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sexta-feira, 24 de julho de 2009

OS DELÍRIOS E "PALHAÇADAS" CÁ DO JARDIM ATLÂNTICO




Virei num "gajo sortudo"! Claro que até sou isso "meu"... Consegui entrar nas emissões da TVI, via internet!
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Mas que maravilha "meu"...
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Ei mas "ca" coisa gira "meu"...
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Mas vamos lá, "meu", falar "cá" em coisas sérias.
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Da outra série dos "Morangos com Acúcar" vá que não vá ainda se aceitava com alguma tolerância e dava para rir (circulou na net em video) quando a Florbela defecou o "cagalhão" à porta ou dentro de casa, cujo namorado não gosto nada da porca acção que a considerou uma "badalhoca".
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Ontem assisti à nova "morangada" e vim a tirar conclusões que não é a juventude cá do jardim a culpada de virar,presentemente e no futuro "roscófe", mas sim quem lhe mete o produto, morangado, lá em casa.

O traje dos "moranguitos" . Foto da direita: uma cena quente "meu"

Não sei quem é o dono, de momento, da TVI se os espanhois ou a Igreja Católica que penso a ter fundado para fazer concorrência à RTP (note seguem, igualmente, nesta estação, os programas uma porcaria), mas sei que é o José Eduardo Moniz, o "gajo" que dirige aquela "estrumeira", que contribui, para a formação, "rasca", da futura, juventude portuguesa.
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Os portugueses, continuam,com olhos alcatroados aceitando tudo que a "malandragem", encanadinha, que segue passeando no jardim "gira-ó-flé-flé", como senhores de alto valor quando não são mais que "cagalhões" que por nossa infelicidade nasceram no jardim.
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Afirmo que os portugueses continuam uns tristes e os mais incrédulos que a natureza haja criado!
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Ainda ontem dois "vigaristas", em turismo, lá por Trás-os-Montes", numa aldeia sacaram a dois pobres, velhos, de espírito (sabe Deus com que sacríficio!!!) as suas riquezas que completavam 10 mil euros.
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A vigarice: As notas de euros que certamente guardavam debaixo do colchão estavam fora de circulação. Passem para cá isso, disseram aos velhos, os dois "ladrões" que "cá" a gente vai enviar-lhe outras...
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Os dois octogenários, um velho e uma velha, ingénuamente, lhe passaram as notas para as mãos.
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Mas para "cavarem" e o serviço ficar mais "limpinho", disseram a um velho: vá buscar o seu bilhete de identidade, para aqui anotar o número.
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Quando o velho vem de dentro de casa com o documento ainda viu os "larápios" a fugirem, de "prego ao fundo", a virar à esquerdo o automóvel de cor verde.

Dois moranguitos em procura da identidade na cama. O honesto José Sócrates

Mas voltando aos programas da TVI, a maravilha das maravilhas que descobri no meu computador, em directo, logo pela manhã, em Portugal, aparece o Luis Manuel Goucha, com as suas "paneleiradas" de gestos com as suas habituais "velhinhas" na bancada do estúdio.
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Depois, lá aparece o eterno Marco Paulo, a cantar que coloca toda aquela gente (ontem era dedicado às avozinhas) chorar e algumas vó-vós copiosamente.
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Terminou o programa dedicado às velhinhas cá do nosso jardim e chegam, os 10 ou mais minutos, de publicidade ao frasco de molho de tomate e outros produtos do Continente, do Modelo, do El Corte Ingês, etc.etc..
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Dá impressão que é de tudo de "borla" e com bónus "bonificado" aos clientes.
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Agora, depois do programa e dos gestos "paneleirados" do Goucha, lá está (o traço cinquentona) a Júlia Pinheiro com dois casais que já se aturam, vai para os trinta anos e cada vez mais se amam (e de que maneira!!!), a dar beijinhos na boquinha, como se fosse quando pregaram o primeiro.
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Um delírio ver-se todo aquele amor e uma cabana!
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Pronto acabou aquele amor "romeuniano e julietiano" e estão agora em cena, dois "marmelos" daqueles que nunca vergaram a mola, armados em natos "rufiões" do largo do Intendente, a lavarem roupa suja de uma outra sociedade "lisboetiana", que aquela teve um "caso" com aquele e a aquela o deixou "encalatrado" de dívidas.
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Esquecia-me... Com os rufiões, a darem as "bocas" à Júlia Pinheiro, junto está uma "mocetona", tatuada no braço esquerdo nos modos da Ana Malhoa e que viria a dar a face, na praça pública, identificando-se como "lésbica" e uma relação amorosa, de 10 anos, sem trocar de namorada.
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Lastimava-se, a Joana "boy", pela razão de ser e de se apresentar no estilo de cabelo curto, aparência rapazada, era segregada e não conseguia emprego.
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E para rematar diz ela: "que na rua as pessoas são todas iguais e a sua identificação sexual está entre quatro paredes e na cama..."
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Acabou toda aquela chachada e dispara o noticiário e aparece o José Sócrates a dizer: "O país assistiu a Governo honesto e decente".
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Puxa penico!
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Morangos com Açucar, os programas da TVI com o Luis Gouçha, as "As tardes da Júlia Pinheiro" e remata com o José Sócrates foi pior que cuspir na sopa o rato ter clicado no URL a seguir http://www.tvi.iol.pt/mediacenter.html?mul_id=1
José Martins
P.S. A Cinha Jardim porque não apareceu, ontem, na TVI e por tal não descrevo a tia.

O quixotesco poeta Alegre deixa a AR

O Alegre Quixote não vai ser candidato pelo PS nas próximas eleições pelo que, ontem, ao fim de 34 anos deixa o seu emprego de deputado, mas já com o Palácio de Belém debaixo d'olho. Merece um boneco para assinalar a data.
Da nossa avença KAOS

Limpar a merda que fez


Depois de já ter reconhecido erros na educação, o Engenheiro veio agora reconhecer que o fecho de Centros de Saúde também o foi. Vem também prometer que vai fazer mais do mesmo ao não reconhecer que o erro estava na forma como foram aplicadas as politicas e não nas politicas em si. Ele bem tenta limpar a merda que fez, mas está tão entranhada nele que só a consegue disfraçar.
Da nossa avença KAOS

Prémios da Legislatura - Mais cega não podia ser


Outro ser que se destacou neste governo por nunca aparecer, foi Alberto Costa, que todos diziam estar na pasta errada durante o governo do Guterres. Na altura não tinha jeito para “tratar” com as polícias. Pelos vistos também não tem para tratar com os Juízes e Magistrados. É verdade que esta justiça já estava uma miséria quando chegou ao ministério, já vem dos longínquos tempos do Cavaquismo, mas conseguiu que ainda estivesse pior agora quando sai. Conseguiu dar a volta, diziam-lhe que a justiça deve ser cega e literalmente cegou-a, não por não ver a quem é aplicada, mas exactamente por não o ser. Cega, cega não chega a ser, vê bem o que é pequenino mas desfoca completamente os que são grandes e gordos.
Da nossa avença KAOS