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quarta-feira, 23 de setembro de 2009

OH GENTE RESPEITINHO... SENÃO CACETADA NO LOMBO!



Quem se mete com o PS, leva

É o regime da impunidade para os amigos e da ameaça ou da retaliação para os inimigos. Desde os recentes excessos de velocidade das viaturas de campanha em que os processos de contra-ordenação são mandados, imediatamente, limpar, à interferência directa na justiça, passando por pressões sobre jornalistas ou a alteração de dados estatísticos, no governo de Sócrates vale tudo.

Jorge Coelho, ex-ministro socialista, já tinha avisado em 2001 que “quem se mete com o PS, leva!”. Num discurso inflamado de campanha, referia-se assim o actual presidente da Mota Engil a uma crítica do Bastonário da Ordem dos Advogados da época, António Pires de Lima, que acusou o governo socialista de interferir nos tribunais e na justiça. Coelho viria a dizer depois que o “leva” era, afinal, uma frase por concluir: “Leva uma resposta política, claro”, justificou-se.

Já neste mandato, o ministro dos Assuntos Parlamentares, Augusto Santos Silva, declarou numa reunião do PS que o que gosta “é mesmo de malhar na direita” e nas forças da reacção. No saco metia o Bloco de Esquerda e a CDU. A “asfixia democrática” que o PSD acusa agora o PS de usar para governar o País começou, segundo os sociais-democratas, quando a polícia visitou o Sindicato dos Professores da Região Centro, na Covilhã, antes de uma manifestação contra a política educativa. A PSP foi saber o que preparavam os professores, uma vez que o primeiro-ministro José Sócrates se deslocava àquela cidade no dia da demonstração pública.

Já em campanha, a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária limpou multas de excesso de velocidade à caravana do PS, autuada por agentes da GNR local. Em menos de 10 horas os socialistas foram perdoados.

O presidente do Instituto Sá Carneiro, Alexandre Relvas, foi também pressionado pelo gabinete do primeiro-ministro, segundo o advogado da instituição. Jorge Black afirmou que foi recordado a Relvas que este era gestor de uma empresa privada com contratos com o Estado e que, por isso, devia medir “com cuidado aquilo que iria dizer como presidente do Instituto”.

As pressões recaíram depois sobre António Balbino Caldeira, professor, que no seu blogue “Do Portugal Profundo” decidiu investigar como José Sócrates tirou a sua licenciatura. O autor disse ter sido vigiado durante o período da investigação. Agora, fez uma edição de autor de um livro que compila a sua investigação – obra que foi recusada por várias editoras, apesar do entusiasmo inicial de algumas, como a “Leya”. A “O Diabo”, Balbino Caldeira fala da pressão que sofreu: “A perseguição do poder é insidiosa e raramente ostensiva ou imediata. Mas a vingança virá. A pedagogia da vingança é uma marca do socratismo”, acusa.

Na investigação ao caso Freeport, o PS também foi acusado de pressionar os magistrados que investigam a eventual corrupção no caso que envolve o nome de José Sócrates – a acusação partiu do presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público, João Palma. Augusto Santos Silva, ministro socialista, reagiu imediatamente e exigiu explicações ao sindicalista. O caso está sob investigação.

Depois, José Sócrates elegeu Manuela Moura Guedes, a TVI e o jornal Público como alvos das críticas socialistas, no último congresso do PS, a 27 de Fevereiro deste ano. O Jornal de 6ª acabou cancelado pela administração da TVI. Agora, é a vez do jornal Público estar a ser colado a uma campanha de recados transformados em notícia, vindos do Palácio de Belém, pela mão do jornal rival “Diário de Notícias”.
Fonte - O Diábo - portugal@portugalclub.org
Grafia de José Martins

O MANUEL ZELAYA NÃO SE SUICIDA! HAJA TRANQUILIDADE.


Umas botas apertadas nos pés de Lula da Silva! Na foto acima da esquerda para a direita: Manuel Zelaya, Lula da Silva e Hugo Chavez... Em suma: "bons rapazes"

Mercenários israelenses, iriam limpar a “tosse” ao Zelaya e encenarem, depois, o seu suicídio
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O deposto presidente de Honduras, Manuel Zelaya, quatro mulheres relataram golpe e o plano do governo para acabar com sua vida
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Manuel Zelaya está começando a fazer declarações verdadeiramente bizarras.
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Seu terceiro dia de confinamento na Embaixada do Brasil em Honduras foi gasto pendurado no telefone, conversando com uns e com outros e ele mesmo declarou, que o governo que lhe retirou o poder procura interceptar as suas comunicações.
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Mas não é só isso. as quatro mulheres relataram, ainda, planos muito sofisticados de Roberto Micheletti a chefiar o Governo das Honduras de estar a quebrar o juramento e colocar em risco a sua vida.
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CNN + entrevista exclusiva com Manuel Zelaya
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"O alerta à comunidade internacional, Manuel Zelaya Rosales, filho de Margarida e Manuel José, não se suicida".
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Assim, com esta declaração, o presidente deposto de Honduras para o mundo denunciou o golpe de governo de Roberto Micheletti que tinha um plano muito sofisticado para atacar a embaixada brasileira, matá-lo e fazer parecer um suicídio. "Para ter os coronéis dispostos a atestar que eu coloquei termo à minha vida."
Fonte: CNN

AS VENTOSIDADES QUE O RABO PRODUZ...!!!


O autor deste texto é João Pereira Coutinho, jornalista. Vale a pena ler!

"Não tenho filhos e tremo só de pensar. Os exemplos que vejo em volta não aconselham temeridades. Hordas de amigos constituem as respectivas proles e, apesar da benesse, não levam vidas descansadas.
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Pelo contrário: estão invariavelmente mergulhados numa angústia e numa ansiedade de contornos particularmente patológicos. Percebo porquê. Há cem ou duzentos anos, a vida dependia do berço, da posição social e da fortuna familiar.
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Hoje, não. A criança nasce, não numa família mas numa pista de atletismo, com as barreiras da praxe: jardim-escola aos três, natação aos quatro, lições de piano aos cinco, escola aos seis, e um exército de professores, explicadores, educadores e psicólogos, como se a criança fosse um potro de competição.
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Eis a ideologia criminosa que se instalou definitivamente nas sociedades modernas: a vida não é para ser vivida - mas construída com sucessos pessoais e profissionais, uns atrás dos outros, em progressão geométrica para o infinito. É preciso o emprego de sonho, a casa de sonho, o maridinho de sonho, os amigos de sonho, as férias de sonho, os restaurantes de sonho.
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Não admira que, até 2020, um terço da população mundial esteja a mamar forte no Prozac. É a velha história da cenoura e do burro: quanto mais temos, mais queremos.
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Quanto mais queremos, mais desesperamos. A meritocracia gera uma insatisfação insaciável que acabará por arrasar o mais leve traço de humanidade. O que não deixa de ser uma lástima.
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Se as pessoas voltassem a ler os clássicos, sobretudo Montaigne, saberiam que o fim último da vida não é a excelência, mas sim a felicidade!"
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Fonte: Mão amiga fez chegar-me o texto acima transcrito.
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P.S. - http://pt.wikipedia.org/wiki/Michel_de_Montaigne . Recomendamos um clique no URL que alguem, entre tantos outros que escreveram sobre Michel de Montaige, o interessante parágrafo: "Por isso, não nos é de espantar que neles ocorram reflexões tanto sobre os temas mais clássicos e elevados ao lado de pensamentos sobre as ventosidades que o rabo produz. Montaigne é assim um livre pensador, é um pensador sobre o Humano, sobre as suas diversidades e características. E é um pensador que se dedica aos temas que mais lhe apetecem, vai pensando ao sabor dos seus interesses e caprichos" .

A CEGADA DE QUINTA-FEIRA




Meus caros não há mesmo nada a fazer....
Nem nada a esperarmos dos homens bons do nosso torrão.
A cegada continua de arremessos de bocas.
Nada vai mudar neste país depois de se saber quem são os ganhadores.
Mudam-se as moscas...o zunir e os voos delas vai ser o mesmo.
Há que desconfiar dessa gente que anda a subir aos púlpitos e não lhes dar crédito às suas palavras....
É igual como sempre o foi desde 1974 que por dá cá aquela palha sopram a democracia e na sua asfixia !
Querem vocês mais asfixia do que aquela que a democracia vos deu?
Que se lixe a democracia e quem dela fala.
Eles não entendem nada de democracia e decoraram esta palavra e ponto final.
Temos assistido às maiores “barracadas” durante esta campanha de propaganda para as legislativas de uns tipos que ontem eram inimigos e depois surgiram como amigos do peito.
Analise-se o Mário Soares ( o tal que diziam ser fixe e não foi nada disso) aparece num comício no Porto a pregar que o Sócrates é um “fixarola”... Mas antes, em Coimbra, Manuel Alegre, também esteve a falar umas coisas giríssimas e a dar uns `miminhos” ao Sócrates quando os dois não se gramam nem com “molho de tomate”.
Porém não fiquem por aí a pensar que este blogue apoia o PSD , os partidos do Paulinho, do Xiquinho e do velho matreiro comunista Jerónimo de Sousa.
Não apoia nenhum!
Gato escaldado até de água fria tem medo!
Fiquem por aí bem que nós cá vamos vivendo com a bênção de Deus Nosso Senhor Jesus Cristo.
José Martins

TEMAS ACTUAIS - SEXUALIDADE PREMATURA ENTRE JOVENS ESPANHOIS

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Quase 400.000 jovens do sexo feminino, com idades compreendidas entre 15 e 24 anos, correm risco de sofrer uma gravidez indesejada, principalmente, devido ao uso de contraceptivos de péssima qualidade e o uso continuo do preservativo.
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Isso decorre depois de um terceiro inquérito sobre sexualidade e anti-concepção entre a Juventude espanhol, num estudo que recolhe, regularmente, informações em cima do comportamento sexual dos jovens espanhóis, cujos dados foram apresentados hoje por representantes da "Daphne Team".
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Dr. Ezequiel Perez, presidente da "Fundação Espanhola de Contracepção", explicou que a sondagem mantém as proporções reais por sexo e idade dos jovens espanhois e observou que os dados são extrapolados por comunidades autónomas.
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A sondagem entre 2.000 jovens dos dois sexos, com idades entre 15 e 24 anos, em todo o país, destaca que 94 por cento usam, esporadicamente, o método contraceptivo, percentual, que sobe para 97 por cento entre aqueles que têm relações sexuais com penetração, mas não confirmam que usam o preservativo sempre.
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A elevada taxa de utilização de meios contraceptivos, de acordo com a Dra. Isabel Serrano, directora de “Estado de Planeamento Familiar da Federação” que "todos os jovens são irresponsáveis pelo que transmitem ."
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A taxa de uso de preservativos permanece alta na Europa e é o método usado por quase 60 por cento dos jovens, apesar de um em cada três é usado de forma inconsistente pela imprevisibilidade das relações ou a euforia do momento associado entre outras coisas, o álcool.
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Esta situação resulta uma maior exposição ao risco, para o qual o Grupo Daphne advertiu e salientou o facto de que as campanhas, governamentais, promovidas quase exclusivamente por métodos pouco elucidativos, entre os jovens, criou uma situação fictícia, que não corresponde à realidade no nosso país.
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"O uso de preservativos está a ser mentalizado", Disse o Dr. Javier Martinez Salmeán, chefe do departamento de “Obstetrícia e Serviço de Ginecologia do Hospital Severo Ochoa de Leganés” (Madrid), qualificou-o, teoricamente, o melhor método, no seu ponto de vista, mas não tem sido prático e eficaz.
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Apesar destes dados, houve um aumento do uso da pílula e de um duplo método de agrupamento, hormonal, como a pílula e o preservativo, especialmente entre os jovens de 15 a 19 anos.
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O método é exactamente o dobro da aposta da equipa Daphne, especialmente para aqueles jovens de encontros casuais como uma maneira de evitar, ao mesmo tempo, as gravidezes indesejadas e doenças sexualmente transmissíveis.
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Aumenta jovens sexualmente activos
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O levantamento mostra que se consolidaram os hábitos sexuais dos mais jovens, de modo que idade de início das relações mantém-se inalterada em cerca de 16 anos.
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O aumento é observado na população sexualmente activa, que é de cerca de 80 por cento (uma média de 66% em jovens desde 15 a 19 e 93 por cento entre 20 e 24 anos) e mantida a frequência de relações sexuais, na média de 8 por mês (9,1 raparigas e rapazes 7,8).
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Também é mantida a duração média dos namoros, entre os rapazes de 45% de seis meses enquanto as raparigas, o mesmo tempo em 66%.
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A mesma fonte informa que este fenómeno de relações sexuais prematuras entre a juventude espanhola se deve à escassez de informação de educação e contracepção sobre a sexualidade que viria a resultar em desgostos para a família, amigos e professores. Aponta-se a causa do aparecimento e o aumento de novas tecnologias de comunicação entre estas o acesso dos jovens à Internet.
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A equipa Daphne lamenta a parca educação sexual nas escolas e, assim, quando o Dr. Serrano declarou que "não podemos continuar a ser tímidos nesse assunto" Dr. Perez ressaltou: “só os países que tiverem, incluído o sistema de educação no ensino, escolar, podem ver reduzido o número de gravidezes indesejadas.
Fonte jornal ABC, com revisão e texto composto de José Martins

O CARRASCO NÃO ESCAPOU À JUSTIÇA


Duas faces do Poch: actual e a de quando piloto da marinha argentina
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A polícia espanhola prendeu, ontem, Julio Alberto Poch no aeroporto de Manises (Valência), pelo seu alegado envolvimento nos vôos da morte que teriam custado a vida de mais de 1.000 pessoas.
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Poch, de nacionalidadde argentina, ex- tenente da marinha, aposentado, era agora comandante de uma companhia aérea comercial, e detido quando fazia uma escala em Valência, 40 minutos antes de regressar a Amesterdão. Está envolvido em quatro processos criminais abertos nos chamados "vôos da morte".
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O foragido foi localizado pela polícia espanhola depois de obter dados da Interpol e informada que o Poch tinha a dupla nacionalidade a holandesa, comandante de aviões ao serviço de uma companhia aérea europeia.
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Voava com alguma frequência entre Schiphol (Amsterdã) de Manises, e nas costas, após uma paragem de cerca de 40 minutos para embarcar os passageiros.
Fonte El País

CRIANÇAS TORTURADAS - VAMOS TODOS DEFENDER O DIREITO DA CRIANÇA

Crianças torturadas, vamos todos juntar as nossas vozes em favor destes tristes seres para que não sejam mais sacrificados. O copioso choro destes inocentes foi ao terem conhecimento que seus pais iriam votar em José Sócrates!
Deveremos transmitir este ignóbil caso à UNESCO.






A GRANDE CEGADA - ACIDENTE DE PERCURSO

Não perca o acidente de percurso que sofreu José Sócrates! Isto é mesmo para rir! A malandragem do que se havia de lembrar!

video

Fonte: http://pauparatodaaobra.blogspot.com

DORMIR COM O RAPTOR



Li algures por aí que os Sócretinos iam ficar reféns do Bloco de esquerda. Mário Soares já tinha dado o mote quando afirmou que não lhe repugnada uma aliança entre o PS e o BE. Estes já colocam outdoors onde afirmam “Estamos prontos”. Também o Jerónimo afirmou que é prematuro falar em coligações. «Não podemos pôr o carro à frente dos bois». Será a esquerda possível do Manuel Alegre? Ou vem aí o centrão? Ou vêm aí eleições Presidenciais?
Da nossa avença KAOS

BRILHANTE DISCURSO DO PRIMEIRO-MINISTRO DA TAILÂNDIA


Introdução: Conheci Abhisit Vijajjiva desde o início de sua carreira política. Começou, mais sua esposa, humildemente, a recolher simpatias e votos no bairro onde residia. Formou o seu partido. Já lá vão há uns anos bons... Mas desde logo apostei num futuro risonho ao jovem político. Depois nas minhas andanças de quando correspondente da Tribuna de Macau e da Agência Lusa, assisti a vários eventos políticos onde observava Abhisit Vejjajiva, como assessor de imprensa de do PM Chua Leekpai com uma simpatia e modéstia que conquistava todos que o ouviam. Como admirador de Abhisit Vejajjiva, não poderia ficar alheado ao brilhante discurso que proferiu na Universidade de Colúmbia, Estados Unidos, há dois dias. E para concluir: até hoje não conheço intervenção igual que tenha sido proferida por qualquer PM do Reino da Tailândia.
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Porém, anda por aí um "almocrave das desgraças e das petas", português, que só noticia desgraças e "trampa" e não vê ou publica prosa com tanta subtileza como a que abaixo segue transcrita. A tradução foi através da Google, com revisão minha, que não está perfeita, mas dá para entender.
José Martins
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COLUMBIA UNIVERSITY
"Pós-Crise Tailândia: Construindo uma Nova Sociedade Democrática"
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Discurso de Abhisit Vejjajiva, o primeiro-ministro do Reino da Tailândia, "Pós-Crise Tailândia: Construindo uma Nova Sociedade Democrática" na Universidade de Columbia, Nova Iorque, em 22 de setembro.China
Presidente da Universidade de Columbia,
Professor Stiglitz,
Docentes e Alunos,
Amigos e colegas,
Senhoras e Senhores,
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É realmente uma honra para mim ser convidado para discursar na conhecido e famosa Universidade de Colúmbia, onde três presidentes dos Estados Unidos, incluindo o presidente Obama, nove juízes da Suprema Corte e 39 laureados com Prêmios Nobel estudaram.
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Este é um registo que é certamente difícil de ser batid.
Eu estou definitivamente orgulhoso de estar em um dos centros mais importantes do mundo da pesquisa e excelência acadêmica, e absorver a atmosfera vibrante para a aprendizagem.
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Nos meus tempos de faculdade, freqüentei uma universidade do Reino Unido, naturalmente, para seguir o caminho definido pelos meus pais.
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Mas isso não significa que eu escolhi o Reino Unido em vez dos Estados Unidos. Afinal, eu adoptei pelo meu gosto pela música de hard rock, fora da sala de aulas no Reino Unido. Na verdade, mais de 9.000 estudantes tailandeses estão agora a estudar em os E.U., 57 deles nesta universidade.
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Os Estados Unidos produziu muitos diplomados proeminente e capazes que serem líderes na Tailândia, no sectores público e privado, incluindo muitos membros do meu gabinete e os membros da minha delegação que está aqui comigo hoje.
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Pós-Crise Tailândia: Construindo uma nova sociedade democrática
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Agora, o tema que escolhi para falar hoje é um que está muito perto de meu coração, "Pós-Crise Tailândia: Construindo uma nova sociedade democrática", a Tailândia enfrentou duas crises, simultaneamente, um de nosso próprio fazer, outra de factores externos.
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A crise económica mundial atingiu a Tailândia, e chegou a outros países. Na verdade, esta crise é a que temos de enfrentar, com o advento da globalização.
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Os efeitos já podem ser sentidos em todo o mundo. Desde que esta crise começou a maior economia como a dos Estados Unidos, seus efeitos foram se multiplicando. Quando espirra os E.U., outros países também se lhe pega o resfriado.
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A segunda crise é a nossa e vinda da situação política que tem vindo a fazer manchetes nos últimos anos. O meu Governo recuou em nove meses e, desde então, conseguimos ganhar a confiança de nossos amigos. O facto é que eu posso estar aqui falando com você hoje posso muito bem afirmar que a situação está em ordem e não deve ser motivo de preocupação.
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Depois de nove meses na chefia do meu Governo tem-se revelado ao povo tailandês que somos um governo que representa as pessoas de todas as cores. Para aqueles que não vêem as coisas olho no olho com o Governo e sentem que suas vozes podem ser ouvidas sobre as melhores nas ruas, que respeito, plenamente, o seu direito de reunião e o direito à liberdade de expressão.
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O que nós, como Governo, desejamos certificar-nos que esses direitos sejam exercidos de uma maneira pacífica e responsável com total respeito ao Estado de direito e não afecte os direitos de outras pessoas para realizar suas atividades diárias.
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Então o que eu gostaria de compartilhar com vocês hoje é a nossa visão de um pós-crise da Tailândia. Eu não sou ingênuo em afirmar que a situação económica mundial está indo bem e bem, mas pelo menos há indícios de que o pior provavelmente já passou.
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A crise econômica nos E.U. e no meu próprio país tem assentado para fora. Cautelosa confiança pode ser sentida. E, como governo, eu estou olhando para frente, para o dia quando as coisas vão voltar ao normal, em que teremos de fazer para moldar o curso ea direção da sociedade para se preparar para o futuro.
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Baseada em experiências passadas, o que seria uma crise pós-Tailândia parece?
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Como os países do mundo, a Tailândia aspira um tipo de democracia que nos conduzirá ao desenvolvimento sustentável. Sabemos que é este caminho o rumo a uma democracia em funcionamento e do desenvolvimento sustentável é longo e sinuoso, com muitas saídas, com muitos cantos, muitos buracos e, às vezes, parece que não há fim para ele.
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A Tailândia passou pela experiência democrática formalmente desde 1932, quando Tailândia se transformou de uma monarquia absoluta para uma monarquia constitucional e um sistema parlamentar.
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Tivemos 18 constituições, tivemos cerca de 24 golpes, e pode ter tido 4 governos nos últimos dois anos. Mas isso não significa que a democracia está a falhar na Tailândia. Pelo contrário, a democracia é vibrante no trabalho. Como secretário disse Clinton, quando ela visitou a Tailândia, em Julho deste ano, a política tailandesa é tão picantes como seu alimento.
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Temos passado por altos e baixos e nós estamos aprendendo. Toda a sociedade está aprendendo a se adaptar e encontrar maneiras de ter uma democracia sustentável. E uma boa coisa sobre a situação política que temos vindo a registar é que mais e mais pessoas tailandês em todas as esferas da vida, em todos os níveis, estão tornando-se envolvido em política. Eles não deixam a política nas mãos de poucos.
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Política não é mais uma questão de elites ou poucas pessoas no topo. A política está em cada casa e eu considero que um bom começo para uma democracia forte e sustentável. Há sempre uma fresta de esperança em cada nuvem. Sempre existe uma oportunidade em cada crise.
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Agora, como a que tipo de democracia é necessário, deixe-me compartilhar com vocês os meus pensamentos.
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Nós queremos um tipo de democracia que se baseie o Estado de direito, responsabilidade e responsabilização. Nós queremos um tipo de democracia onde as vozes das pessoas não são apenas ouvidas durante as eleições, mas suas vozes são parte integrante de todos os processos decisórios.
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Queremos uma democracia onde não só as regras da maioria, mas a minoria tem também uma parte razoável, devidamente suas vozes ouvidas e seus interesses igualmente reconhecido.
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Como podemos realmente obter essa democracia é, naturalmente, um desafio, um grande desafio.
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Como crente na democracia liberal e, como um estudante de ciência política e economia, vou oferecer o meu pensamento sobre a forma como o meu Governo pretende construir Tailândia para uma nova sociedade democrática.
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Exatamente um mês atrás, tive a honra de falar após a palestra proferida pelo Professor Stiglitz, em Banguecoque. Stiglitz é muito conhecida na Tailândia e muitas pessoas vieram para ouvi-lo, por isso, tomei a oportunidade de compartilhar meus pensamentos sobre como fazer um Tailândia progressiva.
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Então eu coloquei os princípios básicos sobre como eu iria levar o país para o próximo nível. São factores vitais para fazer uma nova sociedade democrática e esses princípios podem muito bem se aplica a muitos outros países aspirantes para a democracia.
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Em primeiro lugar, uma nova sociedade democrática deve basear-se verdadeiramente nas pessoas e nas necessidades do povo. Nenhum governo hoje é um governo legítimo, se não exclui, no interesse do seu povo. Na Tailândia, você pode ter ouvido que a divisão política passa pela cor, seja ele amarelo, vermelho, e assim por diante.
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Eu ter deixado claro desde o primeiro dia no cargo que este Governo tem a intenção de trabalhar para pessoas de todas as cores, de forma não - discriminatória. E temos feito exatamente isso ao longo dos últimos nove meses.
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Sob o pacote de estímulo primeiro, temos a Tonkla "Archeep programa", que é um regime de treinamento de habilidades, como uma rede de segurança social para aqueles que ficaram desempregados durante a crise econômica. 70% dos 200.000 participantes neste regime encontraram novos empregos, o que, em alguns casos, estão em setores diferentes do que eles fizeram anteriormente.
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Temos também o programa chamado "benefícios de subsistência" para dar algum dinheiro mensalmente para os idosos sem pensões para assegurar que a sua condição de vida é aceitável.
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Em segundo lugar, uma nova sociedade em transição democrática necessita de uma atenção para a reconciliação. Precisamos de assegurar que a divisão política é não entrar no caminho do desenvolvimento.
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Sem reconciliação, não podemos implementar políticas para beneficiar as pessoas. A mudança não pode ser introduzida. Como resultado, o desenvolvimento não pode ser alcançado. Mas a reconciliação não significa dobrar leis. Pelo contrário, vamos ter certeza de que a aplicação da lei é suficiente e justa, e que não haverá justiça e solução política para o problema político.
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Quando falo de reconciliação na Tailândia, quero dizer a reconciliação em muitos níveis; reconciliação das diferenças entre as pessoas de todas as cores, sejam elas amarelas, vermelhas ou outros; reconciliação nas províncias da fronteira sul, ou mesmo reconciliação e de reforço das relações com nossos vizinhos.
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Quanto à situação na província fronteira sul, o meu Governo está a tentar o nosso melhor para trazer a situação à normalidade e para alcançar a prosperidade e desenvolvimento a longo prazo. Através da educação e políticas sociais, bem como acções de desenvolvimento económico, o Governo já começou a reconquistar os corações e as mentes daqueles que de outra forma, acho que o Governo não se preocupa com eles.
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Na nossa fronteira oriental, você pode ter ouvido notícias sobre a tensão entre Tailândia e Camboja. Mas a situação é apenas uma parte menor das relações globais entre Tailândia e Camboja. Ambas as partes concordam em não deixar que uma nuvem única questão sobre os outros. E não vamos permitir que as emoções para conquistar motivos e fatos.
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A reconciliação só pode acontecer quando nós colocamos os nossos subjetividade e dos preconceitos e tentar compreender os desafios que enfrentam todos os lados, as suas forças e fraquezas, suas restrições e limitações, bem como as dos nossos próprios.
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A reconciliação só pode acontecer quando falamos e dialogar de boa-fé. E aproveito esta oportunidade para saudar o vento da mudança na política externa E.U. sob a presidência de Obama.
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Recomendo a sua vontade de "participar" e "ouvir" na condução do novo capítulo da política externa E.U. que enfatiza em 3Ds ou seja, defesa, desenvolvimento e diplomacia. E.U. O papel de liderança "para enfrentar muitos desafios do mundo globalizado de hoje não será bem sucedida sem a tentativa de reconciliar. reconciliação E leva os esforços de todos os lados.
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Em terceiro lugar, uma nova sociedade democrática precisa de uma maior abertura. Não há tempo que a economia do mundo precisa de mais abertura do que agora. É por isso que o Governo deu início a muitos incentivos ao investimento para os investidores estrangeiros.
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Durante os últimos nove meses, a Tailândia ainda entrou em mais dois acordos de livre comércio. Portanto, investir na Tailândia não significa investir em um mercado de 64 milhões de consumidores, mas cada vez mais somos uma base de produção para as exportações, especialmente tendo em conta a capacidade de trabalho e recursos humanos qualificados. E lembre-se, Asean tem cerca de 600 milhões de pessoas e estamos nos tornando uma comunidade económica em 2015. -
A abertura não é só sobre política econômica. É mais uma questão de atitude e modo de vida. Tais são conhecidos pela nossa flexibilidade, mente aberta, e que continue a ser válida. Para muitas centenas de anos, temos congratulou-se com estrangeiros para a nossa sociedade como os comerciantes, conselheiros, missionários, professores, investidores e turistas. Como sempre, a Tailândia continua a acolher os nossos amigos estrangeiros.
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Em quarto lugar, uma nova sociedade democrática deve ser firmemente baseada na boa governação. Democracia e desenvolvimento é, certamente, não é possível sem uma boa governação. A situação política que temos em nós mesmos, na verdade, está profundamente enraizada na falta de boa governação e responsabilidade.
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Governo eleito pelo povo reivindicou a sua base de votos para governar e as políticas corrompido por seus próprios benefícios. Mas a democracia não deve e não deve terminar às cabines de votação. A democracia é um processo e é um processo que deve descansar firmemente na base da boa governança.
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Aplique esta situação em todo o mundo e você irá ver onde a democracia está a falhar é que a boa governação é inexistente. Que uma democracia sustentável e um desenvolvimento sustentável precisa mais do que qualquer outra coisa que é boa governação. Esta necessidade de boa governação não vai para o governo, mas só o setor privado também.
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Em quinto lugar, em um mundo globalizado, uma nova sociedade democrática como a Tailândia deve levar em conta a integração regional. Asean está agora a crescer como uma comunidade. E, como uma comunidade,
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Asean tenha entrado em acordos de livre comércio com a China, Austrália, Nova Zelândia, República da Coréia, Índia e Japão. Asean como um mercado de 580 milhões de pessoas, com trabalho duro e um da força de trabalho mais eficientes do mundo, uma região estrategicamente localizado próximo a dois dos mais rápidos do mundo, as economias em crescimento, a Índia e a China, oferece uma tremenda oportunidade para investimento e comércio. Até 2015 Asean se tornaria uma comunidade económica única, que reúna as dez economias promissoras, 600 milhões de consumidores e trabalhadores capazes.
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Ainda mais importante que os benefícios económicos da integração regional, creio eu, é os efeitos da integração regional sobre o desenvolvimento político da região. Nos lugares onde floresce a democracia em um país, onde as pessoas no terreno participar activamente na política local e nacional, é inevitável que seus vizinhos também vai sentir os efeitos. A democracia é um processo de aprendizagem.
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A integração regional ajuda a acelerar o processo de aprendizagem. De um lado, é uma pressão dos colegas, no outro lado, é simplesmente aprender a ver, por imitação. Mais importante ainda, a integração regional ajuda a construir a democracia, trabalho em equipe, com todas as partes envolvidas.
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Em sexto lugar, uma nova sociedade democrática na Tailândia necessidades economicamente políticas sólidas. Sem as políticas económicas que pode trazer desenvolvimento para as pessoas, a democracia está fadada ao fracasso. O desenvolvimento econômico que não reduzir as disparidades de renda não augura nada de bom para a democracia. Eu mencionei este ponto, com preocupação, como o fosso entre os ricos e os pobres na Tailândia, também está aumentando.
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O meu Governo atribui grande importância à filosofia economia suficiência iniciado pelo nosso Rei amado. Economia suficiência não é sobre o desligamento a partir do mundo exterior, mas é sobre a vida com moderação.
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Aprendemos com a recente crise que uma pequena economia aberta como a Tailândia não se pode sempre contar com as exportações para os mercados externos por tanto como 70% do PIB, como os livros didáticos tradicionais postulado. A Tailândia é tentar equilibrar a demanda externa com as internas impulsionados pelo pacote de estímulo 2 que também é financiada internamente.
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Durante os próximos três anos, nós planejamos fazer enormes investimentos a longo prazo, tais como aqueles em infra-estrutura iniciadas pelo governo e continuou pelo setor privado ou público-privada (PPP) e no capital humano. Além disso, vamos ampliar a nossa economia criativa que combina a nossa cultura idêntica com as inovações locais e de tecnologia das actuais 10% do PIB para 20% com o Pacote de estímulo 2.
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Também vamos oferecer aos nossos povos proteção suficiente contra os efeitos nefastos da globalização, quer económica ou cultural. O outro aspecto seria um desenvolvimento ambientalmente amigável para a economia de baixo carbono verde para garantir o desenvolvimento sustentável para a geração futura.
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Em sétimo lugar, uma nova sociedade democrática precisa de inovação e visão. A inovação é tão importante para a democracia, como é o desenvolvimento sustentável. Em qualquer democracia, a falta de inovação pode prejudicar gravemente o espírito de aprendizagem, o desejo de conhecimento, e vice-versa. As pessoas podem tornar-se complacente e levar a democracia para concedido. Quando você deixa de decisão política nas mãos dos seus representantes e não monitorá-las e não consideram o maior interesse de toda a nação, que coloca a democracia em uma situação de risco.
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Quanto à visão, qualquer país que aspira a uma democracia sustentável e uma visão de desenvolvimento. Governo tem de olhar para frente e reconhecer as tendências futuras e certamente pode lidar não apenas com os desafios imediatos ou dia-a-dia.
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A visão é não somente sobre o Governo, mas precisamos que o público seja capaz de visualizar o que eles gostariam de ver o seu país nos próximos 5 anos, dentro de 10 anos e, em seguida, com uma visão comum em mente, toda a nação ajudar a fazer o país avançar em conjunto.
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Por último, eo mais importante é que para construir uma nova sociedade democrática, precisamos de educação para todos. Como um antigo professor universitário, proporcionando uma educação de qualidade para todos é um tema que é muito caro ao meu coração.
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Eu posso dizer que o que estou mais orgulhoso de meu trabalho do Governo durante os últimos nove meses, é o facto de se ter iniciado um programa de ensino gratuito 15 anos de base.
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Educação proporciona o acesso a oportunidades e igualdade. Democracia decisão onde as pessoas não possam fazer da informação pode ser muito prejudicial. Pode conduzir à tirania da maioria. Uma verdadeira democracia deve basear-se em um público educado. Temos de investir no nosso futuro, investindo em educação. Esta não é uma escolha, mas uma obrigação.
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Conclusão
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Agora eu escolhi para falar sobre esse assunto porque não é só sobre a Tailândia, mas é a situação que você pode muito bem encontrar nos países em todo o mundo. Eu sei que esse público compreende os líderes de opinião de hoje e do futuro. Estão estudantes e profissionais da política e da economia.
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Então eu quero compartilhar com você e com você a deixar que a democracia é algo que precisa ser cultivado, precisa ser aprendido, e que para ter um tipo de democracia que levem ao desenvolvimento sustentável, temos de nos concentrar nas pessoas, a reconciliação de diferença, a abertura das economias e das atitudes, da boa governação, a integração regional, as políticas económicas para a distribuição igualitária da riqueza, suficiência e desenvolvimento sustentável, inovação, visão e educação. Estes são apenas alguns fatores básicos que precisam ser postas em prática, não só na Tailândia, mas em outro lugar, para o nosso futuro comum.
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E o futuro não é amanhã. O futuro é hoje e de ontem. Por isso, vamos trabalhar juntos. Eu agradeço a sua atenção e ficaria feliz em responder a algumas perguntas.
Fonte: www.nationmultimedia.com