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terça-feira, 15 de setembro de 2009

POLÍTICA? PACIÊNCIA É O QUE HÁ HOJE!

SOL

A campanha do PS está a agudizar as diferenças em relação ao seu principal adversário, o PSD. O TGV e os investimentos públicos continuam a dar o mote à caravana de José Sócrates pelo país.
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«Eu sou do tempo em que ouvia falar do orgulhosamente sós e não quero que esse tempo regresse», afirmou, esta terça-feira José Sócrates, para explicar a uma plateia de empresários a diferença entre PS e PSD acerca do TGV, e dando como exemplos de líderes modernos tanto Barack Obama, como José Luís Zapatero ou Nicolas Sarkozy.
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P.S. Claro a gente até sabe que José Sócrates é moderno como os líderes que nomeou... Só duvido se a licenciatura deles foi a um Domingo!
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JORNAL DE NOTÍCIAS


Legislativas: Sócrates não diz se demite ministra Educação por estar "atrapalhado" por querer seguir as mesmas políticas - BE (C/AUDIO)
01h20m
Setúbal, 16 Set (Lusa)- Francisco Louçã afirmou hoje que sem maioria absoluta o PS não poderá continuar com Maria de Lurdes Rodrigues como ministra da Educação, defendendo que José Sócrates ainda não esclareceu se a mantém na pasta na próxima legislatura por estar "atrapalhado".
Enquanto criticava o sistema de avaliação por quotas desenvolvido pelo Governo socialista e depois de ter dito ironicamente que José Sócrates é "um homem generoso" ao não reflectir essa avaliação no salário dos "quatro mil dirigentes da função pública", ao contrário do que acontece com os professores, Louçã lançou uma questão.
"José Sócrates não inventou nada, só foi buscar as piores decisões do Governo do PSD e do CDS. E por isso eu pergunto a José Sócrates o mesmo que perguntei a Durão Barroso: Se o primeiro-ministro usar o sistema das quotas para avaliar o seu Governo, onde é que põe Maria de Lurdes Rodrigues? É excelente e vai continuar? Ou não é excelente e não vai continuar?" - interrogou.
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P.S. A senhora dos horrores tem lugar garantido
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EXPRESSO

Santana contra 'mistificação' e 'manipulação' em Lisboa
O candidato do PSD à Câmara de Lisboa lançou hoje um ataque sem precedentes a António Costa. Pedro Santana Lopes disse que o Urbanismo vive num "regime de excepção", com "base em cumplicidades".
O opositor de António Costa apresentou documentação aos jornalistas e revelou ter preparada mais informação
O local escolhido por Pedro Santana Lopes para falar aos jornalistas, o Hotel Vila Galé Opera, junto aos pilares da Ponte 25 de Abril, "tem o seu significado", disse o candidato social-democrata à autarquia lisboeta. "Na campanha de 2001 coloquei em causa a conformidade deste hotel com o Plano Director Municipal", afirmouSantana.
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P.S. A lavagem de trapos velhos ou o atirar pedras com uma guita amarrada...

DIÁRIO DE NOTÍCIAS

O novo programa do Gato Fedorento "Esmiúça os Sufrágios" recebeu esta noite como convidada a presidente do PSD, Manuela Ferreira Leite. Ricardo Araújo Pereira não conseguiu suster por diversas vezes o...
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A gataria aproveitarem-se da campanha eleitoral.... ou a fazerem a deles! O Ricardo Araújo que se deixe de m******** de estar a vender gatos "tinhosos".
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CORREIO DA MANHÃ


Por acusações a Ferreira Leite
Pacheco Pereira quer desculpas de João Soares
Num almoço em Torres Novas, o cabeça-de-lista do PSD por Santarém disse que João Soares teve uma atitude “vergonhosa” quando criticou a líder do PSD de ter trabalho num banco espanhol.
'Espero que a seu tempo o dr. João Soares peça desculpa à dra. Manuela Ferreira Leite e espero que a seu tempo o primeiro-ministro faça uma afirmação unívoca de que é primeiro-ministro dos portugueses”, disse no mesmo encontro. Pacheco Pereira considera que a defesa dos interesses nacionais é o que está a distinguir PSD do PS.
Antes, num comício em Faro, João Soares criticou Ferreira Leite por defender a paralisação do TGV: “Não aceito lições de patriotismo de alguém que dois anos depois de sair do Governo foi trabalhar ao serviço de um banco espanhol.'
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P.S. O João Soares bem melhor ter estado caladinho... E não estar apedrejar a velha senhora!
Grafia da reponsabilidade de José Martins

OS REPAROS DE LUIS AMADO

PÚBLICO

Luís Amado atira a Ibéria contra o preconceito anti-espanhol de Ferreira Leite
O ministro dos Negócios Estrangeiros chamou Sá Carneiro, Cavaco Silva e Durão -Barroso para mostrar as diferenças com o PSD de hoje
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P.S. Luis Amado dá uma no cravo e outra na ferradura. Pensei que já fosse ministro apagado. Aí está a vender o seu peixe podre... Bem melhor seria o ter tratado das "capelinhas" (embaixadas) que seguem ao Deus dará, pelo mundo, numa total desorganização.
José Martins

CAMPANHA ELEITORAL - OS POLÍTICOS QUE TEMOS



Tenho seguido, pela questão de tempo, a campanha eleitoral que de momento dá volta a Portugal como se fosse o desporto a pedalar em rectas montanhas, vertiginosamente a descer os declives, em bicicletas e as bermas pejadas de gente a bater palmas aos corredores.
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Nesta volta os corredores são os políticos já cansados de tanto pedalarem à espera que o carro “vassoura” os recolha e se deixem, no futuro, de pedalar na volta porque são corredores sem força que valha para cortar metas.
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Para quem tenha dois olhos de ver e não sofra de miopia desde logo lhe salta à vista que estamos perante maus vendedores de unguento de cobra que vão tentando vender ao círculo de pessoas que os ouvem na feira a oferecer a banha que não cura mal do reumatismo, endémico, que os portugueses sofrem há muitos anos.
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Os corredores além de cansados poucos lhe batem palmas e os que juntam as mãos são os que à conta da organização da competição vão sobrevivendo.
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Ora os políticos e aqueles que os suportam na campanha eleitoral, são pessoas demasiadamente cansadas que no púlpito vão proferindo o discurso de palavras cujo estas nunca chegarão à acção.
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Prometem fritar omeletas quando não têm cestos de ovos ou aves para os pôr. Ou melhor esperam que a ave o ponha e nunca mais o "caga".
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No meu caso estou de momento a sofrer da claustrofobia de estar no dia a dia que vai correndo a ver os políticos da praça Portugal a usar o mesmo “paleio” que já os considero tocadores de clarinete que abrem e fecham buracos no instrumento de onde saem, apenas, fífias.
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Não auguro futuro, risonho, nenhum para os próximos tempos, em Portugal porque não tem políticos à altura que governem, mesmo a longo prazo, os portugueses.
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Tenho-me deparado com um espectáculo de circo nestes últimos dias com as exibições dos políticos cuja a cabeça deles já não têm “miolos” e mentem com quantos dentes (mesmos alguns postiços) possuem na boca.
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As mentiras que sopram é em procura de colher objectivos e atingirem o poder e os portugueses que se “lixem” depois de se quedarem no alto.
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Portugal, o nossos país, está administrativamente uma manta de farrapos e pela hora da morte, porque os nossos políticos "incompetentes" não nasceram para governar mas "paridos" para vender banha de cobra e enganar o círculo de pessoas que os ouvem na praça pública.
José Martins

O GRANDE SILÊNCIO

As duas grandes superfícies políticas parecem ter um Estado-Maior conjunto cuja missão é convencer os portugueses da inevitabilidade fatal de eleger um deles.
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Nestas eleições, até aqui, tudo se está a passar como se PS e PSD tivessem feito um pacto formal de não trazer à discussão pública questões do carácter de quem nos governa, tem governado e quer governar.
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É um contrato simples: se o PS não falar do BPN, o PSD não fala do Freeport. Se o PSD não falar de Lopes da Mota, o PS não fala de António Preto. Num país onde a justiça é o mais desacreditado e ineficaz sector do Estado, Manuela Ferreira Leite escuda-se num suposto código de valores judiciais que a obriga a não falar de casos em investigação ou entregues aos tribunais.
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Esta matriz inflexível de conduta, repetida como uma litania contra o quebranto, tem tido o efeito de escamotear do debate público os mais graves episódios da história da democracia em Portugal. Com esta atitude pactuante, Manuela Ferreira Leite passou ela a ser, também, parte da "asfixia democrática" que diagnosticou no regime de Sócrates.
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Uma asfixia que está a conseguir sufocar em poucos dias o gritante acto de censura socialista na TVI, porque é impossível falar de Manuela Moura Guedes e do seu defunto Jornal Nacional sem falar de Freeport e de Sócrates. Isso faria despoletar imediatamente uma série infindável de represálias socialistas que começariam no indiciado António Preto e acabariam no arguido Dias Loureiro com todas as histórias mal contadas sobre a Sociedade Lusa de Negócios e os financiamentos partidários.
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Provavelmente o PSD de Manuela Ferreira Leite encontra justificação para este pacto de silêncios no insuportável tacticismo articulado por Paulo Rangel quando disse que a ética e a política eram compartimentos estanques na vida pública. Tudo somado, no actual PSD, encontra-se uma estranha e perturbante continuidade entre a tese da necessidade de suspensão temporária da democracia que Manuela Ferreira Leite articulou (lapsus liguae ou ameaça?) e a busca de justificações para o comportamento presente na doutrina de Nicolau Maquiavel que Rangel claramente fez na Universidade do PSD.
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É altura de formular a eterna questão: - Será sensato comprar um carro em segunda mão a esta gente? Por outras palavras: - É este partido a alternativa? Só pode haver uma resposta lúcida. - Nem mais nem menos do que a gente do Freeport e da TVI.
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Tudo se está a passar como se as duas grandes superfícies políticas tivessem um Estado-Maior conjunto cuja missão fosse convencer os portugueses da inevitabilidade fatal de eleger um deles. E não tem que ser necessariamente assim.
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Há ética para além do que Maquiavel diz, mais liberdade do que o politicamente correcto martelado à custa de censura e mais possibilidades do que escolher o voto meramente entre BPN e Freeport.
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A coligação de interesses do Bloco Central já nos fez chegar à grande crise mundial com desvios nos indicadores de desenvolvimento que prenunciam um futuro sombrio.
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Portugal precisa de revolucionar as escolhas políticas. Não é a votar repetida e clubisticamente que nos assumimos como povo e como Estado. Juntos, PS e PSD, estão a asfixiar o que nos resta de democracia e parece que já nem notamos que nos está a faltar o ar.
Jornal de Notícias

Cá volto eu neste período eleitoral, a calcar e recalcar no mesmo:



NÃO VOTEM NULO, CHAFURDEM NOVAMENTE NO MESMO CHARCO
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VOTE NULOAbriu a caça ao voto e soltaram os cães. Lá andam eles pelo país e por tudo que é comunicação social, a ladrar e a ganir mentiras e promessas com já estamos familiarizados, é o que sempre fazem.
O melhor que sabem fazer neste período em que dão tudo para enganar papalvos – que será como nos consideram.
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E os portugueses vão nas balelas, nem sequer fazem como a caça verdadeira, nem tentam fugir às matilhas, parecendo que ficam paralisados perante tanto cão grande na algazarra. Depois é fácil, vêm os caçadores e lá levamos com chumbada da grossa.
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Os eleitores caem e só não morrem porque já têm o corpo habituado ao chumbo do engano que é largado pelos embusteiros.Nem merece o tempo e a escrita deixar pespegar aqui os nomes dos que possuem aquelas armas mortíferas da estultícia. Qual o quê!
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Só não os conhece quem não quer!
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Façam como sempre fizeram, deixem-se ficar aí paralisados a levar com chumbo envenenado e vão lá pôr a cruzinha no boletim de voto que é para eles continuarem a viver à grande como compete aos parasitas.
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Façam como sempre fizeram, escolham o “mal menor” e votem nos “males” que têm estado lá sempre a dar as mãos alegremente para vos tramar a vida e o país.
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Para nos dificultarem o quotidiano e rechearem o deles e dos amigos de tudo que a todos pertence, mas ainda mais prejudicial para os que trabalharam durante décadas e têm reformas de merda, ou os que agora trabalham, descontam, e parece que nem reformas vão ter – é para o que se preparam.
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Vá, façam como sempre fizeram, dêem a possibilidade aos cães de ganirem e ladrarem e paralisar-vos esses miolos desabituados de pensar.Não votem nulo para que percebam que estamos fartos deles e de todas as suas mentiras, continuem a chafurdar na trampa e tenham o prazer de todos os dias andarem a dizer que eles não prestam… mas não há melhor.
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Haver há, muitos de vocês é que gostam de chafurdar sempre no mesmo charco de bosta requentada.Desculpem as verdades e a aparente contundência… Esqueci-me que preferem a hipocrisia e a mentira. Não se ofendam, só voltarei para as próximas eleições, se quiserem voltar a dose ainda será pior, provavelmente.
Postado por MÁRIO MOTTA at
11:12

NEM TUDO POR ESPANHA É CAMINHO DE ROSAS - HÁ POR LÁ ABROLHOS E ESPINHOS PARA PISAR


Os pendurados no oxigénio
Mais maus presságios para a Espanha
Os analistas da “Standard e Poor's” alegam de que a economia espanhola estará em queda em 2010 até 2012.
"Estima que o desemprego vai atingir os 21% EFE - Paris - 15/09/2009
Mais maus presságios para a Espanha.
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Um dia depois de nova previsão, publicado pela Comissão Europeia deixou o país como o único no fim da recessão em 2009, um relatório da agência de notação de risco (Standard & Poor's S & P), foi conhecida hoje assegura que a economia espanhola vai estar só entre os grandes países da União Europeia, onde o Produto Interno Bruto (PIB) vai cair no próximo ano, ou seja, -0,6%, pelo desemprego e endividamento das famílias na área do euro como um todo ser recuperado em 0,6%.
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"Em países como a Espanha, com níveis muito altos de dívida privada, a recuperação será mais lenta e demorada", explicou Jean-Michel Six, responsável por um relatório da S & P sobre as perspectivas económicas na Europa.
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Além disso, o "aumento brutal" do desemprego em Espanha continua a pesar sobre o consumo, acrescentou antes de afirmar que a taxa de desemprego continuará a aumentar em 2010 o seu aumento para 21% da força de trabalho.
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As estimativas de agências de notação de que no próximo ano haverá um aumento do PIB no Reino Unido (0,9%), Alemanha (0,8%), França (0,8%) e mesmo na Itália (0,6%) , enquanto em Espanha vai cair ainda mais, na Irlanda (-1,5%).
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Em 2009, a saída vai ser generalizada para todos estes países com baixa de 8,1% na Irlanda, 5% na Alemanha e Itália, de 4% no Reino Unido, Espanha 3,6% e 2,5% na França.
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Na área do euro deverá diminuir de 4,2%, um valor pior do que o anunciado ontem pela Comissão Europeia, que previa um recuo de 5,1% na Alemanha, Itália, 5%, passando de 4,3% no Brasil, Portugal, Espanha 3,7% ou 2,1% em França.
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Os autores do relatório acreditam que os dados do PIB no segundo trimestre deste ano mostrou "sinais encorajadores" e particularmente.
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"A surpresa a mais notável é a evolução positiva na Alemanha e da França, com um aumento trimestral de 0,3%, enquanto do outro lado da moeda caiu 1% em Espanha.
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"Há agora um consenso crescente de que as economias europeias vão experimentar uma forte recuperação.
Mais maus presságios para a Espanha
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Os analistas da “Standard e Poor's” alegação de que a economia espanhola continuará a queda , em 2010.
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O Primeiro-Ministro, José Luis Rodríguez Zapatero, está confiante de que a Espanha "tem já um caminho de recuperação" no final de 2009 ou início de 2010. Confrontado com os cálculos de organismos internacionais como a Comissão Europeia, que prevêem que a economia será o único espanhol na zona do euro para continuar em recessão no último trimestre deste ano, o líder do executivo argumentou que o governo "tem as suas próprias previsões ", e que aponta para um" caminho de recuperação em 2010.
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Analistas esperam que isso aconteça até 2012. "Estamos a ultrapassar esta crise todos os dias, as coisas tem que ir um pouco melhor", explicou ao anotar que, em qualquer caso, devemos analisar estas previsões com a máxima cautela ", quando, tendo em conta que estão sujeitas a constantes revisar. "A Espanha vai estar no caminho da recuperação no início de 2010", insistiu.
Fonte El País

A justiça vai óptima e o caso TVI nunca existiu

por João Miguel Tavares - Hoje 11 comentários
Um marciano que tivesse aterrado em Portugal para assistir à maratona de debates sobre as legislativas teria chegado à conclusão de que o país está uma lástima, excepto em duas áreas: a justiça e a liberdade de expressão, onde tudo corre tão bem que em dez debates e quase oito horas de conversa não houve quem se atrevesse a discutir o assunto durante mais de 30 segundos.
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Muita economia. Muitas obras públicas. Muita segurança social. Muita educação. Muita crise. Mas justiça e liberdade de expressão? Nicles. Mesmo no alegado frente-a-frente do ano cumpriu-se escrupulosamente essa espécie de Bloco Central do silêncio, que consiste basicamente nisto: tu não mostras a sujidade que está debaixo do meu tapete e eu não mostro a sujidade que está debaixo do teu.
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O sempre tão lesto, incisivo e mortífero José Sócrates não se atreveu - mais uma vez - sequer a tocar no nome de António Preto no debate com Manuela Ferreira Leite. O caso BPN - provavelmente o maior escândalo da legislatura - não foi referido uma única vez. E Ferreira Leite, por seu lado, nunca falou do Freeport ou de qualquer outro tema que tenha cozido Sócrates em lume brando nos últimos anos. Mesmo à famosa asfixia democrática não sobrou fôlego para se fazer ouvir durante o debate.
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O caso Manuela Moura Guedes foi há dez dias mas parece que já foi há dez anos. Como explicar isto? Há uma maneira bonita, que é dizer que estes senhores se respeitam muito, não se intrometem em investigações, não levantam suspeitas difíceis de provar, cultivam a elevação nos debates. E há uma maneira feia, que é achar que há um núcleo de silêncio em redor de temas fundamentais, onde convém deixar o povo à porta.
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Mas, de facto, quando eu tenho o caso Freeport e tu tens o caso BPN, quando eu tenho o caso Manuela e tu tens o caso Marcelo, quando eu tenho o caso Fátima e tu tens o caso Isaltino, torna-se complicado andar a atirar certo tipo de pedras para o telhado do vizinho. E por isso, os dois pilares do regime democrático que mais têm sido postos em causa durante o consolado de Sócrates - os poderes judicial e mediático - têm-se mantido de fora do debate, exceptuando dois ou três esgares de indignação para inglês ver.
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Eu não duvido que o país ande muito endividado, que o emprego esteja alto, que a crise seja dura e que o TGV mereça uma discussão séria. Mas quando vemos uma justiça completamente desacreditada e uma comunicação social cada vez mais amordaçada, não faz qualquer sentido que questões tão estruturantes quanto estas nem sequer entrem na agenda eleitoral. Deixar tais temas de fora da campanha e debater apenas a economia é como ter um automóvel com o motor gripado e andar a discutir a mudança dos pneus.
Fonte : Diário Notícias

ESTÁ SOLTO O JORNALISTA QUE ATIROU AS BOTAS AO BUSH E NÃO LHE ACERTOU!



14 de Dezembro de 2008: al-Muntadhar Zeidi atirou dois sapatos ao Presidente Bush durante uma entrevista coletiva em Bagda.
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O jornalista iraquiano que jogou os sapatos no ex-presidente George W. Bush foi solto, hoje, terça-feira, após nove meses de prisão, informando que as forças de segurança iraquianas o torturaram com espancamentos, chicotadas, choques elétricos, após sua prisão.
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Muntadhar al-Zeidi, cujo agressão de protesto aconteceu em Dezembro de 2008, passado fez dele um herói em todo o mundo árabe e muçulmano, disse que agora temia por sua vida e acreditava que agentes de inteligência E.U. iriam atrás dele.
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"Estes serviços de terror dos E.U. e serviços associados, não se poupará a esforços de me seguir, como um revolucionário... insurgente numa tentativa de me matar", disse ele em entrevista coletiva na estação de TV onde trabalha.
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"E aqui eu quero avisar a todos os meus parentes e pessoas próximas que esses serviços vão utilizar todos os meios para me interceptar e tentar liquidar-me fisicamente, socialmente ou profissionalmente", disse ele.
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O repórter de 30 anos de idade sente-se profundamente envergonhado perante o primeiro-ministro do Iraque, Nouri al-Maliki, que estava de pé e ao lado de Bush em uma conferência de imprensa em 14 de Dezembro, de 2008 quando al-Zeidi subiu repentinamente da cadeira que atirou os sapatos para o pódio .
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Bush, que estava na sua última visita ao Iraque, como o presidente americano, saiu ileso, mas teve de evitar por duas para não ser atingido.
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Al-Zeidi foi imobilizado no chão pelos jornalistas e homens al-Maliki de segurança. O repórter disse terça-feira que foi abusado, imediatamente após sua prisão e no dia seguinte. Ele disse que foi espancado com barras de ferro, batido com cordas e foi electrocutado no quintal do prédio na Zona Verde, onde a entrevista colectiva foi realizada.·
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"De manhã, fui deixado no frio depois de me salpicarem com água", disse ele. Ele prometeu revelar os nomes de altos funcionários do governo iraquiano e do Exército, ele disse que estavam envolvidos em maltratá-lo.
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Ele explicou que suas ações foram motivadas pela ocupação E.U. e disse que enquanto ele está agora livre, seu país ainda é "refém".
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"Simplesmente, o que incitou-me para o confronto é a opressão que caiu sobre o meu povo e como a ocupação queria humilhar o meu país, colocando-a sob a sua botas", disse ele.
Fonte e fotografias Fox News - Tradução GOOGLE

O TEMERÁRIO DE PACOTILHA


Fotografia publicada pelo "tenebroso" no seu http://frombangkok.blogspot.com que me parece que em vez desta defesa, desejaria ver, tanques, tanques, metralhadores e muitos tiros...

É Assim a Segurança?
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"Teme-se agora, e com alguma razão de que, à semelhança do que aconteceu em Abril, terceiras forças, a quem a confusão aproveite, se intrometam no meio dos manifestantes e possam desencadear acções que coloquem a situação em total risco de descontrolo voltando a haver confrontações violentas". (Ler o resto clicar http://frombangkok.blogspot.com )
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À MARGEM: Dá-me um gozo imenso o temerário "português" que continua a mandar as suas "previsões" (bacoradas) em cima da política do Reino da Tailândia.
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Me parece (a quem já lhe chamei o queque português dado que informou a jornalista da Lusa Elsa Resende que os jogadores portugueses eram conhecidos na Tailândia por "Foi Tongs" ´fio de ovos` deixado pelos portugueses no antigo Reino do Sião) que se está a bater ao tacho de se manter na Delegação da Comissão Europeia mais uns anitos...!!! Claro sem vergar a mola, como nunca a haja baixado.
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Já por várias vezes me referi que este "queque" conseguiu andar aqui a "chular" uns trocos da União Europeia (graças ao asilamento do Embaixador Lima Pimentel que, abusivamente, o introdusiu na Embaixada de Portugal, em Banguecoque) e seguir armado em "carapau de corrida" e entendido nestas coisas de política deste país onde já vivo na paz do Lorde Buda à 30 anos sem nunca ter sido molestado.
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Bem me parece que este "carapau de corrida" bem precisava de lhe arrearem as calças e levar duas "nalgadas" bem dadas no rabo e deixar-se de "paneleirices" tenebrosas e meter o bedelho na vida interna deste país, onde o carapau tem passado o melhor tempo de sua vida que em Portugal a não tinha e se a tivesse... Sim,sim era criticado!
José Martins

BANGUECOQUE ESCÂNDALO NUM FESTIVAL DE CINEMA

Juthamas Siriwan
Produtores de filmes de Hollywood são acusados de subornar funcionária tailandesa Juthamas Siriwan
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Gerald Green e sua esposa Patricia são culpados de suborno e lavagem de dinheiro relacionado com a execução de um festival de cinema na Tailândia.
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O “Los Angeles Times” " informa que os produtores Gerald Green e esposa Patrícia foram considerados culpado na sexta-feira, passada, por acusação de suborno e lavagem de dinheiro relacionados com a execução de um festival internacional de cinema , na Tailândia.

Decisão que os especialistas consideram que pode levar a outras investigações, mais aprofundadas, para com outros estúdios de produção de filmes, americanos, na concretização de negócios no exterior.
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O casal foi condenado por conspiração e violação de “Foreign Corrupt Practices Act”, com oito acusações de violar a FCPA e sete acusações de lavagem de dinheiro.
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Além disso, Patricia Green, foi considerada culpada em duas acusações de falsa informação fiscal nos Estados Unidos. e o retorno de fundos relacionados a subornos.
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O júri não conseguiu chegar a uma decisão sobre uma obstrução da justiça contra responsáveis Gerald Green, e o governo concordou em deixar cair por agora.
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O julgamento durou duas semanas e meia; deliberações do júri teve apenas um dia. Fontes, informam que, sob as diretrizes federais, Gerald Green, 77, e sua esposa, Patrícia, 52 anos, podem enfrentar cada um mais de 10 anos na prisão quando se apresentarem novamente a julgamento, em Dezembro, próximo disse o assistente E.U. Atty. Bruce H. Searby, que processou o caso.
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Segundo o governo E.U., o casal teria pago “luvas” de US $ 1,8 milhões ao então governador da Autoridade de Turismo da Tailândia Juthamas Siriwan, a fim de executarem o Festival Internacional de Cinema em Banguecoque International e segurar dois outros contratos relacionados com o turismo.
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Os contratos foram de mais de US $ 13,5 milhões, segundo promotores. "Houve uma série de diferentes projectos e oportunidades entre a governadora e o casal Green para obter dinheiro fácil", disse Searby. "Os Greens iriam construir lucros avantajados com os subornos à Governadora sobre os contratos." O casal americano realizava o festival em 2003 e operou de 2004 a 2006. Através de ligações feitas nesse processo, Gerald Green tornou-se um produtor executivo do filme de 2006 "Rescue Dawn", que foi rodado na Tailândia.
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Anteriormente, ele produziu o filme de 1986 de Oliver Stone "Salvador" e o filme de 1976 "Foxtrot", estrelado por Peter O'Toole. Gerald e advogados Patricia Green ambos disseram que estavam decepcionados com o veredicto e estavam se preparando para apelar. "É um caso de indícios", disse Marilyn Bednarski, que representou Patricia Green. Ela acrescentou que "o povo da Tailândia não foram vítimas de alguma forma", porque os Greens, dado que foram fornecidos "serviços de primeira qualidade" para o festival. A acusação do casal Green, que começou em 2007, é o primeiro caso FCPA criminal interposto pelo governo contra os produtores do filme. Fonte: www.nationmultimedia.com



Portugal esteve representado no Festival Internacional de Cinema 2006 de Banguecoque com a grande metragem “ODETE”. O filme transpõe para o ecran uma história de vida, actual, onde no contexto da mesma deparamos com a homossexualidade, a obsessão, de dois jovens por um amor que foi, por um ano, para um e para outra, imaginário, que já não existe e jaz numa campa rasa no Cemitério do Alto de S.João, em Lisboa. Para ler a peça escrita por mim clicar: www.aquimaria.com/html/forum.html
José Martins