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segunda-feira, 24 de agosto de 2009

A GUERRA DAS BANDEIRAS DECLARADA NA PENÍNSULA IBÉRICA




Roubaram uma bandeira gigante espanhola em Granada.
Quatro homens roubaram ontem de manhã cedo a gigantesca bandeira da Espanha, de 30 metros quadrados, que tremula na Avenida Constituição em Granada, cerca das 5 horas.

Um motorista de táxi que telefonou à polícia local, informando de que algumas pessoas estavam descendo do mastro a bandeira.

Os agentes, juntamente com a Polícia Nacional, foram encontrar a bandeira, momentos depois, na rua Elvira e a escassos metros do mastro.

Os quatro, rouba bandeiras, foram identificados, mas não foram detidos , informando os agentes da autoridade que não haviam retirado a bandeira, mas que a tinha sido encontrado na rua.

Os suspeitos, um britânico, dois catalães e um madrileno entre 20 e 33 anos.

"Eu não sei se era uma brincadeira deles, ou se a bandeira tenha caído do pau, embora isso não seja fácil.

A bandeira foi substituída imediatamente e não terá consequências importantes", disse o prefeito interino, Juan Garcia Montero
El País 25.08.09
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À MARGEM: Pelos visto a moda, de Portugal, descer as bandeiras dos paus e colocar a flutuar as das simpatias, passou a raia das terras lusas para as castelhanas.
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Tenho cá as minhas dúvidas e porque está envolvido no roubo um inglês, não quereria o "bife" fazer subir ao pau a bandeira a do Reino Unido?
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Seria demais a escandaleira!
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Claro que era mesmo.
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Já lhes chega o Penedo de Gibraltar quanto mais Granada a terra mourisca de outras eras.
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Quanto às aventuras "bandeirinas" em Portugal em teimar de proclamar a monarquia pelo lado das bandeiras, a coisa até tem tido a sua graça...
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Mas eu não estou nada mesmo satisfeito que só se desçam e subam bandeiras no Reino de Portugal e dos Algarves e pouco além-mar e os monárquicos lusos não tenham, ainda, tido a coragem de ir a Olivença (genuína terra lusa que os castelhanos nos pilharam) e desceram a errada, do mastro e colocarem a flutuar no sito certo a monárquica ou mesmo a das cinco quinas.
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Quando isto acontecer... áh,áh então sim... eu daqui aplaudo e bato muitas palmas!
José Martins

HOMILIA DE TERÇA-FEIRA (25.08.09)



Não fuAdd Imagei apanhado de surpresa pela noticia inserida no blogue http://timorlorosaenacao.blogspot.com/2009/08/luis-amado-em-timor-leste-com-dupla.html relativa à visita de Luís Amado, Ministro dos Negócios Estrangeiro, a Timor-leste no próximo dia 28 do mês corrente.
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Desde há tempos que as queixas contra ao Embaixador Barreira de Sousa , acreditado em Díli, são bastante elucidativas que o representante de Portugal não tem cumprido, cabalmente, a sua missão como deveria ser.
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Barreira de Sousa, quando chegou a Díli, carregava com ele o fardo de vasto descontentamento deixado no Consulado de Portugal em S.Paulo no Brasil de quando ali foi Cônsul-Geral.
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No entanto o Embaixador Seixas da Costa tendo conhecimento de tudo que ali se havia passado (talvez para salvar a honra das virgens do Palácio das Necessidades) tolerou-o e de cônsul saltou para Embaixador em Timor-Leste e continuando ali a proceder o mesmo como o haja feito no Brasil.
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As minhas duas dezenas de anos a servir a diplomacia portuguesa em Banguecoque, bem me dão a razão para me poder pronunciar sobre a arrogância de certos diplomatas portugueses, quando despachados das Necessidades para um posto no estrangeiro, que passam por cima de toda a folha, não respeitando e humilhando os próprios funcionários que trabalham na missão ou no consulado; a comunidade portuguesa residente e mesmo os utentes que necessitam dos serviços dessas representações portuguesas no estrangeiro.
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Mas o mais grave e abominável é quando se infiltram pessoas estranhas ao serviço do Estado Português, nas missões, em procura de “benesses” e acolhidos, internamente, pelos os que as gerem como se fossem funcionários da Secretaria de Estado dos Estrangeiros.
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Dentro das missões, essa estranha gente, desde logo lhe tomam “pé”, entram na "coscuvilhice" e não tarda a envolver os funcionários antigos, honestos e competentes na teia da intriga para eles lhe tomarem o lugar.
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E, também, certas embaixatrizes, deveriam jogar a "canasta", envolverem-se em actividades com as suas homólogas e não se imiscuirem nos assuntos de chancelaria, porque isso é trabalho de seus maridos embaixadores e do pessoal, a ele, subordinado.
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Sem uma limpeza radical em certas missões e os que as gerem se compenetrarem que estas casas não são propriedade deles, mas gerentes temporários, a diplomacia portuguesa segue muito mal e necessita de ser revista para que não seja dada como a de um país do terceiro mundo.
Ámen

José Martins

LUÍS AMADO EM TIMOR LESTE COM DUPLA MISSÃO...


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Por TIMOR MALAI REPRESENTAR PORTUGAL
E ACABAR COM A “ESTADIA” DE BARREIRA DE SOUSAO MNE português estará em Timor Leste a partir do próximo dia 28. Ele será, com Jaime Gama, a representação portuguesa nas comemorações da 10ª aniversário do referendo que levou à independência de Timor. Em Díli, terá também a “delicada” missão de pôr um fim, ao lastimável trabalho do embaixador português.Fonte próxima do MNE, em Lisboa, não exitou em confirmar: “Barreira de Sousa tem os dias contados em Timor. As gafes diplomáticas e os erros são demasiado graves”.O “mais alto” representante de Portugal em Timor “é uma sucessão de erros graves”, afirmou fonte do MNE. O escândalo é de tal ordem, que os convidados do governo e da presidência timorense “se negam, sequer, a trocar algumas palavras com o diplomata português”.Este é um embaraço diplomático com o qual, o MNE Luís Amado, lidará “com mão de ferro”. A postura e conduta do embaixador português “ultrapassou os limites do aceitável, criando problemas com as instituições timorenses, e algumas empresas portuguesas”, o que no entender do MNE “requer uma solução eficaz e definitiva”, afirmou fonte do MNE português.Sem especificar quais as empresas visadas, a fonte do MNE afirma que “os lesados, demonstram, na última década, uma dedicação e trabalho em prol da causa timorense, que o diplomata está a colocar em causa, o que para nós é intolerável”.Luís Barreira de Sousa, exerce o cargo de embaixador de Portugal em Díli, desde Janeiro de 2009, e tem sido alvo de duras críticas dos mais variados sectores da sociedade. A arrogância com que trata tudo e todos não passa despercebida ao MNE português..
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ESPIÕES E AGENTES TRANSGÉNICOS "SÓCRETOS"



Por se tratar de matéria extremamente delicada, não me quero envolver em assuntos de espiões e agentes "Sócretos", pois já estou "borrado" de medo não mande por aí, o executivo do governo de José Sócrates, uma espiã (daquelas boas como o milho transgénico), seguir os meus passos e colocado o meu nome na lista negra dos arquivos do centro de espionagem "Sócretos".
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Clique e leia a notícia
Exclusivo CM
Serviços públicos vão ter espiões
Os serviços secretos estão a celebrar protocolos com os organismos públicos com vista à colocação de agentes do Serviço de Informações da República (SIS) e do Serviço de Informações Estratégicas de (...)

A LUTA CONTINUA PARA OS DO "TRASEIRO"

Presidente da República vetou nova lei das uniões de facto
24.08.2009 - 11h24 PÚBLICO
O Presidente da República vetou a nova lei das uniões de facto, considerando "inoportuno" que em final de legislatura se façam alterações de fundo à actual lei. Cavaco Silva defende, no entanto, na mensagem que envia à Assembleia da República a explicar o veto que são necessários um “aperfeiçoamento do regime jurídico das uniões de facto” e uma "discussão com profundidade" sobre a matéria.Numa nota publicada hoje no site da Presidência da República, Cavaco Silva sustenta que “na actual conjuntura, essa alteração não só é inoportuna como não foi objecto de uma discussão com a profundidade que a importância do tema necessariamente exige, até pelas consequências que dele decorrem para a vida de milhares de portugueses”.Para o chefe de Estado, perante a “ausência de um debate aprofundado sobre uma matéria que é naturalmente geradora de controvérsia” e a “inoportunidade de se proceder a uma alteração de fundo deste alcance no actual momento de final da legislatura, em que a atenção dos agentes políticos e dos cidadãos se encontra concentrada noutras prioridades”, decidiu pelo veto do diploma.O chefe de Estado defende, assim, “um amplo espaço de debate”, “aprofundado e amadurecido de forma muito ponderada” sobre os modelos “claramente diferenciados” de definição do regime jurídico das uniões de facto, remetendo para o legislador uma opção entre o modelo que aproxima o “regime das uniões de facto ao regime jurídico do casamento” e o modelo que “distingue de forma nítida” os dois regimes.Cavaco Silva alerta que equiparar o “regime jurídico das uniões de facto ao regime do casamento pode redundar, afinal, na compressão de um espaço de liberdade de escolha”, advertindo ainda para o “risco de uma tendencial equiparação” se converter “na criação de dois tipos de casamento ou, melhor dizendo, de transformar a união de facto num ‘para-casamento’, num ‘proto-casamento’ ou num ‘casamento de segunda ordem’”.Neste sentido, o Presidente diz que se colocam várias dúvidas, entre elas se o “regime jurídico das uniões de facto deve evoluir no sentido da equiparação ao do casamento” ou, pelo contrário, deve “subsistir um regime de união de facto "razoável e claramente distinto do regime do casamento, menos denso e mais flexível, que os indivíduos possam livremente escolher”.Cavaco Silva considera que no diploma aprovado em Julho, com os votos contra do PSD e do CDS-PP, as soluções encontradas indiciam claramente que o legislador "optou por aproximar o regime das uniões de facto ao regime do casamento "sem que tal opção tenha sido precedida do necessário debate na sociedade portuguesa, envolvendo especialistas em diversas áreas relevantes para o assunto em questão e, bem assim, todos os cidadãos".Este é o 12º diploma que o Presidente da República devolve ao Parlamento desde o início do seu mandato, em Março de 2006.
Grafia de José Martins