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sábado, 15 de agosto de 2009

"O CABARÉ DA COXA"


SURGE ALGUMA “LUZ” NA VIGARICE DOS ACTOS ELEITORAIS - . O QUE ESTÁ POR DETRÁS DAS CONVENIÊNCIAS DAS MÁFIAS QUE NOS GOVERNAM? Andamos a “comer” merda todos os dias e querem convencer-nos de que é Nestum (pass...
Há 13 horas

"....Este país, esta sociedade está a ficar um autêntico “cabaré da coxa”. Vimos os pavões dos políticos nos diversos telejornais a botar faladura de forma sempre estudada e conveniente para os seus interesses, dos amigos e partidos, sem que se vislumbre um mínimo de espontaneidade, provando aquilo que vamos dizendo: “Lêem todos pela mesma cartilha”. Parecem autómatos que aparentemente se digladiam mas que afinal perseguem o mesmo objectivo, tramarem-nos. Com vista aos seus benefícios e das suas pandilhas é exactamente o que nos fazem, tramam-nos, mentem, vigarizam-nos, roubam-nos a possibilidade de vivermos numa sociedade sã, transparente, culta, justa!...."
Publicado por A.Veríssimo

A FERNANDA E SUAS "TRETAS"


Não tenho simpatia pelo CDS/PP, mas muito menos para o partido dela, que compartilha a mesa e a cama com o patrão dele. Criminosos? Há, há sim,sim! A Fernanda acertou no alvo! Caminham por aí muitos (ela bem sabe quem...) que o lugar certo era a cadeia!
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Por que é que o CDS/PP nos toma por parvos?
por Fernanda Câncio14 Agosto 2009
18 comentários
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O CDS/PP já colocou na rua cartazes para as legislativas. Pelo menos é o que se presume serem os cartazes que o CDS/PP colocou nas ruas, já que as próximas eleições são legislativas. E que dizem, que propõem, que prometem os cartazes do CDS/PP? A bem dizer, os cartazes do CDS/PP interrogam. Por exemplo: "Por que é que os criminosos têm mais direitos que os polícias?". Ou "É justo dar o rendimento mínimo a quem não quer trabalhar?".
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Com estas singelas perguntas, o CDS/PP diz-nos, aos passantes que lêem os seus cartazes, uma extraordinária série de coisas. Desde logo, que em Portugal os criminosos têm mais direitos que os polícias e que quem recebe o rendimento mínimo não quer trabalhar.
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Depois, que apesar de afirmar, insinuando-as, as duas enormidades anteriores, não tem coragem de dizer claramente ao que vem, ou seja, não se atreve a propor que "os criminosos" deixem de ter direitos - como, desde logo, o direito a não serem considerados criminosos excepto quando tal é provado nas instâncias próprias, ou seja, os tribunais; o direito a defesa, garantido constitucionalmente e fundamental distinção entre o Estado de Direito e a barbárie; o direito à vida (ou seja, a não serem executados a sangue frio à esquadrão da morte), e outras minudências do mesmo tipo - e que se acabe com o rendimento social de inserção, lançando na total miséria (com o que isso naturalmente implicaria em termos de criminalidade, mas isso agora não interessa nada ao CDS/PP) todos os que são por ele abrangidos por manifesta incapacidade de prover a uma sobrevivência digna.
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Não: o CDS/PP toca e foge: quer ter um discurso de extrema-direita tentando não perder completamente a aparência de respeitabilidade e de ligação aos valores democrata-cristãos que gosta de propalar. O CDS/PP quer os votos dos que acham que "os criminosos" deviam ser abatidos a tiro sem contemplações e dos que acham que os pobres são pobres por sua exclusiva culpa e não merecem ajuda, mas quer poder não colocar nada disso no seu programa para, se se der o caso, fazer coligações e governar sem lhe virem cobrar essas "medidas".
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O CDS/PP sabe, aliás que foi governo de 2002 a 2004, que o seu presidente foi ministro de Estado nesse período e que teve um ministro da Solidariedade, Bagão Félix, que se limitou a alterar o nome do Rendimento Mínimo criado pelo Governo de Guterres para Rendimento Social de Inserção. O CDS/PP sabe que é, mais coisa menos coisa, o diploma assim alterado que está em vigor ainda hoje - o tal cujas regras o CDS/PP questiona nos seus lamentáveis cartazes e ao qual, significativamente, voltou a trocar o nome.
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O CDS/PP quer, afinal, vender a alma ao diabo sem ninguém reparar. E o mais extraordinário é que parece acreditar que isso é possível.
Diário de Notícias

POLÍTICA: "ENTRARAM PILHA GALINHAS - SAIRAM RICOS"!


O pilha-galinhas...
“Fizeram um mau serviço? Vão para Bruxelas!”
Perguntou-me o que pensava sobre o Medina Carreira, mas o que ela desejava mesmo era dizer-me o que pensava, pois quando alvitrei, timidamente - Ele tem muitas razões, mas a forma de dialogação é bastante displicente... logo a minha amiga, depois do seu apoio - Sim, o jornalista merecia elogio, aceitou muito bem, sem se zangar, as opiniões agressivas, espero que os directores dele reconheçam isso, embalou num entusiástico louvor ao ilustre causídico que disse coisas que nos caem no goto.
- O que Medina Carreira diz é tudo verdade.
- Pois, mas a forma como o disse teve muito pouco nível. Lembro que disse: “qualquer pateta faz o mesmo”, “vocês contentam-se com qualquer coisa” “o problema não é esse...” , como se fosse o rei do mundo ou o detentor do saber, ou se estivesse em conversa exaltada de botequim.
- Mas também disse que os que vão para o governo não passam de pilha-galinhas antes, e saem todos ricos e bem governados depois. Além dos conluios que apontou entre Empresariado e Banca e Governo. E os empregos para os amigos e familiares dos governantes...
E não é o que se tem visto?
- Isso é, mas ele também já foi governo, não sei se tem culpas no cartório, ou se está a lutar por o reconquistar.
- Não deve precisar, pois tem bastante obra, ao que parece.
- Mas esse facto devia torná-lo mais modesto, menos grosseiro nas afirmações, e não tratar quem o entrevista – neste caso o José Gomes Ferreira – com uma má-criação do estilo do nosso Jardim. Afinal, Jardins não nos faltam. O que nos falta é bem-estar, mesmo mediano. E a dívida ao Estrangeiro, cada vez mais catastrófica.
- E já viu como o Governo também faz de nós atrasados mentais? Vêm umas informações lá de fora – precisam de ser lá de fora para terem credibilidade – sobre a retoma e logo o PS embandeira em arco, em auto-elogio descarado, para os votos dos parolos. Quantas vezes já estivemos em retoma com este governo? E as fábricas continuam a fechar, e o desemprego a aumentar e nós a importar e a exportar menos e menos. Ele tem toda a razão.
- Ninguém nega isso. Mas acha que é uma pessoa como ele, tão “saracoteante” que merece a nossa confiança?
- E haverá alguém que a mereça? Saracoteantes são todos, a atacar-se uns aos outros, sem educação. Somos um país sem rumo e sem freio. E se derem más provas e tiverem que ser despedidos, logo melhores soluções se fabricam
para as suas vidas. Fizeram um mau serviço? Vão para Bruxelas!
Berta Brás

Luís Cunha - NA EMBAIXADA DE PORTUGAL NA TAILÂNDIA, “TIREM-NO DALI!”


A propósito da nossa postagem Luís Barreira de Sousa: “TIREM-NO DAQUI!”, que encontrará no título já a seguir, retiramos postagem similar do blogue nosso associado Aqui Tailândia, que anda há tempos inauditos às voltas com um Luís… Cunha, da Embaixada de Portugal em Banguecoque. Pelos vistos as Necessidades, sede da diplomacia portuguesa, está repleta de Luíses!Sobre a postagem acima referida escreveu José Martins no Aqui Tailândia, complementando e apontando a miserabilidade dos serviços diplomáticos de Portugal
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À MARGEM Por JOSÉ MARTINS – Aqui Tailândia*Infelizmente e para desgraça da diplomacia portuguesa há outro Luís na Embaixada de Portugal, em Banguecoque (quase de malas aviadas), que deve ser colocado na "merda" que é o lugar aonde deve estar e atolado até ao gargalo.Também tira, constantemente, burriés do nariz, funga a todo instante, estúpido que nem um calhau, mal-criado. humilhador de funcionários honestos e humildes; possui um rei podre na barriga, todas as tropelias (diplomáticas) que praticou em Banguecoque foram, altamente, protegidas e toleradas por dois embaixadores, que mesmo eles sabendo das "animalidades" que este "maçarico" foi levando a cabo durante 4 longos anos na missão.A este Luís Cunha, chegado a Lisboa e para bem da diplomacia portuguesa, deve o Secretário-Geral da Secretaria de Estado dos Estrangeiros, sem demora, ordenar que seja analisado por um psicólogo, para que o trate.E para finalizar: "gente” (para salvar o prestígio, se ainda o há na diplomacia portuguesa) desta não pode ser enviada para o estrangeiro à "balda", mas já que entrou para o Palácio das Necessidades (sabe-se lá como!), deve ser arrumado num canto de uma sala, mesmo inactivo, porque se o despacham, dentro do sistema rotativo de colocações, para o estrangeiro, voltará às ignóbeis "animalidades", praticadas em Banguecoque, onde eu fui uma das vítimas desta "besta" humana.O Palácio das Necessidades deve acabar com os "badamecos" e tentar salvar a diplomacia portuguesa porque este e outros - ultimamente seus actos saltaram para a praça pública - colocam em causa uma instituição de primordial importância nas relações entre Portugal e países estrangeiros.
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