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sexta-feira, 25 de setembro de 2009

TODA A HISTÓRIA DAS LEGISLATIVAS


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Fonte Diário de Notícias


ULTIMO DIA DA CRANDE ARRUADA


Campanha do PSD termina com arruada ruidosa

A "família" social-democrata juntou-se hoje à líder do PSD, Manuela Ferreira Leite, para uma concorrida e ruidosa "arruada" pela Avenida da Igreja, em Lisboa, a última da campanha laranja rumo às eleições legislativas de domingo.

Três antigos líderes do partido - Marcelo Rebelo de Sousa, Pedro Santana Lopes e Rui Machete -, a antiga ministra da Saúde Leonor Beleza, o presidente do Instituto Francisco Sá Carneiro, Alexandre Relvas, os vice-presidentes do partido Paulo Mota Pinto, António Borges e Sofia Galvão, o secretário-geral, Marques Guedes e o presidente da Juventude Social-Democrata, Pedro Rodrigues, foram algumas das personalidades que marcaram presença ao lado de Ferreira Leite.

À arruada juntaram-se até o cabeça-de-lista social-democrata por Santarém e a candidata a deputada por Lisboa -- e ex-dirigente e ex-militante do CDS/PP -- Maria José Nogueira Pinto.

Permanentemente ladeada por Marcelo Rebelo de Sousa e por António Borges, a líder do PSD desceu a avenida -- onde já morou o antigo primeiro-ministro social-democrata e actual presidente da Comissão Europeia Durão Barroso -- distribuiu beijos e apertos de mão, sorriu -- talvez mais e mais genuinamente do que em qualquer acção de rua desta campanha.

Na luta corpo-a-corpo de fotógrafos e operadores de imagem seguiam dois olhares "internacionais": uma equipa da TVE espanhola e outra da agência noticiosa Reuters -- já de manhã seguiram a "arruada" pelas ruas do Chiado jornalistas da angolana TPA e a brasileira Globo.

A caminho da rotunda de Alvalade, o antigo presidente do partido e candidato à presidência da Câmara de Lisboa aguardava Ferreira Leite.

"Pelo que vou vendo acho que a campanha tem corrido bem. Agora, o tempo para campanha no país e no mundo não está fácil. É preciso ser objectivo, falar nos problemas das pessoas, apontar um caminho de esperança. E vamos ver o que o eleitorado diz agora, é esperar por domingo", sentenciou Santana.

Por outras palavras, também Marcelo Rebelo de Sousa pôs em dúvida a correspondência das sondagens com uma realidade que disse ser de "crescendo" para o PSD e afirmou: "Nesta altura o número de indecisos é tão elevado que é quase um totobola ou um totoloto estar a fazer previsões certas".

No momento em que terminou de falar, Marcelo -- de boné branco e laranja na cabeça -- recebeu uma garrafa de champanhe, sorriu, passou-a a Manuela Ferreira Leite e gracejaram com o sucedido, devolvendo a intempestiva garrafa à procedência.

Cem metros mais à frente, estava o carro em que Ferreira Leite tem viajado nesta campanha. Entrou, abriu o vidro. Acenou a quem rodeava. Esboçou novamente um sorriso largo. Poisou o braço sobre o parapeito da janela aberta. O carro arrancou. Milhares de quilómetros depois, tinha terminado a última "arruada" da campanha "laranja".

A garrafa de champanhe, essa, não mais foi vista. Espera a "família" social-democrata, que saiu à rua para um derradeiro sinal de unidade, que reapareça no domingo.

Fonte:Diário de Notícias

O MARQUÊS DE FRIPOR



Vem, sua alteza, o inefável líder da verborreia falaciosa, rodeado do seu bando de baratas rastejantes, apregoar as ideias que aponta para o rumo a seguir na liderança do país. Fá-lo com a arrogância e fanfarronice que todos lhe conhecemos...
Porém, mais do que a apresentação do que pensa fazer, na eventualidade do cataclismo de ele e a sua camarilha serem reeleitos se abater sobre nós, o que era importante era mostrar obra feita e isso ele não faz nem fará. O motivo é simples: não existe.
O retrato que deixa do seu obscuro mandato é um sem fim de obscuridades e suspeições, a começar nas suas habilitações literárias, até à forma como conduziu a sua vida, e a da sua família e amigos, em negócios ainda mais obscuros do que as licenciaturas ao domingo e os exames feitos por fax.
O Marquês de Fripor, ou o primeiro fax, para além disso só tem para apresentar a tensão social que criou com todas as áreas e classes profissionais e sociais da sociedade. No seu estandarte deveria colocar a divisa:
Eu minto com a naturalidade com que respiro.
Devia deixar de respirar: devia expirar.
Haja quem faça esse favor ao País.
Talvez Almeida Santos com a sua proposta da eutanásia!!!

O LUIS FIGO DESCOBRIU....

O Figo descobriu aquilo que nunca achamos.... O Bom trabalho de José Sócrates nos últimos quatro anos!!! Bem lá vamos ter qualquer dia o Figo ministro e a Rosa Mota ponta de lança!
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Encontro com José Sócrates
Luís Figo recusa pasta do Desporto
No último dia de campanha, José Sócrates contou com um apoio de peso. Luís Figo tomou hoje o pequeno-almoço com o secretário-geral do PS, mas a política não está nos planos do ex-futebolista. Questionado sobre se estaria interessado em assumir a pasta do Desporto no futuro governo, Luís Figo não hesitou: "Não. Neste momento não é uma pasta que faça parte dos meus planos".
'O futuro de Portugal', foi o tema central do encontro entre Sócrates e Figo, no Hotel Altis Belém, que durou cerca de uma hora. No final, o ex-jogador internacional português teceu vários elogios ao líder socialista. 'Apoio José Sócrates unicamente pelas minhas convicções e pelo trabalho feito nos últimos quatro anos e meio, apesar das dificuldades existentes em todo o mundo. Sócrates é uma pessoa séria, honesta e profissional', afirmou Luís Figo.
Já o líder socialista mostrou-se orgulhoso:'Espero estar à altura desse apoio tão importante, ainda por cima de quem apenas tem uma participação cívica em favor dos interesses do seu país. O Luís Figo foi um dos heróis da minha geração'.
À margem deste encontro, José Sócrates garantiu ainda que mantém com o Presidente da República uma 'relação institucional correcta', quando questionado sobre a polémica em torno do caso das alegadas escutas em Belém. 'As nossas relações são institucionalmente correctas e ambos sabemos o nosso dever', declarou.
Ana Patrícia Dias (Correio da Manhã)

GREVE: 70% DE ADESÃO


Garante o sindicato que a adesão à greve no serviços externos do MNE (embaixadas, consulados e centros culturais) foi de 70%.
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Claro que nas embaixadas onde praticamente já não há trabalhadores, a adesão terá sido zero...
Telegrama de Sexta-feira, Setembro 25, 2009
(Nota Verbais)
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À Margem: Se alguém neste mundo eu admiro é o colega Jorge Veludo (apesar de reformado ainda sou assim considerado) que tem passado uma vida a tentar dignificar os Trabalhadores Consulares e das Missões Diplomáticas e nunca conseguiu demover Sua Excelência o Secretário-Geral do Palácio das Necessidades.
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Esta humilde gente tem seguido, não só a comer (ordenados) a "maçã dos porcos" como a ser esmagada pela bota de alguns embaixadores e dos "pivetes" que já se julgam embaixadores.
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Acima o Carlos Albino tecla e muito bem que nas embaixada já não há praticamente trabalhadores, a desão terá sido zero...
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Por exemplo na embaixada de Banguecoque não há um funcionário, vinculados, ao MNE e só um português contratado.
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Assim o embaixador Faria e Maya já deve ter expedido, hoje, um telegrama para a CIFRA (MNE) : "Informo vexa que em Banguecoque não houve funcionários que tenham feito greve".
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Como é que poderiam ter alinhado na greve se apenas há um português e este iria faze-la?
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Claro que seria um mau exemplo para os colegas que não são portugueses.
José Martins

A VINÇANÇA DO FELIPE DE GAIA

Bem o Felipe de Gaia e fora da campanha eleitoral, publicou, os seus ódios de estimação ao PSD no jornal espanhol "El País". Foi um "querido" naquilo que escreveu. Cá por mim, até se poderia mudar para Espanha, já que vale mais um pedaço pequenino de Espanha do que "Ca-Gaia" toda. A tradução foi o que se pode arranjar...Paciência!
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TRIBUNA: LUIS FELIPE LOPES DE MENEZES
Portugal e Espanha
LUIS FELIPE LOPES DE MENEZES 25/09/2009
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Eu fui educado sob a égide do nacionalismo ultrapassado e rurais, que queria que nós acreditamos que ainda eram um dos impérios mais poderosos do mundo. E se isso não bastasse, também um império ético e justo irrepreensível.
A Península Ibérica é um mercado de 52 milhões de pessoas: temos de aproveitar esta oportunidade
A ferrovia de alta velocidade entre os dois países é inevitável
No entanto, a avaliação crítica do que com efeitos retroactivos não cego período salazarismo minha mente a ponto de renunciar a nossos heróis e nossa grande história. Eu me considero um patriota, um nacionalista moderno. Eu ainda emocionante para ler o épico de Magalhães, as obras de Afonso de Albuquerque ou mística ousadia Frei Nuno de Santa Maria.
Eu também sou um europeu convicto, apesar de detestar a Ashen burocratas de Bruxelas e, especialmente, o seu ódio para o presunto queijo, enchidos e os leitões da Bairrada! Eu acredito em uma Europa das nações, em que um federalismo pragmático deve prevalecer apenas em relação às políticas de estado principais: defesa, segurança e relações exteriores.
A campanha eleitoral em curso, a história mais intelectualmente medíocre da democracia Português, está vagueando em detalhes sobre quem é ou não é capaz de apresentar propostas concretas para mobilizar o poder.
Ele está sendo também uma campanha em que ninguém foi capaz de identificar o que os grandes projectos que devem reger as propostas do programa específico. Sem projectos comuns, todas as propostas não param de ser uma mera adição de ideias independentes e incompreensíveis.
Assim, dado o crescente debate sobre alta velocidade e na Espanha, eu não posso parar de tomar posição pública sobre um tema que foi uma das bandeiras principais da minha recente na liderança do maior partido da oposição.
Críticos para o iberismo capitularam desde 1383/85 tem tentado tantas vezes à elite Português, eu sou, no entanto, daqueles que defendem com grande convicção de que a Espanha é o principal objectivo e desafio de Portugal nas próximas décadas.
Somos um país pequeno, no contexto da União Europeia, e os pequenos, o mais excêntrico, pequeno, o único com uma margem gigante imperial, mais de 2.000 quilómetros do centro da Europa, cada vez mais deslocado para a este. No passado inteligentemente interpretar estas restrições, e sabíamos de 800 anos para encontrar soluções que preservem, pelo menos, defender a nossa independência e da identidade de uma forma sustentável.
Nós nos fizemos ao mar e as grandes navegações dos séculos XV e XVI, escolhendo confiáveis aliados estratégicos como a Inglaterra, toda vez marcada ameaças continental tornou-se mais ansiosos, ou optar pela neutralidade evasivas sempre que um escolha clara poderia colocar-nos sob o fogo devastador dos grandes conflitos internacionais.
Mas entretanto havia algo de que tais condicionamentos dificilmente podiam permitirmos escapar: o empobrecimento progressivo. Por causa da nossa pequena dimensão, acentuada pela condição excêntrica, por causa da nossa baixa densidade populacional, por causa da nossa pobreza em recursos naturais e matérias-primas e, finalmente, por causa de nossa falta de compromisso com a formação e qualificação dos nossos cidadãos particularmente acentuada nos 50 anos de ditadura.
Não admira que, por tudo isso, a economia Portuguesa tem sido caracterizada apenas a partir da Revolução Industrial, pelo chocalho pequeno expansionista: o momento da adesão à EFTA e na década de oitenta, com a adesão à Comunidade Económica Europeia. Rattling passageiros porque eles nunca alcançado os problemas estruturais a serem superados.
O principal problema, a síntese de muitos anteriores, foi sempre a pequena dimensão de um mercado minúsculo fechado. Assim não é nenhuma surpresa que nós não ter ido nunca será um país de pequenas e médias empresas e do sector de exportação é o resultado, quase se poderia dizer exclusivamente, da sobrevivência duradoura das indústrias de trabalho intensivo, circunstancialmente benefício pela existência de obra pouco qualificada, mas muito barata.
A abertura gradual das fronteiras na Europa e no mundo, com a entrada no clube da moeda única estava a palha que quebrou o vidro. A inovação, a melhoria progressiva do sistema de educação e algum génio empreendedor diante da inegável falta de massa crítica, com uma dimensão a dar às empresas competitivas.
Bem, este é o lugar onde a Espanha foi e é a nossa solução.
O mercado único europeu é um "horizonte" muito distante. O que dá força ao corpo e dá uma economia é, em primeiro lugar, a força de um mercado de bairro. Só depois que a maturação como saudável para pequenas e médias empresas, mas também ter muitas mais e até mesmo tornar-se gigantes, podem se separar de estado sólido para exportação de força.
Espanha oferece-nos no mercado local. A Península Ibérica é um mercado enorme, com mais de 52 milhões de consumidores! É a primeira vez que temos uma oportunidade como em 200 anos. Devemos ser conscientes disso e utilizá-lo.
Assim, um programa eleitoral deve incorporar soluções inteligentes e propostas que vai nos colocar em posição de vencer esta batalha península pacífica.
A modernização de todos os principais portos na costa do Atlântico, a sua ligação imediata rodoviárias e ferroviárias com o espaço ibérico central, o desenvolvimento competitivo de um interior que é três horas mais próximos dos 42 milhões de consumidores e, a harmonização fiscal Ibérica realizáveis em um prazo razoável, a introdução, numa base de reciprocidade, de Castelhano e Português como língua de ensino obrigatório em Portugal e nas regiões fronteiriças de Espanha, estão entre algumas das medidas que devemos lidar adiada.
Também a ligação de alta velocidade de passageiros e de mercadorias entre Portugal e Espanha, é inevitável a partir do momento em que a Espanha ganhou todo o seu território essa opção. Lisboa e Porto não são excluídos de uma corrida de qualificação em que se inserem e Sevilha, Valência, Barcelona, San Sebastian ... E Vigo!
Os Aljubarrota hoje não expiram com lanças ou com "asas do amor", muito menos com qualquer tipo de isolacionismo. Será vencer na competição com confiança, agressividade e uma estratégia concertada.
Creio que, apesar da sua posição sobre a alta velocidade, o PSD é o partido mais bem colocado para levar um caminho de classe. PBS, por quatro anos e meio, ele encheu a boca com a Espanha, mas a verdade é que ele não fez nada para trazer o nosso desenvolvimento com o nosso vizinho. A alta velocidade é apenas um detalhe de uma visão abrangente e coerente de fundo. Um detalhe que pode e deve ser corrigido. No entanto, o PSD é suficientemente aberto e democrático do que muitos que pensam como eu posso defender e trazer essa visão para ganhar o nosso interesse nacional.

Luís Filipe Lopes de Menezes é um pediatra e política português.Traducción Carlos Gumpert

O FUTURO, PARA JÁ, BRILHANTE PARA A BONECA DE CORDA


A sondagem
Segundo a sondagem que ontem saiu, o Sócretino já deu a volta ao texto e uma vez mais conseguiu vender o pior produto da sua lista de vendedor de banha da cobra, a sua própria pessoa. Segundo a sondagem pode agora escolher qualquer dos partidos com assento parlamentar para fazer uma coligação. Pode até governar sozinho e ir vendendo um ou outro favor, uma ou outra proposta a um qualquer partido de acordo com a sua vontade. Pode ser mau, hipócrita, mentiroso, aldrabão, homem de mão dos Bilderberg, que é também mais esperto que todos os outros. Burros e bestas de carga somos nós que vamos sofrer mais alguns anos das suas politicas e aldrabices. Tanto desejaram correr cada um na sua bicicleta que agora o vêm cortar a meta bem lá à frente de todos. Isto, se não aparecerem por aí mais masoquistas a dar-lhe uma nova maioria absoluta. Uma perspectiva assustadora e que justificaria o pensar em fugir deste país. Resta a esperança que as sondagens se tenham enganado de novo.
Avença: KAOS
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À MARGEM: Eu não me acredito que as sondagens badaladas estejam conforme....
Mas se derem certo que se comecem a tratar, já, os portugueses com o PROSAC!.
Previsões: parte dos portugueses darão, completamente, em doidos!
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Terão que gramar o Sócrates com o novo "marketing" do Magalhães!
Portugal vai voltar num país de medos e quando os portugueses saírem de casa terão dúvidas se regressam.
Todo o "lixo" de gente dos países do leste (que fazem favor aos governos de lá) invadirão Portugal e como não têm trabalho vão entregarem-se ao roubo; será aprovado os casamentos entre a "paneleirada" e a "fufanada".
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Fazer um aborto ou deitar o feto humano pela bacia da retrete vai ser tão fácil, como foi fácil dar a "queca" dentro de um carro à sombra da noite num parque de uma cidade. A vilanagem dos que assumem o poder vai continuar, dado copiaram os actos de uns corruptos sem vergonha que a Justiça até nem lhes fez mal nenhum.
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Portugal (mesmo a economia da Espanha na merda) 60% passa para o outro lado da fronteira. A globalização vai fazer com que a casta "lusitana" desapareça dentro de mais ou menos de dois séculos.
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Portugal, dado que não tido uma politica de integração agrícola e com a desertificação, humana, das aldeias vai quedar-se numa selva que todos os anos, pelo verão, arde e ficam terras "farruscas". Portugal cada vez mais se vai tornar um dependente da União Europeia e ele terá de se subjugar para sobreviver.
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Os portugueses voltarão numa comunidade que se habituou às grandes superfícies e robots comandados pelo pelo grande capitalismo a quem membros do governos estão ligados e ele lhe terá de prestar vassalagem.
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Passam a comer "merda" de alimentos, importados de Espanha e de outros países da UE. Vão ter e ver o TGV a passar; um aeroporto novo, mais uma ou duas pontes em cima do Tejo cuja obras serão adjudicados à Mota-Engil cujo o patrão é o Jorge Coelho e conhecido pelo "Coelhone". (Ninguém vai ter conhecimento das derrapagens e os "trocos" que foram pagos debaixo da mesa.
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José Sócrates não vai retirar nenhum dos seus ministros... Se conseguir a vitória passado uns dias vai de férias (para Palma de Maiorca) e ocupar suites de hotel ao preço de 5 mil euros por noite. Vai decorar-se com novas fatiotas nos Estados Unidos e não vai ter vergonha de as usar perante aqueles (os portugueses) que lhas pagaram e vivem de cinto pendurado nos ossos para segurar as calças.
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Os primos vão continuar, escondidos, no Oriente aprenderem as artes marciais.
O tio vai continuar na boa!
Por fim seja o que Deus quiser e nos acuda!
José Martins

ESPANHA: A FOTOGRAFIA DA DISCÓRDIA



Zapatero, Sonsoles e suas filhas, com Obama e esposa em Nova York
O Primeiro-Ministro, espanhol, sua esposa e duas filhas, Laura e Alba, posaram na noite de quarta-feira, no Metropolitan em Nova York, com o Presidente Obama e esposa.
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Zapatero levou com ele à Cimeira do G20 a esposa e duas filhas.
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AGÊNCIAS / ABC.es MADRID Atualizado Sexta-feira, 25-09-09 às 08:46
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O Primeiro-Ministro, José Luis Rodríguez Zapatero, sua esposa, Sonsoles Espinosa e suas filhas, Laura e Alba, fotografados com o Presidente dos E.U. e esposa durante a recepção oficial em Nova York.
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O instantâneo, tirada no Museu Metropolitan e distribuído pelo Departamento de Estado, dos E.U., mas posteriormente retirada, a pedido do governo espanhol, porque inseria duas filhas menores do PM espanhol.
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Aparentemente, a agência Efe também tinha uma foto do PM Zapatero, com as filhas, mas não foi distribuído porque a Lei de Menores impede a propagação de imagens, reconhecíveis, de menores sem consentimento dos pais.
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É por isso que esta fotografia publicada com o rosto de Laura e Alba pixelizada.
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A imagem aparece no meio da polêmica sobre a viagem da família, para solo norte-americano, de Zapatero, que tem sido criticado pelas forças parlamentares, o Partido Popular e do Congresso.
Fonte: Acima designada