens, levar para a Casa-Museu João Soares uma grande parte dos valiosos presentes oferecidos oficialmente ao Presidente da Republica Portuguesa.
A lucidez que lhe permitiu guardar esses presentes numa caixa-forte blindada daquela Casa, em vez de os guardar no Museu da Presidência da Republica.
A lucidez que lhe permite, ainda hoje, ter 24 horas por dia de vigilância paga pelo Estado nas suas casas de Nafarros, Vau e Campo Grande.
A lucidez que lhe permitiu, abandonada a Presidência da Republica, constituir a Fundação Mário Soares. Uma fundação de Direito privado, que, vivendo à custa de subsídios do Estado, tem apenas como única função visível ser depósito de documentos valiosos de Mário Soares.
Os mesmos que, se são valiosos, deviam estar na Torre do Tombo.
A lucidez que lhe permitiu construir o edifício-sede da Fundação violando o PDM de Lisboa, segundo um relatório do IGAT, que decretou a nulidade da licença de obras.
A lucidez que lhe permitiu conseguir que o processo das velhas construções que ali existiam e que se encontrava no Arquivo Municipal fosse requisitado pelo filho e que acabasse por desaparecer convenientemente num incêndio dos Paços do Concelho.
A lucidez que lhe permitiu receber do Estado, ao longo dos últimos anos, donativos e subsídios superiores a um milhão de contos.
A lucidez que lhe permitiu receber, entre os vários subsídios, um de quinhentos mil contos, do Governo Guterres, para a criação de um auditório, uma biblioteca e um arquivo num edifico cedido pela Câmara de Lisboa.
A lucidez que lhe permitiu receber, entre 1995 e 2005, uma subvenção anual da Câmara Municipal de Lisboa, na qual o seu filho era Vereador e Presidente.
A lucidez que lhe permitiu que o Estado lhe arrendasse e lhe pagasse um gabinete, a que tinha direito como ex-presidente da República, na... Fundação Mário Soares.
A lucidez que lhe permite que, ainda hoje, a Fundação Mário Soares receba quase 4 mil euros mensais da Câmara Municipal de Leiria.
A lucidez que lhe permitiu fazer obras no Colégio Moderno, propriedade da família, sem licença municipal, numa altura em que o Presidente era... João Soares.
A lucidez que lhe permitiu silenciar, através de pressões sobre o director do "Público", José Manuel Fernandes, a investigação jornalística que José António Cerejo começara a publicar sobre o tema.
A lucidez que lhe permitiu candidatar-se a Presidente do Parlamento Europeu e chamar dona de casa, durante a campanha, à vencedora Nicole Fontaine.A lucidez que lhe permitiu considerar Jose Sócrates "o pior do guterrismo" e ignorar hoje em dia tal frase como se nada fosse.
A lucidez que lhe permitiu passar por cima de um amigo, Manuel Alegre, para concorrer às eleições presidenciais uma última vez.
A lucidez que lhe permitiu, então, fazer mais um frete ao Partido Socialista.A lucidez que lhe permitiu ler os artigos "O Polvo" de Joaquim Vieira na "Grande Reportagem", baseados no livro de Rui Mateus, e assistir, logo a seguir, ao despedimento do jornalista e ao fim da revista.
A lucidez que lhe permitiu passar incólume depois de apelar ao voto no filho, em pleno dia de eleições, nas últimas Autárquicas.No final de uma vida de lucidez, o que resta a Mário Soares? Resta um punhado de momentos em que a lucidez vem e vai. Vem e vai. Vem e vai.Vai... e não volta mais.
P.S. O acima publicado não é meu... Deus me livre eu saber tanta coisa!

O CARUNCHO DA ARCA DO MILHO DO JARDIM


Caso BPN - Novos indícios contra Dias Loureiro
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O inquérito à compra e venda da empresa porto-riquenha Biometrics – no qual o ex-conselheiro de Estado foi constituído arguido – deverá ter novos arguidos em breve. Oliveira e Costa pode sair da prisão preventiva com pulseira electrónica
Manuel Dias Loureiro, o ex-conselheiro de Estado que há duas semanas foi constituído arguido por burla agravada, falsificação de documentos, fraude fiscal e branqueamento de capitais, está à beira de ser indiciado por mais um crime: o de corrupção.
SOL - Ler o resto clique em baixo
http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=142512
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À MARGEM: Nascemos num país de vigaristas e otários.
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Nunca antes, desde que me conheço, casos semelhantes de aldrabices entre personalidades que estão ou estiveram ligadas a Governos surgiram "escarrapachadas" nos jornais que passam, depois, para a opinião pública.
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O povo português vai tendo conhecimento daquilo que vai sendo denunciado, fala hoje no caso e passado uns dias a coisa está esquecida.
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A vida continua!
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As denúncias seguem para os Tribunais, entram na lide os advogados que bem sabem e conhecem as "nesgas" por onde o seu cliente se pode esquivar às malhas da Lei.
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Manuel Dias Loureiro, um homem considerado de grande valor e de influências dentro dos meandros da política, portuguesa, conseguiu nas suas andanças envolver-se em negócios, criar companhias no estrangeiros associado a "compinchas" de outra nacionalidades e voltou um homem poderoso.
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Não sei se foi ministro de qualquer gabinete do Governo Português, mas sei que ainda há pouco tempo era Conselheiro do Presidente da República Cavaco Silva.
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Para já Dias Loureiro foi constituído, pela Justiça, arguído por burla agravada, falsificação de documentos, fraude fiscal e branqueamento de capital.
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Evidentemente que até ao julgamento Dias Loureiro está como os "santos inocentes", vai continuar em liberdade e pode até ir ao Rocio dar milho aos pombos e jantar ou almoçar no "Tavares".
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Como é sabido as eleições para as Legislativas estão quase a bater no fundo e não tarda que os "pregadores" de discurso estejam na rua de pele "morena", do sol das praias do Algarve ou de Espanha a "botar" palavra nos púlpitos, públicos" onde o "poviléu" português os ouve, como antigamente o parolo "lá de xima", se deslocava à cidade e o rufia citadino lhe apontava o dedo para o céu e lhe dizia: "Ó patego olha o balão"!
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Enquanto o "patego" olhava o balão, imaginário, o rufia citadino palmava-lhe a carteira.
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Na próxima tourada eleitoral esperam-se barrelas de roupa suja entre os partidos.
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Não vão (nem é necessário) delinear estratégias de governação no futuro para Portugal, como sair da crise e como curar o que segue enfermo, mas atirar pedradas a uns e outros em cima da sopa de pedra do "Freeport" do BPN e do BPP.
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Depois das eleições lá se verá quem vai vencer, se os partidos com mais significado vão proceder alianças com os PCP, CDS, BE e os "otários" dos portugueses vão continuar impávidos e serenos aguentar com a canga que lhe colocaram no pescoço, picados com o aguilhão espetado na ponta da vara e as "aldrabices" vão continuar, no futuro, pelos viciados da politica que entraram nela como o "caruncho" entra na arca do celeiro come o miolo ao milho e deixa as cascas para comer o cultivador.
De Kanchanaburi-Rio Kwai-Tailândia
José Martins

CORRUPÇÃO: LÁ COMO CÁ É SEMPRE AVIAR...

Maria Veiga investigou e acabou demitida
Tribunal da ONU dá razão a portuguesa que investigou corrupção
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O Tribunal de Trabalho das Nações Unidas deu razão a uma funcionária portuguesa que foi despedida em 2006, depois de ter sido contratada para investigar um caso de alegada corrupção na Organização Meteorológica Mundial (OMM), a agência das Nações Unidas para as questões do clima.
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O painel de oito juízes decidiu atribuir a Maria Veiga indemnizações no valor de 200 mil dólares (perto de 142 mil euros) por "danos morais e materiais", noticiou anteontem a agência noticiosa Associated Press."Terá Maria Veiga sido despedida por ter feito o seu trabalho demasiado bem?", chegou a escrever o jornal suíço Le Matin sobre o caso.
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O escândalo financeiro na OMM, que tem sede em Genebra, já fez correr rios de tinta em jornais como o New York Times e o International Herald Tribune e arrasta-se, pelo menos, desde 2003.Nessa altura havia suspeitas de desvio de fundos na organização e Maria Veiga foi mandatada pela própria OMM para fazer uma auditoria interna e averiguar se havia fundamento nas alegações que davam conta do desaparecimento de milhões de euros, alegadamente roubados por um antigo responsável que teria fugido para o Sudão.
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O que a funcionária diz ter encontrado foi a confirmação dessas suspeitas e não só: por exemplo, algum do dinheiro desaparecido teria sido usado para influenciar votos nas eleições para escolher o novo secretário-geral da organização, em 2003, uma acusação que a organização sempre reputou de "completamente infundada e difamatória" e que esta decisão judicial não aborda.Telefonemas intimidatórios.
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Acabou por ser dispensada em 2006, depois de cerca de três anos de trabalho, e apresentou uma queixa contra a OMM por despedimento sem justa causa e assédio moral, junto do tribunal administrativo da Organização Internacional de Trabalho, que tem competência para julgar casos de funcionários da ONU. Maria Veiga contou que o resultado das suas investigações tornou a sua vida num inferno, com consequências para a saúde.
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No período anterior ao despedimento, a portuguesa alega ter sido impedida de prosseguir as suas investigações e de ter recebido telefonemas intimidatórios e ameaças de que a iriam processar. A decisão de 8 de Julho, que o PÚBLICO consultou, ordena que a organização das Nações Unidas onde foi auditora compense a portuguesa por ter sido despedida injustamente e perseguida mas não confirma que o seu despedimento se deveu às suas denúncias de corrupção.
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O painel de oito juízes ordenou também que a agência pague à portuguesa os salários que teria recebido caso não tivesse sido dispensada, de Novembro de 2006 a Maio de 2007, acrescidos de juros. Nem Maria Veiga nem o seu advogado puderam ser contactados para comentar a decisão. A porta-voz da OMM, Carine Richard-van Maele, já disse que a agência vai acatar a decisão.
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20.07.2009 - 10h28 - Anónimo, Lisboa
Moral da história: Congratulemo-nos. Todos os que têm o hábito de comentar: "Isto, só em Portugal" têm aqui mais uma oportunidade de verificar que "isto" (corrupção, roubo, retaliação sobre quem desvenda os esquemas) e muitas outras coisas de que não gostamos não acontecem apenas no nosso País. Afinal, o Homem é mais ou menos igual em todo o lado: há os bons e os maus, os honestos e os desonestos, etc.; apenas, nuns lados a "justiça" e a investigação funcionam melhor do que noutros. No caso dos portugueses mais velhos, o que acontece é que, devido à Censura que vigorou até 1974, estavam menos habituados a saber das falcatruas que existiam, o que faz parecer que os "esquemas" são recentes. Porém, sempre existiram. Apenas, agora, são amplamente divulgados, o que faz parecer que tudo piorou (Público)
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À MARGEM: Hoje em dia ser sério é a coisa mais "chatinha" deste mundo. As pessoas devem ver e calar e deixar à "bardalheira" roubar.